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“Uma das mais injustiçadas da história”, afirma Mano Brown sobre Dilma Rousseff em entrevista

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O rapper Mano Brown está em contagem regressiva para o lançamento da segunda temporada do podcast Mano a Mano, no Spotify Brasil, no dia 24 de março. Durante coletiva de imprensa do projeto realizada nesta quinta-feira (17), ele falou sobre a experiência como apresentador. Ao ser perguntado sobre os convidados que estão no radar, ele citou dois nomes: Pelé, que foi sondado para a temporada passada, mas não pode participar devido aos problemas de saúde e a ex-presidente Dilma Rousseff, no que opinou: “uma das mulheres mais injustiçadas na história do Brasil.” 

O rapper e entrevistador Mano Brown. Foto: Reprodução Redes Sociais

Brown comentou que “Mano a Mano” transformou sua vida para além dos palcos e disse que chegou a duvidar de sua intelectualidade. “Uma coisa que me incomodava era uma situação onde as pessoas me colocavam num lugar muito marginal, no imaginário delas, um cara extremamente ignorante e intransigente e eu nunca fui nem um e nem outro. Não que eu tenha que provar isso, mas comecei.” 

Leia também: Mano a Mano, podcast de Mano Brown, retorna neste mês no Spotify 

A primeira temporada do podcast estreou em 26 de agosto do ano passado. Em 16 episódios, Brown recebeu nomes como Glória Maria, Wagner Moura, Glória Groove, Taís Araújo e Lázaro Ramos, Ludmilla, Vanderlei Luxemburgo, Fernando Holiday, Dráuzio Varella, entre outros. O episódio com a participação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi o mais escutado no Spotify no Brasil em 2021. 

Pedro Paulo Soares Pereira, mais conhecido como Mano Brown, é considerado um dos artistas mais relevantes da música brasileira. Rapper, compositor, produtor e vocalista do grupo de Racionais MC’s, suas canções falam sobre a vida na periferia, o racismo, os miseráveis, a violência e o crime organizado. Em 2016, Mano Brown lançou seu primeiro disco solo, Boogie Naipe, que foi eleito o 4º Melhor Disco Brasileiro daquele ano. Já em 2017 foi indicado ao Grammy Latino de Melhor Álbum Pop Contemporâneo em Língua Portuguesa. 

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