Espetáculo ‘Tia Maria, Rainha do Jongo’ conta a vida da matriarca da Serrinha

Quem ainda não viu, corre que dá tempo! Hoje é a última apresentação do espetáculo ‘Tia Maria, Rainha do Jongo’, que conta nos palcos a vida da matriarca da Serrinha. A peça, que tem entrada gratuita, começa às 19h, nesta sexta-feira (14), Arena Carioca Dicró, Penha Circular.

Espetáculo conta a participação da homenageada

Em 30 de dezembro deste ano, a maior referência viva da comunidade da Serrinha, do Império Serrano e do grupo musical, que criou a Casa do Jongo, Tia Maria, completa 98 anos. “Tivemos um fim de 2017 e um início de 2018 muito complicado, lá na Casa do Jongo. Desde então não saiu da minha cabeça que Tia Maria é o nosso maior ícone, com uma história incrível e que merecia estar nos palcos. A partir daí, veio a inspiração de escrever o espetáculo Tia Maria, Rainha do Jongo, e assim celebrar sua vida e história neste ano de 2018”, explica Lazir Sinval, atual coordenadora artística do Jongo da Serrinha e sobrinha neta de Tia Maria.

Em setembro, a peça ganhou o edital do Prêmio Funarte de Teatro Tônia Carrero, sendo então laureada com quatro apresentações em arenas. Nesta sexta-feira (14), acontece a terceira e última apresentação do espetáculo aqui na cidade do Rio de Janeiro.Além da grande homenageada que, canta e dança, o musical tem como atriz principal,  Ana Cê, que representa diversos momentos vividos por Tia Maria ao longo de toda sua história, além de músicos e dançarino do grupo Jongo da Serrinha.

Assim como no Jongo, a construção da peça foi feita com muita união da equipe. O figurino, desenhado por Rui Cortez, diretor de arte do espetáculo, e estampado por Luana Ferreira, é algo a se destacar. Bege, com desenhos de fotos históricas do acervo da Tia Maria em suas barras, as roupas trazem ancestralidade e luz ao mesmo tempo.  “Eu agradeço a Deus e a todos pelo que estão fazendo por mim. É uma alegria muito grande as pessoas verem o que eu faço pelo Jongo e principalmente pelas crianças. Meu desejo é que esse trabalho nunca acabe”, fala a mestra maior da Serrinha e única fundadora viva da escola de samba  Império Serrano.

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