Bolsonaro aciona ministérios contra protesto por Moïse em igreja curitibana: “marginais”

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A primeira vez que o presidente Jair Bolsonaro falou algo relacionado ao caso do jovem congolês Moïse Kabagambe foi nesta nesta segunda-feira (7), e sua fala foi para criticar um ato de protesto contra o assassinato do imigrante. Bolsonaro ainda não se pronunciou sobre assassinato do rapaz, nem lamentou o ocorrido.

Bolsonaro afirmou que acionará órgãos do governo para monitorar a investigação do ato de Curitiba que pediu punição aos assassinos.

“Acreditando que tomarão o poder novamente, a esquerda volta a mostrar sua verdadeira face de ódio e desprezo às tradições do nosso povo. Se esses marginais não respeitam a casa de Deus, um local sagrado, e ofendem a fé de milhões de cristãos, a quem irão respeitar? Acionei o Ministério da Justiça e o Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos para acompanharem o caso, de modo a garantir que os responsáveis pela invasão respondam por seus atos e que práticas como essa não ganhem proporções maiores em nosso país”.

afirmou o presidente.

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O protesto criticado por Bolsonaro aconteceu no sábado, em Curitiba. Um grupo de manifestantes que se reuniu no Centro Histórico da cidade entrou em uma igreja durante o ato pedindo justiça.

A presença do grupo na Igreja de Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Pretos foi gravada, e o vídeo repercutiu nas redes sociais. O padre Luiz Haas afirmou que celebrava uma missa no momento em que os manifestantes entraram na igreja.

Nesta segunda-feira (7), a Arquidiocese de Curitiba se manifestou sobre o caso. Repudiou o ato e disse que na ação do grupo houve “agressividades e ofensas”. A arquidiocese classificou a ação como profanação injuriosa.

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