Moradores do Recife fazem protesto durante entrevista de Sari Corte Real ao Fantástico

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Sari Corte Real alegou que não tinha liberdade de repreender Miguel – Foto: TV Globo

Na noite deste domingo (5), dezenas de moradores do Recife fizeram um protesto durante a entrevista da primeira dama de Tamandaré (PE), Sari Corte Real, ao programa Fantástico.
Segundo Amanda Souza, uma das organizadoras do movimento, o intuito da manifestação é chamar a sociedade para “gritar” com toda família. “Estamos cansados dos privilégios dela”, afirmou.
Ainda de acordo com Amanda, é estranho Sara querer aparecer por agora, depois que foi indiciada pela Polícia Civil de Pernambuco. “Ela não se pronunciou à imprensa esse mês todo e por quê agora veio se pronunciar? Se vitimizar para o público? Queríamos o posicionamento dela desde o começo e ela não nos proporcionou. As emissoras tentaram de tudo pra ter contato com ela, mas ela não se pronunciou. Agora que a perícia tem um posicionamento vai pedir apelo? Não é justo!”, Desabafou.

O protesto
Amanda conta ainda que a ideia do movimento veio dela e que é necessário o apoio de toda sociedade para que o menino Miguel tenha a justiça merecida. “Queremos (o protesto) por que lá podemos gritar e mostrar o quanto estamos sofrendo pela perda de Miguel e o quanto queremos justiça”, finalizou.


A versão de Sari
Durante a entrevista, Sari Corte Real alegou que não apertou o botão do elevador e que “fingiu para tentar convencer Miguel a não procurar pela mãe”, que havia saído para passear com o cachorro da família.
Sari disse também que não acreditava que uma tragédia iria acontecer e que Miguel voltaria para o andar. Além disso, ela disse que não tirou o menino do elevador por que não tinha muito contato com ele. Nunca se dirigiu diretamente a ele para repreender, sempre era a mãe e avó.

Sari Corte Real disse, em entrevista ao Fantástico, que não apertou o botão do elevador -Foto: TV Globo


Quando questionada se ela sentia algum tipo de culpa ou arrependimento, Sari disse que fez o que poderia fazer. “Eu sinto que eu fiz tudo que eu podia. Se eu pudesse voltar no tempo, eu voltava. Se eu soubesse que isso (a morte de Miguel) acontecer, eu voltava no tempo e tentava fazer mais do que fiz naquela época”, finalizou a primeira dama de Tamandaré.

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Igor Rocha

Igor Rocha é jornalista, nascido e criado no Cantinho do Céu, com ampla experiência em assessoria de comunicação e escritor nas horas vagas. Editor e coordenador regional do Notícia Preta

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