Kanye West joga seu Grammy na privada e faz xixi em cima

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Reprodução: Twitter

Como forma de crítica a industria fonográfica, o rapper Kanye West postou uma sequencia de Twittes nesta quarta-feira (16). Em um deles o artista diz que as gravadoras dão “um pouco do dinheiro da turnê, algumas correntes de ouro, um pouco de álcool, algumas garotas e números falsos para massagear nossos egos”, mas não tem os direitos econômicos das próprias canções.

A postagem mais polêmica de todas é um vídeo de oito segundos onde o rapper mostra um de seus 21 Grammys dentro de uma privada e urina sobre o troféu dizendo : “Acredite em mim… não vou parar”.

O rapper ainda afirmou que diversos artistas estão “sustentando as crianças dos outros” e que “podemos passar a vida toda na indústria, mas nossos filhos vão ter que trabalhar para outra empresa quando eles crescerem”.

Kanye West ganhou 21 Grammys

Kenye também publicou mais de 100 fotos de folhas de seus 10 contratos com a gravadora Universal. Ele exige que a companhia revele quanto valem seus fonogramas, para que possa comprá-los. “Será que a Universal vai me ligar … Prometo que tenho mais ideias …”. E complementou: “Todos os artistas serão livres”.

Em seguida, pediu que outros músicos espalhassem suas mensagens. “Bono, posso contar com o seu retweet? Drake, Kendrick, até a Taylor… Precisamos de você agora”, pediu, apelando aos popstars Drake e Kendrick Lamarr. O “até a Taylor” se justifica pelo longo histórico de brigas entre o rapper e a cantora Taylor Swift, que também está brigando com seu antigo selo pelo direito de cantar suas próprias músicas.

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Thais Bernardes

Formada em jornalismo pelo Institut français de Presse-Université Panthéon-Assas, em Paris e com especialização em audiovisual pelo Institut Pratique de Journalisme (IPJ), também na França, Thais Bernardes é jornalista, assessora de imprensa e idealizadora do portal Notícia Preta, um site de jornalismo colaborativo. Antes de concluir seus estudos na Europa, Thais cursou Relações Públicas na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), onde ingressou através do sistema de cotas. Após atuar como produtora no canal de TV France 2, em Paris, foi repórter no Jornal Extra, na rádio BandNewsFM e coordenadora de Comunicação da Secretaria de Estado de Direitos Humanos do Rio. Em novembro de 2018 a jornalista decidiu criar o portal Notícia Preta como forma de combater, através do jornalismo, o racismo e as desigualdades sociais.

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