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	<title>Arquivos maternidade - Noticia Preta - NP</title>
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	<description>Jornalismo Antirracista</description>
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	<title>Arquivos maternidade - Noticia Preta - NP</title>
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		<title>Parto normal de bebê de 6,5 kg será investigado pela Secretaria de Saúde do Espírito Santo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joana Angélica]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Oct 2025 18:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Secretaria Estadual de Saúde do Espírito Santo (Sesa) instaurou nesta quarta-feira (8) uma auditoria para investigar as condições do parto normal de um bebê de 6,5 kg e 55 centímetros realizado no Hospital e Maternidade São José, em Colatina, no Noroeste do estado, no dia 9 de agosto. A mãe, Ariane Borges, de 39 [&#8230;]</p>
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<p>A Secretaria Estadual de Saúde do Espírito Santo (Sesa) instaurou nesta quarta-feira (8) uma auditoria para investigar as condições do parto normal de um bebê de 6,5 kg e 55 centímetros realizado no Hospital e Maternidade São José, em Colatina, no Noroeste do estado, no dia 9 de agosto.</p>



<p>A mãe, Ariane Borges, de 39 anos, sofreu uma hemorragia e precisou de 55 pontos após o parto. O bebê, chamado Alderico, teve o ombro deslocado e ficou cinco minutos sem respirar. A criança foi entubada e passou dez dias internada na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN).</p>



<p>Segundo a Sesa, a auditoria deve ser concluída em até 60 dias. O órgão afirmou que, diante da gravidade das lesões sofridas pela mãe e pelo recém-nascido, determinou uma apuração imediata e minuciosa do caso. A pasta também garantiu que está acompanhando a situação de saúde dos dois.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="984" height="554" data-attachment-id="209800" data-permalink="https://noticiapreta.com.br/sesa-investiga-parto-bebe-6kg-espirito-santo/img-bebe-gigante-07-10-2025-mp4-snapshot-00-31-115/" data-orig-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/10/img-bebe-gigante-07-10-2025.mp4-snapshot-00.31.115.jpg" data-orig-size="984,554" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="img-bebe-gigante-07-10-2025.mp4-snapshot-00.31.115" data-image-description="" data-image-caption="&lt;p&gt;Foto: Reprodução TV Globo&lt;/p&gt;
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<p>A família, que vive em Água Doce do Norte, foi informada de que o bebê precisará realizar sessões de fisioterapia por causa da lesão no plexo braquial, que compromete a função dos nervos do braço e pode deixar sequelas permanentes.</p>



<p>A mãe contou que chegou ao hospital com recomendação médica para uma cesariana, já que a gestação havia chegado à 42ª semana. No entanto, a equipe médica decidiu induzir o parto normal, afirmando que ela já havia tido outros partos desse tipo. “O médico disse: ‘Se você já ganhou oito de parto normal, esse é mole para a senhora’. Foi uma surpresa. O neném quase perdeu a vida, ficou cinco minutos sem respirar. Na hora que puxaram, rompeu o cordão umbilical. Juntou uns dez médicos para conseguir tirar ele”, relatou Ariane.</p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://noticiapreta.com.br/pesquisa-detecta-microplasticos-em-placenta-e-cordao-umbilical/">Pesquisa inédita detecta microplásticos em placenta e cordão umbilical de grávidas</a></p>



<p>O caso gerou forte repercussão local. O hospital responsável não respondeu aos questionamentos da imprensa até o fechamento desta edição.</p>



<p>A obstetra Michelle Fiorot explica que partos de bebês com peso muito acima da média exigem avaliação rigorosa e manobras específicas, pois aumentam o risco de complicações graves. “Bebês grandes podem ter dificuldades na passagem pelo canal de parto, e isso eleva o risco de lesões nervosas e hemorragias. É fundamental que a equipe médica identifique esses riscos com antecedência”, afirmou.</p>



<p>Alderico, hoje com quase dois meses de vida, pesa cerca de 10 kg, o dobro da média para bebês da mesma idade. Apesar da recuperação gradual, o caso segue sob investigação.</p>
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		<title>Mãe cobra aluguel de filhas de 9 anos para ensinar responsabilidade financeira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Notícia Preta]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Sep 2025 14:30:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[educação financeira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma moradora de Atlanta, nos Estados Unidos, está chamando atenção nas redes sociais após implementar um sistema doméstico inusitado para ensinar responsabilidade financeira às filhas gêmeas de 9 anos. LaToya Whitfield, de 38 anos, instituiu o pagamento semanal de “aluguel” e contas básicas como forma de ensinar as meninas a lidarem com dinheiro e organização [&#8230;]</p>
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<p>Uma moradora de Atlanta, nos Estados Unidos, está chamando atenção nas redes sociais após implementar um sistema doméstico inusitado para ensinar responsabilidade financeira às filhas gêmeas de 9 anos. LaToya Whitfield, de 38 anos, instituiu o pagamento semanal de “aluguel” e contas básicas como forma de ensinar as meninas a lidarem com dinheiro e organização pessoal desde cedo.</p>



<p>As filhas, Grace e Autumn, recebem todas as sextas-feiras um contracheque fictício, com base em tarefas e comportamento, e são obrigadas a pagar despesas simbólicas: US$ 80 de aluguel, US$ 10 de energia e US$ 5 de internet e gás. Em caso de inadimplência, a punição é ser “despejada” para a sala de estar, uma representação lúdica da falta de moradia.</p>


<div class="wp-block-image">
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<p>Além disso, o sistema prevê multas por bagunça no quarto ou no banheiro, enquanto boas notas na escola e atitudes responsáveis garantem bônus. LaToya compartilha a rotina com as filhas nas redes sociais e afirma que a proposta tem como objetivo preparar as meninas para o mundo real, de forma leve e educativa.</p>



<p>A ideia surgiu após as filhas pedirem jantares em um restaurante japonês duas vezes na mesma semana. “Disse que não tinha mais dinheiro e elas responderam: ‘Mas você não acabou de receber?’”, contou LaToya ao jornal <em>The Mirror</em>. A partir daí, decidiu desenvolver um contrato no Canva e iniciar o projeto educativo dentro de casa.</p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://noticiapreta.com.br/nath-financas-livro-infantil/">Nath Finanças lança livro infantil, em parceria com Ziraldo sobre educação financeira</a></p>



<p>Segundo a mãe, que trabalha como recrutadora de recursos humanos, as filhas já aprendem a cozinhar, cuidar da casa, acompanhar as próprias notas e administrar os pagamentos simbólicos. Ela acredita que essas lições práticas terão impacto duradouro na formação das duas.</p>



<p>“<em>Não quero que seja difícil para elas. Só quero plantar a semente de todas essas lições agora, para que colham no futuro</em>”, disse.</p>



<p>Apesar dos elogios nas redes, o método também gerou críticas, com usuários questionando o impacto psicológico da simulação de despejo e a exposição das crianças online. LaToya, no entanto, afirma que tudo é feito com amor, limites e acompanhamento, e que as meninas têm respondido bem às responsabilidades.</p>
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		<title>Adiando a maternidade: Taxa de fecundidade atinge mínimo histórico, aponta o IBGE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Layla Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Jul 2025 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
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		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Taxa de fecundidade das mulheres brasileiras atinge mínimo histórico de 1,55 filho em 2022, mas mulheres pretas e pardas ainda tem mais filhos que a média nacional. Ser ou não ser mãe? E se sim, quando ser? Essas são perguntas que acompanham a grande maioria das mulheres e preenche bom tempo de suas vidas na [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center"><em>Taxa de fecundidade das mulheres brasileiras atinge mínimo histórico de 1,55 filho em 2022, mas mulheres pretas e pardas ainda tem mais filhos que a média nacional</em>. </p>



<p>Ser ou não ser mãe? E se sim, quando ser? Essas são perguntas que acompanham a grande maioria das mulheres e preenche bom tempo de suas vidas na decisão de exercer ou não a maternidade. Segundo o Censo demográfico realizado pelo <a href="https://www.ibge.gov.br/">IBGE</a> em 2022 e divulgado na última sexta-feira (27) , as mulheres brasileiras tem optado por adiar essa decisão, dados revelam que a taxa de fecundidade, atingiu o mínimo histórico de<strong> 1,55 filho</strong> por mulher, o que revela uma queda de <strong>75,3% </strong>se comparado ao ano de 1960, onde era de<strong> 6,28 filhos.</strong> </p>



<p>Desde 2010, a taxa de fecundidade brasileira está abaixo da chamada taxa de reposição populacional, ou seja, da média de filhos por mulher necessária para manter a população estável, que é de <strong>2,1.&nbsp;</strong>Comparado a outros países, o Brasil está atrás da Nigéria<strong> (4,6 filhos por mulher)</strong>, França <strong>(1,8)</strong> e Estados Unidos<strong> (1,7)</strong>, mas se mantém na frente da Argentina <strong>(1,5)</strong>, Chile <strong>(1,3)</strong> e Itália <strong>(1,2).</strong></p>



<p>A mudança na diminuição no número de filhos é acompanhada por um aumento na idade média de quando essas mulheres decidem maternar. No ano 2000, a média era de <strong>26,3</strong> anos e em 2022 essa média teve um acréscimo de cerca de <strong>6,8%, </strong>agora a média é de 28,1 anos.</p>



<p>As mulheres estão esperando mais tempo para se tornarem mães e de acordo com o IBGE, muitas chegam ao fim da idade reprodutiva, considerada geralmente até os 49 anos, sem ter tido filhos. Nos anos 2000 o percentual era de <strong>10,0% </strong>de mulheres nesses casos, em 2022 esse número subiu para <strong>16,1%</strong>.</p>



<p>O número de mulheres sem filhos também aumento ao longo dos anos, a pesquisa revela que <strong>16,1%</strong> das mulheres de <strong>50 a 59 anos em 2022 </strong>não possuem filhos. Nos anos <strong>2000</strong> essa número era <strong>10%</strong>, e em <strong>2010</strong>, <strong>11,8%. </strong></p>



<p>Muitos fatores levam essa diminuição no número de mulheres com filhos no país, como o maior acesso à educação, inserção no mercado de trabalho, custo de vida elevado e mudanças culturais. Segundo a Médica de saúde mental e qualidade de vida no trabalho, especialista em maternidade e carreira e economia do cuidado, <strong>Simone Souza</strong>:</p>



<p><em>´´A gente vive uma revolução silenciosa no que diz respeito as decisões reprodutivas, falando especificamente do Brasil. Essa queda alta na taxa de fecundidade não é por acaso, nas últimas décadas a gente vem passando por transformações sociais, econômicas e culturais que acabaram refletindo nas decisões de ter ou não filhos ou quantos filhos cada mulher vai ter. Eu destaco 3 fatores que são mais importantes nesse cenário: o primeiro foi o aumento ao acesso a educação, o aumento da presença feminina no mercado de trabalho e a percepção do custo crescente da criação dos filhos.´´</em> afirmou Simone. </p>


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<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img decoding="async" width="1199" height="797" data-attachment-id="187103" data-permalink="https://noticiapreta.com.br/adiando-a-maternidade-taxa-de-fecundidade-atinge-minimo-historico-aponta-o-ibge/mulheres-negras-gravidas-posando-2/" data-orig-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/07/mulheres-negras-gravidas-posando-1.jpeg" data-orig-size="1199,797" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="mulheres-negras-gravidas-posando" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/07/mulheres-negras-gravidas-posando-1-300x300.jpeg" data-large-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/07/mulheres-negras-gravidas-posando-1-1024x1024.jpeg" src="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/07/mulheres-negras-gravidas-posando-1.jpeg" alt="maternidade" class="wp-image-187103" style="width:669px;height:auto" srcset="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/07/mulheres-negras-gravidas-posando-1.jpeg 1199w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/07/mulheres-negras-gravidas-posando-1-768x510.jpeg 768w" sizes="(max-width: 1199px) 100vw, 1199px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em> Taxa de fecundidade atinge mínimo histórico <br> Foto: reprodução Freepik </em></figcaption></figure></div>


<p><strong>Recortes raciais, regionais, educacionais e de crenças </strong></p>



<p>As diferenças são ainda mais notadas quando o IBGE compara as mulheres em diferentes contextos sociais, o que revela como fatores socioeconômicos e culturais influenciam diretamente as decisões sobre fertilidade e a decisão de se tornar mãe. </p>



<p><strong>Diferenças raciais </strong></p>



<p>Mulheres pretas e pardas tem taxas acima da média nacional, 1,6 e 1,7 filhos respectivamente, já mulheres amarelas  (de origem asiática) têm menor taxa de fecundidade, sendo 1,2 filhos por mulher. Logo em seguida, as mulheres brancas aparecem, com 1,4 filhos por mulher. </p>



<p>As mulheres indígenas ainda estão acima da taxa de reposição nacional, com 2,8 filhos por mulher. &nbsp;</p>



<p>A idade média da fecundidade subiu entre todos os grupos, sendo de 29 anos para as brancas, 27,8 entre as pretas e 27,6 entre as pardas.&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p><em>´´A grande diferença na taxa de fecundidade quando fazemos recortes raciais e socioeconômicos está relacionado a estruturas de desigualdade presente no país. As mulheres brancas tem em média maior acesso a educação formal, maior acesso a serviços de saúde e a informação sobre planejamento familiar e métodos contraceptivos isso favorece as decisões mais autônomas do que diz respeito a reprodução. Conseguindo assim ter ferramentas para decidir de forma mais pragmática. Além disso o racismo estrutural faz com que os corpos femininos de mulheres negras e indígenas sejam vistos de formas diferentes comparado ao de mulheres brancas. Nem podemos dizer que essa diferença nas taxas de fecundidade são uma escolha, a socialização, as condições de desigualdade que vão pautar o exercício desse maternar.´´ </em>afirma <strong>Simone Souza. </strong></p>



<p><strong>Diferenças Regionais </strong></p>



<p>Quando analisado de forma regional, a região Sudeste do país foi a que mais representou a queda na taxa de fecundidade. Em 2022, era de 1,41 filhos por mulher e em 1960 era 6,34 filhos. </p>



<p>Na Região Sul, que tinha a menor taxa de fecundidade em 1960 (5,89 filhos por mulher), a taxa em 2022 ficou em 1,50, também abaixo da média nacional. </p>



<p>No Centro-Oeste, que tinha taxa de 6,74 em 1960. Em 2022, a taxa era de 1,64.&nbsp;</p>



<p>No Norte do Brasil a taxa passou de 8,56 em 1960 para 1,89, em 2022, a mais alta do país.&nbsp;</p>



<p>O Nordeste foi a única região a apresentar alta de 1960 7,39 filhos por mulher para 1970, 7,53. Em 2022, ficou em 1,60, abaixo do Centro-Oeste.&nbsp;</p>



<p>Entre os estados, Roraima é o único com taxa acima da reposição populacional: 2,19 filhos por mulher. Na sequência aparecem Amazonas 2,08 e&nbsp; Acre 1,90.&nbsp;</p>



<p>Entre aqueles com menores taxas, destacam-se o Rio de Janeiro 1,35, Distrito Federal 1,38 e São Paulo 1,39.&nbsp;</p>



<p><strong>Diferenças entre religiões </strong></p>



<p>De acordo com a pesquisa, entre as religiões, as mulheres evangélicas são as que apresentam maior taxa de fecundidade, <strong>1,74</strong> filhos por mulher. Já as mulheres espíritas apresentam o menor índice, 1,01 filhos por mulher. </p>



<p>As seguidoras da umbanda e candomblé representam <strong>1,25</strong>. As mulheres de outras religiosidades (1,39), sem religião 1,47 e as católicas 1,49 tiveram taxas abaixo da média nacional.&nbsp;</p>



<p><strong>Diferenças entre escolaridade </strong></p>



<p>Os dados mostram que o aumento da escolarização tem relação com a queda da taxa de fecundidade. Mulheres sem instrução ou com ensino fundamental incompleto em média tem 2,01 filhos. Enquanto aquelas com ensino superior tem 1,19 filhos, é o que diz o Censo 2022. </p>



<p>As demais faixas de escolaridade apresentam as seguintes taxas: ensino fundamental completou ou médio incompleto, com 1,89 filhos por mulher, e ensino médio completo ou superior incompleto com taxa de 1,42.&nbsp;</p>



<p>Em 2022, a idade média de fecundidade das mulheres sem instrução ou com ensino fundamental incompleto foi de 26,7 anos. Já a idade média para aquelas com nível superior completo foi de 30,7 anos.</p>



<p>Leia também:<a href="https://noticiapreta.com.br/maternidade-preta/"> Maternidade preta&nbsp;</a></p>
<p>O post <a href="https://noticiapreta.com.br/adiando-a-maternidade-taxa-de-fecundidade-atinge-minimo-historico-aponta-o-ibge/">Adiando a maternidade: Taxa de fecundidade atinge mínimo histórico, aponta o IBGE</a> apareceu primeiro em <a href="https://noticiapreta.com.br">Noticia Preta - NP</a>.</p>
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		<title>“Rompe com a ideia de que só mulheres cis podem ocupar esse lugar”, diz atriz Isis Broken sobre a maternidade sendo uma mulher trans</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Matheus Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 May 2025 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres trans]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia Preta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No Brasil, onde a maternidade ainda é tratada como um espaço exclusivo das mulheres cisgênero, a atriz e cantora Isis Broken subverte narrativas, desafia normas e afirma sua existência como mãe trans progenitora do pequeno Apolo. Em entrevista ao Notícia Preta nesse Dia das Mães, ela que é uma mulher afroindígena, nordestina e artista, compartilha as camadas profundas, [&#8230;]</p>
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<p>No Brasil, onde a maternidade ainda é tratada como um espaço exclusivo das mulheres cisgênero, a atriz e cantora <strong>Isis Broken</strong> subverte narrativas, desafia normas e afirma sua existência como mãe trans progenitora do pequeno Apolo. Em entrevista ao <strong>Notícia Preta</strong> nesse Dia das Mães, ela que é uma mulher afroindígena, nordestina e artista, compartilha as camadas profundas, políticas e afetivas de sua vivência como mãe.</p>



<p>Crescida no menor estado do país, Sergipe, ela carrega também o peso da distância geográfica dos grandes centros, o que torna sua maternidade ainda mais emblemática: “<em>Ser mãe do meu filho Apolo, é algo grandioso, porque rompe com a ideia de que só mulheres cis podem ocupar esse lugar. A gente está escrevendo novas histórias</em>”, afirma a artista, que continua:</p>



<p>“<em>Desde pequena eu já sabia o que queria. Quando brincava de casinha ou de boneca com minhas primas, era ali que eu expressava um desejo genuíno, que sempre me foi negado por ser lida como menino. Meu pai, os homens ao redor, tentavam me impedir. Mas minhas tias e minha mãe foram resistência e amor</em>”, lembra Isis. </p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img decoding="async" width="1148" height="1739" data-attachment-id="180066" data-permalink="https://noticiapreta.com.br/rompe-com-a-ideia-de-que-so-mulheres-cis-podem-ocupar-esse-lugar-diz-atriz-isis-broken-sobre-a-maternidade-sendo-uma-mulher-trans/screenshot-27/" data-orig-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/05/IMG_8489.jpeg" data-orig-size="1148,1739" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;Screenshot&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;1746811179&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;Screenshot&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="Screenshot" data-image-description="" data-image-caption="&lt;p&gt;Screenshot&lt;/p&gt;
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<h4 class="wp-block-heading">Apagamentos e violência institucional</h4>



<p>O Brasil não possui dados oficiais sobre a quantidade de mães trans no país. Essa ausência estatística já é, por si só, uma forma de invisibilização. Isis Broken narra o quanto o apagamento se manifesta em diversas esferas: “<em>Por eu não ter gestado, questionam minha legitimidade como mãe. Mas ele é meu filho biológico. O preconceito se intensifica quando a mãe trans é preta e nordestina. O tratamento é diferente quando se trata de uma mãe branca, principalmente se ela vive no eixo Rio-São Paulo</em>”.</p>



<p>Isis também revela os obstáculos enfrentados ao desejar amamentar: “Ouvi absurdos, mas estudos já mostram que mulheres trans podem sim produzir leite com valor nutricional comparável ao de mulheres cis. O preconceito é fruto da desinformação e da transfobia estruturada.”&nbsp;</p>



<p>Para ela,&nbsp;<strong>criar espaços de afeto e visibilidade ainda é um desafio</strong>, mas as redes sociais vêm sendo terreno fértil para a formação de laços, trocas e acolhimento: “<em>É na internet que estamos construindo nosso senso de comunidade. E é nesse lugar que vamos atuar.”</em></p>



<p><strong>Entre a arte e a maternidade</strong></p>



<p>A experiência da maternidade também impactou diretamente sua trajetória artística. Durante os dois primeiros anos de vida de seu filho Apolo, Isis precisou desacelerar a carreira para se dedicar à família. Ainda assim, encontrou formas de unir arte e afeto. </p>



<p>Com a diretora Thayna Miller, criou um documentário que acompanha a gestação e a vivência da maternidade trans. “<em>Foi uma forma de viver minha arte sem abrir mão da minha presença como mãe. Foi potente. E o documentário, que estreia no fim do ano, está incrível</em>”.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>A coragem de maternar sendo trans</strong></h4>



<p>Diante de uma sociedade que ainda insiste em negar a possibilidade de mulheres trans serem mães, Ísis deixa uma mensagem direta e afetuosa para quem sonha em viver a <a href="https://www.instagram.com/isisbroken?igsh=N3A1Mnd6MGJoaTM2">maternidade</a>.</p>



<p><em>“Se você tem esse desejo, viva. Mas saiba: não é fácil. Não romantize. É preciso preparo emocional, rede de apoio e maturidade. Seu filho vai precisar de você inteira. Não use a maternidade como fuga para dores que não foram curadas. Mas se for o seu momento, se estiver pronta — seja livre, ame profundamente, viva sua maternidade como ela for. Com verdade”.</em></p>



<p>Leia também:<a href="https://noticiapreta.com.br/a-gente-tambem-quer-falar-de-vitoria-travesti-isis-broken-estreia-em-no-rancho-fundo/">“A gente também quer falar de vitória travesti”: Isis Broken estreia em ‘No Rancho Fundo’</a></p>
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		<title>Metade das empreendedoras negras são mãe solo, revela pesquisa</title>
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		<pubDate>Mon, 05 May 2025 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedoras]]></category>
		<category><![CDATA[maternidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa do LAB, Laboratório de Gênero e Empreendedorismo do IRME, com apoio da Rede Mulher Empreendedora, apresenta o perfil e os desafios das empreendedoras negras no Brasil Para 71,2% das empreendedoras pretas, o racismo se manifesta ainda mais cruel contra mulheres de pele escura, percepção compartilhada por 60,8% das mulheres pardas. É o que revela [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center"><em>Pesquisa do LAB, Laboratório de Gênero e Empreendedorismo do IRME, com apoio da Rede Mulher Empreendedora, apresenta o perfil e os desafios das empreendedoras negras no Brasil</em></p>



<p>Para 71,2% das empreendedoras pretas, o racismo se manifesta ainda mais cruel contra mulheres de pele escura, percepção compartilhada por 60,8% das mulheres pardas. É o que revela a pesquisa “Empreendedoras Negras”, coordenada pelo LAB &#8211; Laboratório de Gênero e Empreendedorismo do Instituto RME, com apoio da Rede Mulher Empreendedora, que traça o perfil e destaca os desafios enfrentados por mulheres pretas e pardas que empreendem no Brasil.  </p>



<p>Alguns dados da pesquisa Empreendedoras e Seus Negócios 2024, também realizada pelo IRME e RME, se repetem neste novo estudo. Um exemplo é a maternidade: 73% das empreendedoras são mães. No entanto, o número de mães solo aumentou significativamente. Enquanto na pesquisa anterior 37% delas se identificavam dessa forma, agora o índice supera 48% (50,2% das empreendedoras pretas e 46,9% das pardas são mães solo).</p>



<p>No que se refere à idade, 64% das empreendedoras têm entre 30 e 49 anos. Sobre escolaridade, 62,9% das empreendedoras pretas possuem ensino superior, contra 52,5% das pardas.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="1024" data-attachment-id="125384" data-permalink="https://noticiapreta.com.br/80-mulheres-rio-abriram-negocio-filhos/maes_empreendedoras/" data-orig-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2024/03/maes_empreendedoras.jpg" data-orig-size="1020,640" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="maes_empreendedoras" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2024/03/maes_empreendedoras-300x300.jpg" data-large-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2024/03/maes_empreendedoras-1024x1024.jpg" src="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2024/03/maes_empreendedoras-1024x1024.jpg" alt="empreendedoras" class="wp-image-125384" srcset="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2024/03/maes_empreendedoras-1024x1024.jpg 1024w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2024/03/maes_empreendedoras-300x300.jpg 300w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2024/03/maes_empreendedoras-150x150.jpg 150w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2024/03/maes_empreendedoras-1536x1536.jpg 1536w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2024/03/maes_empreendedoras-2048x2048.jpg 2048w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2024/03/maes_empreendedoras-65x65.jpg 65w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">66,6% das empreendedoras afirmam que coletivos e organizações são os principais agentes de apoio e promoção de iniciativas para o empreendedorismo feminino &#8211; Foto: Pexels</figcaption></figure></div>


<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://noticiapreta.com.br/77-das-mulheres-comecaram-a-empreender-depois-da-maternidade/">77% das mulheres começaram a empreender depois da maternidade, aponta pesquisa</a></p>



<p>Em relação ao faturamento, 47,6% das empreendedoras ganham até R$2.000 por mês, sendo 44,6% delas pretas e 51,5% pardas. Já as que faturam acima desse valor representam 37%, com 42,3% das pretas e 30,5% das pardas neste grupo.</p>



<p>&#8220;A autonomia econômico financeira é fundamental para as mulheres em geral, mas é ainda mais importante para mulheres negras que são atravessadas violentamente pelo machismo e pelo racismo da nossa sociedade. Apoiar mulheres negras nesta jornada é o trabalho da RME e deveria ser de toda sociedade”, afirma Ana Fontes, empreendedora social e fundadora da RME e do IRME.</p>



<p><strong>Motivações e Desafios</strong></p>



<p>A pesquisa revela que a liberdade para se fazer o que gosta é a principal motivação para o empreendedorismo, seguido por aumentar a renda, independência financeira e flexibilidade de horário. Além disso, 66,6% das empreendedoras afirmam que coletivos e organizações são os principais agentes de apoio e promoção de iniciativas para o empreendedorismo feminino.</p>



<p>Embora o ranking dos desafios seja semelhante entre mulheres pretas e pardas, ganha destaque o Acesso à crédito para mulheres pretas, assim como aparece mais a Discriminação de raça entre elas. Chama a atenção que o Equilíbrio entre vida pessoal e profissional aparece em terceiro lugar para mulheres pardas.</p>



<p>A sobrecarga com trabalho doméstico e familiar é a principal dificuldade no cotidiano, seguida pela falta de crédito e pelo racismo e discriminação. A pesquisa também aponta que 70,7% das mulheres pretas já sofreram discriminação racial no trabalho, assim como 52,8% das pardas.</p>



<p>Um dos depoimentos coletados ilustra as múltiplas barreiras enfrentadas:</p>



<p>“No banco, passei por longo período de humilhação, e meu cadastro não foi aceito. Não tenho restrições em meu nome, pago MEI regularmente, sem atraso. Acabei desistindo de efetuar o empréstimo, meu negócio ficou parado, passei por violência doméstica por questões de abuso patrimonial, estupro marital, violência psicológica. Desenvolvi depressão e ansiedade, meus filhos também. Acabei fugindo do casamento com meus filhos no meio da pandemia com a ajuda de meus entes e outras pessoas. Ingressei no mestrado, e estou retomando minha vida profissional. Racismo e machismo estrutural, institucional imperam na nossa sociedade”.</p>



<p>A Pesquisa Empreendedoras Negras foi coordenada pelo LAB e executada pela Ideafix, que utilizou metodologia quantitativa, com base em 715 respondentes. A coleta de dados ocorreu entre os dias 14 e 18 de outubro de 2024, utilizando autopreenchimento online.</p>



<p><strong>Sobre o Instituto RME</strong></p>



<p>Fundado em 2017, o Instituto Rede Mulher Empreendedora, apoia e auxilia projetos e iniciativas que empoderam mulheres em situação de vulnerabilidade social, incentivando a independência financeira e o poder de decisão pessoal. Acreditamos que quando uma mulher é empoderada financeiramente, ela não muda só a realidade de sua família, mas também a da sociedade, pois quando elas possuem negócios que dão certo, investem em suas comunidades, especialmente, para ocorrer um contínuo desenvolvimento, pois acreditam no poder colaborativo para melhorar o mundo.</p>



<p><strong>Sobre a Rede Mulher Empreendedora</strong></p>



<p>Primeira e maior rede de apoio a empreendedoras do Brasil, a Rede Mulher Empreendedora – RME existe desde 2010 e já impactou mais de 8,8 milhões de pessoas. Criada pela empreendedora social Ana Fontes, a RME tem como missão apoiar as mulheres na busca por autonomia econômica e geração de renda, reforçando sua essência: o espaço é delas. Por meio de capacitações, conteúdo qualificado, conexões, mentorias, acesso ao mercado através de marketplace, programas de aceleração e acesso a capital, a RME transforma histórias e cria oportunidades.</p>



<p>A RME promove eventos anuais como a Mansão das Empreendedoras e o Festival RME; eventos mensais como Café com Empreendedoras e Mentorias; também conta com um programa de aceleração, o RME Acelera, cursos intensivos para quem quer empreender, trilhas de conhecimento online e o programa RME Conecta, que faz a ponte entre negócios de mulheres com grandes empresas para negociação e fornecimento B2B. Em 2017, Ana Fontes resolveu ampliar seus objetivos e criou o Instituto Rede Mulher Empreendedora, focado na capacitação de mulheres em situação de vulnerabilidade.</p>
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		<title>Vulnerabilidade social está entre as principais causas do baixo peso de recém-nascidos no DF</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Notícia Preta]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Apr 2025 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[DF]]></category>
		<category><![CDATA[maternidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma pesquisa conduzida por estudantes de Medicina do Centro Universitário de Brasília (CEUB) revelou que fatores como vulnerabilidade social, uso de substâncias psicoativas e interrupção de tratamentos médicos estão entre as principais causas do baixo peso de recém-nascidos no Distrito Federal. Apesar da alta cobertura de pré-natal e das boas condições sanitárias das moradias das [&#8230;]</p>
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<p>Uma pesquisa conduzida por estudantes de Medicina do Centro Universitário de Brasília (CEUB) revelou que fatores como vulnerabilidade social, uso de substâncias psicoativas e interrupção de tratamentos médicos estão entre as principais causas do baixo peso de recém-nascidos no Distrito Federal. Apesar da alta cobertura de pré-natal e das boas condições sanitárias das moradias das gestantes analisadas, 9,35% dos bebês avaliados nasceram com peso abaixo do recomendado, índice superior à média nacional.</p>



<p>Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 20 milhões de bebês nascem a cada ano com baixo peso, o equivalente a um em cada sete nascimentos no mundo. “O baixo peso ao nascer (BPN) é uma condição crítica e está relacionado ao aumento da mortalidade neonatal, além de riscos a longo prazo, como hipertensão e dificuldades no desenvolvimento”, explica a estudante Ádria Nascimento, responsável pelo estudo.</p>


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<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="682" data-attachment-id="175901" data-permalink="https://noticiapreta.com.br/vulnerabilidade-social-esta-entre-as-principais-causas-do-baixo-peso-de-recem-nascidos-no-df/pexels-anugrahajaylohiya-669151/" data-orig-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/04/pexels-anugrahajaylohiya-669151.jpg" data-orig-size="1280,853" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="pexels-anugrahajaylohiya-669151" data-image-description="" data-image-caption="&lt;p&gt;variáveis aparentemente favoráveis, como boa escolaridade, bons resultados de condições sanitárias nas moradias e os bons índices do acompanhamento pré-natal, não foram suficientes para reduzir o índice de baixo peso. Foto: Pexels&lt;/p&gt;
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<p>A pesquisa teve caráter qualitativo e analisou uma amostra composta por 81 puérperas e 87 recém-nascidos atendidos em um hospital da rede pública do Distrito Federal. Seis dos bebês evoluíram para óbito. O levantamento foi realizado por meio da análise de prontuários eletrônicos, entrevistas com as mães e informações extraídas dos cartões da gestante. Foram consideradas variáveis como idade, raça/cor, escolaridade, situação conjugal, ocupação, renda, moradia, número de consultas de pré-natal e histórico obstétrico.</p>



<p>Entre os principais fatores associados ao baixo peso dos recém-nascidos está o uso de substâncias como álcool, tabaco e drogas ilícitas, presente em 36,15% dos casos. A maioria das gestantes vivia em áreas periféricas do DF, como a Estrutural e o Sol Nascente, onde a vulnerabilidade social é mais acentuada. Apesar disso, 93,83% das mulheres realizaram acompanhamento pré-natal, sendo que 65,43% compareceram a pelo menos seis consultas, majoritariamente na rede pública.</p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://noticiapreta.com.br/estresse-cronico-e-discriminacao-racial-podem-aumentar-metastase-do-cancer-de-mama-em-mulheres-negras-aponta-estudo/">Estresse crônico e discriminação racial podem aumentar metástase do câncer de mama em mulheres negras, aponta estudo</a></p>



<p>O estudo também identificou a ocorrência de infecções, principalmente do trato urinário (39,51%), e casos de hipertensão (17,28%) como intercorrências comuns durante a gestação. Um dado alarmante foi a interrupção espontânea do uso de medicamentos por 30,86% das gestantes, mesmo havendo prescrição para 92,59% delas. A descontinuação do tratamento compromete sua eficácia e representa riscos significativos à saúde materna e fetal.</p>



<p>Para a professora Fabiana Xavier Cartaxo Salgado, orientadora da pesquisa e docente do curso de Medicina do CEUB, os dados apontam para a necessidade de uma abordagem mais ampla e integrada. “Variáveis tradicionalmente consideradas positivas, como escolaridade acima de nove anos, moradia com boas condições sanitárias e pré-natal com número adequado de consultas, não foram suficientes para reduzir os casos de baixo peso. Isso indica que é preciso atuar também nos aspectos psicossociais das gestantes”, afirma.</p>



<p>Diante dos resultados, a pesquisa recomenda o fortalecimento das políticas públicas voltadas à saúde materno-infantil, com foco especial em ações educativas, acompanhamento próximo das gestantes em situação de vulnerabilidade e capacitação contínua das equipes de saúde. “A promoção do letramento em saúde e o cuidado multiprofissional em todas as etapas – pré, intra e pós-natal – são fundamentais para oferecer uma assistência mais humanizada e eficaz”, conclui Ádria Nascimento.</p>
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		<title>STF determina que trabalhadoras autônomas recebam salário-maternidade do INSS, sem carência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Aline Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Mar 2024 20:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[INSS]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo Preto]]></category>
		<category><![CDATA[maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia Preta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com uma votação apertada, o plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) aprovou por 6 votos a 5, o direito de trabalhadoras autônomas receberem o salário-maternidade do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), sem a exigência de 10 meses de contribuição voluntária ao INSS. De acordo com a decisão, é necessário que elas tenham contribuído pelo [&#8230;]</p>
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<p>Com uma votação apertada, o plenário do <a href="https://portal.stf.jus.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Supremo Tribunal Federal (STF) </a>aprovou por 6 votos a 5, o direito de trabalhadoras autônomas receberem o <strong>salário-maternidade </strong>do <a href="https://www.gov.br/inss/pt-br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instituto Nacional do Seguro Social (INSS)</a>, sem a exigência de 10 meses de contribuição voluntária ao INSS. De acordo com a decisão, é necessário que elas tenham contribuído pelo menos uma vez para a Previdência Social. </p>



<p>Na sessão, que foi realizada na última quinta-feira (21), os ministros ressaltaram que as profissionais autônomas, as seguradas especiais e facultativas, devem desfrutar dos mesmos direitos que as trabalhadoras contratadas sob o regime de Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Com essa resolução, as mulheres autônomas podem receber o salário-maternidade em caso de parto ou adoção. </p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img decoding="async" data-attachment-id="128287" data-permalink="https://noticiapreta.com.br/stf-derruba-carencia-e-autonomas-podem-receber-salario-maternidade/noticia-preta-trabalhadoras-autonomas-salario-maternidade-pexels/" data-orig-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2024/03/noticia-preta-trabalhadoras-autonomas-salario-maternidade-pexels.jpg" data-orig-size="1280,853" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="noticia-preta-trabalhadoras-autonomas-salario-maternidade-pexels" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2024/03/noticia-preta-trabalhadoras-autonomas-salario-maternidade-pexels-300x300.jpg" data-large-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2024/03/noticia-preta-trabalhadoras-autonomas-salario-maternidade-pexels-1024x1024.jpg" src="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2024/03/noticia-preta-trabalhadoras-autonomas-salario-maternidade-pexels.jpg" alt="" class="wp-image-128287" width="471" height="313" srcset="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2024/03/noticia-preta-trabalhadoras-autonomas-salario-maternidade-pexels.jpg 1280w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2024/03/noticia-preta-trabalhadoras-autonomas-salario-maternidade-pexels-768x511.jpg 768w" sizes="(max-width: 471px) 100vw, 471px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>A decisão permite que a trabalhadora receba o salário em caso de parto ou adoção /Foto: Pexels</em></figcaption></figure></div>


<p>Antes dessa determinação, a legislação exigia no mínimo dez contribuições ao INSS, para que essas trabalhadoras pudessem desfrutar desse salário. Inclusive, essa regra foi estabelecida durante o governo de F<strong>ernando Henrique Cardoso,</strong> como parte da <strong>reforma da previdência de 1999</strong> e vinha sendo questionada há 25 anos.</p>



<p>A resolução do Supremo também contempla as seguradas especiais, como trabalhadoras rurais e as contribuintes facultativas, que não exercem atividades remuneradas, mas que contribuem ao INSS para obter os benefícios do <strong>Regime Geral da Previdência Social (RGPS)</strong>. </p>



<p>Além disso, não há mais distinções entre as trabalhadoras no que diz respeito ao salário-maternidade. Qualquer segurada poderá ter o direito ao benefício, assim que realizar pelo menos uma contribuição ao INSS. Essa mudança foi resultado de uma votação do Supremo Tribunal, na qual também foi determinado que a revisão da vida previdenciária pelo INSS não será mais permitida. </p>



<p>Desse modo, vale mencionar que prevaleceu o entendimento do ministro Edson Fachin, do STF, de Cármen Lúcia, Flávio Dino, Dias Toffoli e Luís Roberto Barroso, que sustentaram a institucionalidade do artigo.&nbsp; Por outro lado, os ministros Nunes Marques, Alexandre de Moraes, André Mendonça, Cristiano Zanin e Gilmar Mendes votaram de forma contrária, dando ênfase na validade da norma anterior.&nbsp;</p>



<p>Leia também:<a href="https://noticiapreta.com.br/stf-reconhece-licenca-maternidade-a-nao-gestante-em-uniao-homoafetiva/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">STF forma maioria e reconhece licença-maternidade a não gestante em união homoafetiva</a></p>
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		<title>“Retratar o negro a partir do olhar do negro”, trabalho da artista Manuela Navas ocupa mural em Pinheiros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Polianne Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Nov 2022 17:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres negras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com sua arte que retrata o cotidiano e dá protagonismo para corpos negros e femininos, a artista Manuela Navas, 26, participa do Festival NaLata na capital paulista, cujo tema deste ano é Resistência. Uma das obras da artista que ocupa o bairro de Pinheiros em São Paulo tem como título: “Os que seguem o caminho [&#8230;]</p>
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<p>Com sua arte que retrata o cotidiano e dá protagonismo para corpos negros e femininos, a artista Manuela Navas, 26, participa do Festival NaLata na capital paulista, cujo tema deste ano é Resistência. Uma das obras da artista que ocupa o bairro de Pinheiros em São Paulo tem como título: “Os que seguem o caminho do amor, encontram o caminho para casa”.</p>



<p>“Eu pinto há muitos anos, mas até 2 anos atrás trabalhava em loja. Pintava um quadro a cada 2 meses, nunca foi fácil, mas eu sempre fiz. Tanto para o homem quanto para a mulher negra ou indígena, eu vejo que, pra gente, é mais difícil”, relata a artista</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="1024" data-attachment-id="46666" data-permalink="https://noticiapreta.com.br/artista-manuela-navas-festival-na-lata/img-20221114-wa0033/" data-orig-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2022/11/IMG-20221114-WA0033.jpg" data-orig-size="989,1280" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="IMG-20221114-WA0033" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2022/11/IMG-20221114-WA0033-300x300.jpg" data-large-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2022/11/IMG-20221114-WA0033-1024x1024.jpg" src="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2022/11/IMG-20221114-WA0033-1024x1024.jpg" alt="" class="wp-image-46666" srcset="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2022/11/IMG-20221114-WA0033-1024x1024.jpg 1024w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2022/11/IMG-20221114-WA0033-300x300.jpg 300w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2022/11/IMG-20221114-WA0033-150x150.jpg 150w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2022/11/IMG-20221114-WA0033-1536x1536.jpg 1536w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2022/11/IMG-20221114-WA0033-2048x2048.jpg 2048w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2022/11/IMG-20221114-WA0033-65x65.jpg 65w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption><em>Manuela durante a pintura da empena / Foto: Divulgação @navas_manuella</em></figcaption></figure>



<p>De Caraguatatuba, litoral norte de São Paulo, Manuela sempre trabalhou com sua arte, pintando quadros com cenas de seu dia a dia, mas até o início da pandemia trabalhava em uma loja.&nbsp;</p>



<p>&nbsp;“Eu não estou em aberturas, não conheço curadores, por ser mãe não consigo estar em muitos lugares, mas eu me posiciono continuando, a minha arte é isso. Eu faço todo dia porque é a minha verdade”, conclui.</p>



<p>Para Manuela, enquanto mulher negra, representar pessoas negras em seu trabalho é uma extensão de sua vida também, com referências em sua família e comunidade. “Como uma artista figurativa me veio retratar meu cotidiano, minhas memórias. Retratar pessoas pretas, independente da situação, é a única coisa que me cabe. É onde tenho mais proximidade, olhar minha mãe e minhas vizinhas, repassar o negro a partir do olhar de uma pessoa negra”, conta Navas.</p>



<p>“Eu coloco muitas cenas do cotidiano como um exercício filosófico, ao olhar coisas mais básicas do dia a dia e ver a beleza delas. Ver a beleza na crueza”, explica.&nbsp;</p>



<p>“Tem uma pintura minha que é uma manicure e eu recebi muitas mensagens de pessoas falando ‘nossa minha mãe me criou assim’, páginas de manicure repostaram. A artista <a href="https://noticiapreta.com.br/festival-em-niteroi-rj-celebra-dia-da-consciencia-negra-com-shows-de-teresa-cristina-e-drik-barbosa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Teresa Cristina</a> entrou em contato comigo e relatou que foi a primeira profissão dela, isso me emocionou muito”, relembra.</p>



<p><strong>Mural</strong></p>



<p>Com o tema Resistência, cada artista que participou do NaLata expressou a sua maneira na própria arte o que é resistir. A pintura de <a href="https://www.instagram.com/navas_manuela/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Manuela</a> no festival chama-se Odo Nnyew Fie Kwan / Joy as an act of Resistance &#8211; Odo Nnyew Fie Kwan é um é um símbolo adinkra, presente no sapato a mulher da pintura, que pode ser traduzido como “Os que seguem o caminho do amor, encontram o caminho para casa”, o segundo título é “A alegria como ato de resistência”, em tradução livre. </p>



<p>“Eu queria trazer algo que conversasse de forma mais positiva. Quando pensamos em resistência pensamos na luta, mas nós pessoas negras no Brasil de 2022, continuamos seguindo de forma positiva, trabalhando e nos divertindo, é uma forma de resistir”, explica. </p>



<p>Leia também: <a href="https://noticiapreta.com.br/cridemar-aquino-producoes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">“Quase todas as minhas produções teatrais foram com temática antirracista”, diz Cridemar de Aquino</a></p>



<p>“As pessoas retratadas são antigas, as roupas não são de hoje por exemplo, isso é para mostrar também que a gente resiste assim desde sempre. É só olhar para terreiros, velhas guardas do samba e tudo mais. Esse trabalho foi pensando nisso, resistir de uma forma positiva é ser muito forte!”, declara Manuela.</p>



<p>As diversas artes, localizadas em bairros estratégicos da cidade, formam um museu a céu aberto e são vistas por milhares de pessoas todos os dias. A artista ressalta a importância social.&nbsp;</p>



<p>“Não é uma obra só como objeto de arte, eu queria passar uma mensagem para as pessoas. A cultura molda e sempre moldou. Pensar em algo gigante na maior metrópole da América Latina é uma responsabilidade. Participar de um festival de grafite, além da realização de um sonho, foi a chance de poder passar uma mensagem”, declara.</p>



<p>Manuela, que é mãe de uma menina de 3 anos, pôde levar a filha para os dias em que participou do festival e ressalta a importância dos espaços abertos para as mães. “ Espaços artísticos não são pensados para mães e nem crianças. Quando se quer <a href="https://noticiapreta.com.br/impactando-vidas-negras-visa-visa-auxiliar-100-maes-solo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">trabalhar com uma mãe</a> é necessário pensar em uma estrutura para dois. Minha filha teve até um cracházinho de artista”,&nbsp;ressalta a artista.</p>



<p><strong>Futuro</strong></p>



<p>Para Navas, as pautas e discussões negras terão evoluído muito nos próximos anos. “Consigo imaginar que os pensamentos das meninas do futuro serão completamente diferentes. Meu entendimento racial que ainda tem muito para evoluir, mas já evoluiu muito em poucos anos, é um exemplo de conversa que talvez pareça primitiva para as próximas gerações, porque elas estarão anos luz à nossa frente nessa discussão”, expressa.&nbsp;</p>



<p>“Hoje em dia as crianças já têm orgulho do cabelo, por exemplo. Essa nossa discussão sobre mãe nos espaços de arte talvez nem vá ser mais uma discussão e sim palavra de ordem. Com espaços já previamente pensados em mães e crianças, sem precisar do embate. Teremos grandes avanços tanto na questão feminina, quanto negra, hoje estamos mais conscientes”, indica Manuela.</p>



<p>Com a participação de 14 artistas, a edição de 2022 do Festival NaLata começou em outubro e ainda está acontecendo em São Paulo e na França. A empena de Manuela Navas pode ser vista na rua Pedroso de Morais, nº 227 &#8211; Pinheiros, São Paulo.</p>



<p><strong>Você sabe o que são símbolos adinkras?</strong></p>



<p>As figuras <a href="https://noticiapreta.com.br/lancamento-livro-adinkra/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Adinkras</a> são um conjunto de símbolos da África Ocidental, mais precisamente dos países de Gana, Togo e Burkina Faso. Eles podem se traduzir em filosofias, normas e valores. Como no caso da obra de Manuela em que o símbolo escolhido significa “Os que seguem o caminho do amor, encontram o caminho para casa”.</p>
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		<title>“Todas as mães deveriam ter um dia de folga”, diz Gabriela Dias, protagonista do filme “Vale Night”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Igor Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Feb 2022 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[cinema negro]]></category>
		<category><![CDATA[maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[maternidade solo]]></category>
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		<category><![CDATA[Mulher Preta]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia Preta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como é a vida de um casal afrocentrado com uma criança pequena e que quer sair um pouco da rotina e curtir um baile? Esse é o enredo do Filme “Vale Night”, que será lançado no próximo dia 17 de março. O Notícia Preta conversou com a atriz Gabriela Dias, protagonista do filme, que interpreta [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://noticiapreta.com.br/todas-as-maes-deveriam-ter-um-dia-de-folga-diz-gabriela-dias-protagonista-do-filme-vale-night/">“Todas as mães deveriam ter um dia de folga”, diz Gabriela Dias, protagonista do filme “Vale Night”</a> apareceu primeiro em <a href="https://noticiapreta.com.br">Noticia Preta - NP</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Como é a vida de um casal afrocentrado com uma criança pequena e que quer sair um pouco da rotina e curtir um baile? Esse é o enredo do Filme “Vale Night”, que será lançado no próximo dia 17 de março. O Notícia Preta conversou com a atriz Gabriela Dias, protagonista do filme, que interpreta a Daiana: uma mulher negra, que ganha um “Vale Night” e vai curtir um baile, enquanto o filho fica com o pai.&nbsp;</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img decoding="async" data-attachment-id="33603" data-permalink="https://noticiapreta.com.br/vale-night-comedia-produzida-pela-querosene-filmes-conta-as-desventuras-de-um-jovem-casal-da-periferia-paulistana-ao-se-tornarem-pais-muito-cedo/" data-orig-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2022/02/Vale-Night-20.jpg" data-orig-size="1200,800" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;2.5&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;TeTo&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;Canon EOS 5D Mark IV&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;SAO PAULO, SP, BRASIL, 21-08-2019: XXXXXXX. Vale Night, com\u00e9dia produzida pela Querosene Filmes, conta as desventuras de um jovem casal da periferia paulistana ao se tornarem pais muito cedo. (Foto: Fabio Braga\/TeTo , Luis Pinheiro)DIVULGA\u00c7\u00c3O.&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;1289931289&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;\u00a9 - Todos os direitos reservados a Querosene Filmes - All Rights Reserved&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;50&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;100&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0.0015625&quot;,&quot;title&quot;:&quot;Vale Night, com\u00e9dia produzida pela Querosene Filmes, conta as desventuras de um jovem casal da periferia paulistana ao se tornarem pais muito cedo.&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="Vale Night, comédia produzida pela Querosene Filmes, conta as desventuras de um jovem casal da periferia paulistana ao se tornarem pais muito cedo." data-image-description="" data-image-caption="&lt;p&gt;SAO PAULO, SP, BRASIL, 21-08-2019: XXXXXXX. Vale Night, comédia produzida pela Querosene Filmes, conta as desventuras de um jovem casal da periferia paulistana ao se tornarem pais muito cedo. (Foto: Fabio Braga/TeTo , Luis Pinheiro)DIVULGAÇÃO.&lt;/p&gt;
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<p>Gabi Dias, como é carinhosamente chamada, lembra que ela e a personagem são bem parecidas. <em>“Eu encontro vários pontos em comum com a Daiana, mas diria que essa identificação ganhou mais força, depois que eu, Gabriela, engravidei. Daiana foi mãe na adolescência, tem outras questões, outras dificuldades, uma realidade que, em partes, eu não vivo”</em>, afirma.&nbsp;</p>



<p>Ela ressalta ainda que os medos de uma gestação permeiam a vida de todas as mulheres negras. <em>“Por sermos pretas e jovens, tive medo. Me vi naquela situação.&nbsp; Medo da responsabilidade de gerar uma vida, medo do que as pessoas diziam negativamente sobre a maternidade, medo de não conseguir trabalhar, de amigos se afastarem, medo de não ter rede de apoio, medos que, felizmente, ficaram só na imaginação. Pensei muito na Daiana durante a gravidez. Hoje meu filho tem 1 ano e 6 meses, e afirmo que foi a melhor coisa que já aconteceu na minha vida. Sem dúvida”</em>, comenta.&nbsp;</p>



<p>Leia também: <a href="https://desenvolvimento.noticiapreta.com.br/banco-afro-auxilia-microempreendedores-a-gerenciarem-seus-negocios/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Banco Afro auxilia microempreendedores a gerenciarem seus negócios</a></p>



<p><a href="https://www.instagram.com/eugabdias/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Gabi </a>também lembra que sair com as amigas chega a ser uma terapia e todas as mães merecem um momento só delas e uma “rede de apoio” é extremamente necessária para a saúde mental da mulher negra. <em>“Na teoria, todas as mães deveriam ter direito a um &#8220;vale night&#8221; mas, na prática, sabemos que não é assim que acontece. Mães pretas, na maioria das vezes solo, adolescentes, não têm com quem deixar o seu filho. A ‘rede de apoio’  muitas vezes fica só na teoria mesmo. Não é uma questão de querer, é de precisar. Você precisa sair, ter o seu espaço, pensar em você, estar com amigos. E falo de coisas básicas, como ir ao banheiro, poder tomar um banho tranquila, enfim. Crianças são muito intensas. Ser mãe é intensidade o tempo todo. A liberdade de viver não deveria vir em forma de ticket”</em>, pontua. </p>



<p><strong>Responsabilidade paterna</strong></p>



<p>Em determinado momento do filme, Vini, interpretado pelo ator Pedro Ottoni, perde a criança no baile, mas Daiana não fica sabendo do ocorrido. Para Gabi, essa é uma situação inimaginável e enxerga esta situação como uma tragédia. <em>“Na época em que gravamos o filme, eu não tinha filho. As memórias afetivas que eu trabalhava eram situações que eu imaginava e visualizava. Trabalhava com um bebê, automaticamente você se responsabiliza por aquela criança, então, isso me ajudava em cena. Mas, mesmo assim, era algo que a Gabriela não podia tatear. Hoje, com meu filho, me colocando nessa situação, imaginando a possibilidade disso acontecer, a ansiedade já bate”</em>, comenta.&nbsp;</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img decoding="async" data-attachment-id="33604" data-permalink="https://noticiapreta.com.br/vale-night-comedia-produzida-pela-querosene-filmes-conta-as-desventuras-de-um-jovem-casal-da-periferia-paulistana-ao-se-tornarem-pais-muito-cedo-2/" data-orig-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2022/02/Vale-Night-13.jpg" data-orig-size="1193,875" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;8&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;TeTo&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;Canon EOS 5D Mark IV&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;SAO PAULO, SP, BRASIL, 22-08-2019: XXXXXXX. Vale Night, com\u00e9dia produzida pela Querosene Filmes, conta as desventuras de um jovem casal da periferia paulistana ao se tornarem pais muito cedo. (Foto: Fabio Braga\/TeTo , Luis Pinheiro)DIVULGA\u00c7\u00c3O.&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;1289930058&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;\u00a9 - Todos os direitos reservados a Querosene Filmes - All Rights Reserved&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;35&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;200&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0.00625&quot;,&quot;title&quot;:&quot;Vale Night, com\u00e9dia produzida pela Querosene Filmes, conta as desventuras de um jovem casal da periferia paulistana ao se tornarem pais muito cedo.&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="Vale Night, comédia produzida pela Querosene Filmes, conta as desventuras de um jovem casal da periferia paulistana ao se tornarem pais muito cedo." data-image-description="" data-image-caption="&lt;p&gt;SAO PAULO, SP, BRASIL, 22-08-2019: XXXXXXX. Vale Night, comédia produzida pela Querosene Filmes, conta as desventuras de um jovem casal da periferia paulistana ao se tornarem pais muito cedo. (Foto: Fabio Braga/TeTo , Luis Pinheiro)DIVULGAÇÃO.&lt;/p&gt;
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<p>Ela lembra ainda que o machismo cobra muito mais da mulher e o medo de perder o filho é “assustador”. <em>“Você já está com medo, você se sente incapaz, acha que a culpa é sua, porque sim, o machismo consegue fazer com que você acredite que a culpa é sua. E pra piorar, ainda tem o julgamento das pessoas, as críticas, o medo das várias possibilidades de acontecer alguma tragédia com o seu filho. O que eu posso dizer,&nbsp; é que eu não desejo isso pra ninguém. Acho que um bom exemplo, é a forma como o Vini (Pedro Ottoni) fica quando ele perde o bebê. Imagino que seja algo parecido com isso”</em>, afirma.&nbsp;</p>



<p><strong>Elenco preto</strong></p>



<p>Além de Gabi Dias, o elenco conta também com as presenças de Pedro Otoni, Yuri Marçal, Linn da Quebrada, Zezé Motta, Tia Má, além de vários outros artistas negros e ela diz que é empolgante. <em>“Há 9 anos, eu e minha mãe, Kenia Maria, lançamos uma WebSerie ‘Tá bom pra você’, que debatia a ausência do preto na televisão e publicidade, e ver que hoje meu primeiro longa metragem é com um elenco quase 100 % preto é muito gratificante”</em>, celebra.&nbsp;</p>



<p>Ela informa ainda que as artes atuais, indiferente do segmento, foram manipuladas, realizadas por pessoas brancas e para pessoas brancas, mas o cenário tem mudado. <em>“Acredito que existem dois tipos de artes. Antes da era colonial, e pós era colonial. As artes que vivemos atualmente, infelizmente, foram completamente manipuladas, e assim dirigida, e quase que ‘exclusiva’ para pessoas brancas. Se não fosse um movimento interno, politico, preto, provavelmente, não chegaríamos nem perto da televisão. O fato é que existe uma pressão externa, é necessário contar outras histórias. histórias reais! As artes são extremamente importantes para atingir a população de forma eficaz. Ela te instiga, te toca, te ensina. É um dos meios mais abrangentes que existem, mais eficientes”</em>, completa.</p>



<p>Ela finaliza falando da expectativa&nbsp; e faz um convite a todos para assistirem o filme e absorverem a mensagem. <em>“Estou ansiosa pelo resultado! Tenho expectativa de que a mensagem passada, seja realmente atingida. Sinto uma grande responsabilidade por fazer parte de um elenco tão significante. Trabalhei com atores e atrizes incríveis, e que&nbsp; ainda vamos ver por muito tempo na televisão. Feliz por fazer parte do cinema brasileiro. Quero que chegue nas meninas pretas que estão na mesma situação da Daiana, nos meninos pretos que estão na mesma situação do Vini. Acho importante debater esse assunto, e fazer isso de uma forma leve, engraçada. Dia 17 de março vamos contar essa história! Espero&nbsp; todos vocês nos cinemas”</em>, conclui.</p>
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		<title>A bailarina Ingrid Silva é capa da Revista Vogue</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Igor Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Nov 2020 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Ingrid Silva]]></category>
		<category><![CDATA[maternidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Depois de ser listada como uma das 100 personalidades negras abaixo de 40 anos mais influentes do mundo Pelo Mipad 2020, a bailarina brasileira Ingrid Silva é capa da Revista Vogue deste mês e falou sobre sua gravidez. Em entrevista à repórter Luanda Vieira, Ingrid disse que sempre quis ser mãe, mesmo não sendo uma [&#8230;]</p>
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<p>Depois de ser listada como uma das 100 personalidades negras abaixo de 40 anos mais influentes do mundo Pelo Mipad 2020, a bailarina brasileira Ingrid Silva é capa da Revista Vogue deste mês e falou sobre sua gravidez.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img decoding="async" data-attachment-id="17492" data-permalink="https://noticiapreta.com.br/ingrid-silva-vogue/" data-orig-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Ingrid-silva-vogue.png" data-orig-size="700,890" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="Ingrid-silva-vogue" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Ingrid-silva-vogue-236x300.png" data-large-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Ingrid-silva-vogue.png" src="https://desenvolvimento.noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Ingrid-silva-vogue.png" alt="" class="wp-image-17492" width="512" height="651" srcset="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Ingrid-silva-vogue.png 700w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Ingrid-silva-vogue-236x300.png 236w" sizes="(max-width: 512px) 100vw, 512px" /><figcaption><em>Ingrid Silva conta que se sentiu apreensiva com a gravidez &#8211; Foto: Reprodução/Vogue </em></figcaption></figure></div>



<p>Em entrevista à repórter Luanda Vieira, Ingrid disse que sempre quis ser mãe, mesmo não sendo uma prioridade na vida dela. “Tive medo no começo, mas o meu maior incentivo é saber que essa criança vai nascer numa realidade completamente diferente do que foi a minha. Ela vai poder ser o que quiser”</p>



<p>A futura mamãe de Laura contou que, normalmente, a carreira de uma bailarina vai até onde o corpo aguenta, mas algumas alternativas têm aumentado o tempo de trabalho. hoje em dia, controlando a alimentação e fazendo exercícios paralelos, como ioga, conseguimos trabalhar até uns 50 anos”</p>



<p><strong>Revelação em vídeo de Taís Araújo</strong></p>



<p>Ingrid confirmou a gravidez em abril, mas a revelação foi feita em setembro, no primeiro vídeo dirigido pela atriz Taís Araújo. Ingrid disse que, na hora da revelação, se sentiu apreensiva. “Quando postei o vídeo, eu estava em Upstate (região serrana de Nova York) para o nosso final de semana em família. Fiquei tão apreensiva em anunciar, que publiquei, larguei o celular e fui fazer hiking. Foi uma surpresa receber tanto amor e carinho de pessoas que nunca vi ou imaginei”, afirmou.&nbsp;</p>



<p>Ingrid faz parte do Dance Theatre of Harlem, em Nova York, e conquistou a vaga em 2007 através do projeto “Dançando para não Dançar”, que tem o objetivo de combater a exclusão social de crianças de comunidades do Rio de Janeiro, por meio da arte e cultura.&nbsp;</p>



<p>Em outubro deste ano, <a href="https://desenvolvimento.noticiapreta.com.br/sapatilhas-da-bailarina-brasileira-ingrid-silva-viram-peca-de-museu-nos-eua/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">as sapatilhas de Ingrid passaram a fazer parte do acervo do Smithsonian Museu Nacional de História e Cultura Afroamericana, nos Estados Unidos. </a>Além disso, ela comanda dois projetos sociais como o ‘EmpowHer NY’ e o ‘Blacks in Ballet’, confessa que não existe nada mais poderoso do que contar as conquistas à sua filha. </p>
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