Portugal defende que União Europeia ajude países africanos na Pandemia

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Dentro da União Europeia, Portugal é o país que defende que a entidade ajude a acelerar a vacinação contra a COVID-19 no continente africano. Os portugueses devem doar 5% das vacinas compradas através do esquema de distribuição da UE, ou 1,75 milhão de doses, além de dar apoio nas áreas de testagem, na capacitação e no envio de equipamentos de proteção individual. Segundo o site Observador, o país enviou 60 mil testes PCR para os PALOP (Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa) como Cabo Verde, Guiné-Bissau e o Timor Leste.

Nações africanas enfrentam dificuldade para obter vacinas para sua população, que soma aproximadamente 1,3 bilhão de pessoas. Já Portugal, com pouco mais de 10 milhões de habitantes, deve ter 35 milhões de doses da vacina ainda em 2021.

A Europa tem protagonizado ações de solidariedade entre os países do bloco. A Áustria, por exemplo, forneceu um volume de 3,360 litros de desinfetantes de uso médico para a Itália; a Alemanha enviou 7,5 toneladas de equipamento médico também para a Itália, 50 ventiladores para a Espanha e 25 para a França. A Holanda enviou 105 ventiladores para a República Checa, além de containers para prestação de cuidados médicos a refugiados e migrantes em iminente risco de infecção pelo coronavírus.

No entanto, os países europeus não estão livres de críticas sobre a gestão da Pandemia. Vale ressaltar que nações como a própria Holanda tardaram em fazer do uso da máscara uma medida obrigatória. Esta recomendação chegou apenas em setembro de 2020, enquanto a OMS havia recomendado o uso do equipamento desde junho. Já a Áustria acabou se destacando negativamente depois de uma de suas famosas estações de esqui ter sido considerada propagadora do vírus no continente, destaca o Deutsche Welle.

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