“Não vamos levantar nenhuma questão racial”, diz equipe de Natália sobre constantes paredões 

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A equipe da mineira Natália Deodato, do BBB 22, emitiu uma nota nas redes sociais sobre a perseguição que a confinada vem recebendo dentro do reality show. Dos quatro paredões formados até aqui, ela participou de três, fato que tem gerado bastante repercussão junto ao público do programa. Apesar disso, o comunicado dos administradores da sister reforçou que a questão racial não seria considerada no debate. 

Foto: Reprodução TV Globo

“Não vamos levantar nenhuma questão racial, social ou etc. Mas fato é, existe um grupo fechado no quarto lollipop que manipula a opinião e o direcionamento dos votos na casa , e consequentemente alguns participantes são excluídos. E esse é o sentimento que temos com relação ao jogo lá dentro.”, disse o trecho da nota. 

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Na edição de ontem, os vidraceiros Gustavo e Larissa fecharam o voto em Bruna Gonçalves. Eles enfatizaram que muitos participantes do BBB22 passaram ilesos do paredão, enquanto alguns já contam com mais de uma participação na berlinda, como é o caso da mineira, que acaba de bater a marca de 1 milhão de seguidores em seu Instagram. 

Veja abaixo a íntegra do comunicado:  

“A Natália vem sofrendo muito desde a primeira semana, não só dentro como fora da casa . Para chegar a uma conclusão lógica basta entender que de 4 paredões ela esteve presente em 3, sendo que em 1 só não foi emparedada novamente por sorte, sendo imunizada. O próprio Gustavo que possui uma visão externa privilegiada do jogo, conseguiu absorver a ideia dessa movimentação e citou que existe uma perseguição a determinados grupos. Não vamos levantar nenhuma questão racial, social ou etc. Mas fato é, existe um grupo fechado no quarto lollipop que manipula a opinião e o direcionamento dos votos na casa, e consequentemente alguns participantes são excluídos. E esse é o sentimento que temos com relação ao jogo lá dentro. O nosso trabalho aqui fora, é abrir os olhos do público para que tenham empatia, compreensão e identificação com essa minoria lá dentro, coisa que os próprios participantes da casa não estão conseguindo ter! Mas é um jogo, está tudo gravado e quem detém o poder de decisão é o público!.” 

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Wellington Andrade

Jornalista formado pela FACHA (Faculdades Integradas Hélio Alonso) e pedagogo pela UERJ. Atualmente escreve para o Portal Notícia Preta e atua no segmento de assessoria de imprensa em parceria com a agência Angel Comunicação. Possui passagens por diferentes veículos como repórter, produtor e apurador, dentre eles TVs Record, SBT e Rede Vida de Televisão, além das rádios Bicuda FM, Nativa FM, Tupi AM e FM, Revista Ziriguidum Nota 10 e no portal especializado em Carnaval SRZD, do jornalista Sidney Rezende. Instagram: @reporterwellingtonandrade

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  • […] Leia também: “Não vamos levantar nenhuma questão racial”, diz equipe de Natália sobre consta…Ainda no post, a cantora diz que não conseguiu assistir ao reality por ataques racistas contra Natália. A artista prestou solidariedade a sister da atração.“Vilma Piedade me ensinou o conceito de DORORIDADE: semelhante à sororidade, porém se direciona às mulheres negras e à luta particular e (infelizmente) silenciosa que enfrentamos. A dor e a solidão de uma mulher preta apertam minha garganta, tiram meu sono, me deixam triste e melancólica pq sei exatamente que sentimento é esse”, escreveu a artista.Vale ressaltar que o termo “Dororidade” foi criado pela professora e escritora Vilma Piedade, autora do livro de mesmo, para marcar as diferenças da questão dentro do feminismo. Para ela, “é a dor que irmana as mulheres, mas é preciso levar em conta que a dor das mulheres negras é agravada pelo racismo. Não é que a dor das pretas seja maior. Dor é dor e ponto. Dói muito ser mulher atacada pelo machismo, e dói muito ser mulher atacada pelo racismo.” […]

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