Flup completa 10 anos com o ciclo “Mulheres Negras – Uma história que nos negaram”

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Com início nesta quarta-feira (28), às 19h30, a Festa Literária das Periferias (Flup) completa 10 anos de existência reconhecendo o feminismo negro com “Mulheres Negras – Uma história que nos negaram” que acontece on line, devido às restrições da pandemia da Covid-19. 

A Flup 2019 foi a última realizada de forma presencial – Foto: Divulgação

A Flup deste ano convida o país a mergulhar na história de um Brasil  desconhecido para a maior parte da população, inclusive a negra. De acordo com a organização, essas personagens invisibilizadas foram mapeadas pelas pesquisadoras Thais Alves (PUC-Go) e Rosinalda  Simoni (PUC-Go), curadoras dos debates e organizadoras de “Dicionário: Cem Fragmentos Biográficos. História Das Mulheres Negras em Trajetórias”. “O ciclo ‘Mulheres Negras  – Uma história que nos negaram’, de alguma maneira, amplifica vozes femininas que, mais do que serem ouvidas, precisam ser reverenciadas. Ver as  biografias que trazem representatividade, adentrar os espaços das escolas, me enche de  esperança com o desejo de ver novas gerações inspiradas pelos nossos passos, que vêm  de longe”, pontua Dani Salles, porta-voz da Flup.

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Ainda segundo a curadoria da Flup, o ciclo “Mulheres Negras – Uma história que nos negaram” dará visibilidade ao saber e  à trajetória de personalidades dos sete estados que participarão do Slam Esperança, com  poetas da rede pública de ensino médio.

A Flup 2021 será transmitida pelo canal do YouTube da Flup RJ e pela página do Facebook, até o dia 1º de agosto. Para mais informações, clique aqui.

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