Filosofa e ativista norte-americana Angela Davis vem ao Brasil em outubro

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Por: Gabriella Andressa

Para promover seu novo livro, Angela Davis estará de volta ao Brasil em outubro para cumprir uma série de atividades que incluem palestras, debates e conferências

A filosofa e ícone do movimento negro, Angela Davis volta ao país para promover o livro “Uma Autobiografia” (Boitempo, 384 páginas, R$ 58), livro publicado em 1974 no qual a filósofa narra sua trajetória desde a infância, concentrando-se principalmente nas ações em defesa dos direitos civis nos Estados Unidos durante as décadas de 1960 e 1970.  Além do lançamento, a norte-americana também fará uma aparição na conferência “Liberdade é uma Luta Constante”, da editora Boitempo em parceria com o SESC SP, no dia 19 de outubro.

No dia 21 de outubro, Angela Davis estará no Auditório Ibirapuera, num encontro com comentários da pesquisadora Raquel Barretoresponsável pela introdução de Uma Autobiografia, e da jornalista Anielle Franco, com mediação de Christiane Gomes, da Fundação Rosa Luxemburgo.

Para encerrar sua passagem pelo Brasil, no dia 23 de outubro, a escritora receberá a Medalha Tiradentes, na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (ALERJ), que será entregue pela deputada estadual Renata Souza (PSOL).

Através da Editora Boitempo, Angela publica pela primeira vez no Brasil o livro “Uma Autobiografia”. Lançado orginalmente em 1974, a obra é um retrato das lutas sociais nos Estados Unidos durante os anos 60 e 70 pelo olhar de Davis.

O livro está disponível para compra no site da Editora.

Quem é Angela Davis?

Angela Davis além de filósofa, professora emérita do departamento de estudos feministas da Universidade da Califórnia e ícone da luta pelos direitos civis, é conhecida por sua grande influência acerca do movimento feminino negro.

Através de vários livros, suas obras são marcadas por expor um pensamento que rompe as estruturas sociais impostas. Inspiração para as mulheres negra, um de seus livros mais famosos é “Mulheres, raça e classe”.

Aos 75 anos, a ativista continua firme em frente aos grandes movimentos pelos direitos civis e humanos.

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