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	<title>Arquivos história - Noticia Preta - NP</title>
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	<description>Jornalismo Antirracista</description>
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	<title>Arquivos história - Noticia Preta - NP</title>
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		<title>História afro nas escolas ajuda a reduzir preconceitos, dizem mestres</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Sep 2025 14:35:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mestres da cultura popular defendem o ensino da história e cultura afro-brasileiras e africanas nas escolas como forma de combater a intolerância e o racismo. No Brasil, esse ensino está previsto na&#160;Lei 10.639/03&#160;e deve ocorrer em todas as escolas públicas e particulares. A lei, no entanto,&#160;não é cumprida em muitas&#160;instituições.&#160; “Tem escola que finge que [&#8230;]</p>
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<p>Mestres da cultura popular defendem o ensino da história e cultura afro-brasileiras e africanas nas escolas como forma de combater a intolerância e o racismo. No Brasil, esse ensino está previsto na&nbsp;<a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2003/l10.639.htm">Lei 10.639/03</a>&nbsp;e deve ocorrer em todas as escolas públicas e particulares. A lei, no entanto,&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2023-04/mais-de-70-das-cidades-nao-cumprem-lei-do-ensino-afro-brasileiro" target="_blank" rel="noreferrer noopener">não é cumprida em muitas</a>&nbsp;instituições.&nbsp;<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1658850&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1658850&amp;o=node"></p>



<p>“<em>Tem escola que finge que faz, tem escola que nem finge. Tem algumas que colocam uma estante com alguns livrinhos. Para que? Se alguém pergunta, respondem ‘Nós temos, olha nossa biblioteca, mas é fingimento</em>”, diz a Rainha de Congo das Guardas de Congo e Moçambique Treze de Maio de Nossa Senhora do Rosário, Isabel Casimira, que é também dirigente da Federação dos Congados de Minas Gerais.</p>



<p>Isabel Casimira é codiretora do filme&nbsp;<em>A Rainha Nzinga Chegou</em>&nbsp;(2019), premiado em festivais nacionais e internacionais, exibido no 14ª Festival Artes Vertentes, em Tiradentes.</p>


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<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="613" data-attachment-id="206102" data-permalink="https://noticiapreta.com.br/historia-afro-nas-escola-reduz-preconceitos/toms6862/" data-orig-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/09/toms6862.webp" data-orig-size="1170,700" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="toms6862" data-image-description="" data-image-caption="&lt;p&gt;Foto: Tomaz Silva / Agência Brasil&lt;/p&gt;
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<p>Nesta&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/cultura/noticia/2025-09/tambores-e-cantos-marcam-abertura-do-festival-artes-vertentes" target="_blank" rel="noreferrer noopener">edição do festival</a>, ela participou também de debate ao lado de Claudinei Matias do Nascimento, conhecido como Mestre-Capitão Prego do Congado Nossa Senhora do Rosário e Escrava Anastácia.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Ambos defenderam a educação como forma de os brasileiros conhecerem a própria história, e de a história do povo negro e todas as suas contribuições nas mais diversas áreas de conhecimento não serem apagadas.</p>



<p>A Rainha de Congo conta que realiza conversas e palestras em escolas para ajudar na formação de professores para este ensino. Ela diz que muitas vezes os próprios professores não dominam o assunto. Ela dá, então, orientações que por vezes são simples, mas fazem diferença.</p>



<p>“Quando a professora vai falar, por exemplo, de candomblé e diz que povo de candomblé veste vermelho. Qual o povo? Quantos povos têm? A pobre da mulher nem sabe que existem várias etnias que podem ser chamadas de candomblé. Se ela não sabe, ela não pode falar do povo de candomblé. Ela tem que pôr junto [o termo] ‘alguns’, porque quando ela insere &#8216;alguns&#8217;, ela abre para mais: &#8216;Alguns povos de candomblé vestem vermelho&#8217;. As professoras ficam felizes quando entendem que com uma palavra ela pode falar sem criar bobagem na cabeça dos alunos”, diz.</p>



<p>Já Mestre Prego diz que é procurado por diversas escolas de fora de Minas Gerais, mas que não é valorizado no próprio município.</p>



<p>“A gente recebe aqui várias escolas do Rio de Janeiro e eu dou a oficina de toque de tambor, ensino os nossos cantos de Congo e Moçambique e também dou oficina de balão de pintura no atelier. O&nbsp;interessante é falar sobre a nossa cultura. A gente recebe essas escolas todas, mas nas escolas do município ninguém tem interesse de falar sobre a cultura dos nossos povos negros e tampouco dos indígenas”, diz.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Intolerância</h2>



<p>O desconhecimento gera preconceitos. O congado e a igreja católica compartilham a devoção à Nossa Senhora do Rosário. Mestre Prego conta que o grupo costumava ter acesso à igreja, em Tiradentes, mas que isso mudou. Foram proibidos de entrar enquanto tivessem no nome e na bandeira que os identifica a Escrava Anastácia.</p>



<p>“Hoje, para a gente, é uma data importante. A gente está recebendo uma rainha, a nossa Rainha Conga do Estado de Minas Gerais. Então hoje, para nós, era um dia que nós teríamos que entrar na igreja, a igreja que foi feita pelos nossos irmãos, para a gente louvar”, lamenta o mestre.</p>



<p>Ele ressalta que na região viveram 22 mil pessoas escravizadas e que foram elas as responsáveis pela pavimentação das ruas, feitas de pedras colocadas à mão; pela construção das igrejas, dos casarões, história que também é silenciada e&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/cultura/noticia/2025-09/parte-da-historia-nao-e-contada-nas-visitas-cidades-historicas" target="_blank" rel="noreferrer noopener">não faz parte das rotas turísticas</a>&nbsp;tradicionais.&nbsp;</p>



<p>Isabel Casimira complementa que o ensino nas escolas ajudaria as pessoas a conhecerem e respeitarem crenças e religiões, mesmo que diferentes da que praticam.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“[Seria bom] se dentro de cada escola tivesse uma pessoa que fosse que não falasse de religião, mas de educação. De educar as pessoas para que elas entendam a história do outro. A pessoa pode ser evangélica, budista, umbandista, católica. Independentemente do que ela seja, se ela for educada para respeitar o sagrado alheio, ela é uma boa pessoa”, defende.</p>
</blockquote>



<p>E acrescenta: “Assim como alguém chama Deus de Jeová, de Allah, de Maomé, de Buda, seja que denominação for, o nosso jeito de falar com Deus é chamar ele de Zambi. Ele é nosso pai, ele é nosso pai Zambi. Não tem nada demais eu falar diferente coisas iguais”.</p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://noticiapreta.com.br/google-agenda-remove-mes-da-historia-negra-e-do-orgulho-lgbtqia-do-aplicativo-aponta-site/">Google Agenda remove Mês da História Negra e do Orgulho LGBTQIA+ do aplicativo, aponta site</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Patrimônio Cultural</h2>



<p>Em 2025, após 17 anos de espera, o congado tornou-se Patrimônio Cultural do Brasil, registrado como Saberes do Rosário: Reinados, Congados e Congadas no Livro dos Saberes do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).</p>



<p>Essas tradições são diversas, incluem, por exemplo, massambiques (moçambiques), congos (congados, conguistas, congueiros), catopês (catupés, catopés), marujos, caboclos (caboclinhos, penachos, cabocladas), tamborzeiros, pifeiros, entre outros grupos rituais, e reinados (côrtes ou tronos coroados) descritos e registrados por pesquisadores, em diferentes contextos e regiões do Brasil, especialmente nos estados de Goiás, Minas Gerais e São Paulo.</p>



<p><strong>As tradições contam com mais de 300 anos de história e têm como identidade fundamental a ancestralidade de matriz africana com canto, ritmo e dança.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">Festival Artes Vertentes</h2>



<p>A 14ª edição do Festival Artes Vertentes tem como tema Entre as margens do Atlântico, propondo um diálogo entre três continentes intimamente ligados pela história: América, África e Europa.</p>



<p>A programação de 2025 também faz parte da&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-07/temporada-da-franca-no-brasil-contara-com-300-atracoes-em-15-cidades" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Temporada França-Brasil</a>, que ocorre até o final do ano em 15 cidades brasileiras e tem como objetivo aproximar, por meio da cultura, os dois países.</p>



<p>O festival segue até dia 21 na cidade de Tiradentes, com mostras de cinema que discutem memória, ancestralidade e resistência também nas cidades de São João del Rei e Bichinho. Mais detalhes no site&nbsp;<a href="https://www.artesvertentes.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">www.artesvertentes.com/</a>.</p>
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		<title>Escritor é criticado nas redes por guardar livros que diz conter registros sobre escravização no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bárbara Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Apr 2025 15:06:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícia Preta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nos últimos dias, o escritor e também colecionador Eduardo Heldt Urban compartilhou em seu perfil nas redes sociais, livros raros que ele afirma possuirem registros sobre pessoas que foram escravizadas no Brasil, ambos do século XIX. Um deles é um livro cartorial com as penas executadas contra as pessoas escravizadas da época, e outro possui [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Nos últimos dias, o escritor e também colecionador Eduardo Heldt Urban compartilhou em seu perfil nas redes sociais, livros raros que ele afirma possuirem registros sobre pessoas que foram escravizadas no Brasil, ambos do século XIX. Um deles é um livro cartorial com as penas executadas contra as pessoas escravizadas da época, e outro possui os registros de alforria. Nas redes sociais, internautas criticaram o escritor por manter esses livros sob domínio particular, que segundo eles, deveria estar sob domínio público. </p>



<p>&#8220;<em>Estes documentos são patrimônio da sociedade brasileira, devem ficar a livre acesso aos pesquisadores em um arquivo, se eram de uma instituiçao ainda pertence a ela. Não faz nenhum sentido esse tipo de documentação estar sob posse particular. Mesmo sendo adquirido a este legalmente, não há sentido nenhum, se possível doe pra pesquisas ou digitalize o documento para que o acesso a ele seja aberto</em>&#8220;, escreveu um internauta, nos comentários de um dos vídeos.</p>


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<p>O <a href="https://www.instagram.com/reel/DIhZBDETGuj/?igsh=MWwycGZndGx3MXVvZw==">primeiro livro compartilhado</a>, segundo o escritor, foi resgatado de um incêndio de um antigo cartório na cidade de Rio Grande, onde hoje é localizado o Rio Grande do Sul. Nele, o escritor mostra nomes de pessoas que foram escravizadas, sem sobrenome, preso por &#8220;andar nas ruas fora de hora&#8221; e punido fisicamente por isso.</p>



<p>O <a href="https://www.instagram.com/reel/DIcPi2NPPIk/?igsh=YjNjdWk1OWZjY3Vl">segundo</a> ele diz que &#8220;<em>quse foi apagado da história</em>&#8220;, e que também pertenceu a um cartório de Rio Grande (RS), com os nomes de pessoas escravizadas libertas. Segundo ele, uma &#8220;<em>lista real de pessoas avaliadas como &#8216;aptas&#8217; ou &#8216;inaptas&#8217; à liberdade</em>&#8220;. </p>



<p>Nos comentários, outros internautas continuaram criticando a atitude do rapaz de ficar com os livros, e questionando se estavam à venda. &#8220;<em>Você está vendendo esse livro? Espero que não porque é um documento de interesse público e as informações nele conditas precisam chegar ao conhecimento de todos, gratuitamente</em>&#8220;, escreveu a internauta. </p>



<p>Leia também: <a href="https://noticiapreta.com.br/tridentes-mito-descobrimento-brasil-fundacao-republica/">Tiradentes: Do mito do descobrimento do Brasil à fundação da república</a></p>



<p>Após a pressão, Eduardo, em resposta a outro internauta, informou que os livros não serão vendidos. &#8220;<em>Esse livro não está a venda, será restaurado e depois digitalizado e publicado para que o público tenha acesso</em>&#8220;, chegou a escrever. Mas também afirmou que não pretende entregá-lo a nenhuma instituição. &#8220;<em>Este livro será restaurado e ficará no meu acervo. Planejo fazer exposição (gratuita) dos meus livros na casa de cultura da cidade</em>&#8220;. </p>



<p>Ainda sim, muitos destacaram a importância do material ficar com isntituições como o Museu Nacional ou o Museu Afro, para presenvação da história. &#8220;<em>Esse material deveria estar sob cuidados de pessoas negras, algum responsavel por movimentos culturais. Não é artigo de colcionador pra branco ficar exibindo, é um documento histórico</em>&#8220;, disse outro. </p>
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		<title>Revolta dos Malês, maior rebelião urbana no Brasil feita por escravizados, completa 190 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jan 2025 20:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia Preta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No dia 24 de janeiro de 1835, trabalhadores africanos escravizados&#160;ocuparam Salvador (BA) enfrentando, durante mais de três horas, civis e soldados coloniais na revolta que ficou conhecida como a mais importante rebelião urbana de escravizados do Brasil. Ainda hoje, 190 anos depois, a Revolta dos Malês é lembrada em estudos, livros, blocos de carnaval, filmes [&#8230;]</p>
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<p>No dia 24 de janeiro de 1835, trabalhadores africanos escravizados&nbsp;ocuparam Salvador (BA) enfrentando, durante mais de três horas, civis e soldados coloniais na revolta que ficou conhecida como a mais importante rebelião urbana de escravizados do Brasil.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1627140&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1627140&amp;o=node"></p>



<p>Ainda hoje, 190 anos depois, a Revolta dos Malês é lembrada em estudos, livros, blocos de carnaval, filmes e exposições de arte.</p>



<p>Estima-se que 600 africanos tenham participado do movimento. Proporcionalmente, isso equivaleria a 12 mil pessoas considerando a população atual de Salvador. O historiador baiano João José dos Reis calculou que mais de 70 africanos morreram nos conflitos e cerca de 500, em estimativas conservadoras, foram punidos com penas de morte, prisão, açoites ou deportações.</p>


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<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img decoding="async" width="1170" height="700" data-attachment-id="165934" data-permalink="https://noticiapreta.com.br/revolta-dos-males-maior-rebeliao-urbana-no-brasil-feita-por-escravizados-completa-190-anos/revolta_dos_males02/" data-orig-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/01/revolta_dos_males02.webp" data-orig-size="1170,700" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="revolta_dos_males02" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/01/revolta_dos_males02-300x300.webp" data-large-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/01/revolta_dos_males02-1024x1024.webp" src="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/01/revolta_dos_males02.webp" alt="" class="wp-image-165934" style="width:521px;height:auto" srcset="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/01/revolta_dos_males02.webp 1170w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/01/revolta_dos_males02-768x459.webp 768w" sizes="(max-width: 1170px) 100vw, 1170px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Foto: Ilustrção Harper&#8217;s Weekly/Arquivo</em></figcaption></figure></div>


<p>“Embora durasse pouco tempo, foi o levante de escravos urbanos mais sério ocorrido nas Américas”, afirma o especialista no livro&nbsp;<em>Rebelião Escrava no Brasil: a História do Levante dos Malês (1835)</em>.</p>



<p>O historiador dos Reis estima que Salvador tinha, em 1835, 65,5 mil habitantes, sendo 42% escravos (27,5 mil) e 29,8% de negros ou pardos livres (19,5 mil). Os brancos representavam 28,8% da população da capital baiana (18,5mil).</p>



<p>O termo malê era como os africanos muçulmanos trazidos ao Brasil eram chamados, sendo esse o principal grupo que organizou o levante.</p>



<p>Chamada também de Grande Insurreição, o episódio é parte de diversas revoltas que ocorreram na Bahia entre 1807 e 1844, sendo a dos Malês a mais importante delas, segundo pesquisa do historiador e sociólogo Clóvis Moura.</p>



<p>Segundo esse pesquisador, a revolta de 1835 não foi uma eclosão violenta e desorganizada, surgida por um incidente qualquer. Até mesmo um fundo com recursos foi criado para financiar as atividades dos escravizados rebeldes.</p>



<p>“[O levante] será planejado nos seus detalhes, precedido de todo um período organizativo – fase obscura de aliciamento e preparação. Esses escravos se reuniram secretamente em diversos pontos de Salvador. Criaram um clube, também secreto, que funcionava na Barra [da Vitória]”, afirmou Moura no livro&nbsp;<em>Os Quilombos e a Rebelião Negra</em>.</p>



<p>O plano era, após a eclosão da rebelião em Salvador, seguir para os engenhos, o epicentro da escravidão baiana.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“De lá vieram combatentes para a cidade; desta seguiriam as forças rebeldes para levantar a escravaria dos engenhos”, afirmou o historiador João José Reis.</p>
</blockquote>



<p><strong>Malês hoje</strong></p>



<p>A revolta ainda ecoa nos dias atuais ao ser resgatada por estudos, livros, filmes, blocos de carnaval e obras de arte. Em 1979, a revolta deu nome ao bloco afro Malê Debalê, de Salvador, que homenageia os que lutaram contra a escravidão em 1835.</p>



<p>Um dos maiores clássicos da literatura brasileira do século 21, o livro&nbsp;<em>Um Defeito de Cor</em>, de Ana Maria Gonçalves, publicado em 2006, conta a história da personagem Kehinde, sequestrada na África e trazida à Bahia no início do século 19.</p>



<p>Na obra, Ana Maria retrata, como pano de fundo do romance, fatos históricos ligados à Revolta dos Malês. Kehinde, rebatizada Luísa Mahin ao chegar a Salvador, participou da revolta e foi a mãe do líder abolicionista Luiz Gama.</p>



<p>No final de 2024, estreou nos cinemas o longa-metragem&nbsp;<em>Malês</em>, estrelado e dirigido por Antônio Pitanga, que retrata a história da insurreição.</p>



<p>A exposição&nbsp;<em>Eco Malês</em>, em cartaz na&nbsp;<a href="https://casadashistoriasdesalvador.com.br/ecos-males/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Casa das Histórias de Salvador</a>&nbsp;até maio de 2025, reúne 114 obras de 48 artistas que refletem a influências contemporâneas da Revolta dos Malês. O acesso à exposição é gratuito nas quartas-feiras.</p>



<p>O curador da exposição, João Victor Guimarães, explicou à&nbsp;<strong>Agência Brasil</strong>&nbsp;que realizou uma pesquisa sobre práticas artísticas que trazem alguns dos pilares da revolta.</p>



<p>“Temos a própria ideia de que, para alcançar um objetivo comum, é necessário ceder. Os malês tinham como plano matar todos os brancos e os negros que não se convertessem ao islamismo. No entanto, para a revolta avançar, eles negociaram com irmandades cristãs e terreiros de Candomblé”, destacou João Victor.</p>



<p><strong>A revolta</strong></p>



<p>Marcada para o dia 25 de janeiro, data que celebrava o fim do Ramadã, mês sagrado para os muçulmanos, a revolta foi antecipada em um dia após uma delação.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Vendo que tinham que antecipar a revolta, lançaram-se à carga de qualquer maneira: a situação não comportava mais esperas”, contou Clóvis Moura.</p>
</blockquote>



<p>Vestidos com roupas tradicionais dos mulçumanos na Bahia, os rebeldes lutaram pelas ruas da antiga capital brasileira, tentando libertar o escravo Pacífico Licutã, que estava preso, mas não conseguiram.</p>



<p>“Verdadeira carnificina. As posições mais vantajosas dos legais, além da superioridade de armamentos, fizeram com que os insurretos fossem definitivamente batidos”, completou Moura.</p>



<p>Entre as lideranças da insurreição, estavam principalmente os negros nagôs (iorubás), mas também haviam hauças, tapas e de várias outras nações africanas, tanto escravizados, quanto livres.</p>



<p>Entre os líderes do movimento, encontram-se os escravos Pacífico Licutã e Ahuna, além do preto forro Belchior da Silva Cunha, que emprestava a casa para as reuniões, assim como Lupis Sanim e Manuel Calafete.</p>



<p>O historiador João José Reis explica, em sua obra, que a maior independência de que gozavam os escravos urbanos, trabalhando nas ruas para seus senhores, facilitou a organização da revolta.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Em geral, os escravos percorriam toda a cidade trabalhando para seus próprios senhores ou, principalmente, contratados por terceiros para serviços eventuais. Muitos escravos sequer moravam na casa senhorial”, enfatizou.</p>
</blockquote>



<p>Clóvis Moura conta que as lutas escravas ao longo dos quase 400 anos de escravidão no Brasil conseguiam desgastar a classe senhorial em aspectos político, econômicos e psicológicos.</p>



<p>“Quem examina a documentação desse período da nossa história encontra, como uma constante, o medo dessas classes diante do grande número de escravos e da sua possível consciência da exploração a que estavam sujeitos. O exemplo do Haiti é constantemente referido por essas autoridades”, diz Clovis Moura.</p>



<p>Em 1804, o Haiti conquista a independência após uma revolução dos escravizados que fundam a primeira República negra liberta das Américas. &nbsp;</p>



<p>Leia também: <a href="https://noticiapreta.com.br/aliancas-eleitorais-ampliam-intolerancia-religiosa-analisa-pos-doutor-e-babalawo-ivanir-dos-santos/">“Alianças eleitorais ampliam intolerância religiosa”, analisa pós doutor e babalawô, Ivanir dos Santos</a></p>
<p>O post <a href="https://noticiapreta.com.br/revolta-dos-males-maior-rebeliao-urbana-no-brasil-feita-por-escravizados-completa-190-anos/">Revolta dos Malês, maior rebelião urbana no Brasil feita por escravizados, completa 190 anos</a> apareceu primeiro em <a href="https://noticiapreta.com.br">Noticia Preta - NP</a>.</p>
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		<title>22 de abril e o mito do descobrimento do Brasil: historiadores alertam para “os perigos da história única&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thayan Mina]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Apr 2024 11:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia Preta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com o intuito de reivindicar uma visão contrária ao mito do descobrimento do Brasil, no dia 22 de abril, historiadores detalham que entender essa data como &#8220;descobrimento&#8221; serviu de ferramenta no período colonial e imperial. Em entrevista ao Notícia Preta, o professor de história e filosofia formado pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro [&#8230;]</p>
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<p>Com o intuito de reivindicar uma visão contrária ao mito do descobrimento do Brasil, no dia 22 de abril, historiadores detalham que entender essa data como &#8220;descobrimento&#8221; serviu de ferramenta no período colonial e imperial. Em entrevista ao <strong>Notícia Preta</strong>, o professor de história e filosofia formado pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), Jonathan Raymundo, explica que o &#8220;descobrimento do Brasil&#8221;, representa a narrativa do poder e argumenta  “os perigos da história única”. </p>



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<p>Para ele, o mito do descobrimento tem como premissa a ideia falsa de que este lugar era vazio, desabitado, sem história, sem inteligência, sem cultura. Jonathan conta que, ao descobridor se reserva a responsabilidade de criar um país a partir do seu próprio interesse, do zero, num descampado desabitado. </p>



<p><em>&#8220;O descobrir é o senhor da história, o dono da obra, da terra. Nessa perspectiva continuamos um país dependente, sem um projeto autônomo de pais, que nasce da constituição diversa de sua gente. O Brasil começa tirando do horizonte quem estava, em favor de uma só narrativa e, infelizmente, assim se segue</em>&#8220;, diz Jonathan. </p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img decoding="async" width="770" height="513" data-attachment-id="131372" data-permalink="https://noticiapreta.com.br/22-de-abril-e-o-mito-do-descobrimento-do-brasil-historiadores-alertam-para-os-perigos-da-historia-unica/coracao-dom-pedro_mcamgo_abr_220820221818/" data-orig-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2024/04/coracao-dom-pedro_mcamgo_abr_220820221818.webp" data-orig-size="770,513" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="coracao-dom-pedro_mcamgo_abr_220820221818" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2024/04/coracao-dom-pedro_mcamgo_abr_220820221818-300x200.webp" data-large-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2024/04/coracao-dom-pedro_mcamgo_abr_220820221818.webp" src="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2024/04/coracao-dom-pedro_mcamgo_abr_220820221818.webp" alt="" class="wp-image-131372" style="width:500px;height:333px" srcset="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2024/04/coracao-dom-pedro_mcamgo_abr_220820221818.webp 770w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2024/04/coracao-dom-pedro_mcamgo_abr_220820221818-300x200.webp 300w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2024/04/coracao-dom-pedro_mcamgo_abr_220820221818-768x512.webp 768w" sizes="(max-width: 770px) 100vw, 770px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Coração de Dom Pedro 1 no Brasil /Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil.</em></figcaption></figure></div>


<p><strong>Colônia X Império</strong></p>



<p>Romulo Barros é doutor em História pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), e explica que a história feita na colônia foi uma e no império, outra. Diferentes “mitos” (discursos) foram agregados e outros convenientemente esquecidos durante o curso destes três séculos de historiografia.</p>



<p>Romulo diz que quando os portugueses aportaram na Bahia de Todos os Santos em 1500 e, pelo menos, nos trezentos anos posteriores, não havia qualquer intenção de criar um novo país, uma nova nação, ou qualquer ideia semelhante. Segundo ele, apesar da romantização da colonização, essa colonização teve como finalidade última a exploração do local colonizado. </p>



<p>Para este objetivo, Portugal ou seus representantes oficiais aqui, não necessitavam de qualquer esforço no sentido de se criar uma identidade coletiva brasileira, um sentimento de pertencimento a esta terra.</p>



<p><em>&#8220;O mito fundacional que conhecemos e que agora debatemos, não foi oficialmente sistematizado até as vias da independência do Brasil. Oportunidade em que as elites patrocinaram as narrativas que enalteciam as qualidades desbravadoras e civilizadoras dos lusitanos, posto que nosso governante, D. Pedro I, ainda era um príncipe português; mesclaram com aspectos idealizados dos estereótipos de “bons selvagens” para assegurar alguma diferenciação da antiga metrópole colonizadora, pintando a nova nação com alguns tons tropicais e, <strong>falando em silenciamentos propositais, pouco mencionaram a existência de uma enorme população negra e sua carga cultural, vista como sinônimo de atraso&#8221;</strong></em>, explicou o professor.</p>



<p>Leia também: <a href="https://noticiapreta.com.br/historiadores-debatem-heranca-cultural-mito-descobrimento/">“Você sabe com quem está falando?”: historiadores debatem herança cultural do mito do “descobrimento”</a></p>



<p>A historiadora graduada pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Lívia Teodoro, acredita que tanto o Brasil colonial (1500-1822) quanto o período imperial (1822-1889) foram caracterizados por uma exploração econômica, cultural e humana, mantendo-se através do mito fundador do descobrimento português.</p>



<p>Livia coloca que a imposição cultural, a escravização africana e o sistema de capitanias hereditárias foram sustentados por essa narrativa, que também perpetuou a ideia de posse territorial justificada pelo &#8220;achamento&#8221; do Brasil pelos portugueses, impactando até questões contemporâneas, como a luta pela demarcação de terras indígenas.</p>



<p><em>&#8220;Além disso, o período imperial foi marcado por uma significativa centralização política, sob os reinados de Dom Pedro I e Dom Pedro II, com tentativas de diversificação econômica e modernização do país. Contudo, a estrutura de poder continuou favorecendo elites agrárias e mantendo a exploração de recursos naturais e de humanos, especialmente através do sistema escravocrata. A influência da culpa cristã introduzida pelos colonizadores também contribuiu para a manutenção do colonialismo, legitimando a dominação europeia sobre os povos nativos e africanos. Esses aspectos combinados alimentaram a continuidade do mito do descobrimento e suas consequências ao longo dos séculos&#8221;</em>, explica Livia.</p>



<p>Leia mais notícias aqui: <a href="https://noticiapreta.com.br/1-mais-rico-brasil-renda-40-vezes-maior-40-mais-pobre/"><a href="https://noticiapreta.com.br/um-pais-que-nao-esta-retrato-mito-descobrimento-novo-marco-fundatorio/">“Um país que não está no retrato”: do mito do descobrimento do Brasil a um novo marco fundatório</a></a></p>
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		<title>BBB 21: Após Gil e Pocah discutirem, expressão &#8216;basculho&#8217; entra no  Trending Topics do Twitter. Você sabe o que significa?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thais Bernardes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Feb 2021 13:14:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[basculho]]></category>
		<category><![CDATA[BBB 21]]></category>
		<category><![CDATA[gil]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na madrugada desta terça-feira (16) Gil e Pocah discutiram no BBB 21 após a brincadeira chamada &#8216;Jogo da Discórdia&#8217;. O doutorando escolheu a cantora como a participante que ele acreditava que não venceria o BBB 21. Ao final do jogo Gil sai da casa e diz que precisa ficar sozinho, mas Pocah insiste em conversar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Na madrugada desta terça-feira (16) Gil e Pocah discutiram no BBB 21 após a brincadeira chamada &#8216;Jogo da Discórdia&#8217;. O doutorando escolheu a cantora como a participante que ele acreditava que não venceria o BBB 21. Ao final do jogo Gil sai da casa e diz que precisa ficar sozinho, mas Pocah insiste em conversar com o pernambucano que dispara: &#8220;Eu não vim do lixo pra perder pra basculho!&#8221;. A funkeira diz que não entendeu o que era, perguntou o que isso significava. Mas Gil não revelou: &#8220;Não interessa!&#8221;</p>



<p>Perguntamos em nosso Twitter @noticiapreta quem poderia explicar o que significava a expressão e os internautas responderam. &#8220;Basculho&#8221; significa a sujeira acumulada que existe no meio do telhado que é tirado na base da vassoura. Outros seguidores disseram que também pode ser sinônimo de lixo.</p>



<p>O significado de Basculho segundo o dicionário Houaiss é &#8220;<em>criada achovalhada, que se atém aos trabalhos mais rudes da casa&#8221; ; &#8220;mulher de baixa extração, de maus aspecto</em>&#8220;.</p>



<p>O jornalista Thiago Augustto, que é pernambucano, explica a origem histórica do termo: &#8221;<em>Basculho aqui pra gente é como se fosse o lixo do lixo. É o que sobra do lixo. Esse termo surgiu na época da ocupação espanhola em território nordestino. É a junção da palavra &#8221;basura&#8221;, que significa lixo, com o termo entulho, que é um monte de objetos ocupando um lugar que não deveria</em>&#8221;</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-rich is-provider-twitter wp-block-embed-twitter"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="pt" dir="ltr">Aqui em Recife é igual a lixo/tralha</p>&mdash; Raquel Vasconcelos (@euraquel31) <a href="https://twitter.com/euraquel31/status/1361534941096468481?ref_src=twsrc%5Etfw">February 16, 2021</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>
</div></figure>



<figure class="wp-block-embed is-type-rich is-provider-twitter wp-block-embed-twitter"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="qme" dir="ltr"> <a href="https://t.co/YpoHH9dD2U">pic.twitter.com/YpoHH9dD2U</a></p>&mdash; Caio Azeredo 🇵🇸 (@caiosiaz) <a href="https://twitter.com/caiosiaz/status/1361533669597446146?ref_src=twsrc%5Etfw">February 16, 2021</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>
</div></figure>



<p>Assim que acabou a discussão dos brothers a palavra &#8216;basculho&#8217; já estava na terceira posição do <em>Trending Topics</em> do Twitter.</p>
<p>O post <a href="https://noticiapreta.com.br/bbb-21-apos-gil-e-pocah-discutirem-expressao-basculho-entra-no-trending-topics-do-twitter-voce-sabe-o-que-significa/">BBB 21: Após Gil e Pocah discutirem, expressão &#8216;basculho&#8217; entra no  Trending Topics do Twitter. Você sabe o que significa?</a> apareceu primeiro em <a href="https://noticiapreta.com.br">Noticia Preta - NP</a>.</p>
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		<title>Ciclo de palestras aborda a história da música negra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fernanda De Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Dec 2020 16:15:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com o objetivo promover e fortalecer a importância da música negra, entre os dias 1º e 10 de dezembro, será realizado, de forma virtual, o ciclo de palestras Sons de Diáspora, que vai contar um pouco sobre a história da música negra.&#160; Produzido pela pesquisadora e curadora musical Mila Felix, o evento terá dois momentos: [&#8230;]</p>
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<p>Com o objetivo promover e fortalecer a importância da música negra, entre os dias 1º e 10 de dezembro, será realizado, de forma virtual, o ciclo de palestras Sons de Diáspora, que vai contar um pouco sobre a história da música negra.&nbsp;</p>



<p>Produzido pela pesquisadora e curadora musical Mila Felix, o evento terá dois momentos: na primeira hora da palestra, os participantes poderão conhecer a origem do estilo musical, sua história e artistas que pertencem ao gênero. Após essa primeira inserção, os convidados vão discutir sobre o pertencimento, representatividade e os reflexos sociais, psicológicos no passado, presente e futuro.&nbsp;</p>



<p>Mila Felix, Idealizadora do evento, ressalta a importância do evento e destaca a relevância para a comunidade preta saber da sua história. “Acho importante destacar que essa é uma oportunidade que nós, da comunidade preta, temos de contar e aprender sobre as nossas próprias histórias, registrando e documentando nosso protagonismo dentro dessas e outras manifestações”,&nbsp; comentou.</p>



<p>Os palestrantes do evento serão Tadeu Kaçula, William “Mumu” Silva, Lys Ventura, Fernando Alabê, Márcio Macedo e Carlos Tico.&nbsp; As rodas de conversa vão contar também com a participação de convidados especiais como Claudinha Alexandre, Rogerinho Família, Edson Ikê, Douglas Araujo, Thalma de Freitas, Tarcísio Selektah, Dodo Filosofia, Erick King Poor, Val Benvindo, Harry de Castro, Vania Oliveira, Jaqueline Santos, Oga Mendonça, Sharylaine, Dj Cláudio Costa, Ivisson Ferreira e Marcelo Pinheiro.&nbsp;</p>



<p>O ritmo escolhido para abrir o evento, hoje às 19h, será o samba com palestra de Tadeu Kaçula e participação de Claudinha Alexandre e Rogerinho Família.&nbsp;</p>



<p>Ao longo desses seis dias, o evento irá abordar além do Samba, o Afoxé, o Rap, o Jazz, o Reggae, o Soul, o Sambalanço e o Samba-Rock.</p>



<p><br><strong>SERVIÇO</strong></p>



<p>“Sons de Diáspora”:Histórico Social da Música Negra no Brasil</p>



<p>Data: terças, quartas e quintas, do dia 1º até 10/12</p>



<p>Horário: sempre às 19h</p>



<p>Formato: online</p>



<p>Canal: Transmissão ao vivo no <a href="https://www.facebook.com/sonsdediaspora/">Facebook</a> e <a href="https://www.youtube.com/channel/UC6YOrg-JirXcObwL_ZgjNrA">Youtube</a></p>



<p>Ingresso: Gratuito</p>
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		<title>Morador do Complexo do Alemão lança museu virtual com jovens da comunidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thais Bernardes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Aug 2020 12:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Complexo do Alemão]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação negra]]></category>
		<category><![CDATA[comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[favela]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[museu]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Primeiro projeto autoral do ator e performer Maurício Lima, o Museu dos Meninos, é uma obra transdisciplinar composta por uma série de ações nos campos do audiovisual, performance e artes visuais, que tem como principal ação um museu virtual, com 30 depoimentos de jovens moradores do Complexo do Alemão. Para ter acesso a esse material, [&#8230;]</p>
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<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" data-attachment-id="15178" data-permalink="https://noticiapreta.com.br/museu-dos-meninos_mauricio-em-cena_foto-de-diogo-nascimento_01-jpg-png/" data-orig-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2020/08/Museu-dos-meninos_Mauricio-em-cena_foto-de-Diogo-Nascimento_01.jpg.png-scaled-1.jpg" data-orig-size="2560,1440" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;Saulo Nicolai&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;Canon EOS 60D&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;1576083442&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;50&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;400&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0.02&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="Museu-dos-meninos_Mauricio-em-cena_foto-de-Diogo-Nascimento_01.jpg.png" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2020/08/Museu-dos-meninos_Mauricio-em-cena_foto-de-Diogo-Nascimento_01.jpg.png-scaled-1-300x169.jpg" data-large-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2020/08/Museu-dos-meninos_Mauricio-em-cena_foto-de-Diogo-Nascimento_01.jpg.png-scaled-1-1024x576.jpg" src="https://i0.wp.com/noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2020/08/Museu-dos-meninos_Mauricio-em-cena_foto-de-Diogo-Nascimento_01.jpg.png-scaled.jpg?fit=840%2C473&amp;ssl=1" alt="" class="wp-image-15178"/><figcaption><em>Exposição se iniciou em 2019 e se adequou à pandemia &#8211; Foto: Maurício Lima</em></figcaption></figure></div>



<p>Primeiro projeto autoral do ator e performer Maurício Lima, o Museu dos Meninos, é uma obra transdisciplinar composta por uma série de ações nos campos do audiovisual, performance e artes visuais, que tem como principal ação um museu virtual, com 30 depoimentos de jovens moradores do Complexo do Alemão. Para ter acesso a esse material, foi criada uma série de visitas guiadas, totalmente online, ao acervo do museu virtual chamada Arqueologias do Futuro, mediadas pelo ator.</p>



<p>O Museu Virtual, foi lançado em novembro de 2019 e traz em seu acervo três coleções de vídeo-retratos realizados com jovens homens negros, entre 15 e 29 anos, moradores das favelas que compõem o Complexo do Alemão, zona norte do Rio de Janeiro.</p>



<p>Maurício Lima é cria da comunidade e idealizou o Museu dos Meninos com o propósito de criar e preservar memórias para o povo preto e favelado. “No Brasil, o atual estado de exceção que estamos vivendo, causado pela pandemia mundial de coronavírus, associada a um governo ultraconservador, abriu espaço para um aumento da violência policial nas favelas. Além disso, a negligência do estado brasileiro no combate ao coronavírus perpetua o projeto de genocídio da população preta e pobre”, afirma o idealizador do projeto.</p>



<p><strong>Dinâmica das visitas</strong></p>



<p>As visitas guiadas convidam artistas, pensadores, políticos e ativistas negros, nacionais e internacionais, que desenvolvam ações voltadas para a luta antirracista para debater sobre questões relacionadas ao racismo a partir das obras do Museu dos Meninos. Dentre os convidados, há nomes como Djamila Ribeiro, Erica Malunguinho, Black Archives e a deputada portuguesa, Joacine Katar.</p>



<p>A convidada da próxima visita guiada será Djamila Ribeiro, filósofa, escritora, ativista, colunista, pesquisadora e feminista negra. As visitas ao Museu dos Meninos- Arqueologias do Futuro acontece todas às quartas-feiras de agosto e setembro a partir das 15h pela plataforma Zoom.</p>
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		<title>Marco da história negra do Brasil, o Cais do Valongo sofre alagamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Louise Freire]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2020 22:36:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cais do Valongo]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[monumento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Desde a última semana, o Cais do Valongo, na Zona Portuária do Rio de Janeiro, está inundado. Segundo representantes da Prefeitura do Rio o alagamento ocorreu porque peças da bomba de sucção da água do mar teriam sido furtadas por usuários de drogas da região. Tombado como patrimônio cultural mundial da humanidade, pela Organização das [&#8230;]</p>
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<p>Desde a última semana, o Cais do Valongo, na Zona Portuária do Rio de Janeiro, está inundado. Segundo representantes da Prefeitura do Rio o alagamento ocorreu porque peças da bomba de sucção da água do mar teriam sido furtadas por usuários de drogas da região. Tombado como patrimônio cultural mundial da humanidade, pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), o sítio arqueológico é um símbolo do período da escravidão no Brasil.</p>



<p>O Cais do Valongo foi desencavado em 2011, durantes obras de revitalização da cidade. Historiadores acreditam que a construção data de 1811. A região era o ponto de desembarque dos milhares de negros trazidos do continente africano para serem escravizados nos Brasil. De acordo com as normas do Guia para a Implementação da Convenção do Patrimônio Mundial, da UNESCO, compete ao Estado a preservação dos bens culturais e naturais em seu território.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1899" height="1266" data-attachment-id="14711" data-permalink="https://noticiapreta.com.br/foto-2-6/" data-orig-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Foto-2.jpg" data-orig-size="1899,1266" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;10&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;OHLiberal&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;NIKON D3X&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;1498580235&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;IPHAN&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;55&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;800&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0.05&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="Foto-2" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Foto-2-300x200.jpg" data-large-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Foto-2-1024x683.jpg" src="https://i0.wp.com/noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Foto-2.jpg?fit=840%2C560&amp;ssl=1" alt="" class="wp-image-14711" srcset="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Foto-2.jpg 1899w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Foto-2-300x200.jpg 300w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Foto-2-1024x683.jpg 1024w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Foto-2-768x512.jpg 768w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Foto-2-1536x1024.jpg 1536w" sizes="(max-width: 1899px) 100vw, 1899px" /><figcaption>Peças da bomba de sucção da água do mar teriam sido furtadas.&nbsp;IPHAN/ Oscar Liberal</figcaption></figure>



<p>“A fim de assegurar proteção e conservação eficazes e valorizar de forma ativa o patrimônio cultural e natural situado em seu território e em condições adequadas aos países, cada Estado-parte empenhar-se-á em: desenvolver estudos, pesquisas científicas e técnicas e aperfeiçoar os métodos de intervenção que permitam ao Estado enfrentar os perigos ao patrimônio cultural ou natural; tomar as medidas jurídicas, científicas, técnicas, administrativas e financeiras cabíveis para identificar, proteger, conservar, valorizar e reabilitar o patrimônio”, diz o Artigo 5° do Guia Unesco<br><br>Funcionários da prefeitura estão no local fazendo a drenagem. Em nota, a Secretaria Municipal de Infraestrutura, Habitação e Conservação garantiu que o trabalho será finalizado até o fim desta semana.</p>
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		<title>Alê Santos lança série de podcasts sobre os maiores racistas da história brasileira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thais Bernardes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Apr 2020 15:30:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Ale Santos]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O escritor e colunista Alê Santos lançou, esta semana, uma série especial de podcasts que narra a trajetória de conhecidos personagens brasileiros que, desde o início da República, contribuíram para a disseminação do racismo no país. Políticos, médicos, jornalistas e todo tipo de personalidade intelectual ou influente no país que trabalhou para fundamentar a versão [&#8230;]</p>
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<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><img decoding="async" data-attachment-id="9538" data-permalink="https://noticiapreta.com.br/ale-santos/" data-orig-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Ale-Santos.jpeg" data-orig-size="1280,1280" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="Alê Santos" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Ale-Santos-300x300.jpeg" data-large-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Ale-Santos-1024x1024.jpeg" src="https://i0.wp.com/noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Alê-Santos.jpeg?fit=800%2C800&amp;ssl=1" alt="" class="wp-image-9538" width="482" height="482"/><figcaption><em>A série de podcasts foi lançada na última semana e terá quatro personagens históricos &#8211; Ilustração: Illustradoug/Douglas Lopes</em></figcaption></figure></div>



<p>O escritor e colunista Alê Santos lançou, esta semana, uma série especial de <em>podcasts</em> que narra a trajetória de conhecidos personagens brasileiros que, desde o início da República, contribuíram para a disseminação do racismo no país. Políticos, médicos, jornalistas e todo tipo de personalidade intelectual ou influente no país que trabalhou para fundamentar a versão brasileira do racismo científico. Intitulado “Os Maiores Racistas da História Brasileira”, o autor divide com seus ouvintes fatos e obras escritas por esses personagens.</p>



<p>Para a estreia, Alê apresenta Raimundo Nina Rodrigues, médico legista, antropólogo, psiquiatra forense, ficou conhecido por seus estudos que afirmavam que negros e índios tinham desenvolvimento intelectual e mental inferior aos brancos. “Nina Rodrigues foi um dos pais do racismo brasileiro. A ideias racistas evoluem academicamente a partir de vários estudos, incluindo os de Nina Rodrigues”, afirma Ale Santos.</p>



<p>Esta primeira temporada terá quatro personagens e, além de Raimundo Nina Rodrigues, o autor adianta que Monteiro Lobato também estará no podcast. Quando questionado qual personagem o teria mais abalado, Alê cita o autor do Sítio do Picapau Amarelo. “Eu morei em Taubaté- cidade onde Lobato nasceu- e a cidade até hoje idolatra ele. As escolas municipais estudam ele e reproduzem tudo para crianças. Eu senti na pele os efeitos do seu racismo,” afirma Santos.</p>



<p><strong>Periodicidade</strong></p>



<p>Toda quarta-feira, um novo episódio será lançado e o primeiro da série sobre Raimundo Nina Rodrigues já está disponível nas plataformas digitais. Os episódios especiais fazem parte do Infiltrados No Cast, um podcast de discussões políticas, sociais e culturais que traz pensadores negros para dentro dos maiores debates da sociedade. “Vamos analisar as maiores polêmicas da sociedade relevando o contexto histórico do país e considerando os pontos de vistas que ficam de fora do convencional”, finalizou Alê Santos que é colunista, escritor e autor do livro Rastros de Resistência.<br></p>
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		<title>A Ditadura era racista</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Apr 2020 02:37:34 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[história]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Artigo do historiador Jorge Santana Descomemoramos mais um aniversário de uma página infeliz da nossa história. O golpe civil-militar de 1964.  Infelizmente essa data é ainda comemorada pelo alto escalão do ministério da defesa, pelo vice-presidente , pelo déspota que veste a faixa presidencial e  por muitos saudosistas de extrema-direita. Insistem na tese de aquele movimento ilegal [&#8230;]</p>
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<p style="text-align:right"><em>Artigo do historiador Jorge Santana</em><br></p>



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<p>Descomemoramos mais um aniversário de uma página infeliz da nossa história. O golpe civil-militar de 1964.  Infelizmente essa data é ainda comemorada pelo alto escalão do ministério da defesa, pelo vice-presidente , pelo déspota que veste a faixa presidencial e  por muitos saudosistas de extrema-direita. Insistem na tese de aquele movimento ilegal o qual enterrou a democracia por 21 com pá cal  produziu  alguma coisa de positivo, ledo engano.</p>



<p> Existe um senso comum o qual compreende a perseguição estatal brasileira no período de 1964 até 1985 só foi contra os opositores, críticos, comunistas, artistas, e setores da classe média.  A perseguição e repressão conduzida pelos órgãos como DOPS, SNI e Doi-Codi  também atingiu o movimento negro como as manifestações culturais afro-brasileiras. E não podemos deixar de lembrar a proibição de se falar em racismo nos anos de chumbo, conjuntamente com o culto ao mito das três raças em harmonia.</p>



<p>Como  descreve  muito bem , o historiador Diego Dezidério o Teatro Experimental do Negro, fundado por Abdias Nascimento  teve sua derrocada na ditadura. Um dos mais potentes de instrumento de combate ao racismo o TEN foi desmantelado. Os militantes foram  perseguidos e sofriam acusação de criarem problemas para nação. Para os donos do poder, falar em racismo era criar um problema que nunca existiu nessas terras.  O TEN acabou devido a repressão estatal e Abdias foi para o exílio.</p>



<p>O movimento Black Power que balançou os jovens  negros nos anos 70, não passou ileso a repressão verde oliva. A Comissão da Verdade do Rio de Janeiro encontrou e analisou documentos os quais apontam para o medo da organização nesses eventos culturais. Organizadores e responsáveis pelas festas foram investigados, fichados e interrogados. Os meganhas da repressão consideravam  que aquelas reuniões musicais buscavam promover o preconceito racial e o desentendimento a comunidade brasileira.</p>



<p>O samba também  foi vítima da repressão, não o samba como um todo. E sim, o samba o qual denunciava o racismo e a “questão negra” no Brasil. Um samba em homenagem ao patrono do choro, Mestre Pixinguinha foi censurado. Os versos exaltavam Pixinguinha, mas a justificativa dos censores era que: “ o conteúdo lembra a situação social do negro em nossa história: racismo”.   Na Bahia, na Roma negra,  o Movimento Negro de Salvador também foi monitorado e  vigiado pelos  órgãos de repressão.</p>



<p> Nessa data, precisamos pensar como 21  anos sem falar de racismo foram fundamentais para ainda hoje sermos uma sociedade racista. E ao mesmo tempo refletir sobre quais foram os nossos que morreram, foram presos ou perseguidos por denunciarem o racismo vigente no Brasil. Revisitar a memória destes que não recuaram diante do risco a vida por lutar contra o absurdo, é apontar para o legado dessas mulheres e desses homens.<br></p>
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