Lula amplia em 290% verba para cursinhos populares e destina R$ 290 milhões ao programa

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a lei torna obrigatória a coleta de material biológico (DNA) de condenados e investigados por crimes contra a dignidade sexual, para identificação do perfil genético. Foto: Palácio do Planalto/Flickr

O governo federal anunciou a ampliação do investimento na Rede de Cursinhos Populares, com aumento de aproximadamente 290% nos recursos destinados ao programa. A iniciativa passa a prever R$ 290 milhões para 2026, com atendimento a 800 unidades em todo o país.

O anúncio foi feito pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pelo ministro da Educação, Camilo Santana, durante evento realizado no Sambódromo do Anhembi, em São Paulo. O planejamento anterior previa apoio a 384 cursinhos, com orçamento de R$ 74,4 milhões.

Os recursos serão utilizados para pagamento de bolsas, compra de material escolar e contratação de professores. O objetivo é ampliar o acesso de estudantes de baixa renda ao ensino superior por meio do fortalecimento de iniciativas já existentes.

O anúncio foi feito pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pelo ministro da Educação, Camilo Santana em evento – Foto: Palácio do Planalto/Flickr.

Durante o evento, Lula afirmou: “É só querer, é só teimar, é só persistir, porque não há fronteira, não há muro, não há cerca quando a gente tem um governo que abre as portas e abre os passos para que vocês coloquem para fora aquilo que vocês querem ser. O que nós fizemos foi apenas dar oportunidade”.

O Ministério da Educação também instituiu a Escola Nacional de Hip-Hop, com investimento de R$ 50 milhões para o período de 2026 a 2027. A proposta prevê a inclusão de elementos da cultura hip-hop na formação educacional e está alinhada à Lei nº 10.639/2003, que estabelece o ensino da história e da cultura afro-brasileira.

O evento também apresentou dados sobre programas de acesso ao ensino superior. O Sistema de Seleção Unificada registrou 136 instituições participantes e 271 mil aprovados em 2026. O Prouni ofertou 594,5 mil bolsas no primeiro semestre, com mais de 65% destinadas a estudantes pretos, pardos ou indígenas.

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Thayan Mina

Thayan Mina

Jornalista pela Faculdade de Comunicação (FCS) da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj). Atualmente mestrando pelo PPGCOM da Escola de Comunicação (ECO) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). É músico e sambista.

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