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	<title>Arquivos Ale Santos - Noticia Preta - NP</title>
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	<description>Jornalismo Antirracista</description>
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	<title>Arquivos Ale Santos - Noticia Preta - NP</title>
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		<title>Alê Santos lança série de podcasts sobre os maiores racistas da história brasileira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thais Bernardes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Apr 2020 15:30:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Ale Santos]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O escritor e colunista Alê Santos lançou, esta semana, uma série especial de podcasts que narra a trajetória de conhecidos personagens brasileiros que, desde o início da República, contribuíram para a disseminação do racismo no país. Políticos, médicos, jornalistas e todo tipo de personalidade intelectual ou influente no país que trabalhou para fundamentar a versão [&#8230;]</p>
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<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" data-attachment-id="9538" data-permalink="https://noticiapreta.com.br/ale-santos/" data-orig-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Ale-Santos.jpeg" data-orig-size="1280,1280" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="Alê Santos" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Ale-Santos-300x300.jpeg" data-large-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Ale-Santos-1024x1024.jpeg" src="https://i0.wp.com/noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Alê-Santos.jpeg?fit=800%2C800&amp;ssl=1" alt="" class="wp-image-9538" width="482" height="482"/><figcaption><em>A série de podcasts foi lançada na última semana e terá quatro personagens históricos &#8211; Ilustração: Illustradoug/Douglas Lopes</em></figcaption></figure></div>



<p>O escritor e colunista Alê Santos lançou, esta semana, uma série especial de <em>podcasts</em> que narra a trajetória de conhecidos personagens brasileiros que, desde o início da República, contribuíram para a disseminação do racismo no país. Políticos, médicos, jornalistas e todo tipo de personalidade intelectual ou influente no país que trabalhou para fundamentar a versão brasileira do racismo científico. Intitulado “Os Maiores Racistas da História Brasileira”, o autor divide com seus ouvintes fatos e obras escritas por esses personagens.</p>



<p>Para a estreia, Alê apresenta Raimundo Nina Rodrigues, médico legista, antropólogo, psiquiatra forense, ficou conhecido por seus estudos que afirmavam que negros e índios tinham desenvolvimento intelectual e mental inferior aos brancos. “Nina Rodrigues foi um dos pais do racismo brasileiro. A ideias racistas evoluem academicamente a partir de vários estudos, incluindo os de Nina Rodrigues”, afirma Ale Santos.</p>



<p>Esta primeira temporada terá quatro personagens e, além de Raimundo Nina Rodrigues, o autor adianta que Monteiro Lobato também estará no podcast. Quando questionado qual personagem o teria mais abalado, Alê cita o autor do Sítio do Picapau Amarelo. “Eu morei em Taubaté- cidade onde Lobato nasceu- e a cidade até hoje idolatra ele. As escolas municipais estudam ele e reproduzem tudo para crianças. Eu senti na pele os efeitos do seu racismo,” afirma Santos.</p>



<p><strong>Periodicidade</strong></p>



<p>Toda quarta-feira, um novo episódio será lançado e o primeiro da série sobre Raimundo Nina Rodrigues já está disponível nas plataformas digitais. Os episódios especiais fazem parte do Infiltrados No Cast, um podcast de discussões políticas, sociais e culturais que traz pensadores negros para dentro dos maiores debates da sociedade. “Vamos analisar as maiores polêmicas da sociedade relevando o contexto histórico do país e considerando os pontos de vistas que ficam de fora do convencional”, finalizou Alê Santos que é colunista, escritor e autor do livro Rastros de Resistência.<br></p>
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		<title>Alê Santos chama atenção para aprofundamento da pesquisa para o livro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lídia Michelle Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Nov 2019 10:05:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Ale Santos]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Publicitário de formação, Alê Santos mergulhou de cabeça no processo de pesquisa para fazer seu primeiro livro Rastros de resistência, que é baseado nas threads* publicadas por ele no Twitter. O resultado é uma obra de 136 páginas que traz um conteúdo de relevância histórica importante para a construção da identidade brasileira.&#160;O sucesso é tão [&#8230;]</p>
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<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" width="600" height="601" data-attachment-id="7074" data-permalink="https://noticiapreta.com.br/ale_santos1/" data-orig-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2019/11/ale_santos1.jpg" data-orig-size="600,601" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="ale_santos1" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2019/11/ale_santos1-300x300.jpg" data-large-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2019/11/ale_santos1.jpg" src="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2019/11/ale_santos1.jpg" alt="" class="wp-image-7074" srcset="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2019/11/ale_santos1.jpg 600w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2019/11/ale_santos1-300x300.jpg 300w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2019/11/ale_santos1-150x150.jpg 150w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2019/11/ale_santos1-65x65.jpg 65w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></figure>



<p>Publicitário de formação, Alê Santos mergulhou de cabeça no processo de pesquisa para fazer seu primeiro livro <em>Rastros de resistência</em>, que é baseado nas threads* publicadas por ele no Twitter. O resultado é uma obra de 136 páginas que traz um conteúdo de relevância histórica importante para a construção da identidade brasileira.&nbsp;O sucesso é tão grande que já está sendo feita a segunda tiragem.<br></p>



<p>“O meu livro é baseado nas minha threads, mas quando eu escrevo para o twitter é mais entretenimento do que literatura, não tem espaço para explicar muitas coisas, é mais para provocar um conhecimento histórico. Na literatura, não. Eu tenho que explicar, trazer referência bibliográfica, e a editora confrontou muito com isso”, comenta Alê, que já escreveu para um blog sobre games e sobre moda antes de enveredar pelos 140 caracteres.<br></p>



<p>“Nós fizemos quatro ou cinco revisões, teve uma revisão histórica muito apurada. A minha bibliografia ia aumentando exponencialmente a medida que a gente revisava, confrontando as datas. Quem me acompanha pelas threads vai encontrar várias informações revisadas, editadas ou cortadas. Fora a revisão gramatical”.<br></p>



<p>Saber aliar informação com as ferramentas disponíveis pelo Twitter fez com que @Savagefiction conquistasse não só quase cem mil seguidores, como também o coração dois dos fundadores da rede social, Jack e Biz Stone, que vieram ao Brasil para um painel sobre a empresa. O trabalho de Alê Santos, para ele, é uma referência em produção de conteúdo na plataforma. </p>



<p>Tal façanha fez com que a responsabilidade sobre as publicações aumentasse, por causa da repercussão que causava. Nada que assuste o publicitário, que começa a colher os louros de uma dedicação que começou em 2009.<br></p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" width="601" height="600" data-attachment-id="7075" data-permalink="https://noticiapreta.com.br/ale_santos_donos_twitter/" data-orig-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2019/11/ale_santos_donos_twitter.jpg" data-orig-size="601,600" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="ale_santos_donos_twitter" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2019/11/ale_santos_donos_twitter-300x300.jpg" data-large-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2019/11/ale_santos_donos_twitter.jpg" src="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2019/11/ale_santos_donos_twitter.jpg" alt="" class="wp-image-7075" srcset="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2019/11/ale_santos_donos_twitter.jpg 601w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2019/11/ale_santos_donos_twitter-300x300.jpg 300w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2019/11/ale_santos_donos_twitter-150x150.jpg 150w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2019/11/ale_santos_donos_twitter-65x65.jpg 65w" sizes="(max-width: 601px) 100vw, 601px" /><figcaption>Alê Santos e os fundadores do Twitter</figcaption></figure>



<p class="has-text-color has-luminous-vivid-orange-color"><strong>Notícia Preta:</strong> Como é para você ocupar um lugar tão importante nessa rede social, a ponto de ser conhecido e reconhecido pelos criadores da plataforma?<br></p>



<p><strong>Alê Santos:</strong> É uma responsabilidade ocupar um lugar. Não sei se todos têm essa percepção, mas eu tenho a percepção do impacto das coisa que falo e de como escrevo no meu perfil. Muita gente usa como referência, toma como verdade, e muita gente se apoia na minha rede, vem falar comigo de como aquilo tem impactado na vida deles. E cada vez que alguém me conta como minhas histórias impactaram na vida íntima e a sua intelectualidade, me dá mais noção que eu preciso entender mais o impacto que eu faço nas pessoas. Eu tenho essa sensação, fazer uma comunicação não violenta, que é empática, que acredita na transformação social, do indivíduo, todas essas virtudes.<br></p>



<p class="has-text-color has-luminous-vivid-orange-color"><strong>Notícia Preta:</strong> Como você ver o Black Twitter?<br></p>



<p><strong>Alê Santos:</strong> Não acho que exista mais o Black Twitter, nem como intenção nem como grupo. Eu sei que existem vários negros influentes atuando ali, além dos jornalistas negros, assim como vocês (Notícia Preta), mas não sei se existe um grupo, são vários. Assim como o movimento negro é formado por várias vertentes, várias perspectivas &#8211; você tem a galera negra que é mais comunista, outra que é mais ligada ao capital, outra que é ligada a correria da música etc. Tem um universo muito grande de uma galera preta que tem a possibilidade de coexistir, mas a gente ainda não está organizado nem olhando para uma coisa só ou colaborando um com o outro para que a gente possa expandir ou potencializar o poder comunicacional de toda a comunidade negra.<br></p>



<p class="has-text-color has-luminous-vivid-orange-color"><strong>Notícia Preta:</strong> Como usar a representatividade como alavanca para ocupar espaço de poder?<br></p>



<p><strong>Alê Santos:</strong> Alcançar a representatividade no Twitter mudou a minha vida, não quer dizer que 90 mil seguidores signifique 90 mil Reais na minha conta. Isso está muito longe de acontecer, mas o que mudou foi a perspectiva, toda vez que eu escrevo são pessoas que me dão novas oportunidades; esses acessos me dão novas perspectivas, como escrever o livro, sites importantes, dar palestras, viajar o Brasil&#8230; Eu viajei no último ano mais do que imaginei que viajaria a minha vida inteira por conta da minha atuação na plataforma. Essa expansão de perspetiva é o que mantém a mesma correria de pagar as contas. Eu sou do interior, um mundo pequeno para quem é da área de comunicação e escritor, essa movimentação foi uma revolução para mim.<br></p>



<p>Representatividade por si só não faz diferença, tem muito influenciador negro que tem representatividade, mas que uma hora ou outra some porque não paga as contas, não muda o seu mundo individual&#8230; Você precisa transformar representatividade em oportunidade sólida, isso é um desafio para todo mundo que eu conheço. Expandir a nossa atuação não só na plataforma, acessar as oportunidades na TV, no entretenimento, no local de trabalho, mesmo que seja empresa, para poder entrar e incluir mais pessoas também.<br></p>



<p>A gente vive num mundo que sempre tentou silenciar as vozes negras, porque os movimentos negros estão há séculos gritando mas eram suprimidas pelos grandes veículos de comunicação. Hoje nós temos a oportunidade de gritar igual ou mais alto que os grandes veículos de comunicação, e podemos utilizar essas redes que nos ajudam a potencializar voz, mostrar o que não estão vendo, nossas lutas e ideias, acontecimentos da nossa vida para, quem sabe, sensibilizar quem não está com as pautas negras.</p>



<p>*Sequências de posts usadas para contar uma história e construir uma narrativa. A estratégia é muito utilizada pelo fato da plataforma limitar o número de caracteres por publicação.<br></p>
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		<title>Alê Santos transforma posts no Twitter em obra literária e em podcast</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lídia Michelle Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Mar 2019 20:21:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[Ale Santos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Twitter ficou pequeno para o tamanho do conhecimento de Alê Santos, &#160;tanto que o pesquisador, que ficou famoso por escrever sequências de posts explicando fatos históricos dos negros na diáspora, abriu asas e está alçando voos maiores. Além de lançar a pré-venda para o seu primeiro livro que se chamará Rastros da Resistência, pela [&#8230;]</p>
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<p>O Twitter ficou pequeno para o tamanho do conhecimento de Alê Santos, &nbsp;tanto que o pesquisador, que ficou famoso por escrever sequências de posts explicando fatos históricos dos negros na diáspora, abriu asas e está alçando voos maiores. Além de lançar a pré-venda para o seu primeiro livro que se chamará Rastros da Resistência, pela editora &nbsp;</p>



<p>Panda Books, e trará muito do conteúdo compartilhado na rede social, só que com mais profundidade e referência bibliográfica completa, o autor também está lançando um podcast chamado Raízes Negras, que vai trazer as narrativas de personagens negros importantes com algumas dramatizações dos fatos.<br></p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img decoding="async" width="714" height="714" data-attachment-id="3001" data-permalink="https://noticiapreta.com.br/img-20190315-wa0002/" data-orig-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2019/03/IMG-20190315-WA0002.jpg" data-orig-size="714,714" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="Alê Santos transforma posts no Twitter em obra literária e em podcast" data-image-description="" data-image-caption="&lt;p&gt;Alê Santos transforma posts no Twitter em obra literária e em podcast&lt;/p&gt;
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</figcaption></figure></div>



<p>A expectativa pela obra, que foi anunciada há algum tempo, era tão grande que em poucas horas a primeira “recompensa” para quem adquirir um exemplar na pré-venda já estava esgotada.<br></p>



<p>“Tô muito feliz com o resultado. Tivemos que aumentar a recompensa de autógrafos de 100 para 250 cópias. Acredito que ainda haverá um novo gás na campanha quando divulgarmos o projeto visual, que vai ficar absurdamente lindo”, entrega o autor.<br></p>



<p>No site criado para a pré-venda, Alê fala um pouco sobre o processo de escrita:“Eu me dediquei ao máximo para que minha visão sobre essas histórias contribua para a reconstrução do imaginário popular brasileiro que recai sobre o povo preto carregado de estereótipos raciais. Eu acredito no poder que o imaginário tem para consolidar nossa &nbsp;</p>



<p>realidade. Yuval Harari chama isso de realidade imaginada: ‘Uma realidade imaginada é algo em que todo mundo acredita e, enquanto essa crença partilhada persiste, a realidade imaginada exerce influência no mundo’.<br></p>



<p class="has-text-color has-luminous-vivid-orange-color">Nas ondas da internet<br></p>



<p>Ainda em 2019, o escrito contará suas narrativas também em podcasts. Lançado essa semana, Raízes negras (<a href="https://raizesnegras.com.br/">https://raizesnegras.com.br/</a>) ainda não tem data definida de estreia, mas já possível fazer a assinatura pelo Spotify ou iTunes.<br></p>



<p>“A Estalo Podcast tem um trabalho bem bacana e me procurou com a ideia de adaptar as histórias que eu conto no twitter para o podcast. Eu estou trabalhando com ele desde o começo do ano, pensando em coisas que poderia escrever, porque não posso reproduzir as histórias do livro em outra mídia”, conta Alê Santos.<br></p>



<p>A primeira temporada terá 20 episódios e o roteiro e gravação do primeiro episódio estão a pleno vapor: “Eles serão dramatizados por atores, haverá interpretação de alguns personagens, vai ser um formato de áudio e drama”.<br></p>



<p class="has-text-color has-luminous-vivid-orange-color">Serviço:</p>



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		<title>Ale Santos: a história do povo negro no Twitter</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fernanda Batista]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Dec 2018 21:13:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Ale Santos]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[povo negro]]></category>
		<category><![CDATA[savagefiction]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ensino da história e cultura afro-brasileira é obrigatório pela Lei 10.639/03 em todas as escolas, públicas e particulares, do ensino fundamental até o ensino médio. O Brasil tem a maior população de origem africana fora da África, sendo diretamente influenciado por esse continente em suas culturas e religiões. A história da África não se [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://noticiapreta.com.br/ale-santos-a-historia-do-povo-negro-no-twitter/">Ale Santos: a história do povo negro no Twitter</a> apareceu primeiro em <a href="https://noticiapreta.com.br">Noticia Preta - NP</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O ensino da história e cultura afro-brasileira é obrigatório pela Lei 10.639/03 em todas as escolas, públicas e particulares, do ensino fundamental até o ensino médio. O Brasil tem a maior população de origem africana fora da África, sendo diretamente influenciado por esse continente em suas culturas e religiões. A história da África não se resume ao tráfico negreiro que aprendemos na escola, que sequestrou cerca de 4 milhões de pessoas que aqui aportaram ao longo de 300 anos. Quantos personagens negros, incluindo os literários, vem a nossa lembrança?</p>
<p style="text-align: justify;">Movido pelo sentimento de exclusão, o pesquisador Ale Santos (@Savagefiction) começou a contar, a partir de threads (recurso no Twitter no qual é possível conectar diversos tweets em sequência), histórias do povo negro que geralmente são esquecidas e não ganham espaço – seja nas próprias escolas ou na grande mídia. “Eu não me enxergava em qualquer programa de TV, filme ou desenho animado. Mas encontrei nos livros da biblioteca velha da escola pública algumas coisas que me interessaram e que abriram portas para mundos desconhecidos por mim. Desde então eu desenvolvi esse tipo de sentido para encontrar histórias novas”, conta Ale quando perguntado sobre a origem da sua vontade em tornar de mais fácil acesso tais histórias.</p>
<p><div style="width: 533px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="" src="https://img.buzzfeed.com/buzzfeed-static/static/2018-07/26/13/asset/buzzfeed-prod-web-03/sub-buzz-30945-1532625686-9.jpg?downsize=700:*&amp;output-format=auto&amp;output-quality=auto" alt="" width="523" height="392" /><p class="wp-caption-text"><span style="font-size: 12px;">Reprodução: Instagram </span></p></div></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Além de pesquisador, Ale é autor de cultura afroamericana. Colunista na Vice, escritor no Muito Interessante, já colaborou com The Intercept Brasil e Super Interessante. E ainda encontra tempo para palestrar em eventos internacionais, sendo consultor de gamificação para startups. Entre seu extenso currículo, as suas narrativas no Twitter encontram o espaço para já terem alcançado mais de 5 milhões de visualizações: “Quando fiz a primeira thread meu objetivo era só escrever despretensiosamente. Não pensei em nada, apenas queria contar para alguém uma visão minha de uma história”. Através dos retweets, as visões e histórias de Ale foram se tornando populares: “Na terceira thread eu atingi 1 milhão de visualizações em apenas 1 tweet, ganhei vários seguidores e, claro, gostei dessa sensação. Comecei a me dedicar a trazer mais histórias como essa”, conta.</p>
<blockquote><p><strong>“Hoje eu tenho um objetivo claro, eu quero ajudar a reconstruir o imaginário popular  destruindo os estereótipos racistas e trazendo informação para o máximo de pessoas que eu puder atingir.” </strong></p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">A primeira thread que bombou foi sobre o holocausto negro no Congo, promovido pelo rei belga Leopoldo II, no começo do século 20.  A ordem do rei belga era lucrar muito com pouco investimento, e isso significava não se preocupar com a folha de pagamento. Muitos oficiais belgas foram enviados ao Congo, após previamente estudarem um “Manual”, onde se ensinavam as “técnicas” de como subjugar o povo. No dizer do próprio autor, “poucas vezes a história nos oferece uma chance como essa de ver instruções detalhadas de como executar um regime de terror”. No livro “O Fantasma do Rei Leopoldo”, do autor Adam Hochschild, pode-se observar uma fotografia onde um oficial belga exibe o seu “jardim de crânios”, que consistia em uma cerca ao redor de sua casa, toda construída com cabeças africanas decepadas.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true">
<p lang="pt" dir="ltr">Se um homem não pudesse mais trabalhar ou fosse decidido que ele perdesse as duas mãos ou pés, quem teria seus membros retirados era sua mulher e filhos &#8211; as vezes elas eram sequestradas também para exigirem gado como pagamento além do trabalho <a href="https://t.co/6jbo27gk3G">pic.twitter.com/6jbo27gk3G</a></p>
<p>&mdash; Ale Santos (@Savagefiction) <a href="https://twitter.com/Savagefiction/status/1004778159307403265?ref_src=twsrc%5Etfw">June 7, 2018</a></p></blockquote>
<p><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p style="text-align: justify;">Para Ale, o Brasil passa por uma alternância da consciência para uma aproximação da consciência racial. Manifestações contra o whitewashing (termo que significa embranquecimento, principalmente na indústria cinematográfica, de personagens fictícios ou históricos) se tornaram mais comuns e ganharam maior destaque. Em 2017, pela primeira vez, a busca por cabelos cacheados ultrapassou a por cabelos lisos no Google. Nomes como o de Lázaro Ramos atingiram maior sucesso. Porém, casos lamentáveis ainda são destaque em nosso país, como o recente vídeo do estudante de Direito Pedro Bellintani, que gravou em seu carro em 28 de outubro, quando seguia para votar no segundo turno das eleições, ameaçando: ‘a negrada vai morrer’.</p>
<p style="text-align: justify;">Ale se denomina como um negro de pele clara com traços negróides fortes (como seu cabelo e boca), o que foi alvo de ataques em sua infância. Ainda hoje, passa por situações de racismo: “Hoje o estigma do suspeito ainda me atinge, não consigo passar em um shopping sozinho sem ser perseguido. Quanto mais caro é o shopping, mais intenso é. Meses atrás marquei um encontro com o Erick Krominski em São Paulo, sentei para tomar um café enquanto ele não chegava e o segurança se posicionou ao meu lado, porque eu estava no celular tuitando.”</p>
<p style="text-align: justify;">Felizmente, além do apoio de seus seguidores comuns, Ale também ganhou o reconhecimento de nomes famosos, como Emicida, Rashid e Marcelo D2.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true">
<p lang="pt" dir="ltr">Tá maluco &#8230; precisamos de vc!</p>
<p>&mdash; Marcelo D2 (@Marcelodedois) <a href="https://twitter.com/Marcelodedois/status/1062359842634059777?ref_src=twsrc%5Etfw">November 13, 2018</a></p></blockquote>
<p><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>https://twitter.com/emicida/status/1052284458886488064</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;"><span style="font-size: 20px;"><strong>Importância da representatividade negra</strong></span></h2>
<p style="text-align: justify;">“Eu vejo que trazer uma visão afrocentrada das nossas histórias correspondem a essa necessidade de se enxergar através do interlocutor. Uma busca pela empatia com quem está produzindo o conteúdo e quando esse movimento recebe um suporte histórico e leva novas figuras para a construção da imagem do homem e da mulher negra no Brasil, esse processo de reconhecimento se fortalece.</p>
<p style="text-align: justify;">Infelizmente esses espaços não vão se abrir voluntariamente, temos, nós mesmos, que trabalhar para que isso aconteça. Eu sou o mesmo escritor de alguns anos atrás, já até representei o Brasil em uma antologia mundial de ficção científica, mas nunca acessei as oportunidades que consegui agora, o que mudou? Não foram as oportunidades, mas o meu alcance.</p>
<p style="text-align: justify;">Então é meu papel agora ajudar outros a alcançarem algumas dessas oportunidades e é assim que acredito que vamos melhorar a representatividade: um negro indicando, puxando, convidando e apoiando o outro, pois somos os únicos interessados na mudança desses status social.”</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: 20px;">Critérios</span></strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Ale conta todas as histórias contadas mexem com seu emocional: acredita que se não o comove, não há impacto no alcance. “Eu preciso sentir, raiva, medo, tristeza, coragem, orgulho quando eu escrevo”, diz.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true">
<p lang="pt" dir="ltr">Os danos psicológicos produzidos pelo racismo no povo preto são extremamente poderosos. Muitos são levados para a auto destruição silenciosa de forma desesperada e outros literalmente acabam com sua vida, essa thread é sobre a trágica história de Ota Benga. <a href="https://t.co/tvRKmKtLC6">pic.twitter.com/tvRKmKtLC6</a></p>
<p>&mdash; Ale Santos (@Savagefiction) <a href="https://twitter.com/Savagefiction/status/1021057450785591298?ref_src=twsrc%5Etfw">July 22, 2018</a></p></blockquote>
<p><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, Ale conseguiu um contrato com a editora Panda Books para adaptar suas threads para um livro, processo que já dura alguns meses. No momento, se concentra em estar focado para manter seu trabalho com qualidade e estabelecer oportunidades sólidas para que o mesmo possa ser útil, não apenas para sua própria história de vida, mas para a de outros autores</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://noticiapreta.com.br/ale-santos-a-historia-do-povo-negro-no-twitter/">Ale Santos: a história do povo negro no Twitter</a> apareceu primeiro em <a href="https://noticiapreta.com.br">Noticia Preta - NP</a>.</p>
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