A denúncia foi feira em março de 2025, a filha de 17 anos foi agredida com violência física e verbal constante
Uma mulher de 46 anos foi condenada a cinco anos de prisão em Roraima por agredir e ameaçar a própria filha, de 17 anos. Segundo as investigações durante vários meses, a mulher ofendeu e agrediu a filha por preconceito contra a identidade de gênero e raça da adolescente.
Segundo a Polícia Civil de Roraima, a mãe manteve uma conduta recorrente de violência física e verbal constante
“Em depoimento à polícia, a adolescente relatou ter sido submetida a agressões verbais constantes, com o uso de expressões pejorativas e frases que negavam sua identidade de gênero, como ‘viado’, ‘preto’ e ‘você nunca vai ser mulher’. A própria acusada confirmou, na delegacia, que proferiu os xingamentos, alegando que agia como forma de ‘proteção’ e que buscava ‘despertar a filha para a vida real’”, pontuou o delegado do caso, Matheus Rezende.

Foto: Freepik
Além de ofender a filha, o inquérito detalhou um cenário contínuo de violência doméstica, com diversos episódios de agressões físicas e ameaças graves. Os ataques tinham como alvo a identidade de gênero e a raça da adolescente que é uma mulher preta e transgênero.
A homotransfobia é à discriminação e hostilidade direcionadas a pessoas da comunidade LGBTQIAP+, especialmente em relação à sua orientação sexual e identidade de gênero.
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A denúncia chegou às autoridades em março de 2025 e a condenação aconteceu em dezembro. No entanto, o caso se tornou público na última segunda-feira (12/1).










