Filho de ex-presidente Jair Messias Bolsonaro teve mandato parlamentar cassado no dia 18 de dezembro
Após ter mandado cassado no dia 18 de dezembro, a Polícia Federal (PF) determinou nesta sexta-feira (02) o “retorno imediato” de Eduardo Bolsonaro ao cargo de escrivão, carreira da qual estava afastado para exercer o cargo de deputado federal. O filho do ex-presidente está em território norte-americano desde de março do ano passado e se tornou réu em processo no STF por promover sanções nos EUA contra o Brasil para evitar o julgamento do ex-presidente e seu pai, Jair Messias Bolsonaro.
Em ato declaratório da corporação publicado em Diário Oficial da União a determina “a cessação do afastamento para exercício de mandato eletivo, a partir de 19 de dezembro de 2025”. Eduardo teve mandato cassado após não comparecer às sessões deliberativas da Câmara dos Deputados, o ex-deputado tinha pedido uma licença do mandato parlamentar, que terminou em 21 de julho, mesmo assim Eduardo não retornou a suas atividades na Casa, acumulando um número expressivo de faltas não justificadas em sessões plenárias.

Foto: Lula Marques
Em agosto de 2025, o ex-deputado solicitou à Câmara dos Deputados autorização para exercer seu mandato diretamente dos Estados Unidos, argumentando que durante a pandemia da Covid-19 houve flexibilizações semelhantes no funcionamento da Câmara, e que sua permanência no exterior seria justificada por motivos de segurança jurídica e política. O pedido foi negado.
Na época o parlamentar afirmou estar sofrendo perseguição política e temer ter o passaporte apreendido ou sofrer outras sanções, por isso não retornaria ao Brasil.
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Eduardo Bolsonaro foi eleito pela primeira vez deputado federal do estado de São Paulo, em 2015 e agora deve retornar suas atividades na Polícia Federal, caso não se apresente o filho do ex-presidente Bolsonaro pode ser exonerado da função. Até o momento, Eduardo não se manifestou sobre a decisão









