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	<title>Arquivos sustentabilidade - Noticia Preta - NP</title>
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	<title>Arquivos sustentabilidade - Noticia Preta - NP</title>
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		<title>Mulheres são as que mais se preocupam com atividades sustentáveis, aponta estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Maria Eugênia Melo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Jan 2026 18:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[meiuoambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia Preta]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De acordo com uma pesquisa da Descarbonize Soluções, empresa de soluções enérgicas e sustentáveis, as mulheres são mais propensas a mudar hábitos rumo a uma vida mais sustentável.  Segundo os dados, 52% das mulheres entrevistadas pretendem mudar hábitos para um estilo de vida mais consciente, enquanto que entre os homens esse índice cai para 43%. [&#8230;]</p>
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<p>De acordo com uma pesquisa da Descarbonize Soluções<em>,</em> empresa de soluções enérgicas e sustentáveis, as mulheres são mais propensas a mudar hábitos rumo a uma vida mais sustentável. </p>



<p>Segundo <a href="https://descarbonizesolucoes.com.br/?canal=bcc3a198-a3fb-4928-b625-7ef3141dc522&amp;tagcampanha=google-search-institucional-2&amp;gad_source=1&amp;gad_campaignid=22532306579&amp;gbraid=0AAAAAqdRzuK6jXqfrNlhd2tXOOh_tXu0p&amp;gclid=EAIaIQobChMI5b_R9peOkgMV62hIAB0tIwLQEAAYASAAEgIQIvD_BwE">os dados</a>, 52% das mulheres entrevistadas pretendem mudar hábitos para um estilo de vida mais consciente, enquanto que entre os homens esse índice cai para 43%. Em relação aos riscos climáticos a diferença permanece, 61% das mulheres acreditam que o planeta passará por desastres naturais frequentes e graves nos próximos 20 anos, o número é de 51% entre os homens.</p>



<p>Sobre uma futura escassez, 59% das mulheres esperam falta de água, de alimentos e energia, contra 42% dos homens. Milena Andrade, gerente de marketing da Descarbonize Soluções, explica a ligação das mulheres com os riscos climáticos.&nbsp;</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="896" height="608" data-attachment-id="223181" data-permalink="https://noticiapreta.com.br/mulheres-sao-as-que-mais-se-preocupam-com-atividades-sustentaveis-aponta-estudo/plantio/" data-orig-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2026/01/plantio.png" data-orig-size="896,608" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="plantio" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2026/01/plantio-300x300.png" data-large-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2026/01/plantio-1024x1024.png" src="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2026/01/plantio.png" alt="" class="wp-image-223181" style="width:570px;height:auto" srcset="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2026/01/plantio.png 896w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2026/01/plantio-768x521.png 768w" sizes="(max-width: 896px) 100vw, 896px" /><figcaption class="wp-element-caption">52% das mulheres entrevistadas pretendem mudar hábitos para um estilo de vida mais consciente. Fonte: Pixabay </figcaption></figure></div>


<p><em>“As mulheres têm ocupado lugares que, há alguns anos, eram simplesmente inimagináveis na sociedade. Mas, ainda assim, mantêm um de seus grandes papéis — o do cuidado. São elas que, prioritariamente, tomam conta da família e da gestão doméstica, enquanto buscam a independência financeira e oportunidades no mercado. Não é à toa que muitos lares hoje são administrados puramente por mulheres&#8221; </em>afirma Milena.&nbsp;</p>



<p>Para Náchila Santos, CEO de Estratégias do Grupo <a href="https://ecopower.com.br/?utm_term=energia%20limpa&amp;utm_campaign=CA03_Residencial_Economizar_Awareness_MaxConv_Search_Sintoma_Lead_LP_Permanente&amp;utm_source=adwords&amp;utm_medium=ppc&amp;hsa_acc=1753423797&amp;hsa_cam=20398333372&amp;hsa_grp=160189097025&amp;hsa_ad=695995331919&amp;hsa_src=g&amp;hsa_tgt=kwd-319990172522&amp;hsa_kw=energia%20limpa&amp;hsa_mt=b&amp;hsa_net=adwords&amp;hsa_ver=3&amp;gad_source=1&amp;gad_campaignid=20398333372&amp;gbraid=0AAAAAB7MBqADBAv56Hw9N7ZovKVa14_vh&amp;gclid=EAIaIQobChMIrb3vi5iOkgMVGEVIAB3mCwKeEAAYASAAEgJpGPD_BwE">ECOPOWER Eficiência Energética</a>, a mulher tem uma sensibilidade maior frente à tomada de decisões. <em>&#8220;A mulher naturalmente tem uma sensibilidade maior que o homem. Essa sensibilidade acelera tomadas de decisão que buscam harmonizar da melhor forma seus relacionamentos, seja na família, em seus ciclos de amizades, também no trabalho e por consequência, o meio ambiente &#8220;</em>, diz. </p>



<p>Quando perguntados sobre a atuação das empresas, 36,6% veem o papel das empresas como básicas ou iniciativas pontuais, 23,6% afirmam que as empresas de fato engajaram e para 17,8% as empresas não tiveram compromisso real. A pesquisa ouviu 500 pessoas de todo o país, homens e mulheres a partir de 18 anos de todas as classes sociais.&nbsp;</p>



<p></p>



<p>Leia também: <a href="https://noticiapreta.com.br/tst-homologa-acordo-que-beneficia-960-trabalhadores-da-distribuidora-de-energia-equatorial-goias/">TST homologa acordo que beneficia 960 trabalhadores da distribuidora de energia Equatorial Goiás</a><br></p>
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		<title>Em 40 anos, Amazônia perdeu área de vegetação do tamanho da França</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Sep 2025 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[meioambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foram 52 milhões de hectares entre os anos de 1985 e 2024 Fonte: Agência Brasil A forma como o ser humano ocupou a Amazônia nos últimos 40 anos acelerou a ameaça sobre a capacidade de a maior floresta tropical do mundo contribuir com o equilíbrio do planeta. Uma análise dos dados da série histórica do [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center"><em>Foram 52 milhões de hectares entre os anos de 1985 e 2024</em></p>



<p class="has-text-align-left">Fonte: Agência Brasil</p>



<p class="has-text-align-left">A forma como o ser humano ocupou a Amazônia nos últimos 40 anos acelerou a ameaça sobre a capacidade de a maior floresta tropical do mundo contribuir com o equilíbrio do planeta. Uma análise dos dados da série histórica do Mapbiomas sobre o uso do solo, divulgada nesta segunda-feira (15), revela que entre os anos de 1985 e 2024, o bioma perdeu 52 milhões de hectares de área de vegetação nativa.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1658695&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1658695&amp;o=node"></p>



<p><strong>A área que foi convertida para uso humano no período representa 13% do território ocupado pelo bioma e é equivalente ao tamanho de alguns países, como a França, por exemplo</strong>. Somada ao que já havia sido afetado anteriormente, a Amazônia, em 2024, já havia perdido 18,7% da vegetação nativa, dos quais 15,3% foram ocupados por atividades humanas.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“A Amazônia brasileira está se aproximando da faixa de 20% a 25% prevista pela ciência como o possível ponto de não retorno do bioma, a partir do qual a floresta não consegue mais se sustentar”, alerta o pesquisador do MapBiomas, Bruno Ferreira.</p>
</blockquote>



<p><strong>De acordo com os pesquisadores, chama a atenção a velocidade da conversão da cobertura do solo nos últimos 40 anos, quando ocorreu a supressão de 83% do total da vegetação nativa</strong>. Nesse período, as coberturas verdes deram lugar a diversas atividades como pecuária, agricultura, silvicultura de espécies exóticas e mineração.</p>



<p>As pastagens, por exemplo, ocupavam 12,3 milhões de hectares em 1985 na Amazônia. Em 2024, esse tipo de uso do solo já estava presente em 56,1 milhões de hectares do bioma. A agricultura avançou mais ainda, passando a ocupar área 44 vezes maior que há 40 anos. De 180 mil hectares no início da série histórica, saltou para 7,9 milhões de hectares&nbsp;em 2024.</p>



<p class="has-text-align-left"><strong>Proporcionalmente, a presença da silvicultura no bioma aumentou mais ainda &#8211; 110 vezes, saltando de 3,2 mil hectares para 352 mil hectares no período da série histórica</strong>. A mineração, também segue a curva ascendente, com um salto de 26 mil hectares para 444 mil hectares nas mesmas quatro décadas.</p>



<p class="has-text-align-left"><strong>Moratória da soja</strong></p>



<p>Outro dado que chama a atenção&nbsp;é a presença da lavoura de soja como o principal tipo de cultura no bioma, representando 74,4% de toda a área ocupada pela agricultura da Amazônia, com um total de 5,9 milhões de hectares em 2024. &nbsp;</p>



<p>Na análise sobre a série histórica, os pesquisadores se debruçaram na evolução da lavoura de soja na região a partir da perspectiva da Moratória da Soja, um acordo comercial que proíbe a compra da cultura cultivada em áreas desmatadas no bioma após 2008.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img decoding="async" width="1024" height="613" data-attachment-id="206049" data-permalink="https://noticiapreta.com.br/em-40-anos-amazonia-perdeu-area-de-vegetacao-do-tamanho-da-franca/terra_indigena/" data-orig-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/09/terra_indigena.webp" data-orig-size="1170,700" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="terra_indigena" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/09/terra_indigena-300x179.webp" data-large-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/09/terra_indigena-1024x613.webp" src="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/09/terra_indigena-1024x613.webp" alt="" class="wp-image-206049" style="width:367px;height:auto" srcset="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/09/terra_indigena-1024x613.webp 1024w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/09/terra_indigena-300x179.webp 300w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/09/terra_indigena-768x459.webp 768w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/09/terra_indigena.webp 1170w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>A forma como o ser humano ocupou a Amazônia nos últimos 40 anos acelerou a ameaça sobre a maior floresta tropical do mundo &#8211; Foto: Arquivo/Agência Brasil.</em></figcaption></figure></div>


<p>A maior parte da ocupação do solo pela soja na Amazônia ocorreu após a data limite do acordo comercial, quando 4,3 milhões de hectares&nbsp;passaram a ser utilizados&nbsp;por esse tipo de cultura. De acordo com a análise, apesar do crescimento desse uso do solo, a maior parte 3,8 milhões de hectares de lavoura, cresceu sobre área já convertida anteriormente para pastagem ou outra modalidade de agricultura.</p>



<p><strong>De 2008 a 2024, a conversão de formação florestal diretamente em lavoura de soja foi de 769 mil hectares.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">Secas</h2>



<p>De acordo com o estudo, essas atividades ocuparam o espaço, principalmente de floresta, a vegetação que mais foi suprimida. Em todo o período, foram 49,1 milhões de hectares, quase 95% do total do que foi removido de vegetação nativa.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Já podemos perceber alguns dos impactos dessa perda de cobertura florestal, como nas áreas úmidas do bioma. Os mapas de cobertura e uso da terra na Amazônia mostram que ela está mais seca”, diz Bruno Ferreira.</p>
</blockquote>



<p><strong>A análise dos pesquisadores aponta retração de 2,6 milhões de hectares das superfícies cobertas de água na Amazônia, entre 1985 e 2024</strong>. São florestas e campos alagáveis, apicuns e mangues mais secos, com intensificação na última década, quando foram registrados os oito&nbsp;dos dez&nbsp;anos mais secos do bioma.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Regeneração</h2>



<p>Em 2024, na conta do remanescente de cobertura verde da Amazônia, 2% é de vegetação secundária. O percentual responde por 6,9 milhões de hectares no bioma de área convertida anteriormente, mas que não voltou a ser desmatado e entrou em processo de regeneração.</p>



<p>Esse tipo de vegetação foi menos afetado&nbsp;por desmatamento no último ano, quando 88% do desmatamento no bioma ocorreram&nbsp;em vegetação primeira e 12% representaram&nbsp;supressão de cobertura verde em regeneração.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Medidas</h2>



<p>De acordo com o Ministério do Meio Ambiente, o governo federal tem adotado uma série de medidas para reduzir o desmatamento na Amazônia e outros biomas.&nbsp;</p>



<p>A criação da Comissão Interministerial de Prevenção e Controle do Desmatamento (CIPPCD), em 2024, é uma delas. A comissão reúne 19 ministérios em uma ação integrada, visando coordenar a fiscalização e a implementação de políticas de preservação.&nbsp;</p>



<p>Além disso, o Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), faz monitoramento da região em tempo real, o que pode ter resultado em uma redução de até 45,7% nos alertas de desmatamento entre 2023 e 2024.</p>



<p>Com o apoio do reativado Fundo Amazônia, o governo voltou a financiar projetos estaduais e municipais de preservação e alternativas sustentáveis.&nbsp;</p>



<p>Operações de fiscalização têm sido intensificadas, com novos recursos para aquisição de drones e helicópteros, além de um investimento em 2024 de R$ 318,5 milhões para fortalecer a presença de forças de segurança na Amazônia.</p>



<p class="has-text-align-left">O objetivo do governo é zerar o desmatamento ilegal até 2030, com a meta de reduzir as taxas de destruição da floresta. O combate ao avanço das fronteiras agrícolas e o garimpo ilegal estão entre os principais desafios.<em><br></em></p>



<p>Leia mais notícias por aqui: <a href="https://noticiapreta.com.br/shell-galp-petrobras-alianca-petroleo-africa-impactos/">Gigantes do petróleo firmam aliança para explorar costa africana e reacendem alerta sobre impactos sociais</a><br></p>
<p>O post <a href="https://noticiapreta.com.br/em-40-anos-amazonia-perdeu-area-de-vegetacao-do-tamanho-da-franca/">Em 40 anos, Amazônia perdeu área de vegetação do tamanho da França</a> apareceu primeiro em <a href="https://noticiapreta.com.br">Noticia Preta - NP</a>.</p>
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		<title>11 milhões de pessoas vivem em áreas de conservação no país; 65% são negras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Jul 2025 19:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[ÁREAS DE PRESERVAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cerca de 11,8 milhões de pessoas vivem em áreas de conservação ambiental no país, o que representa 5,82% da população brasileira. O dado inédito faz parte de um suplemento do Censo 2022, divulgado nesta sexta-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).  O instituto identificou que o Brasil tem 2.365 unidades de conservação, sendo 1.138 [&#8230;]</p>
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<p>Cerca de 11,8 milhões de pessoas vivem em áreas de conservação ambiental no país, o que representa 5,82% da população brasileira. O dado inédito faz parte de um suplemento do <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/censo" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Censo 2022</a>, divulgado nesta sexta-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). <img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1650416&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1650416&amp;o=node"></p>



<p>O instituto identificou que o Brasil tem 2.365 unidades de conservação, sendo 1.138 (48,11% delas) habitadas. Em 1.227 não foi identificada a presença de habitantes. Por ser a primeira vez em que o <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/ibge" target="_blank" rel="noreferrer noopener">IBGE</a> coleta os dados, não é possível fazer comparações com censos anteriores.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img decoding="async" width="1170" height="700" data-attachment-id="188879" data-permalink="https://noticiapreta.com.br/11-milhoes-de-pessoas-vivem-em-areas-de-conservacao-no-pais/conservacao-ambiental/" data-orig-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/07/conservacao-ambiental.webp" data-orig-size="1170,700" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="conservação ambiental" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/07/conservacao-ambiental-300x300.webp" data-large-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/07/conservacao-ambiental-1024x1024.webp" src="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/07/conservacao-ambiental.webp" alt="" class="wp-image-188879" style="width:680px;height:auto" srcset="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/07/conservacao-ambiental.webp 1170w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/07/conservacao-ambiental-768x459.webp 768w" sizes="(max-width: 1170px) 100vw, 1170px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil</em></figcaption></figure></div>


<p>As unidades de conservação visitadas pelos recenseadores se dividem entre unidades de proteção integral &#8211; que reúnem áreas como reservas biológica, parques e monumentos naturais – e unidades de uso sustentável &#8211; que congregam regiões como florestas, reservas extrativistas, de fauna e áreas de proteção ambiental (APA).</p>



<p>Do total de unidades, 861 são de proteção integral e 1.504, de uso sustentável. A pesquisa identificou que 98,73% dos moradores se situam nas unidades de uso sustentável.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Características</h2>



<p>Dos quase 12 milhões de moradores dessas áreas de preservação, 9,3 milhões estão em áreas urbanas (78,71%), e 2,5 milhões (21,29%) em regiões rurais. Para efeito de comparação, na população brasileira como um todo são 87,41% em áreas urbanas e 12,59%, rurais.</p>



<p>As áreas de conversação podem ser administradas nas esferas federal, estadual e municipal. O suplemento do Censo 2022 aponta que a maior parte dos moradores dessas áreas, 66,47%, vivem em região de administração estadual; 20,81%, federal; e 10,94%, municipal. As demais são áreas onde a administração é de mais de uma esfera político-administrativa.</p>



<p><strong>Cor ou etnia</strong></p>



<p>O IBGE apresentou uma classificação étnico-racial da população (cor ou raça, pessoas indígenas e pessoas quilombolas) que vive em área de preservação ambiental. O estudo revela que os pardos são mais da metade dos habitantes dessas áreas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Pardos: 51,12%</li>



<li>Brancos: 35,82%</li>



<li>Pretos: 11,92%</li>



<li>Quilombola: 2,39%</li>



<li>Indígena: 1,12%</li>
</ul>



<p>O total supera 100% pois indivíduos que se identificam como indígenas ou quilombolas podem também se apontar como integrante de outros grupos. Para efeito de comparação, percebe-se que, enquanto os pardos são mais da metade (51,12%) dos habitantes dessas áreas, <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-12/censo-2022-populacao-parda-supera-branca-pela-1a-vez" target="_blank" rel="noreferrer noopener">representam 45,34% da população brasileira</a>. <br><br>Já os brancos, que são 43,46% da população brasileira, representam pouco mais de um terço dos moradores de áreas de preservação (35,82%).</p>



<p>Focando especificamente na&nbsp;população indígena e na quilombola, o IBGE apurou que 7,84% da população indígena reside em unidades de conservação (132,8 mil pessoas). Entre os quilombolas, são praticamente um em cada cinco (21,22%), agrupando 282,2 mil pessoas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Condição dos domicílios nas áreas de conservação</h2>



<p>Os recenseadores coletaram informações sobre as condições dos domicílios dos moradores das unidades de conservação, de forma a perceber que&nbsp;<strong>os lares dessa população apresentam piores características se comparadas à população geral.</strong></p>



<p>A pesquisa mostra que 40,34% dos moradores viviam em domicílios onde havia pelo menos uma precariedade em relação ao abastecimento de água, à destinação do esgoto ou à coleta de lixo. Na população brasileira, essa proporção é de 27,28%.</p>



<p>Leia também: <a href="https://noticiapreta.com.br/populacao-vai-as-ruas-em-13-cidades-para-exigir-taxacao-dos-mais-ricos-e-o-fim-da-escala-6x1/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">População vai às ruas em 13 cidades para exigir taxação dos mais ricos e o fim da escala 6×1</a></p>



<p><strong>O estudo mostra anda que 7,31% dos habitantes residiam em lares em que existiam conjuntamente as três formas de precariedade (água, lixo e esgoto).</strong>&nbsp;Isso representa mais que o dobro da proporção (3%) do país como um todo.</p>



<p>Especificamente em relação ao abastecimento de água, o Brasil tem 93,95% dos moradores cuja&nbsp;casa está na rede geral de distribuição, tem&nbsp;poço, fonte, nascente ou mina encanada até dentro do domicílio. Nas áreas de conservação, essa marca se reduz para 87,54%.</p>



<p>Em relação ao esgotamento sanitário, 24,26% dos habitantes convivem com precariedade, como fossa rudimentar, buraco, vala, ou sem esgotamento. Nas áreas delimitadas, a proporção sobe para 36%. Cerca de 90% da população brasileira têm coleta direta ou indireta de lixo. Nas áreas de conservação, são apenas 83,62%.</p>
<p>O post <a href="https://noticiapreta.com.br/11-milhoes-de-pessoas-vivem-em-areas-de-conservacao-no-pais/">11 milhões de pessoas vivem em áreas de conservação no país; 65% são negras</a> apareceu primeiro em <a href="https://noticiapreta.com.br">Noticia Preta - NP</a>.</p>
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		<title>Primeira carta de Presidente da COP30 com objetivos contra crise climática não menciona racismo ambiental</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ester Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Mar 2025 20:00:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[COP 30]]></category>
		<category><![CDATA[Desigualdade ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia Preta]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil vai sediar a 30ª Conferência das Nações Unidas, conhecida também como COP30 em Belém (PA). Mesmo com toda a movimentação em promover a justiça climática, o impacto e a importância dos riscos climáticos sobre comunidades negras, indígenas e periféricas ainda é desproporcional, a primeira carta Presidente da COP30 divulgada no início da semana, [&#8230;]</p>
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<p>O Brasil vai sediar a 30ª Conferência das Nações Unidas, conhecida também como COP30 em Belém (PA). Mesmo com toda a movimentação em promover a justiça climática, o impacto e a importância dos riscos climáticos sobre comunidades negras, indígenas e periféricas ainda é desproporcional, a primeira carta Presidente da COP30 divulgada no início da semana, não menciona racismo ambiental.</p>



<p>O presidente da COP 30 André Correa do Lago divulgou a carta com objetivos contra a crise climática, visando convocar uma espécie de mutirão global. No documento, o embaixador solicita aos países superarem a atitude inércia, individual e irresponsável diante do aumento da temperatura média do mundo, que ultrapassou 1,5 °C acima dos níveis anteriores à industrialização.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img decoding="async" width="768" height="456" data-attachment-id="173153" data-permalink="https://noticiapreta.com.br/primeira-carta-de-presidente-da-cop30-com-objetivos-contra-crise-climatica-nao-menciona-racismo-ambiental/3dae534e-af6e-4175-be70-b95b578b0f54-1-1-2/" data-orig-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/03/3dae534e-af6e-4175-be70-b95b578b0f54-1-1.png" data-orig-size="768,456" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="3dae534e-af6e-4175-be70-b95b578b0f54-1-1" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/03/3dae534e-af6e-4175-be70-b95b578b0f54-1-1-300x300.png" data-large-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/03/3dae534e-af6e-4175-be70-b95b578b0f54-1-1-1024x1024.png" src="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/03/3dae534e-af6e-4175-be70-b95b578b0f54-1-1.png" alt="" class="wp-image-173153" style="width:469px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption"><em>Área impactada por fortes chuvas/ Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil</em></figcaption></figure></div>


<p>Descrevendo os principais desafios da COP 30, no intuito de ampliar o financiamento climático para países em desenvolvimento, André Correa cita metas de atingir ao menos US$ 1,3 trilhão anualmente até 2035.</p>



<p>A <a href="https://www.gov.br/mma/pt-br/noticias/primeira-carta-do-presidente-da-cop30-embaixador-andre-correa-do-lago">carta </a>ainda faz referência indireta aos EUA que, sob o atual governo do presidente Donald Trump, deixaram o Acordo de Paris. Tratado internacional acordado em 2015, que visa limitar o aquecimento global e reduzir as emissões de gases do efeito estufa.</p>



<p>Ainda assim, a ausência de citação do racismo ambiental no documento relacionado a COP 30 também se destacou, já que por exemplo, na tragédia das enchentes no Rio Grande do Sul do último ano, um estudo do Observatório das Metrópoles, do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT), apontou que foram as regiões mais pobres as mais atingidas na capital Porto Alegre. </p>



<p>Leia também: <a href="https://noticiapreta.com.br/populacao-nao-sabe-o-que-e-racismo-ambiental/">Apenas 24% da população&nbsp;sabe o que é ou já ouviu falar de ‘Racismo Ambiental’, aponta pesquisa</a></p>
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		<title>80% dos incêndios no Cerrado foram em propriedades privadas e territórios indígenas, quilombos e assentamentos reduziram queimadas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mateus Junior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Oct 2024 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonia]]></category>
		<category><![CDATA[cerrado]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia Preta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Maioria dos incêndios no Cerrado se concentrou em propriedades privadas e terras indígenas nos primeiros nove meses de 2024, consumindo 8,4 milhões de hectares, segundo estudo do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam) divulgado nesta terça-feira (15). Em comparação ao mesmo período do ano anterior, isso representa um aumento de 117%. Quilombos e assentamentos [&#8230;]</p>
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<p>Maioria dos incêndios no Cerrado se concentrou em propriedades privadas e terras indígenas nos primeiros nove meses de 2024, consumindo 8,4 milhões de hectares, segundo estudo do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam) divulgado nesta terça-feira (15). Em comparação ao mesmo período do ano anterior, isso representa um aumento de 117%. Quilombos e assentamentos foram territórios que conseguiram reduzir os focos de incêndio e queimadas em relação ao ano anterior.</p>



<p>Os 8,4 milhões de hectares com incêndios e queimadas representam uma área equivalente às proporções da Áustria. Quase metade do território afetado foram imóveis privados, com 3,9 milhões de hectares. As Terras Indígenas aparecem logo atrás com 2,8 milhões de hectares incendiados. Também houve aumento nos territórios militares, unidades de conservação e terras públicas não destinada.</p>



<p>Em relação ao mesmo período no anterior, os quilombos e assentamentos foram os únicos territórios com redução da área queimada. </p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img decoding="async" width="1170" height="700" data-attachment-id="151168" data-permalink="https://noticiapreta.com.br/incendios-no-cerrado-aumentaram-117-em-nove-meses-quilombos-e-assentamentos-reduziram-queimadas-no-periodo/53988828999_3e59f3ffe4_o-3/" data-orig-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2024/10/53988828999_3e59f3ffe4_o.webp" data-orig-size="1170,700" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="53988828999_3e59f3ffe4_o" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2024/10/53988828999_3e59f3ffe4_o-300x300.webp" data-large-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2024/10/53988828999_3e59f3ffe4_o-1024x1024.webp" src="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2024/10/53988828999_3e59f3ffe4_o.webp" alt="" class="wp-image-151168" style="width:419px;height:auto" srcset="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2024/10/53988828999_3e59f3ffe4_o.webp 1170w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2024/10/53988828999_3e59f3ffe4_o-768x459.webp 768w" sizes="(max-width: 1170px) 100vw, 1170px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Quilombos e assentamentos foram territórios que conseguiram reduzir os focos de incêndio e queimadas em relação ao ano anterior &#8211; Foto: agência Brasil/ Mayangdi Inzaulgarat/Ibama.</em></figcaption></figure></div>


<p>A vegetação, e mais atingida pelo fogo foi a formação savânica, típica do Cerrado. Os campos alagados, zonas úmidas em determinadas épocas do ano, ficam em segundo lugar e, em terceiro, as áreas de uso agropecuário.</p>



<p>A formação savânica foi a mais atingida pelo fogo, ela é uma área típica do Cerrado. Em segundo lugar vem os campos alagados, zonas úmidas em determinadas épocas do ano. Já em terceiro as áreas de uso agropecuário.</p>



<p><strong>Indígenas e quilombolas salvando o meio ambiente</strong></p>



<p>O presidente do Ibama, Rodrigo Agostinho afirmou em entrevista ao Bahia Notícias nesta quarta-feira (18) que uma verdadeira estrutura de guerra foi montada para combater os incêndios pelo país, e na linha de frente estão os indígenas e os quilombolas. De acordo com o presidente da entidade, dos 3.245 brigadistas 50% são indígenas contratados pelo governo federal e 20% são quilombolas que são convocados por conhecerem bem as áreas de matas e florestas.</p>



<p>A operação conta com 3.245 brigadistas, 700 fiscais, 1.100 viaturas, 22 aeronaves e 40 embarcações atuando para conter as queimadas, o fogo já causou 33 vezes mais perdas que as contabilizadas entre janeiro e setembro do ano passado.</p>



<p>Leia também: <a href="https://noticiapreta.com.br/fumaca-das-queimadas-no-brasil-chegaram-a-africa-diz-agencia/">Fumaça das queimadas no Brasil chegaram até a África, diz agência</a> </p>
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		<title>Negócios sustentáveis: lucrando com segurança jurídica, diversidade e consciência ambiental</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mariângela Castro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Feb 2024 21:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Legalmente Preta]]></category>
		<category><![CDATA[diversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia Preta]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O empreendedorismo sustentável e a promoção da diversidade são pilares essenciais para um mundo empresarial mais justo, inclusivo e lucrativo. Este artigo explora como empreendedores de todas as origens podem integrar esses princípios em suas operações, promovendo não apenas o sucesso financeiro, mas também o bem-estar social e ambiental. No mundo dos negócios de hoje, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O empreendedorismo sustentável e a promoção da diversidade são pilares essenciais para um mundo empresarial mais justo, inclusivo e lucrativo. Este artigo explora como empreendedores de todas as origens podem integrar esses princípios em suas operações, promovendo não apenas o sucesso financeiro, mas também o bem-estar social e ambiental.</p>



<p>No mundo dos negócios de hoje, onde é importante considerar a diversidade e cuidar do meio ambiente, é fundamental ter apoio jurídico inteligente. Vou mostrar como é possível ganhar dinheiro, cuidar da diversidade e proteger o meio ambiente ao mesmo tempo, contando com uma assessoria jurídica que entende bem desses assuntos e que pode nos ajudar a tomar decisões importantes com confiança.</p>


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<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img decoding="async" data-attachment-id="124525" data-permalink="https://noticiapreta.com.br/legalmente-preta-negocios-sustentaveis-e-diversidade/pexels-nataliya-vaitkevich-7172813/" data-orig-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2024/02/pexels-nataliya-vaitkevich-7172813-scaled.jpg" data-orig-size="2048,2048" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="pexels-nataliya-vaitkevich-7172813" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2024/02/pexels-nataliya-vaitkevich-7172813-300x300.jpg" data-large-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2024/02/pexels-nataliya-vaitkevich-7172813-1024x1024.jpg" src="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2024/02/pexels-nataliya-vaitkevich-7172813-scaled.jpg" alt="" class="wp-image-124525" width="353" height="353" srcset="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2024/02/pexels-nataliya-vaitkevich-7172813-scaled.jpg 2048w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2024/02/pexels-nataliya-vaitkevich-7172813-300x300.jpg 300w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2024/02/pexels-nataliya-vaitkevich-7172813-1024x1024.jpg 1024w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2024/02/pexels-nataliya-vaitkevich-7172813-150x150.jpg 150w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2024/02/pexels-nataliya-vaitkevich-7172813-1536x1536.jpg 1536w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2024/02/pexels-nataliya-vaitkevich-7172813-65x65.jpg 65w" sizes="(max-width: 353px) 100vw, 353px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Foto: Pexels</em></figcaption></figure></div>


<p><strong>Diversidade nos Negócios: Uma Estratégia Inteligente e Moral</strong></p>



<p>As grandes corporações estão reconhecendo cada vez mais a importância da diversidade em suas operações. Além de ser uma questão de justiça social, a diversidade traz benefícios tangíveis para as empresas. Estudos demonstram que equipes diversas têm desempenho financeiro superior, impulsionam a inovação e fortalecem a reputação da marca. A diversidade não é apenas uma escolha ética; é uma estratégia inteligente de negócios.</p>



<p>As grandes corporações estão passando por uma transformação significativa. Elas estão reconhecendo a importância de diversificar seus quadros de funcionários, além de fazer negócios com empresas que valorizam a diversidade. Por quê? Vamos explorar:</p>



<p><strong>Por que as Grandes Corporações Estão Diversificando?</strong></p>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Pressão Social e Sanções:</strong> A sociedade está cada vez mais consciente da necessidade de inclusão e igualdade. Grandes empresas enfrentam pressão para adotar práticas mais justas e diversificadas. Além disso, sanções internacionais, legais e reputacionais podem afetar negativamente aquelas que não promovem a diversidade.</li>



<li><strong>Resultados Financeiros:</strong> Estudos mostram que empresas com equipes diversas têm resultados financeiros melhores. A McKinsey, por exemplo, revelou que empresas com maior pluralidade em seus times alcançam resultados até 21% maiores. A diversidade traz perspectivas diferentes, estimula a inovação e melhora o desempenho geral.</li>



<li><strong>Responsabilidade Social:</strong> Grandes corporações estão percebendo que têm um papel fundamental na construção de um mundo mais justo e igualitário. Ao diversificar, elas contribuem para a mudança social e criam um ambiente mais inclusivo.</li>
</ol>



<p><strong>Como Isso se Aplica ao Empreendedorismo Sustentável?</strong></p>



<p>O <strong>empreendedorismo sustentável </strong>não é apenas sobre lucro; é sobre criar valor para a sociedade e o meio ambiente. Empreendedores que adotam práticas sustentáveis também devem considerar a diversidade em suas operações:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Equipes Diversas:</strong> Contratar e promover pessoas de diferentes origens, raças, gêneros e habilidades enriquece a equipe e estimula a criatividade. Isso se aplica tanto aos funcionários quanto aos parceiros de negócios.</li>



<li><strong>Fornecedores Diversos:</strong> Empreendedores podem escolher fornecedores que compartilham os mesmos valores de diversidade e inclusão. Isso cria uma cadeia de suprimentos mais justa e sustentável.</li>



<li><strong>Clientes e Parceiros:</strong> Empreendedores sustentáveis devem buscar clientes e parceiros que também valorizam a diversidade. Isso fortalece a rede de contatos e amplia as oportunidades de negócios.</li>
</ol>



<p>Leia também: <a href="https://noticiapreta.com.br/legalmente-preta-direito-empreendedorismo/">Legalmente Preta: Descomplicando o Direito e o Empreendedorismo</a></p>



<p><strong>Direitos Empresariais e Responsabilidades: Fundamentos para o Sucesso Sustentável</strong></p>



<p>À medida que exploramos os fundamentos para o sucesso sustentável, é crucial entender os perigos que podem surgir sem uma orientação jurídica sólida. Estratégias mal aplicadas podem resultar em prejuízos significativos, incluindo indenizações e perdas financeiras. É nesse cenário que a importância de um suporte jurídico engajado se torna evidente desde o início.</p>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Direitos dos Funcionários:</strong> Além de conhecer e respeitar os direitos trabalhistas estabelecidos, é crucial estar ciente das mudanças e avanços nas jurisprudências relacionadas à diversidade e inclusão. Questões de raça, gênero, orientação sexual e outras identidades e minorias de direito, devem ser consideradas para garantir um ambiente de trabalho justo e igualitário, sob pena de resultar em estratégias que na verdade excluem, ao invés de incluir.</li>



<li><strong>Contratos e Acordos:</strong> Ter contratos e acordos claros e inclusivos é essencial para evitar mal-entendidos e conflitos futuros. Em um contexto de empreendedorismo diversificado e sustentável, é crucial que os contratos reflitam os valores de inclusão e sustentabilidade, garantindo que todas as partes sejam tratadas com respeito e equidade.</li>



<li><strong>Proteção da Propriedade Intelectual:</strong> Para empreendedores com ideias únicas e visionárias, como mulheres, LGBTQIA+ e pessoas de comunidades originárias, a proteção da propriedade intelectual é fundamental. Registrar marcas e patentes garante que suas inovações sejam reconhecidas e protegidas legalmente.</li>



<li><strong>Registro e Licenciamento:</strong> uma empresa regularizada é fundamental para todo empreendedor, independentemente de sua origem ou identidade. No entanto, para empreendedores afrodescendentes, mulheres, e outras minorias de direito, as barreiras extras, como acesso limitado a recursos financeiros, prejudicam suas chances de obtenção de empréstimos. A falta de registro dificulta ainda mais o acesso a redes profissionais e recursos, perpetuando desigualdades estruturais. Um negócio regular e devidamente licenciado aumenta a credibilidade e a probabilidade de acesso a financiamentos, combatendo a desconfiança e promovendo a equidade de oportunidades.</li>



<li><strong>Responsabilidade Ambiental:</strong> Empresas que adotam uma abordagem sustentável são mais suscetíveis a escrutínio ambiental. Por isso, é essencial cumprir a regulamentações ambientais e minimizar os impactos negativos, promovendo prática de negócios que respeitem o meio ambiente e contribuam para um futuro mais sustentável.</li>



<li><strong>Responsabilidade Social:</strong> Empreendimentos sociais com foco na diversidade e inclusão têm a responsabilidade adicional de promover ações sociais que contribuam para a conscientização e a construção de uma sociedade mais justa e igualitária. Essas iniciativas não apenas fortalecem a marca, mas também geram impacto positivo nas comunidades atendidas.</li>
</ol>



<p>Portanto, ao integrar o empreendedorismo sustentável, a diversidade e o cumprimento de direitos empresariais, os empreendedores não apenas impulsionam o sucesso de seus negócios, mas também contribuem para a construção de um mundo mais equilibrado, inclusivo e próspero para todos.</p>



<p>Leia também: <a href="https://noticiapreta.com.br/ministra-aponta-mudanca-climatica-pode-afetar-producao-alimentos/">Ministra Marina Silva aponta que mudança climática pode afetar produção de alimentos</a></p>



<p>Empreender olhando para a diversidade e a sustentabilidade é uma boa ideia. Mas, às vezes, as coisas podem ficar complicadas. É aí que precisamos de ajuda legal que entende desses assuntos e pode nos orientar da melhor forma possível.<br>Vamos explorar juntos como podemos unir lucro, diversidade e cuidado com o meio ambiente nos nossos negócios, com a ajuda de uma assessoria jurídica engajada, mas que sabe como lidar com essas questões de forma direta e segura.</p>



<p>Que este artigo inspire empreendedores de todas as origens a abraçar a diversidade e o empreendedorismo sustentável em suas jornadas empreendedoras, construindo um futuro mais justo e sustentável para as gerações futuras. Que possam se para descobrir como podem ter sucesso nos negócios, cuidando das pessoas e do planeta ao mesmo tempo!</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft size-large is-resized"><img decoding="async" data-attachment-id="121964" data-permalink="https://noticiapreta.com.br/legalmente-preta-direito-empreendedorismo/img_7096-2/" data-orig-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2024/02/IMG_7096-1.jpg" data-orig-size="1100,870" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="IMG_7096" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2024/02/IMG_7096-1-300x237.jpg" data-large-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2024/02/IMG_7096-1-1024x810.jpg" src="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2024/02/IMG_7096-1-1024x810.jpg" alt="" class="wp-image-121964" width="305" height="241" srcset="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2024/02/IMG_7096-1-1024x810.jpg 1024w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2024/02/IMG_7096-1-300x237.jpg 300w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2024/02/IMG_7096-1-768x607.jpg 768w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2024/02/IMG_7096-1.jpg 1100w" sizes="(max-width: 305px) 100vw, 305px" /></figure></div>


<p><strong><em>Mariângela de Castro é advogada, CEO E Fundadora da De Castro Advocacia. Ela lidera seu escritório especializado em advocacia empresarial, direito imobiliário e soluções jurídicas extrajudiciais. É mentora no Grupo Mulheres do Brasil, Rede Mulher Empreendedora e no Programa Salto Aceleradora, impulsiona empreendedores pelo Brasil. Reconhecida no empreendedorismo feminino, recebeu prêmios nacionais da Rede Mulher Empreendedora da ANCEC – Agência Nacional de Cultura, Empreendedorismo e Comunicação.</em> <em>Idealizadora do Coletivo Dororidade Jurídica, promove o fomento da advocacia preta feminina. Sua influência inspira o crescimento e a diversidade no ecossistema empresarial.</em></strong></p>
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		<title>Relatório revela ação anti-indígena e climática durante gestão Bolsonaro</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Mar 2023 12:31:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Governo Federal]]></category>
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		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Observatório da Mineração e o monitor socioambiental Sinal de Fumaça lançam, nesta segunda-feira (27) o relatório Dinamite pura: como a política mineral do governo Bolsonaro armou uma bomba climática e anti-indígena, traçando uma linha do tempo do setor mineral durante a gestão anterior. O estudo detalha ainda a situação de órgãos regulatórios, violações de [&#8230;]</p>
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<p>O Observatório da Mineração e o monitor socioambiental Sinal de Fumaça lançam, nesta segunda-feira (27) o relatório Dinamite pura: como a política mineral do governo Bolsonaro armou uma bomba climática e anti-indígena, traçando uma linha do tempo do setor mineral durante a gestão anterior.</p>



<p>O estudo detalha ainda a situação de órgãos regulatórios, violações de direitos, acordos e outras medidas adotadas pelo ex-governo, que poderiam beneficiar o mercado de minérios no país e no mundo. A publicação resulta do trabalho das duas instituições que atuam no monitoramento da pauta mineral e da crise socioambiental brasileira.&nbsp;</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img decoding="async" data-attachment-id="59992" data-permalink="https://noticiapreta.com.br/951773-mineradora_20-2/" data-orig-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2023/03/951773-mineradora_20-edited.jpg" data-orig-size="1170,658" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="951773-mineradora_20" data-image-description="" data-image-caption="&lt;p&gt;A mineração no chamado Morro do Ouro, liderada pela empresa canadense Kinross Gold Corporation, representa a principal atividade industrial para a geração de emprego e renda na região (José Cruz/Agência Brasil)&lt;/p&gt;
" data-medium-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2023/03/951773-mineradora_20-edited-300x300.jpg" data-large-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2023/03/951773-mineradora_20-edited-1024x1024.jpg" src="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2023/03/951773-mineradora_20-edited.jpg" alt="" class="wp-image-59992" width="746" height="419" srcset="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2023/03/951773-mineradora_20-edited.jpg 1170w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2023/03/951773-mineradora_20-edited-768x431.jpg 768w" sizes="(max-width: 746px) 100vw, 746px" /><figcaption><em>A mineração no chamado Morro do Ouro &#8211; Foto: José Cruz/<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2023-03/relatorio-diz-que-mineracao-viveu-anos-dourados-no-governo-bolsonaro" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Agência Brasil</a></em></figcaption></figure></div>


<p><em>&#8220;Nos últimos quatro anos, a cobertura dos veículos de comunicação apresentou as faces de um governo autoritário e ineficaz. Nossa análise, porém, mostra que a gestão Bolsonaro foi muito eficiente em facilitar o acesso a terras e minérios. A &#8216;boiada&#8217; também passou no setor mineral, ligada ao enfraquecimento do licenciamento socioambiental e ao descontrole no uso da terra, provocando a tragédia humanitária em curso nos territórios indígenas&#8221;</em>, declara Rebeca Lerer, coordenadora do Sinal de Fumaça.</p>



<p>A partir da cobertura feita pelo Observatório, o Dinamite Pura rememora fatos que ajudam a explicar como o país chegou a situações gravíssimas de influência corporativa, degradação ambiental e violações de direitos, e pontua como essa bomba climática e antiambiental não pode ser colocada somente na conta de Jair Bolsonaro.</p>



<p>Ainda de acordo com o relatório, o ex-presidente engrossou e deu escala a medidas iniciadas na gestão de Michel Temer (MDB) &#8211; 2016 a 2018 &#8211; e as metas de&nbsp;aumento da participação do setor mineral no Produto Interno Bruto (PIB) dos atuais 3% para até 10%, como foi o objetivo expresso de Bolsonaro e Arthur Lira (PP) em articulação com parlamentares e órgãos da administração federal.&nbsp;</p>



<p>&#8220;O primeiro escalão do governo Bolsonaro estendeu um tapete vermelho para o <em>lobby</em> mineral em Brasília desde o início da gestão. As consequências para as populações atingidas direta e indiretamente e para o meio ambiente foram trágicas&#8221;, explica Maurício Angelo, diretor do Observatório da Mineração e pesquisador do Centro de Desenvolvimento Sustentável da Universidade de Brasília.</p>



<p>Observatório da Mineração acompanhou as articulações adotadas pelo governo Bolsonaro no âmbito nacional e internacional. O Dinamite Pura revela ainda que a cúpula bolsonarista promoveu mudanças legais e infralegais que beneficiaram grandes mineradoras, fizeram <em>&#8220;explodir as redes criminosas do garimpo ilegal e colocaram instituições como o Ministério de Minas e Energia e a Agência Nacional de Mineração totalmente subservientes a interesses escusos, como investigações mostraram&#8221;</em>.</p>



<p><strong>Destaques da </strong><strong>Linha do Tempo</strong></p>



<p><strong>2019</strong></p>



<p>O ano de 2019 foi o pontapé inicial para as principais movimentações do governo no setor mineral: a tragédia em Brumadinho (MG) sem punições práticas aos envolvidos no crime; o convite à exploração e a atividades minerais em terras indígenas e zonas de fronteira no maior e mais importante do mercado de mineração no mundo, o Prospectors &amp; Developers Association of Canada (PDAC); o anúncio da meta de ampliação da mineração de urânio no país, passando por cima da Constituição Federal; a criação da Frente Parlamentar Mista da Mineração (FPM) no Congresso; o grupo de trabalho lançado pelo governo para acelerar a tramitação e liberação de outorgas e concessões para mineradoras e ainda a instituição de uma força-tarefa para formalizar grupos de garimpo de ouro no estado do Pará, são os destaques do ano trazidos pela publicação.&nbsp;</p>



<p><strong>2020</strong></p>



<p>A principal medida do ano de 2020 foi o envio do projeto de <strong>lei 191/2020</strong>, promessa de campanha de Bolsonaro, para liberar a mineração e exploração agrícola em terras indígenas, ignorando a Constituição Federal e desrespeitando os direitos territoriais das populações indígenas. Chamado de “PL da morte” por lideranças indígenas, o projeto de lei segue parado no Congresso. </p>



<p>Também foi destaque no ano a proposta de <strong>guilhotina regulatória</strong>, um mecanismo criado pela Agência Nacional de Mineração com a consultoria da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), para cortar, desobstruir e avançar com a legislação em benefício do setor mineral e das grandes mineradoras. Reuniões com garimpeiros e parlamentares que pressionam pela atividade na Amazônia, a portaria assinada pelo governo definindo a mineração como atividade essencial em meio à pandemia de Covid 19 e mais o lançamento do Programa Mineração e Desenvolvimento estão presentes no boletim.&nbsp;</p>



<p><strong>2021</strong></p>



<p>O período foi marcado pelo forte <em>lobby</em> de empresários do garimpo, que nunca estiveram tão próximos das autoridades federais, até participando da agenda do ex-vice-presidente Hamilton Mourão. Com a criação de uma política de minerais estratégicos, o governo de Bolsonaro recebeu dezenas de projetos de empresas como Vale, Sul Americana de Metais, Potássio do Brasil, Belo Sun e outras, sem o envolvimento ou a avaliação de qualquer conselho ambiental ou do próprio Ministério do Meio Ambiente. </p>



<p>O ano teve ainda a aprovação do PL 3729, pela Câmara dos Deputados, que enfraquece a política de licenciamento ambiental, abrindo caminho para outros desastres como o de Brumadinho.&nbsp;</p>



<p><strong>2022</strong></p>



<p>A costura política para seguir apoiando grandes empresas e a exploração do patrimônio nacional, principalmente em território indígena, manteve o fôlego no Congresso em 2022, mesmo com o racha do grupo de deputados federais que prometeu entregar o texto do Novo Código de Mineração, encomendado por Arthur Lira e pelo ex-presidente Bolsonaro. </p>



<p>Já no início do ano, o relatório destaca a aprovação de subsídios no valor de 3,3 bilhões de reais pelo governo para o financiamento de termelétricas que funcionam a carvão; a aprovação de dois decretos que favorecem o garimpo; o uso da guerra na Ucrânia como joguete político para a aprovação do PL 191/2020. </p>



<p>Além disso, houve também a agenda de Bolsonaro com Elon Musk em um suposto trato para que Musk monitorasse a Amazônia, mas tendo como pano de fundo o interesse do empresário na exploração massiva de minerais críticos para o investimento no setor de veículos elétricos; e a abertura dada por Bolsonaro ao mercado de lítio no país, mexendo com a geopolítica da América Latina e favorecendo diretamente grandes multinacionais como a Tesla, de Elon Musk. </p>



<p>Leia também: <a href="https://noticiapreta.com.br/rio-branco-chuvas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Com milhares sem abrigo, Rio Branco deve sofrer com mais chuvas fortes</a></p>



<p>Os resultados das práticas governamentais ficaram explícitos no aumento do garimpo ilegal em terras indígenas em 632% de 2010 a 2021, de acordo com o Mapbiomas. </p>



<p>Um dos principais escândalos divulgados no período pré-eleitoral foi o apoio financeiro dado à reeleição de Bolsonaro por donos de mineradoras denunciados por homicídio pelo rompimento da barragem de rejeitos de Itabirito (MG) em 2014. Os donos da Herculano Mineração doaram, em conjunto, 750 mil reais à campanha de Jair Bolsonaro.&nbsp;</p>
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		<title>“O Casarão foi construído pelas minhas ancestrais e hoje estou ali”, celebra a designer de interiores Juliana Bonifácio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Igor Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 Jul 2022 11:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ancestralidade]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[design interiores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Juliana Bonifácio tem 28 anos, é designer de interiores e mãe do Heitor, de 9 anos. Ela conta que, durante muito tempo, não teve uma casa saudável e, por isso, valoriza cada dia a casa que tem e os trabalhos que realiza, como o casarão de Santa Teresa, que ela está restaurando.  Um dos bairros [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Juliana Bonifácio tem 28 anos, é designer de interiores e mãe do Heitor, de 9 anos. Ela conta que, durante muito tempo, não teve uma casa saudável e, por isso, valoriza cada dia a casa que tem e os trabalhos que realiza, como o casarão de Santa Teresa, que ela está restaurando. </p>


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<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img decoding="async" src="https://desenvolvimento.noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2022/07/WhatsApp-Image-2022-07-15-at-11.49.41-1024x682.jpeg" alt="" class="wp-image-38904" width="570" height="379"/><figcaption><em>Juliana Bonifácio no Ateliê Bonifácio, no Rio de Janeiro &#8211; Foto: Arquivo Pessoal</em></figcaption></figure></div>


<p>Um dos bairros mais antigos da Região Central do Rio de Janeiro, Santa Teresa, é um daqueles lugares que, por natureza, possui muitos imóveis antigos. Um deles, com quase 200 anos de construção, é o novo projeto, ou nem tão novo assim, de Juliana. Desde dezembro de 2021 que ela e sua equipe de quase 40 pessoas estão trabalhando na reforma do espaço.<em> “Eu ‘tô’ fazendo uma casa de 500 M², de uma youtuber francesa, e essa casa foi a virada de chave. É a obra mais significativa que eu &#8216;tô&#8217; ainda fazendo. Estou trabalhando lá, intensamente, com minha equipe”</em>, comemora.&nbsp;</p>



<p>Ela celebra o trabalho que vem realizando, principalmente pela história que o casarão carrega. Juliana detalha os espaços do local. <em>“Uma casa de 200 anos, o pé direito de 5 metros, três pavimentos, vou fazer área de piscina, tô fazendo um telhado. Enfim, essa casa foi muito significativa porque ela foi construída </em><strong><em>pelas minhas ancestrais</em></strong><em> e hoje eu tô ali, dando uma nova narrativa para aquele ambiente. Toda estrutura dela diz que é uma tecnologia nossa, as pedras que construíram essa casa é uma tecnologia nossa, que veio do Egito</em>, conta.</p>



<p>Juliana comemora a oportunidade de poder reformar um local histórico no Rio de Janeiro, uma das cidades mais turísticas do mundo. <em>“É </em><em>muito incrível eu estar fazendo essa casa, por conta de toda a memória que ela traz na sua construção. Mas, para além disso, por ser uma casa europeia também, né? Então, vem eu, uma menina preta comandar uma obra dentro de uma casa dessa, tem vários significados, de várias maneiras</em>”, celebra.</p>



<p>Além de toda história que o casarão carrega, Juliana lembra que o trabalho das mulheres sempre foi importante e valorizou a todo momento. <em>“É uma casa que trata de sororidade, que traz o sagrado feminino, eu trago isso com muita potência, muitas mulheres trabalhando comigo nessa reforma para poder deixar ali essa energia, sabe? Essa obra movimentou 40 pessoas diretamente, durante esses oito meses, então, foi muito dinheiro apostado e foi uma oportunidade para muitas pessoas que estavam paradas na pandemia”</em>.&nbsp;</p>



<p>A valorização dos profissionais que trabalham com ela é um dos tópicos da conversa com a designer de interiores. Ela conta que a remuneração de quem trabalha com ela é justa. <em>“É um projeto lindo, liderado por mim, idealizado por mim e minha equipe é muito atenta, sabe? Sou muito feliz por estar trabalhando lá, poder pagar bem as pessoas que trabalham para mim não tem preço, não tem preço garantir o sonho dos meus, sabe? Meus parceiros que sempre caminharam comigo”</em>, anima.</p>


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<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img decoding="async" src="https://desenvolvimento.noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2022/07/WhatsApp-Image-2022-07-15-at-11.53.56-1024x768.jpeg" alt="" class="wp-image-38903" width="579" height="434"/><figcaption><em>Juliana leva ancestralidade ao ambiente, uma das suas marcas &#8211; Foto: Arquivo Pessoal</em></figcaption></figure></div>


<p><strong>Pretos na arquitetura</strong></p>



<p>Por falar em profissionais de arquitetura e design de interiores, um levantamento, realizado pelo Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU/BR) mostra que apenas <a href="https://desenvolvimento.noticiapreta.com.br/apenas-433-dos-arquitetos-e-urbanistas-sao-negros-aponta-conselho/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">4,33% dos arquitetos e urbanistas se autodeclaram negros</a>, enquanto 78,14%, são brancos. Esses são os primeiros dados que apresentam um recorte racial junto à categoria. O <a href="https://www.caubr.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/DIAGN%C3%93STICO-%C3%ADntegra.pdf?utm_medium=website&amp;utm_source=archdaily.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">levantamento do CAU/BR</a> aponta também que 27% dos arquitetos e urbanistas desempregados são mulheres negras, assim como as arquitetas negras sofrem 16 vezes mais assédio sexual no ambiente de trabalho e seu rendimento médio salarial é de R$ 3.436, quase a metade do que um homem branco ganha.&nbsp;</p>



<p><em>“É muito difícil conseguir achar pessoas pretas que trabalham com design, com arquitetura, com engenharia. Todos os lugares que eu fui, em todos os eventos que eu fui de design, de construção, nunca vi um design, uma arquiteta preta assinando algum projeto. Hoje em dia a gente tem dois arquitetos incríveis que a Stephanie Ribeiro, que trabalha no GNT, e tem a Ori, que faz um trabalho maravilhoso, mas é muito difícil de ver profissionais trabalhando nessas áreas”</em>, lamenta.&nbsp;</p>



<p>Ela conta ainda que as referências da arquitetura e do design são todas europeias e tem tentado levar ideias ancestrais para os novos trabalhos que vem realizando. <em>“O que venho construindo, na verdade, é uma nova narrativa, trazendo a nossa ancestralidade para dentro dessa construção, sabe? Tanta coisa incrível que a gente sempre fez e que a gente deixou de fazer por conta do sistema capitalista e por conta mesmo do reinado de quem se apropriou de tudo que era nosso”</em>, completa.&nbsp;</p>



<p>Por outro lado, Juliana enfatiza que fica feliz quando é contratada por pessoas negras, uma vez que a população preta ainda está distante da <strong>“casa saudável”</strong>. “<em>A gente tá muito longe ainda de alcançar esse lugar de ter essa casa saudável, esse território nosso. Ainda tem muito caminho pela frente e a gente ainda precisa se apropriar de muita coisa para entender que, sim, a gente pode ter nossos castelos, tá na hora da gente retomá-los”</em>, afirma.&nbsp;</p>



<p><strong>Sustentabilidade e empreendedorismo</strong></p>



<p>Segundo informações da Associação Brasileira para Reciclagem de Resíduos da Construção Civil e Demolição (Abrecon) 98% dos materiais de reforma residencial é reciclável, mas apenas 20% do entulho gerado nessas obras é reaproveitado. <em>“</em><em>A sustentabilidade para mim é a base de tudo. Eu comecei a trabalhar a partir dessa visão da sustentabilidade quando comecei com o design de interiores. Eu trabalhava com os palets, com tecido na parede, sempre trabalhei ressignificando o mobiliário”</em>, comenta.&nbsp;</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><em>“Hoje sou especialista no boho chic e ressignificar o mobiliário que retrata uma memória afetiva, que tem muito tempo na casa da pessoa, é muito importante para mim. Então, antes de descartar qualquer material das minhas obras, a primeira coisa que eu faço é ressignificá-los”</em>, analisa a designer.</p></blockquote>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" data-attachment-id="38941" data-permalink="https://noticiapreta.com.br/andreza-santana/" data-orig-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2022/07/andreza-santana.jpeg" data-orig-size="854,1280" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="andreza-santana" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2022/07/andreza-santana-200x300.jpeg" data-large-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2022/07/andreza-santana-683x1024.jpeg" data-id="38941" src="https://desenvolvimento.noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2022/07/WhatsApp-Image-2022-07-15-at-11.53.00-768x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-38941"/></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" data-attachment-id="38937" data-permalink="https://noticiapreta.com.br/young-millennials-african-friends-with-mobile-phones-happy-blac/" data-orig-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2022/07/young-millennials-african-friends-with-mobile-phones-happy-black-people-having-fun-together-generation-z-friendship-concept-scaled-1.jpg" data-orig-size="2048,1362" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;2.5&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;AS photo&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;NIKON D3&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;Young millennials african friends with mobile phones. Happy black people having fun together. Generation Z friendship concept.&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;1584720442&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;85&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;200&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0.002&quot;,&quot;title&quot;:&quot;Young millennials african friends with mobile phones. Happy blac&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="Young millennials african friends with mobile phones. Happy blac" data-image-description="" data-image-caption="&lt;p&gt;Young millennials african friends with mobile phones. Happy black people having fun together. Generation Z friendship concept.&lt;/p&gt;
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<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" data-attachment-id="38939" data-permalink="https://noticiapreta.com.br/arena-baixada-foto-redes-sociais-bahia/" data-orig-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2022/07/arena-baixada-foto-redes-sociais-bahia.jpg" data-orig-size="504,299" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="arena-baixada-foto-redes-sociais-bahia" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2022/07/arena-baixada-foto-redes-sociais-bahia-300x178.jpg" data-large-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2022/07/arena-baixada-foto-redes-sociais-bahia.jpg" data-id="38939" src="https://desenvolvimento.noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2022/07/WhatsApp-Image-2022-07-15-at-11.54.51-768x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-38939"/></figure>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" data-attachment-id="38938" data-permalink="https://noticiapreta.com.br/chadwick-what-if/" data-orig-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2022/07/chadwick-what-if.jpg" data-orig-size="560,461" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="chadwick-what-if" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2022/07/chadwick-what-if-300x247.jpg" data-large-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2022/07/chadwick-what-if.jpg" data-id="38938" src="https://desenvolvimento.noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2022/07/WhatsApp-Image-2022-07-15-at-11.53.27-1-768x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-38938"/></figure>
</figure>



<p class="has-text-align-center"><em>O pé direito do casarão possui 5 metros de altura &#8211; Fotos: Arquivo Pessoal</em></p>



<p>Outro ponto que Juliana toca é das trocas de móveis anuais. Ela lembra que não há necessidade de realizar essa mudança se os móveis ainda estão em perfeito estado de conservação ou se podem ser reaproveitados. <em>“Eu acho que a gente tem muito ao longo da vida, mas muitas pessoas não se atentam a isso e todos os anos querem trocar algum objeto da casa”, </em>afirma.&nbsp;</p>



<p>Além disso, revela também que está produzindo uma plataforma para que as pessoas façam essas trocas entre si. <em>“Estou criando uma nova uma plataforma que se chama Troque. A plataforma fala disso, eu vou pegar todos os materiais das obras que eu faço e colocar nesse site, e as pessoas vão poder trocar e acessar isso com uma tranquilidade na hora que precisar decorar a casa e todas as peças vão ser exploradas. Você comprou, como foi isso? Para a gente entender qual foi essa energia que foi gerada de cima dessa compra”</em>, revela.&nbsp;</p>


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<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img decoding="async" src="https://desenvolvimento.noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2022/07/WhatsApp-Image-2022-07-15-at-11.54.00-768x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-38901" width="426" height="568"/><figcaption><em>Espaço Árabe, criado para trazer as memórias afetivas da cliente &#8211; Foto: Arquivo Pessoal</em></figcaption></figure></div>


<p>Uma das características da casa, segundo Juliana, é a memória afetiva que ela carrega. A dona do imóvel é uma mulher francesa, mas com origem árabe. Então, a designer fez questão de acomodar a anfitriã de forma que ela lembrasse sua ascendência. </p>



<p><em>“Eu trouxe todos os detalhes das memórias dela, tudo que ela conversa comigo, vou colocando de algum modo na casa dela. Criei um espaço árabe para que ela consiga se refugiar. E escrevi ‘Espaço Árabe’ no telhado, que é um chalé, para ela olhar as estrelas e admirar a vista do bairro de Santa Teresa”</em>, entusiasma. <em>&nbsp;“Tem muita coisa linda, quero muito que vocês venham conhecer a casa, porque é linda demais”</em>, convida.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><em>“Todas as minhas moradias eram com enchente, sem telhado. Em algum momento da minha vida, eu e minha família moramos na rua. Então, casa, pra mim, sempre foi algo sagrado”</em>, finaliza.&nbsp;</p></blockquote>
<p>O post <a href="https://noticiapreta.com.br/o-casarao-foi-construido-pelas-minhas-ancestrais-e-hoje-estou-ali-celebra-a-design-de-interiores-juliana-bonifacio/">“O Casarão foi construído pelas minhas ancestrais e hoje estou ali”, celebra a designer de interiores Juliana Bonifácio</a> apareceu primeiro em <a href="https://noticiapreta.com.br">Noticia Preta - NP</a>.</p>
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