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	<title>Arquivos Precariedade - Noticia Preta - NP</title>
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		<title>Estudo aponta condições precárias em centros de acolhimento no Rio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Aug 2025 11:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[acolhimento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Abrigos de crianças e adolescentes têm problemas de estrutura e saúde Crianças e adolescentes que precisam de acolhimento em abrigos ou casas-lares no estado do Rio de Janeiro enfrentam uma realidade cheia de problemas.&#160;As estruturas são precárias e há dificuldades para obter itens básicos de higiene, roupas íntimas e medicamentos. A maioria dos acolhidos chega [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Abrigos de crianças e adolescentes têm problemas de estrutura e saúde</p>



<p> Crianças e adolescentes que precisam de acolhimento em abrigos ou casas-lares no estado do Rio de Janeiro enfrentam uma realidade cheia de problemas.&nbsp;<strong>As estruturas são precárias e há dificuldades para obter itens básicos de higiene, roupas íntimas e medicamentos. A maioria dos acolhidos chega com histórico de violência e não recebe tratamento adequado.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1655197&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1655197&amp;o=node"></p>



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<p><strong>As informações são de um estudo do Instituto Rede Abrigo, em parceria com o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC).&nbsp;</strong>Os dados serão apresentados ao público no dia 26 de agosto, mas foram antecipados para a&nbsp;<strong>Agência Brasil</strong>.</p>



<p>As entrevistas foram realizadas em 129 unidades, de um total de 155 em todo o estado. Não foram divulgados quais municípios, nem o nome das instituições. Foram obtidos dados sobre 1.156 crianças e adolescentes, o que representa mais de 80% da rede fluminense.</p>



<p>Dos locais de acolhimento, 83,72% são abrigos institucionais e 16,28% funcionam no formato de casas-lares. A maior parte dessas instituições é administrada pelo poder público municipal (75,97%) e atende ambos os sexos (84,50%).</p>



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<p><strong>Um dos primeiros problemas identificados no estudo é o de que apenas 53,49% dos lugares de acolhimento abrangem integralmente a faixa etária de 0 a 18 anos.&nbsp;</strong>A situação contraria a orientação técnica vigente, do Conselho Nacional de Assistência Social (CNAS). Uma das questões que isso provoca é a separação de irmãos com idades muito diferentes.</p>



<p>A faixa etária predominante nas unidades é de 12 a 17 anos (44,81% dos acolhidos). Sobre o perfil sociodemográfico, 78,29% são crianças e adolescentes negros, 62,72% vêm de favelas ou periferias urbanas e 52,42% têm origem em famílias monoparentais femininas.</p>



<p>Profissionais que trabalham com esse tipo de acolhimento também enfrentam desafios:<strong>&nbsp;28,68% das instituições não oferecem qualquer tipo de capacitação profissional.&nbsp;</strong>A ausência de formação contínua foi apontada como a principal dificuldade por 67,44% dos gestores.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Realidade precária</h2>



<p><strong>Em nove instituições, o número de vagas excede o limite obrigatório de 20 acolhidos por unidade.&nbsp;</strong>Elas estão com 21 ou 25 crianças e adolescentes. Em outras 12 delas, a situação é ainda pior, considerada de superlotação: possuem mais de 30 acolhidos.</p>



<p><strong>Mais da metade dos abrigos apresenta dificuldades na infraestrutura (53,49%).</strong>&nbsp;Os problemas mais comuns são nos móveis (41,86%), mofo ou infiltração (37,98%), telefonia e internet (37,98%), sistema elétrico (34,11%), paredes (34,11%) e eletrodomésticos (32,56%). Também foram relatadas falhas em portas, janelas, tetos, pisos, esgoto, gás e casos de infestação de pragas.</p>



<p>Em 18,60% dos abrigos, itens de higiene pessoal são compartilhados pelas crianças. O mesmo acontece no uso de roupas e agasalhos (10,08%), calçados (7,75%) e material escolar (2,33%). Além disso, 3,10% não têm espaço adequado para guardar pertences pessoais. E 32,56% têm dificuldades para fornecer roupas íntimas.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“<em>A predominância do modelo institucionalizado, associada à escassez de recursos, à falta de capacitação das equipes e à fragilidade da infraestrutura, compromete o princípio da proteção integral previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA)</em>”, diz um dos trechos do estudo.</p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading">Violência, educação e saúde</h2>



<p><strong>A maioria dos acolhidos (84,43%) sofreu algum tipo de violência antes do ingresso nas instituições, sendo que 63,49% foram vítimas de dois ou mais tipos de violência.</strong>&nbsp;A violência psicológica foi a mais comum (72,49%), mas os casos de violência sexual também chamam a atenção, por afetar 21,97% das crianças e adolescentes.</p>



<p><strong>O estudo evidencia que os centros de acolhimento também não estão preparados para lidar com essas situações de maior vulnerabilidade.</strong></p>



<p>Apenas 44,4% das crianças e adolescentes acolhidos recebem acompanhamento psicológico; 51,61% realizam tratamentos de saúde e 51,30% nunca realizaram exame de vista. Um número considerável de instituições relatou dificuldades para obter medicamentos (26,36%).</p>



<p>No campo educacional, 47,06% dos acolhidos apresentam defasagem escolar e 27,51% das crianças em idade de alfabetização não aprenderam a ler e a escrever. Os pesquisadores destacam que o papel das instituições de acolhimento é garantir que crianças e adolescentes estejam devidamente matriculados.</p>



<p><strong>Diante dos dados levantados, os pesquisadores reforçam a urgência de revisão das práticas institucionais, assim como o fortalecimento da rede de proteção e implementação de políticas que garantam efetivamente os direitos das crianças e adolescentes.</strong></p>



<p><strong>LEIA TAMBÉM</strong>: <a href="https://noticiapreta.com.br/apos-resgate-vacinal-brasil-amplia-cobertura-contra-hpv-e-supera-media-global/">Após &#8220;resgaste vacinal&#8221; Brasil amplia cobertura contra HPV</a></p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“<em>O perfil dos acolhidos reforça a interseccionalidade entre raça, território, pobreza e violação de direitos. O acolhimento, que deveria representar uma medida protetiva temporária, muitas vezes se torna um espaço de reprodução de desigualdades, marcado pela insuficiência de políticas públicas articuladas e pelo baixo investimento na qualificação do atendimento</em>”, diz o estudo.</p>



<p>A reportagem do NP entrou em contato com a Secretaria de Assistência Social, mas até o fechamento da matéria não havíamos recebido o retorno. Deixamos o espaço aberto para o posicionamento do órgão.</p>
</blockquote>
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