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	<title>Arquivos Mulheres - Noticia Preta - NP</title>
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	<title>Arquivos Mulheres - Noticia Preta - NP</title>
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		<title>Mulheres negras são 55% dos empreendedores em favelas, aponta pesquisa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Layla Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 16:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedores]]></category>
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		<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O estudo também constatou que 75% dos empreendedores que vivem em comunidades são negros. Cerca de 24% desses empreendedores vivem com apenas um salário-mínimo Segundo dados da pesquisa realizada pelo Instituto Data Favela, as mulheres negras são mais da metade das empreendedoras em favelas brasileiras, cerca de 55%. Além disso, essas mulheres enfrentam jornadas triplas [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center"><em>O estudo também constatou que 75% dos empreendedores que vivem em comunidades são negros. Cerca de 24% desses empreendedores vivem com apenas um salário-mínimo</em></p>



<p>Segundo dados da pesquisa realizada pelo Instituto Data Favela, as mulheres negras são mais da metade das empreendedoras em favelas brasileiras, cerca de 55%. Além disso, essas mulheres enfrentam jornadas triplas de trabalho todos os dias, 68% delas dedicam mais de três horas diárias aos cuidados da casa e dos filhos. </p>



<p>O perfil traçado pelos estudo, é que essas mulheres tem na faixa de 35 e 59 anos (48%) e são, em sua maioria, solteiras (47%) apenas com o ensino médio completo (38%). O estudo entrevistou 2 mil pessoas em todo país e foi encomendado pela VR.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="653" height="391" data-attachment-id="9647" data-permalink="https://noticiapreta.com.br/empreendedoras-negras/" data-orig-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Empreendedoras-Negras.jpg" data-orig-size="653,391" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="Empreendedoras Negras" data-image-description="" data-image-caption="&lt;p&gt;Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil &#8211; arquivo&lt;/p&gt;
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<p>Segundo a pesquisa, o protagonismo das mulheres negras no empreendedorismo tem relação com o impacto que a pandemia deixou no trabalho e na renda. Outra informação é que atualmente 81% se dedicam exclusivamente ao negócio. </p>



<p>Os empreendimentos dessas mulheres é maior no setor de alimentação e bebidas, cerca de 45%, em seguida vem a beleza  (13%), moda (12%) e artesanato (8%).</p>



<p><strong>Leia também:  </strong><a href="https://noticiapreta.com.br/um-cada-3-brasileiros-fora-populacao-economicamente-ativa-2040/">Estudo mostra que 1 a cada 3 brasileiros estará fora da população economicamente ativa até 2040</a></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong> Empreendedores e o negócio </strong></h3>



<p>O<a href="https://datafavela.com.br/"> levantamento</a> também afirma que 75% dos entrevistados são empreendedores que se autodeclaram negros. Cerca de 39% desses empreendedores vivem com uma renda familiar de até dois salários-mínimos e 24% sobrevivem com apenas um. </p>



<p>70% dessas famílias não recebem nenhum tipo de benefício social e criaram um negócio para ser a fonte de sustento, 57% desses empreendimentos foram criados com recursos próprios ou ajuda familiar. </p>



<p>9 em 10 pessoas entrevistadas mantêm o seu empreendimento dentro da favela. </p>
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		<title>86% das vítimas de feminicídio no Piauí são mulheres negras, segundo secretaria de segurança pública</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thayan Mina]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A maioria das mulheres assassinadas em casos de feminicídio no Piauí em 2025 eram negras. Levantamento divulgado pela Secretaria de Segurança Pública do estado mostra que 86,5% das vítimas registradas no período pertenciam a esse grupo racial. O dado faz parte do 1º Boletim de Feminicídio produzido pela Secretaria de Segurança Pública do Piauí. O [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A maioria das mulheres assassinadas em casos de feminicídio no Piauí em 2025 eram negras. Levantamento divulgado pela Secretaria de Segurança Pública do estado mostra que 86,5% das vítimas registradas no período pertenciam a esse grupo racial.</p>



<p>O dado faz parte do 1º Boletim de Feminicídio produzido pela Secretaria de Segurança Pública do Piauí. O documento analisou 37 casos registrados ao longo de 2025 e identificou que 78,4% das vítimas eram pardas e 8,1% eram pretas. No Brasil, pretos e pardos compõem a população negra para fins estatísticos e de políticas públicas, classificação adotada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística e pelo Estatuto da Igualdade Racial.</p>



<p>A análise também mostra concentração de casos entre mulheres jovens. A faixa etária com maior número de registros é a de 25 a 29 anos, com seis ocorrências, equivalente a 16,2% dos casos. Em seguida aparecem mulheres entre 30 e 34 anos, com cinco registros, ou 13,5%.</p>



<p>As faixas de 15 a 19 anos e de 40 a 44 anos somam quatro casos cada, representando 10,8% do total em cada grupo. O levantamento também registra vítimas idosas, com três casos entre mulheres de 65 a 79 anos.</p>



<p>O boletim identifica um recorte racial significativo na violência de gênero no estado. Mulheres negras aparecem em maior número na maioria das faixas etárias analisadas e também estão mais expostas a diferentes formas de violência letal.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img decoding="async" width="668" height="1000" data-attachment-id="230733" data-permalink="https://noticiapreta.com.br/86-das-vitimas-de-feminicidio-no-piaui-sao-mulheres-negras-diz-governo-estadual/beautiful-anonymous-woman-face-shadow/" data-orig-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2026/04/mulher-negra-sombra-foto-freepik-1.jpg" data-orig-size="668,1000" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;3.2&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;NIKON D750&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;Beautiful anonymous woman face shadow&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;1550000022&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;50&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;800&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0.0008&quot;,&quot;title&quot;:&quot;Beautiful anonymous woman face shadow&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="Beautiful anonymous woman face shadow" data-image-description="" data-image-caption="&lt;p&gt;Beautiful anonymous woman face shadow&lt;/p&gt;
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<p>Em relação aos meios utilizados nos crimes, o uso de arma branca aparece como o mais frequente, responsável por 37,8% dos casos. Em seguida aparecem armas de fogo, com 18,9%, e envenenamento, com 10,8%.</p>



<p>Os registros também indicam que os crimes ocorrem principalmente em contextos de proximidade entre vítima e agressor, característica associada à dinâmica de violência interpessoal.</p>



<p>A distribuição temporal mostra maior concentração de feminicídios aos domingos, que reúnem 27% dos casos. A maior parte das ocorrências acontece durante a tarde, com 40,5% dos registros, seguida pela manhã, com 32,4%, e pela noite, com 21,6%.</p>



<p>Entre os municípios, Teresina concentra o maior número de ocorrências, com nove casos. Parnaíba aparece em seguida, com seis registros.</p>



<p>Leia mais notícias por aqui: <a href="https://noticiapreta.com.br/argentina-acusada-de-racismo-deposita-pagamento-de-r972-mil-para-retornar-ao-seu-pais/">Argentina acusada de racismo deposita pagamento de R$97,2 mil para retornar ao seu país</a></p>
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		<title>Insegurança alimentar cai a menor patamar da história entre mulheres negras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thayan Mina]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Mar 2026 16:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A fome atingiu o menor nível já registrado no Brasil entre diferentes perfis de domicílio, incluindo aqueles chefiados por mulheres e por pessoas negras. Dados divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) mostram que a insegurança alimentar grave caiu para os menores índices da série histórica nesses grupos. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A fome atingiu o menor nível já registrado no Brasil entre diferentes perfis de domicílio, incluindo aqueles chefiados por mulheres e por pessoas negras. Dados divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) mostram que a insegurança alimentar grave caiu para os menores índices da série histórica nesses grupos.</p>



<p>Nos lares sob responsabilidade de mulheres, a taxa de insegurança alimentar grave ficou em 3,6%. Quando o recorte considera a raça, os domicílios chefiados por pessoas negras registraram índice de 4,1%. Entre lares liderados por mulheres negras, grupo historicamente mais afetado por desigualdades sociais, o indicador chegou a 4,5%, também o menor patamar já observado.</p>



<p>Os dados fazem parte do levantamento baseado na Escala Brasileira de Insegurança Alimentar (Ebia). No conjunto do país, os domicílios em situação de insegurança alimentar grave recuaram para 3,2% em 2024, resultado mais baixo da série histórica.</p>



<p>O resultado ocorre após o Brasil ter sido retirado do Mapa da Fome. Em julho de 2025, a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO/ONU) anunciou que a média trienal entre 2022 e 2024 colocou o país abaixo do limite de 2,5% da população em risco de subnutrição ou com acesso insuficiente a alimentos.</p>



<p>A secretária extraordinária de Combate à Pobreza e à Fome do MDS, Valéria Burity, afirmou que os números refletem decisões políticas voltadas ao enfrentamento da fome.</p>



<p>“Quando você dá a centralidade para o tema do combate à fome, você coloca ele na sua agenda política, isso vai se convertendo em políticas públicas”, afirmou Burity.</p>



<p>“A redução da fome é resultado de decisões políticas que priorizaram a geração de emprego e renda, o fortalecimento da agricultura familiar, a ampliação dos recursos para a alimentação escolar e o acesso à alimentação adequada e saudável, articuladas no âmbito do Plano Brasil Sem Fome”, completou a secretária.</p>


<div class="wp-block-image">
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<p>A expansão do Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan) também foi apontada como parte desse processo. A partir de 2023, a reorganização da estrutura institucional incluiu a retomada das reuniões da Câmara Interministerial de Segurança Alimentar e Nutricional (Caisan) e a reinstalação do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea).</p>



<p>O número de municípios integrados ao sistema passou de 536 em 2022 para 2.152 em 2026. Dados da Munic 2024 indicam que 51,4% das cidades já possuem Conselho Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional, 36,3% contam com lei municipal sobre o tema e 24,5% têm Caisan estruturada.</p>



<p>Para Burity, os dados indicam que a redução da fome tem relação com políticas de inclusão produtiva, proteção social e garantia de direitos que impactam diretamente a vida das mulheres, especialmente das mulheres negras.</p>



<p>“Os números reforçam que o combate à fome está diretamente ligado à inclusão produtiva, à proteção social e à garantia de direitos, agenda que impacta de forma decisiva a vida das mulheres, especialmente das mulheres negras”, concluiu Burity.</p>



<p>Leia mais notícias por aqui: <a href="https://noticiapreta.com.br/ministro-wellington-dias-bolsa-familia-autonomia/">“Não queremos que pessoas permaneçam pelo resto da vida no Bolsa Família”, diz Ministro do Desenvolvimento</a></p>
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		<title>Companheiros e ex respondem por 80,7% dos feminicídios no Brasil, mostra estudo com 5.729 casos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thayan Mina]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2026 19:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
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		<category><![CDATA[feminicidio]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícia Preta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A maioria dos feminicídios no Brasil é cometida por parceiros ou ex-parceiros das vítimas. É o que mostra o levantamento Retrato dos Feminicídios no Brasil, divulgado na quarta-feira (4) pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). A pesquisa analisou 5.729 casos registrados pelas polícias entre 2021 e 2024 e aponta que 59,4% dos assassinatos foram [&#8230;]</p>
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<p>A maioria dos feminicídios no Brasil é cometida por parceiros ou ex-parceiros das vítimas. É o que mostra o levantamento <em>Retrato dos Feminicídios no Brasil</em>, divulgado na quarta-feira (4) pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). A pesquisa analisou 5.729 casos registrados pelas polícias entre 2021 e 2024 e aponta que 59,4% dos assassinatos foram cometidos por companheiros atuais, enquanto 21,3% tiveram como autores ex-companheiros.</p>



<p>Os dados indicam que a violência letal contra mulheres no país está fortemente ligada a relações íntimas e familiares. Além dos parceiros, 10,2% dos feminicídios foram praticados por outros familiares, reforçando o caráter doméstico desse tipo de crime. Situações em que o agressor era desconhecido representam apenas 4,9% das ocorrências registradas.</p>



<p>O estudo também mostra padrões no perfil das vítimas e nas circunstâncias das mortes. Metade das mulheres assassinadas tinha entre 30 e 49 anos, fase considerada de plena atividade produtiva e reprodutiva. A faixa de 30 a 39 anos concentra 28,3% dos casos, seguida pelo grupo de 40 a 49 anos, com 21,7%.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img decoding="async" width="1024" height="1024" data-attachment-id="128225" data-permalink="https://noticiapreta.com.br/mulheres-negras-tem-duas-vezes-mais-chances-serem-vitimas-feminicidio/noticia-preta-mulheres-negras-feminicidio/" data-orig-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2024/03/noticia-preta-mulheres-negras-feminicidio.jpg" data-orig-size="716,428" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;1711388259&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="noticia-preta-mulheres-negras-feminicidio" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2024/03/noticia-preta-mulheres-negras-feminicidio-300x300.jpg" data-large-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2024/03/noticia-preta-mulheres-negras-feminicidio-1024x1024.jpg" src="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2024/03/noticia-preta-mulheres-negras-feminicidio-1024x1024.jpg" alt="" class="wp-image-128225" style="width:378px;height:auto" srcset="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2024/03/noticia-preta-mulheres-negras-feminicidio-1024x1024.jpg 1024w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2024/03/noticia-preta-mulheres-negras-feminicidio-300x300.jpg 300w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2024/03/noticia-preta-mulheres-negras-feminicidio-150x150.jpg 150w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2024/03/noticia-preta-mulheres-negras-feminicidio-1536x1536.jpg 1536w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2024/03/noticia-preta-mulheres-negras-feminicidio-2048x2048.jpg 2048w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2024/03/noticia-preta-mulheres-negras-feminicidio-65x65.jpg 65w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Mulheres negras representam 62,6% dos casos de feminicídio no Brasil, enquanto 36,8% são mulheres brancas, indígenas e amarelas são 0,3% &#8211; Foto: Marcos Santos/USP.</em></figcaption></figure></div>


<p>Entre os meios utilizados, 48,7% dos feminicídios foram cometidos com armas brancas, como facas ou canivetes, enquanto 25,2% ocorreram com armas de fogo.</p>



<p>A análise revela ainda desigualdades raciais no perfil das vítimas. Mulheres negras representam 62,6% dos casos, enquanto 36,8% são mulheres brancas. Indígenas e amarelas aparecem com 0,3% dos registros cada.</p>



<p>Segundo o FBSP, o fenômeno não pode ser compreendido apenas como violência de gênero isolada de outras desigualdades sociais. Mulheres negras, em média, enfrentam maior vulnerabilidade socioeconômica, menor acesso a serviços públicos de proteção e maior exposição a territórios marcados por precariedade institucional.</p>



<p>Os dados mais recentes reforçam a persistência do problema. Em 2025, foram registrados 1.568 feminicídios no país, aumento de 4,7% em relação ao ano anterior. Desde a tipificação do crime na legislação brasileira, em 2015, ao menos 13.703 mulheres foram assassinadas por razões relacionadas ao gênero.</p>



<p><a href="https://forumseguranca.org.br/wp-content/uploads/2026/03/nota-tecnica-dia-mulher-2026.pdf">Confira pesquisa na íntegra.</a></p>



<p>Leia mais notícias por aqui: <a href="https://noticiapreta.com.br/quaest-lula-flavio-bolsonaro-empate-segundo-turno/">Pesquisa mostra empate entre Lula e Flávio Bolsonaro, mas estratégia de moderação do senador não convence eleitor</a><br></p>
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		<title>Ocupação de mulheres sem terra pressiona governo paulista por reforma agrária</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thayan Mina]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 13:00:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[MST]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícia Preta]]></category>
		<category><![CDATA[Ocupação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A ocupação de uma fazenda no interior de São Paulo marcou o início das mobilizações da Jornada Nacional de Luta das Mulheres Sem Terra nesta segunda-feira (9). Cerca de 400 mulheres do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) entraram na fazenda Santo Antônio, localizada em Presidente Epitácio, no Pontal do Paranapanema, para denunciar a [&#8230;]</p>
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<p>A ocupação de uma fazenda no interior de São Paulo marcou o início das mobilizações da Jornada Nacional de Luta das Mulheres Sem Terra nesta segunda-feira (9). Cerca de 400 mulheres do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) entraram na fazenda Santo Antônio, localizada em Presidente Epitácio, no Pontal do Paranapanema, para denunciar a política de regularização fundiária do estado e exigir que terras públicas sejam destinadas à reforma agrária.</p>



<p>A área ocupada tem cerca de 1.675 hectares e é considerada terra devoluta, pertencente ao Estado. Mesmo assim, permanece sob exploração privada voltada à pecuária extensiva. O MST afirma que o imóvel está sob posse de duas fazendeiras ligadas a um grupo interessado em processos de regularização fundiária que somam cerca de 6.610 hectares no estado.</p>



<p>Após a ocupação, o MST informou ao Brasil de Fato que a Polícia Militar bloqueou o acesso à propriedade, impedindo entradas e saídas de pessoas, “numa tentativa de intimidar a luta das mulheres sem terra, deixando mulheres e crianças sem comida e água no acampamento”. O governo de São Paulo informou que a Polícia Militar foi acionada e que, após diálogo, as manifestantes deixaram o local “de forma pacífica”.</p>



<p>A mobilização integra a Jornada Nacional de Luta das Mulheres Sem Terra, realizada entre 8 e 12 de março em diferentes regiões do país. As ações denunciam a paralisação da reforma agrária e criticam medidas que, na avaliação do movimento, ampliam a concentração de terras.</p>



<p>Entre os principais alvos de crítica está a Lei Estadual nº 17.557/2022, conhecida como “lei da grilagem”. Sancionada na gestão de Rodrigo Garcia e prorrogada pelo governo de Tarcísio de Freitas, a norma permite a negociação de terras públicas com descontos que podem chegar a 90% do valor de mercado.</p>


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<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img decoding="async" width="1024" height="683" data-attachment-id="228182" data-permalink="https://noticiapreta.com.br/ocupacao-de-mulheres-sem-terra-pressiona-governo-paulista-por-reforma-agraria/mulheres-ocupacao-mst-foto-divulgacao-mst/" data-orig-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2026/03/mulheres-ocupacao-mst-foto-divulgacao-mst.webp" data-orig-size="1024,683" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="mulheres ocupação mst foto divulgação mst" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2026/03/mulheres-ocupacao-mst-foto-divulgacao-mst-300x300.webp" data-large-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2026/03/mulheres-ocupacao-mst-foto-divulgacao-mst-1024x1024.webp" src="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2026/03/mulheres-ocupacao-mst-foto-divulgacao-mst.webp" alt="" class="wp-image-228182" style="width:425px;height:auto" srcset="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2026/03/mulheres-ocupacao-mst-foto-divulgacao-mst.webp 1024w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2026/03/mulheres-ocupacao-mst-foto-divulgacao-mst-768x512.webp 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>A mobilização integra a Jornada Nacional de Luta das Mulheres Sem Terra, realizada entre 8 e 12 de março em diferentes regiões do país &#8211; Foto: divulgação <a href="https://mst.org.br/">MST</a></em></figcaption></figure></div>


<p>A Lei 70.207, promulgada em dezembro de 2025, ampliou o alcance da legislação ao retirar a exigência de medição e demarcação realizadas pela Fundação Itesp durante processos de regularização de terras devolutas.</p>



<p>A constitucionalidade da norma é analisada pelo Supremo Tribunal Federal. A ação foi apresentada pelo Partido dos Trabalhadores e está sob relatoria da ministra Cármen Lúcia, ainda sem data para julgamento.</p>



<p>O governo de São Paulo informou que cerca de 200 mil hectares foram regularizados desde 2023 com base na legislação. Movimentos de luta pela terra estimam que, se essas áreas fossem destinadas à reforma agrária, mais de 33 mil famílias poderiam ser assentadas no estado, que atualmente possui pouco mais de 20 mil famílias assentadas.</p>



<p>Leia mais notícias por aqui: <a href="https://noticiapreta.com.br/stf-comeca-a-julgar-deputados-do-pl-acusados-de-desvio-de-emendas/">STF começa a julgar deputados do PL acusados de desvio de emendas</a></p>
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		<title>Feminicídio representa cerca de 40% dos homicídios de mulheres no Brasil em 2024</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thayan Mina]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Mar 2026 19:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quase quatro em cada dez assassinatos de mulheres registrados no Brasil em 2024 foram classificados como feminicídio, quando a mulher é morta por razões relacionadas ao seu gênero. No total, o país registrou 3.642 homicídios de mulheres no período, de acordo com dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde, analisados [&#8230;]</p>
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<p>Quase quatro em cada dez assassinatos de mulheres registrados no Brasil em 2024 foram classificados como feminicídio, quando a mulher é morta por razões relacionadas ao seu gênero. No total, o país registrou 3.642 homicídios de mulheres no período, de acordo com dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde, analisados em estudo do Instituto Sou da Paz divulgado no domingo (8).</p>



<p>O levantamento examina a presença de armas de fogo na violência de gênero e mostra que esse tipo de armamento foi utilizado em 47% dos homicídios de mulheres registrados no país no ano passado.</p>



<p>Apesar da redução geral desses crimes, o estudo indica que a queda ocorreu em ritmo menor do que entre homens. Entre 2020 e 2024, os homicídios de mulheres diminuíram 5%, enquanto as mortes masculinas caíram 15%. No mesmo intervalo, os assassinatos de mulheres cometidos com armas de fogo tiveram redução de 12%, mas o instrumento segue como o mais utilizado.</p>



<p>Entre os casos registrados em 2024, 1.492 foram enquadrados como feminicídio, quando a investigação identifica que a motivação do crime está relacionada ao gênero da vítima. Esse tipo de assassinato passou a representar cerca de 40% dos homicídios de mulheres no país, proporção superior à registrada em 2023, quando correspondia a 36,8%.</p>



<p>Nos feminicídios, o uso de arma branca aparece com maior frequência, responsável por 48% dos casos. As armas de fogo foram usadas em 23% dessas ocorrências.</p>


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<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img decoding="async" width="1170" height="700" data-attachment-id="204887" data-permalink="https://noticiapreta.com.br/levantamento-aumento-denuncias-racismo-online-disque-100/969126-marcha-de-mulheres-negras-4290-6/" data-orig-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/09/969126-marcha-de-mulheres-negras-4290.webp" data-orig-size="1170,700" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="969126-marcha de mulheres negras-4290" data-image-description="" data-image-caption="&lt;p&gt;Marcello Casal Jr./Agência Brasil&lt;/p&gt;
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<p>O estudo também aponta que boa parte das mortes ocorre dentro de casa. Em 2024, 35% dos homicídios de mulheres aconteceram em residências e 29% em vias públicas. Quando são excluídos os registros sem informação sobre o local do crime, as casas concentram 45% das ocorrências, enquanto ruas e espaços públicos reúnem 37%.</p>



<p>As estatísticas indicam forte desigualdade racial entre as vítimas. Mulheres negras, considerando pretas e pardas, representam 67,5% das vítimas de homicídio no país. Nos casos envolvendo armas de fogo, essa participação sobe para 72,3%.</p>



<p>A maioria das vítimas tem entre 18 e 44 anos, faixa etária que concentra 68% das mortes. Nos episódios com arma de fogo, os registros se concentram principalmente entre mulheres de 18 a 29 anos.</p>



<p>O Nordeste concentrou 38% dos homicídios de mulheres registrados em 2024 e apresentou a maior taxa proporcional. Na região, 51% desses crimes foram cometidos com arma de fogo.</p>



<p>O <a href="https://soudapaz.org/">estudo</a> também registra que, entre 2018 e 2022, o número de registros de colecionadores, atiradores e caçadores (CACs) aumentou 665% no Brasil, segundo dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública.</p>



<p>Leia mais notícias por aqui: <a href="https://noticiapreta.com.br/governo-recebe-manifesto-de-42-organizacoes-feministas-com-mais-de-300-assinaturas/">Governo recebe manifesto de 42 organizações feministas com mais de 300 assinaturas</a></p>
<p>O post <a href="https://noticiapreta.com.br/feminicidio-representa-cerca-de-40-dos-homicidios-de-mulheres-no-brasil-em-2024/">Feminicídio representa cerca de 40% dos homicídios de mulheres no Brasil em 2024</a> apareceu primeiro em <a href="https://noticiapreta.com.br">Noticia Preta - NP</a>.</p>
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		<title>Autonomia financeira é prioridade para mulheres, aponta pesquisa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Mar 2026 13:05:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ter autonomia financeira para decidir sobre a própria vida está no topo das prioridades das mulheres ouvidas pela pesquisa Mulheres e Mercado de Trabalho, divulgada no último sábado (7). O levantamento confirma que o mundo do trabalho permanece desigual e traz a percepção delas sobre práticas discriminatórias e violentas no ambiente profissional. Realizada&#160;pela Consultoria Maya, com base [&#8230;]</p>
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<p>Ter autonomia financeira para decidir sobre a própria vida está no topo das prioridades das mulheres ouvidas pela pesquisa <em>Mulheres e Mercado de Trabalho</em>, divulgada no último sábado (7).<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1680930&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1680930&amp;o=node"></p>



<p>O levantamento confirma que o mundo do trabalho permanece desigual e traz a percepção delas sobre práticas discriminatórias e violentas no ambiente profissional.</p>



<p>Realizada&nbsp;pela Consultoria Maya, com base no cadastro da plataforma de educação corporativa Koru, a pesquisa investigou a visão de 180 mulheres sobre trabalho e vida pessoal. Para isso, entrevistou diferentes perfis etários e etnorraciais, com exceção de indígenas.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="613" data-attachment-id="228131" data-permalink="https://noticiapreta.com.br/autonomia-financeira-e-prioridade-para-mulheres-aponta-pesquisa/mcm_5729_0/" data-orig-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2026/03/mcm_5729_0.webp" data-orig-size="1170,700" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="mcm_5729_0" data-image-description="" data-image-caption="&lt;p&gt;Foto: Marcelo Camargo / Agência BRasil&lt;/p&gt;
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<p><strong>Ao falar sobre ambições, a independência financeira foi apontada como prioridade por 37,3% delas.</strong>&nbsp;Em segundo lugar, estava a saúde mental e física (31%) e, em seguida, a realização profissional. Ter uma relação amorosa não é a meta nem de uma&nbsp;em cada dez mulheres consultadas.</p>



<p>&#8220;Estamos falando de ter um salário, de ter rendimento, de ter poder de decisão, não é de poder de compra&#8221;, explicou a diretora da Consultoria Maya, Paola Carvalho. A autonomia, destacou, permite à&nbsp;mulher sair de um relacionamento abusivo ou oferecer melhor condição de vida para a sua família.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;Autonomia financeira é condição para liberdade de escolha&#8221;, frisou.</p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://noticiapreta.com.br/mulheres-liderancas-concessionarias-rodovias-bahia/">Mulheres chegam a 49% das lideranças nas concessões rodoviárias baianas</a></p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading">Violência e discriminação</h2>



<p>Para muitas mulheres, o caminho para a autonomia passa pelo trabalho remunerado. No entanto, permanecem várias barreiras culturais ao acesso e à&nbsp;ascensão delas no mercado, apesar de terem melhor formação e currículo, segundo a visão das próprias. Entre os problemas, estão a discriminação e a violência.</p>



<p>Dentre as entrevistadas, 2,3% relatam ter sido preteridas em promoções, em geral, por conta da maternidade.</p>



<p>&#8220;Primeiro [vêm] os homens, claro, depois, mulheres sem filhos e, por último, mulheres com filhos&#8221;, contou uma das mulheres ouvidas na pesquisa, que não foi identificada. &#8220;Vejo predileção em promover mulheres que não têm filhos&nbsp;em vez de mães&#8221;, avaliou.</p>



<p><strong>A violência psicológica também tem impacto na carreira. Mais de sete entre dez entrevistadas relataram ter sofrido com o problema.</strong></p>



<p>Os casos incluem comentários sexistas ─&nbsp;que desvalorizam aptidões pelo fato de ser mulher ─, incluindo ofensas sobre a aparência delas, além de interrupções frequentes em reuniões, apropriações de ideias e questionamentos sobre a capacidade técnica.</p>



<p>&#8220;Meu coordenador me ofereceu um cargo acima do que eu estava e, quando aceitei, por três vezes, ele me chamou para conversar e questionar se eu achava que conseguiria&#8221;, relatou uma das mulheres ouvidas.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;Em uma das vezes, ele teve a audácia de me pedir para conversar com o meu esposo sobre a minha decisão&#8221;, completou outra entrevistada.</p>
</blockquote>



<p>A violência no local de trabalho fez com que muitas pensassem em abrir mão do trabalho e, mesmo que muitas não tenham desistido, o problema mostra que a permanência delas no trabalho &#8220;ocorre apesar das adversidades, e não pelas condições plenamente equitativas&#8221;, diz o texto.</p>



<p>A distribuição de cargos nas empresas evidencia o topo do problema. Segundo o levantamento, a maior parte das entrevistadas atua em posições operacionais e intermediárias, como coordenadora e gerente. Apenas 5,6% chegaram a postos na diretoria ou cargos chamados de &#8220;C-levels&#8221;, que são os mais altos executivos. &nbsp;</p>



<p>&#8220;A presença feminina diminui drasticamente à medida que os cargos se tornam mais estratégicos, revelando uma estrutura sexista por trás desse&nbsp;resultado&#8221;, avaliou Paola.</p>



<p>Para&nbsp;mudar o quadro, a consultora sugere comprometimento, do estagiário ao CEO, com uma nova visão e atitudes profissionais no dia a dia.</p>



<p>&#8220;É preciso ter um olhar diferente para essas questões. Isso parte de ações individuais e institucionais&#8221;, sugeriu. &#8220;Em 2026, ter esses resultados&nbsp;é chocante&#8221;, concluiu Paola.</p>
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		<title>Ausência de políticas públicas sobre menopausa atinge mais mulheres negras, aponta pesquisa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Layla Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 16:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[menopausa]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O estudo alerta que no Brasil é preciso que as políticas públicas levem em consideração que tratar a mulher na menopausa é cuidar de todo o núcleo familiar Um estudo realizado pelo Instituto Esfera, em Brasília, indica que a menopausa e os efeitos desse período podem ter consequências ainda mais profundas na saúde e na [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center"><em>O estudo alerta que no Brasil é preciso que as políticas públicas levem em consideração que tratar a mulher na menopausa é cuidar de todo o núcleo familiar</em></p>



<p>Um estudo realizado pelo Instituto Esfera, em Brasília, indica que a menopausa e os efeitos desse período podem ter consequências ainda mais profundas na saúde e na vida profissional de mulheres em situação de maior vulnerabilidade no país, especialmente mulheres negras e aquelas que vivem em comunidades com menor acesso a serviços públicos. A pesquisa também aponta para a urgência de o Brasil desenvolver políticas públicas específicas voltadas para esse período da vida, com o objetivo de reduzir os impactos físicos, sociais e econômicos enfrentados por essas mulheres.</p>



<p>Em entrevista à Agência Brasil, a pesquisadora Clarita Costa Maia, uma das responsáveis pelo estudo, explicou que a menopausa pode afetar mulheres negras de maneira particular.<em> “O que constatamos é que a menopausa tem um componente biológico que atinge mais as mulheres negras e há o cruzamento de vulnerabilidades. São mulheres que sentem a menopausa com mais peso, biologicamente e socialmente falando”</em>, explicou.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter is-resized"><img decoding="async" width="1024" height="1024" data-attachment-id="207299" data-permalink="https://noticiapreta.com.br/mulheres-50-destacam-mercado-profissional-protagonismo-vitalidade/mulher-50/" data-orig-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/09/MULHER-50.png" data-orig-size="1100,664" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="MULHER 50+" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/09/MULHER-50-300x300.png" data-large-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/09/MULHER-50-1024x1024.png" src="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/09/MULHER-50-1024x1024.png" alt="" class="wp-image-207299" style="width:501px;height:auto" srcset="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/09/MULHER-50-1024x1024.png 1024w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/09/MULHER-50-300x300.png 300w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/09/MULHER-50-150x150.png 150w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/09/MULHER-50-1536x1536.png 1536w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/09/MULHER-50-2048x2048.png 2048w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/09/MULHER-50-65x65.png 65w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>A instabilidade no trabalho durante a menopausa não afeta apenas a mulher que atravessa essa fase, mas repercute em todo o núcleo familiar do qual ela faz parte &#8211; Foto: Freepik</em></figcaption></figure></div>


<p>O estudo divulgado nessa terça (03) revela que os sintomas da menopausa, incluindo os físicos e psicológicos não tratados levam para a mulher uma insustentabilidade da relação profissional <em>“Ela é, em regra, o arrimo de família e líder familiar. São mulheres que ficam numa posição muito frágil no mercado de trabalho”</em>, ressaltou a pesquisadora. </p>



<p>A instabilidade no trabalho durante a menopausa não afeta apenas a mulher que atravessa essa fase, mas repercute em todo o núcleo familiar do qual ela faz parte. Por isso, o estudo chama atenção para a necessidade de políticas públicas que reconheçam essa dimensão coletiva do problema. Segundo os pesquisadores, oferecer suporte adequado às mulheres na menopausa significa também proteger o bem-estar e a estabilidade das famílias que dependem delas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Saúde mental também entra em risco </h3>



<p>A pesquisadora, que atua na área do direito e desenvolveu o estudo ao lado da médica Fabiane Berta de Sousa, ressalta que a falta de diagnóstico e tratamento adequado para os sintomas da menopausa pode provocar impactos importantes na saúde mental das mulheres.</p>



<p><em>“Aumentam significativamente as chances de desenvolvimento de Alzheimer, de depressão e diversas outras consequências relacionais advindas disso”</em>, explicou.</p>



<p>Segundo ela, além dos efeitos físicos, a menopausa pode desencadear mudanças emocionais profundas, que muitas vezes não são compreendidas nem pelas próprias mulheres. Oscilações de humor, sensação de perda de controle sobre o próprio corpo e dificuldades nas relações pessoais podem surgir nesse período, especialmente quando não há acompanhamento médico ou apoio psicológico.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Menopausa precoce e necessidade de mapeamento </h3>



<p>Outro ponto destacado pela pesquisadora é o aumento dos casos de menopausa precoce, fenômeno que, segundo ela, tem relação com transformações no modo de vida contemporâneo. O estudo também chama atenção para o contexto de envelhecimento da população brasileira, que exige maior preparação das redes públicas de saúde para lidar com essas fases da vida.</p>



<p><strong>Leia também: </strong><a href="https://noticiapreta.com.br/terapia-hormonal-menopausa-nao-altera-risco-demencia/">Estudo com mais de 1 milhão de mulheres mostra que terapia hormonal na menopausa não altera risco de demência</a></p>



<p>De acordo com o estudo, um dos passos fundamentais para enfrentar os impactos da menopausa no país seria a realização de um mapeamento nacional sobre o tema. A iniciativa permitiria compreender melhor a realidade brasileira, dimensionar o número de mulheres afetadas e orientar a criação de políticas públicas mais eficazes.</p>



<p>Levantamentos internacionais indicam que os impactos econômicos desse período também podem ser quantificados. Nos Estados Unidos, por exemplo, os custos associados à menopausa chegam a cerca de US$ 26,6 bilhões por ano, enquanto no cenário global a estimativa alcança US$ 150 bilhões. Estudos também apontam uma redução média de 10% na renda de mulheres que enfrentam sintomas mais intensos.</p>



<p>No <a href="https://www.gov.br/pt-br/">Brasil</a>, a estimativa apresentada pelo estudo aponta que cerca de 29 milhões de mulheres estão nessa fase da vida. Entre elas, aproximadamente 87,9% apresentam algum tipo de sintoma relacionado à menopausa, mas apenas 22,4% procuram tratamento ou acompanhamento médico.</p>
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		<title>Insegurança é barreira para 62% das mulheres viajarem sozinhas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 11:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[direitodasmulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia Preta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ministério lança guia para promover turismo solo feminino seguro Fonte: Agência Brasil Quatro em cada dez brasileiras já viajaram sozinhas.&#160;O dado sinaliza que, pouco a pouco, as mulheres vêm se sentindo mais seguras para desbravar o mundo por conta própria. A informação é extraída&#160;de uma pesquisa do Ministério do Turismo e da&#160;Organização das Nações Unidas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center"><em>Ministério lança guia para promover turismo solo feminino seguro<br></em></p>



<p>Fonte: Agência Brasil</p>



<p><strong>Quatro em cada dez brasileiras já viajaram sozinhas.</strong>&nbsp;O dado sinaliza que, pouco a pouco, as mulheres vêm se sentindo mais seguras para desbravar o mundo por conta própria.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1680821&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1680821&amp;o=node"></p>



<p>A informação é extraída&nbsp;de uma pesquisa do Ministério do Turismo e da&nbsp;Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco)&nbsp;com 2.712 mulheres.</p>



<p>O levantamento aponta, por outro lado, que as viajantes solo ainda esbarram&nbsp;em problemas estruturais que impactam a forma como elas se deslocam, ocupam os espaços visitados e se expõem a experiências longe de seus lares.</p>



<p>Segundo a pesquisa&nbsp;Mulheres que Viajam Sozinhas, concluída em agosto de 2025,&nbsp;<strong>62% das entrevistadas afirmaram já ter deixado de viajar sozinhas por questões de segurança. E 61% disseram já ter vivido alguma situação que as fizeram se sentir inseguras durante uma viagem desacompanhada.</strong></p>



<p>Real e potencialmente limitadora, a preocupação com a segurança é ainda maior entre mulheres negras e indígenas que, segundo os responsáveis pela pesquisa, “enfrentam camadas adicionais de vulnerabilidade”.</p>



<p><strong>Entre as entrevistadas que se autoidentificam como pretas, pardas ou indígenas, 65,35% já deixaram de viajar por questões de segurança.</strong></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img decoding="async" width="1024" height="613" data-attachment-id="227909" data-permalink="https://noticiapreta.com.br/inseguranca-e-barreira-para-62-das-mulheres-viajarem-sozinhas/img_9169/" data-orig-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2026/03/img_9169.webp" data-orig-size="1170,700" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="img_9169" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2026/03/img_9169-300x179.webp" data-large-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2026/03/img_9169-1024x613.webp" src="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2026/03/img_9169-1024x613.webp" alt="" class="wp-image-227909" style="width:390px;height:auto" srcset="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2026/03/img_9169-1024x613.webp 1024w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2026/03/img_9169-300x179.webp 300w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2026/03/img_9169-768x459.webp 768w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2026/03/img_9169.webp 1170w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil</figcaption></figure></div>


<p><strong>Questionadas sobre o que as faria se sentirem mais seguras e confortáveis para viajar sozinhas pelo Brasil, três em cada dez (29,3%) mulheres reivindicaram mais policiamento e câmeras de segurança.</strong></p>



<p>Na sequência, 21% das entrevistadas cobraram melhorias na estrutura de transportes e hospedagens; 17% disseram que gostariam de ter mais informações específicas para mulheres que viajam sozinhas e 16% afirmaram que se sentiriam mais à vontade se houvesse mais funcionárias atuando no setor de turismo &#8211; o que, para os responsáveis pela pesquisa, “demonstra como a presença feminina transmite acolhimento e empatia”.</p>



<p><strong>Entre as entrevistadas que afirmaram que já viajaram sozinhas, 31,4% disseram fazê-lo frequentemente, a cada alguns meses, sinalizando que a experiência é considerada gratificante e libertadora, apesar das incertezas e dos riscos.</strong></p>



<p><strong>Quase 35% das viajantes solo têm entre 35 e 44 anos e 22% entre 45 e 54 anos. O r</strong>esultado sugere que, nessas fases da vida, em muitos casos marcadas por maior estabilidade financeira e liberdade pessoal, elas dispõem de mais autonomia para viajar sozinhas. Além disso, 68% delas não têm filhos.</p>



<p><strong>Quanto à motivação, 73% das entrevistadas disseram buscar momentos de lazer.</strong>&nbsp;Já o desejo por exercitar sua independência e liberdade mobiliza 65% delas, enquanto o anseio por autoconhecimento motiva 41% e 38% viajam sozinhas para cumprir compromissos profissionais.</p>



<p><strong>Entre as que disseram nunca ter viajado sozinhas, 59% manifestaram o desejo de fazê-lo nos próximos dois anos.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">Motivação</h2>



<p>O interesse por atividades culturais,&nbsp;como visitas a museus e&nbsp;centros históricos,&nbsp;moveu 68% das mulheres que responderam a pesquisa. O ecoturismo tem 64% da preferência, seguido por experiências de bem-estar (44,9%), compromissos de trabalho (38,5%), participação em eventos e festivais (36,6%) e interesse pela gastronomia (30,1%).</p>



<p><strong>Uma parcela significativa (36%) das respondentes viaja sozinha somente pelo Brasil, sendo as regiões Sudeste (73%) e Nordeste (66%) as mais visitadas, seguidas pelo Sul (50%); Centro-Oeste (37%) e Norte (30%).</strong></p>



<p>Os resultados completos da pesquisa constam no&nbsp;Guia Para Mulheres que Viajam Sozinhas, que o Ministério do Turismo lançou nesta quinta-feira (5) e está&nbsp;<a href="https://www.gov.br/turismo/pt-br/assuntos/noticias/ministerio-do-turismo-lanca-guia-inedito-para-mulheres-que-viajam-sozinhas-e-revela-o-perfil-das-viajantes-brasileiras/mulheresviajamsozinhas_digital_02.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">disponível na internet</a>. Além dos dados, úteis para gestores públicos, operadores turísticos e para toda sorte de empresa que atenda viajantes, a publicação contém orientações para promover um turismo mais seguro, inclusivo, acolhedor e responsável.</p>



<p>“Esse Guia reconhece que a mulher tem o direito de circular com liberdade e viajar pelo Brasil e pelo mundo, sem que o medo seja o principal companheiro de viagem”, afirmou a ministra das Mulheres, Márcia Lopes, durante a cerimônia de apresentação da publicação, em Brasília.</p>



<p>Segundo o Ministério do Turismo, o guia integra a agenda de turismo responsável e está alinhada tanto ao Pacto Nacional Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio, quanto à&nbsp;pauta internacional de igualdade de gênero.</p>



<p>Anteriormente, a pasta já tinha lançado o&nbsp;<a href="https://drive.google.com/file/d/1v09JsKMf2EQ_KxAhValTWIBefSWeDqlK/view?pli=1" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Guia com Dicas para Atender Bem Turistas Mulheres</a>, focado no setor de serviços.</p>



<p>Leia mais notícias por aqui: <a href="https://noticiapreta.com.br/mulheres-negras-sao-626-das-vitimas-de-feminicidio-no-brasil-aponta-relatorio/">Mulheres negras são 62,6% das vítimas de feminicídio no Brasil, aponta relatório</a></p>
<p>O post <a href="https://noticiapreta.com.br/inseguranca-e-barreira-para-62-das-mulheres-viajarem-sozinhas/">Insegurança é barreira para 62% das mulheres viajarem sozinhas</a> apareceu primeiro em <a href="https://noticiapreta.com.br">Noticia Preta - NP</a>.</p>
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		<title>13,1% das mulheres vítimas de feminicídio no Brasil tinham medidas protetivas quando foram assassinadas, revela pesquisa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Layla Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 16:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[feminicídio]]></category>
		<category><![CDATA[Morte]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foram registrados em 2024, 1.127 casos de feminicídio em 16 unidades da federação. Desses casos, 148 vítimas já tinham realizado o pedido de medida protetiva De acordo com a pesquisa Retrato dos Feminicídios no Brasil, do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, 13,1% das mulheres vítimas de feminicídio no Brasil em 2024 foram assassinadas mesmo tendo [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center"><em>Foram registrados em 2024, 1.127 casos de feminicídio em 16 unidades da federação. Desses casos, 148 vítimas já tinham realizado o pedido de medida protetiva</em></p>



<p>De acordo com a pesquisa Retrato dos Feminicídios no Brasil, do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, 13,1% das mulheres vítimas de feminicídio no Brasil em 2024 foram assassinadas mesmo tendo uma Medida Protetiva de Urgência (MPU) em vigor. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (4). </p>



<p>Ao todo, 1.127 feminicídios foram registrados, em 16 unidades da federação brasileira. Desses casos, 148 vítimas tinham proteção judicial contra o seu agressor no momento do crime. A <a href="https://forumseguranca.org.br/wp-content/uploads/2026/03/nota-tecnica-dia-mulher-2026.pdf">pesquisa </a>também revela que os dados só contemplam 16 estados por uma dificuldade técnica das polícias em extrair essa informação de forma automatizada e ausência de banco de dados padronizado para todo o país. </p>


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<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img decoding="async" width="1024" height="1024" data-attachment-id="180404" data-permalink="https://noticiapreta.com.br/sp-casos-de-injuria-racial-aumentam-1442-e-denuncias-de-racismo-1119-nos-quatro-primeiros-meses-de-2025/woman-raised-her-hand-for-dissuade-campaign-stop-violence-against-women-african-american-woman-raised-her-hand-for-dissuade-with-copy-space-7/" data-orig-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/05/mulher-levantou-mao-para-dissuadir-campanha-pare-violencia-contra-as-mulheres-mulher-afro-americana-levantou-mao-para-dissuadir-com-espaco-de-copia-1-scaled.jpg" data-orig-size="2048,2048" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;woman raised her hand for dissuade, campaign stop violence against women. African American woman raised her hand for dissuade with copy space&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;woman raised her hand for dissuade, campaign stop violence against women. African American woman raised her hand for dissuade with copy space&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="woman raised her hand for dissuade, campaign stop violence against women. African American woman raised her hand for dissuade with copy space" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/05/mulher-levantou-mao-para-dissuadir-campanha-pare-violencia-contra-as-mulheres-mulher-afro-americana-levantou-mao-para-dissuadir-com-espaco-de-copia-1-300x300.jpg" data-large-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/05/mulher-levantou-mao-para-dissuadir-campanha-pare-violencia-contra-as-mulheres-mulher-afro-americana-levantou-mao-para-dissuadir-com-espaco-de-copia-1-1024x1024.jpg" src="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/05/mulher-levantou-mao-para-dissuadir-campanha-pare-violencia-contra-as-mulheres-mulher-afro-americana-levantou-mao-para-dissuadir-com-espaco-de-copia-1-1024x1024.jpg" alt="" class="wp-image-180404" style="width:634px;height:auto" srcset="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/05/mulher-levantou-mao-para-dissuadir-campanha-pare-violencia-contra-as-mulheres-mulher-afro-americana-levantou-mao-para-dissuadir-com-espaco-de-copia-1-1024x1024.jpg 1024w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/05/mulher-levantou-mao-para-dissuadir-campanha-pare-violencia-contra-as-mulheres-mulher-afro-americana-levantou-mao-para-dissuadir-com-espaco-de-copia-1-300x300.jpg 300w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/05/mulher-levantou-mao-para-dissuadir-campanha-pare-violencia-contra-as-mulheres-mulher-afro-americana-levantou-mao-para-dissuadir-com-espaco-de-copia-1-150x150.jpg 150w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/05/mulher-levantou-mao-para-dissuadir-campanha-pare-violencia-contra-as-mulheres-mulher-afro-americana-levantou-mao-para-dissuadir-com-espaco-de-copia-1-1536x1536.jpg 1536w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/05/mulher-levantou-mao-para-dissuadir-campanha-pare-violencia-contra-as-mulheres-mulher-afro-americana-levantou-mao-para-dissuadir-com-espaco-de-copia-1-scaled.jpg 2048w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/05/mulher-levantou-mao-para-dissuadir-campanha-pare-violencia-contra-as-mulheres-mulher-afro-americana-levantou-mao-para-dissuadir-com-espaco-de-copia-1-65x65.jpg 65w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Pesquisa mostra que dos 1.127 casos de feminicídio em 16 unidades da federação em 2024.148 vítimas já tinham realizado o pedido de medida protetiva quando foram mortas por seus agressores</em> </figcaption></figure></div>


<h3 class="wp-block-heading">Estados com dados acima da média nacional </h3>



<p>Entre os estados analisados, os números mudam bastante e em alguns casos chamam ainda mais atenção. No Acre, por exemplo, 25% dos casos de feminicídio envolveram mulheres que já tinham medida protetiva. Isso significa que 1 em cada 4 vítimas já havia recorrido à Justiça pedindo proteção.</p>



<p>No Mato Grosso, o índice é de 22,2% ou seja, pouco mais de 2 a cada 10 mulheres assassinadas já estavam sob proteção judicial.</p>



<p><strong>Leia também: </strong><a href="https://noticiapreta.com.br/vitimas-feminicidio-registros-oficiais/">Número de vítimas de feminicídio supera em 38% registros oficiais</a></p>



<p>Em São Paulo, o percentual é de 21,7%, também acima da média nacional. Na prática, isso quer dizer que em cerca de um quinto dos feminicídios no estado, a vítima já tinha conseguido uma medida protetiva na Justiça.</p>



<p>Em 2025, pesquisas mostram o aumento do feminicídio no país, cerca de 34% em relação ao ano de 2024. No ano passado, foram registrados 6.904 vítimas de casos consumados e tentados de feminicídio no país. </p>
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