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	<title>Arquivos mulheres negras - Noticia Preta - NP</title>
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	<description>Jornalismo Antirracista</description>
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	<title>Arquivos mulheres negras - Noticia Preta - NP</title>
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		<title>Mulheres negras são 71% das nanoempreendoras no Brasil, revela pesquisa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Layla Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 19:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres negras]]></category>
		<category><![CDATA[nanoempreendedoras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O estudo revela que 75% das nanoempreendedoras começou a empreender por necessidade, como um complemento de renda ou desemprego 71% das nanoempreendedoras no Brasil são mulheres negras, é o que revela a segunda edição da pesquisa “Nanoempreendedora em Foco: Identidade e o Paradoxo da Autonomia”, promovida pelo Instituto Consulado da Mulher em parceria com a [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center"><em>O estudo revela que 75% das nanoempreendedoras começou a empreender por necessidade, como um complemento de renda ou desemprego</em></p>



<p>71% das nanoempreendedoras no Brasil são mulheres negras, é o que revela a segunda edição da pesquisa  <em>“Nanoempreendedora em Foco: Identidade e o Paradoxo da Autonomia”, </em>promovida pelo Instituto Consulado da Mulher em parceria com a ENGIE Brasil e Be.Labstraz. </p>



<p>O estudo traça dados de pequenas empresárias que gerenciam negócios com faturamento anual de até R$ 40,5 mil e revela os desafios enfrentados por elas. O primeiro deles é a realidade financeira, quase metade das empreendedoras ainda não é formalizada, principalmente por falta de recursos ou insegurança financeira, o que as deixa sem acesso a direitos básicos. Segundo a pesquisa 78% das entrevistadas faturam até R$ 3.000 por mês, mesmo 78% mantendo seus negócios há mais de 3 anos e 41,5% já ultrapassaram a marca de 6 anos desde a abertura </p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="1024" data-attachment-id="57527" data-permalink="https://noticiapreta.com.br/mulheres-referencia-negocios/empreendedoranegra_p11524_thumb_resized/" data-orig-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2023/03/empreendedoranegra_p11524_thumb_resized.jpg" data-orig-size="848,487" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="empreendedoranegra_p11524_thumb_resized" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2023/03/empreendedoranegra_p11524_thumb_resized-300x300.jpg" data-large-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2023/03/empreendedoranegra_p11524_thumb_resized-1024x1024.jpg" src="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2023/03/empreendedoranegra_p11524_thumb_resized-1024x1024.jpg" alt="" class="wp-image-57527" style="width:430px;height:auto" srcset="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2023/03/empreendedoranegra_p11524_thumb_resized-1024x1024.jpg 1024w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2023/03/empreendedoranegra_p11524_thumb_resized-300x300.jpg 300w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2023/03/empreendedoranegra_p11524_thumb_resized-150x150.jpg 150w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2023/03/empreendedoranegra_p11524_thumb_resized-1536x1536.jpg 1536w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2023/03/empreendedoranegra_p11524_thumb_resized-2048x2048.jpg 2048w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2023/03/empreendedoranegra_p11524_thumb_resized-65x65.jpg 65w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Pesquisa traça perfil das nanoempreendoras no Brasil, 71% delas são negras </em></figcaption></figure></div>


<h3 class="wp-block-heading"><strong>Paradoxo da autonomia e empreender por necessidade </strong></h3>



<p>A <a href="https://www.consuladodamulher.org.br/pesquisas">pesquisa</a> revelou que 75% das entrevistadas começou a empreender por necessidade, seja para complementar a renda em casa ou por estar desempregada. Além disso, para 49% dessas mulheres a principal renda agora vem do seu próprio negócio. </p>



<p>Outro ponto crucial revelado no estudo é o <em>“paradoxo da autonomia”</em> enfrentado por essas mulheres. 60% das nanoempreendedoras não cogitam voltar ao regime CLT pela flexibilidade que o empreendimento oferece, já que 85% têm filhos e o trabalho doméstico recai quase totalmente sobre elas. </p>



<p><strong>Leia também: </strong><a href="https://noticiapreta.com.br/mulheres-uso-ia-saude-brasil-estudo/">Mulheres lideram uso de IA para saúde no Brasil, aponta estudo</a></p>



<p>37% dessas empreendedoras dedicam mais de 5 horas por dia apenas ao trabalho de cuidado e 60% dedicam mais de 5 horas ao negócio, com jornadas diárias de 10 a 12 horas de trabalho ao todo, mostrando a exaustão vivida por elas, o esgotamento mental, físico e social é citado por 59%, que enfrentam problemas como ansiedade e estresse crônico, sendo que 44% começaram a ter esses sintomas após empreender.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O perfil das nanoempreendedoras </h3>



<p>A pesquisa revela que 71% das nanoempreendedoras brasileiras são negras, 61% possui entre 30 e 49 anos. Sobre a escolaridade, 40% das entrevistadas possuem ensino superior completo ou pós graduação </p>



<p>E 70% atuam nas áreas de alimentação, manufatura, artesanato e costura.</p>
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		<title>Menopausa pode aumentar em 40% riscos de doenças cardíacas, mulheres negras são as mais afetadas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Layla Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 20:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Alta de riscos para mulheres negras é de 41%, enquanto para mulheres brancas é de 39%. O estudo foi feito mais de 10 mil mulheres, brancas e negras, na pós-menopausa em 6 estudos diferentes nos EUA Um estudo publicado na revista científica JAMA Cardiology aponta que a menopausa precoce quando ocorre antes dos 40 anos, [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center"><em>Alta de riscos para mulheres negras é de 41%, enquanto para mulheres brancas é de 39%. O estudo foi feito  mais de 10 mil mulheres, brancas e negras, na pós-menopausa em 6 estudos diferentes nos EUA </em></p>



<p>Um estudo publicado na revista científica JAMA Cardiology aponta que a menopausa precoce quando ocorre antes dos 40 anos, pode aumentar o risco de desenvolvimento de doença cardíaca coronariana. Mesmo após considerar fatores clássicos como tabagismo, obesidade, hipertensão e diabetes, a pesquisa identificou que o risco é 41% maior entre mulheres negras e 39% maior entre mulheres brancas.</p>



<p>A análise reuniu dados de mais de 10 mil mulheres na pós-menopausa, incluindo participantes negras e brancas. As informações foram extraídas de seis estudos de longo prazo realizados nos Estados Unidos, acompanhando essas mulheres ao longo de décadas, entre 1964 e 2018.</p>


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<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="559" height="363" data-attachment-id="230128" data-permalink="https://noticiapreta.com.br/menopausa-pode-aumentar-em-40-riscos-de-doencas-cardiacas-mulheres-negras-sao-as-mais-afetadas/captura-de-tela-2026-03-26-155122/" data-orig-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Captura-de-tela-2026-03-26-155122.png" data-orig-size="559,363" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="Captura de tela 2026-03-26 155122" data-image-description="" data-image-caption="&lt;p&gt;Menopausa precoce pode aumentar risco de doenças cardiovasculares e perda óssea em mulheres &#8211; Foto: Freepik &lt;/p&gt;
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<p>Segundo os pesquisadores, esse aumento no risco está diretamente ligado à queda dos níveis de estrogênio uma mudança natural da menopausa que afeta o sistema cardiovascular. A redução desse hormônio pode contribuir para o aumento do colesterol, da pressão arterial e para o enrijecimento das artérias, fatores que favorecem o surgimento de doenças cardíacas.</p>



<p>Os pesquisadores explicam que muitos casos de menopausa precoce são classificados como idiopáticos, ou seja, sem possibilidade de ser identificado uma causa específica para o início da menopausa precoce.</p>



<p><strong>Leia também:</strong><a href="https://noticiapreta.com.br/ausencia-de-politicas-publicas-sobre-menopausa-atinge-mais-mulheres-negras-aponta-pesquisa/"><strong> </strong>Ausência de políticas públicas sobre menopausa atinge mais mulheres negras, aponta pesquisa</a></p>



<p>Além dos impactos no coração, o<a href="https://jamanetwork.com/journals/jamacardiology"> estudo</a> também chama atenção para outro efeito relevante da menopausa precoce: a perda óssea acelerada. Mulheres que passam por essa fase mais cedo tendem a ter maior risco de desenvolver condições como osteopenia e osteoporose.</p>



<p><strong>O que é a doença cardíaca coronariana?</strong><br>A doença cardíaca coronariana ocorre quando as artérias que irrigam o coração ficam estreitadas ou bloqueadas pelo acúmulo de gordura. Esse processo reduz o fluxo de sangue para o músculo cardíaco e pode levar a complicações graves, como infarto, além de comprometer o funcionamento do coração ao longo do tempo.</p>
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		<title>Diplomata negra pede que STF apure discriminação em promoção no Itamaraty</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rafael Rabello]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Jan 2026 23:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[diplomatas]]></category>
		<category><![CDATA[JUSTIÇA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A diplomata Isabel Cristina de Azevedo Heyvaert ingressou com um pedido no STF (Supremo Tribunal Federal) para que o tribunal analise uma ação sobre a exclusão dela de promoções de carreira no Itamaraty.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A diplomata Isabel Cristina de Azevedo Heyvaert ingressou com um pedido no STF (Supremo Tribunal Federal) para que o tribunal analise uma ação sobre a exclusão dela de promoções de carreira no Itamaraty.<br><br> Os advogados da diplomata entraram com mandado de segurança na Corte em abril de 2024 e o caso está parado no STF há 21 meses, até o momento, não houve decisão sobre os pedidos da defesa. A ação está sob relatoria do ministro Kássio Nunes Marques.<br></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img decoding="async" width="1024" height="1024" data-attachment-id="105427" data-permalink="https://noticiapreta.com.br/stf-marca-para-dia-20-retomada-julgamento-marco-temporal/fachada-do-edificio-sede-do-supremo-tribunal-federal-stf-4/" data-orig-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2023/09/mca_abr_numero_de_serie_de_4_digitos_090620_4.jpg" data-orig-size="1170,700" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;4&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;Marcello Casal JrAg\u00eancia Brasil&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;NIKON D4&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;Fachada do edif\u00edcio sede do Supremo Tribunal Federal - STF&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;1591720243&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;Agencia Brasil-EBC&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;600&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;320&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0.000125&quot;,&quot;title&quot;:&quot;Fachada do edif\u00edcio sede do Supremo Tribunal Federal - STF&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="Fachada do edifício sede do Supremo Tribunal Federal &#8211; STF" data-image-description="" data-image-caption="&lt;p&gt;Fachada do edifício sede do Supremo Tribunal Federal &#8211; STF&lt;/p&gt;
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<p><br>A defesa alegou que a ausência de manifestação viola as garantias constitucionais. Em petição encaminhada no dia 22 de dezembro, os advogados afirmaram que há desrespeito ao direito de acesso à Justiça e à duração razoável do processo.<br><br>Os advogados querem ainda que o recurso seja analisado no plantão do STF. A corte está de recesso até o fim de janeiro. No plantão, cabe ao presidente do tribunal, Edson Fachin, decidir sobre casos urgentes. No último dia 12, o ministro Alexandre de Moraes, vice-presidente do STF, assumiu a função no lugar de Fachin.<br><br>O caso ocorreu em dezembro de 2023. Durante uma rodada de promoções do Itamaraty, um homem branco, colega de Isabel Cristina, acabou sendo escolhido apesar de estar significativamente atrás na classificação: Isabel ocupava a 22ª posição, enquanto ele ocupava a 61ª. <br><br>Isabel Cristina, diplomata negra, afirma que sofreu discriminação do Itamaraty ao não ser promovida. A ação no <a href="https://portal.stf.jus.br/">STF</a> busca que ela seja elevada ao cargo de ministra de primeira classe do Quadro Especial do Itamaraty, fato raro na história da diplomacia brasileira. Os advogados também pedem, via liminar, que a promoção de outros candidatos seja suspensa “até que o mérito da ação seja julgado, para evitar novos prejuízos irreversíveis à sua trajetória profissional”.<br><br>A defesa sustenta que Isabel atende critérios para ser promovida, mas vem sendo preterida. Outros colegas com menos tempo de serviço, inferior na lista de antiguidade, dizem os advogados, foram promovidos no lugar dela. <br><br>Servidora há quase 40 anos, Isabel atualmente é ministra de segunda classe. Esse é o último cargo na carreira diplomática antes dos embaixadores, que são ministros de primeira classe.</p>



<p>Leia mais notícias por aqui: <a href="https://noticiapreta.com.br/75-das-mulheres-assassinadas-no-brasil-sao-negras-aponta-levantamento/">75% das mulheres assassinadas no Brasil são negras, aponta levantamento</a><br></p>
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		<title>Médica relata abordagem policial e denuncia injúria racial no DF</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jaice Balduino]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jan 2026 23:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Distrito Federal]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres negras]]></category>
		<category><![CDATA[racismo estrutural]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um vídeo publicado nas redes sociais por Rithiele Souza Silva, médica negra residente no Distrito Federal, ganhou grande repercussão e mobilizou investigações policiais após a profissional relatar ter sido vítima de injúria racial e receber ofensas racistas de um militar do Corpo de Bombeiros em uma conversa de grupo de mensagens. O episódio começou quando [&#8230;]</p>
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<p>Um vídeo publicado nas redes sociais por Rithiele Souza Silva, médica negra residente no Distrito Federal, ganhou grande repercussão e mobilizou investigações policiais após a profissional relatar ter sido vítima de injúria racial e receber ofensas racistas de um militar do Corpo de Bombeiros em uma conversa de grupo de mensagens.</p>



<p>O episódio começou quando a médica foi abordada pela Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) enquanto estava em seu carro na região administrativa de Sobradinho. Em depoimento, Rithiele contou que os agentes iniciaram a abordagem com perguntas invasivas e tom que considerou agressivo, incluindo questionamentos sobre eventuais “passagens pela polícia”. Ao apresentar sua carteira profissional de médica, ela afirma que a postura dos policiais mudou imediatamente, tornando-se mais cordial.</p>



<p>O vídeo em que ela relata a experiência foi amplamente compartilhado nas redes sociais, alcançando mais de 1 milhão de visualizações e impulsionando debates sobre racismo e ações policiais. </p>



<p>O caso tomou um novo desdobramento quando a postagem de Rithiele chegou a um grupo de WhatsApp de militares do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF). Um dos integrantes do grupo — ainda não identificado publicamente — teria escrito mensagens contendo termos racistas para se referir à médica, como chamar Rithiele de “macaca” e afirmar que ela “quis meter a carteirada e tomou no ‘toba’”, em tom ofensivo e discriminatório. </p>



<p>A médica recebeu capturas de tela da conversa por meio de outro bombeiro e relatou que isso a deixou abalada e insegura, mas decidiu seguir com uma queixa formal após orientação de um advogado. Em seguida, o militar que teria enviado as mensagens ofensivas chegaram a mandar áudio com novas ofensas, ironizando a situação e ridicularizando a denúncia. </p>



<p>Em função das mensagens, a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) abriu investigação para apurar possíveis crimes de injúria racial e discriminação, conduzidos pela 1ª Delegacia de Polícia (Asa Sul).</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><a href="https://www.instagram.com/rithi_souza/"><img decoding="async" width="1024" height="1024" data-attachment-id="221040" data-permalink="https://noticiapreta.com.br/medica-relata-abordagem-policial-e-denuncia-injuria-racial-no-df/foto-reproducao-instagram-3/" data-orig-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Foto-Reproducao-Instagram.jpg" data-orig-size="1200,1080" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="Foto Reprodução  Instagram" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Foto-Reproducao-Instagram-300x300.jpg" data-large-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Foto-Reproducao-Instagram-1024x1024.jpg" src="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Foto-Reproducao-Instagram-1024x1024.jpg" alt="" class="wp-image-221040" style="width:442px;height:auto" srcset="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Foto-Reproducao-Instagram-1024x1024.jpg 1024w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Foto-Reproducao-Instagram-300x300.jpg 300w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Foto-Reproducao-Instagram-150x150.jpg 150w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Foto-Reproducao-Instagram-1536x1536.jpg 1536w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Foto-Reproducao-Instagram-2048x2048.jpg 2048w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Foto-Reproducao-Instagram-65x65.jpg 65w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption class="wp-element-caption"><em>Foto: Reprodução Instagram</em></figcaption></figure></div>


<p><strong>Reações institucionais</strong></p>



<p>O Corpo de Bombeiros Militar do DF informou, em nota, que ainda não foi oficialmente comunicado sobre o boletim de ocorrência, mas que assim que houver a notificação formal será instaurado um processo administrativo para apurar os fatos. A corporação afirmou que não compactua com condutas contrárias à lei ou aos valores institucionais, mas ressaltou que não administra grupos de mensagem, de responsabilidade dos próprios participantes. </p>



<p>A <strong>PMDF</strong>, por sua vez, em comunicado separado, destacou que suas abordagens seguem critérios técnicos e legais, e que não faz distinção de raça, profissão ou condição social no atendimento à população.</p>



<p>Rithiele manifestou que ao tornar público o episódio e denunciar as ofensas racistas, sua intenção é buscar justiça e responsabilização pelos fatos, além de promover uma reflexão mais ampla sobre a presença do racismo estrutural nas instituições de segurança pública. </p>



<p><strong>Leia também: <a href="https://noticiapreta.com.br/homem-e-condenado-por-injuria-racial-depois-afirmar-influenciador-seria-escravo-carissimo/">Homem é condenado por injúria racial depois de afirmar que influenciador seria “escravo caríssimo”</a></strong></p>
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		<title>Quase metade das mulheres dizem não serem tratadas com respeito no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jaice Balduino]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Dec 2025 10:00:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres negras]]></category>
		<category><![CDATA[VIOLÊNCIA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A percepção de desrespeito contra mulheres permanece elevada no Brasil e expõe desigualdades estruturais de gênero e raça. Segundo a Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher 2025, realizada pelo DataSenado, 46% das entrevistadas afirmam que as mulheres não são tratadas com respeito no país, índice estável em relação a 2023. O levantamento, que ouviu [&#8230;]</p>
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<p>A percepção de desrespeito contra mulheres permanece elevada no Brasil e expõe desigualdades estruturais de gênero e raça. Segundo a Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher 2025, realizada pelo DataSenado, 46% das entrevistadas afirmam que as mulheres não são tratadas com respeito no país, índice estável em relação a 2023.</p>



<p>O levantamento, que ouviu <strong>21.641 mulheres em todas as regiões brasileiras</strong>, mostra ainda que <strong>70% acreditam que o Brasil é um país muito machista</strong>, o maior percentual da série histórica. Para especialistas, essa percepção reflete a vivência cotidiana de violência simbólica, moral e psicológica que antecede formas mais graves de agressão.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img decoding="async" width="1200" height="1080" data-attachment-id="217287" data-permalink="https://noticiapreta.com.br/46-das-mulheres-diz-nao-ser-tratada-com-respeito-no-brasil/foto-freepik-4/" data-orig-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Foto-Freepik.jpg" data-orig-size="1200,1080" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="Foto Freepik" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Foto-Freepik-300x300.jpg" data-large-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Foto-Freepik-1024x1024.jpg" src="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Foto-Freepik.jpg" alt="" class="wp-image-217287" style="width:650px;height:auto" srcset="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Foto-Freepik.jpg 1200w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Foto-Freepik-768x691.jpg 768w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Foto: Freepik</em></figcaption></figure></div>


<p>Embora a pesquisa apresente dados gerais, o histórico consolidado por estudos do IPEA, FBSP e IBGE aponta que <strong><a href="https://www.scielo.br/j/reben/a/Wnt4QB96ZqbNXtxDq5Qh6ym/?format=pdf&amp;lang=pt&amp;utm_source">mulheres negras são desproporcionalmente afetadas pela violência</a></strong>, física, psicológica e institucional. Elas representam a maior parcela das vítimas de feminicídio no país, além de serem mais expostas ao desrespeito em espaços públicos e privados.</p>



<p>Na pesquisa do DataSenado, esse recorte aparece de forma indireta, mas evidente:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>o desrespeito é mais percebido entre mulheres de menor escolaridade, faixa na qual <strong>mulheres negras estão sobrerrepresentadas</strong>;</li>



<li>regiões com maiores desigualdades socioeconômicas, Norte e Nordeste, registram percentuais mais elevados de percepção de falta de respeito, sendo 50% para cada região.</li>
</ul>



<p>O cruzamento desses dados com levantamentos anteriores reforça que a experiência de desrespeito é intensificada pela combinação de <strong>machismo e racismo</strong>, afetando diretamente a autonomia e o bem-estar de mulheres negras. Para analistas, esse contexto racial evidencia que o desrespeito não é apenas uma percepção individual, mas um reflexo direto do racismo e do machismo estruturais que moldam as relações sociais no Brasil.</p>



<p>Além da percepção de desrespeito, a pesquisa revela que muitas mulheres <strong>vivenciam violências que não reconhecem como tal</strong>. Segundo o DataSenado, <strong>29% das entrevistadas que afirmam não ter sofrido violência relataram, na verdade, ter passado por agressões físicas, psicológicas, sexuais, patrimoniais ou morais</strong>. Isso representa aproximadamente <strong>25 milhões de mulheres</strong> em situação de violência no período de 12 meses.</p>



<p>A naturalização da violência atinge de forma mais profunda mulheres negras, que também relatam pior acolhimento institucional, mais dificuldade em denunciar e maior exposição a vínculos afetivos e econômicos com agressores.</p>



<p>A rua continua sendo apontada como o lugar onde as mulheres são menos respeitadas, seguida pelo ambiente familiar; este último com aumento significativo, atingindo estimadas <strong>18,3 milhões de brasileiras</strong> que identificam a casa como local de menor respeito.</p>



<p>Para organizações de direitos das mulheres, esse dado é um alerta de que o ciclo de violência se perpetua justamente em espaços onde deveria haver proteção.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Círculo de violência persistente</h2>



<p>Entre as mulheres que sofreram violência, <strong>58% convivem com agressões há mais de um ano</strong>, evidenciando o ciclo prolongado de abusos e a dificuldade de romper com vínculos afetivos e dependência econômica.</p>



<p>A pesquisa mostra também que a violência impacta profundamente todas as áreas da vida:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>69% tiveram a rotina alterada;</li>



<li>68% relataram impacto no convívio social;</li>



<li>46% foram prejudicadas na vida profissional. </li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Mobilização nas ruas e urgência de políticas públicas para respeito às mulheres</h2>



<p>A divulgação da pesquisa ocorre em um momento de mobilização social crescente, com protestos recentes em diversas capitais cobrando políticas mais eficazes para enfrentar a violência de gênero.</p>



<p>Especialistas afirmam que os dados reforçam a necessidade de ações que considerem <strong>recorte racial</strong>, fortalecimento da rede de proteção, ampliação do acesso à justiça e campanhas de educação de longo prazo.</p>



<p>Leia também: <a href="https://noticiapreta.com.br/pesquisa-revela-que-agressoes-contra-mulheres-sao-frequentes-e-presenciadas-por-criancas/">Pesquisa revela que agressões contra mulheres são frequentes e presenciadas por crianças</a></p>
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		<title>Mulheres negras seguem na linha de frente da violência no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jaice Balduino]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Oct 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres negras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os números do Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2025 reforçam uma triste constatação: as mulheres negras continuam sendo as principais vítimas da violência no país. Em 2024, 63,6% das vítimas de feminicídio eram negras, e 70,5% tinham entre 18 e 44 anos. A maioria morreu dentro de casa (64,3%), morta por companheiros ou ex-companheiros (79,8%), [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Os números do <a href="https://forumseguranca.org.br/wp-content/uploads/2025/09/anuario-2025.pdf">Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2025</a> reforçam uma triste constatação: as mulheres negras continuam sendo as principais vítimas da violência no país. Em 2024, 63,6% das vítimas de feminicídio eram negras, e 70,5% tinham entre 18 e 44 anos. A maioria morreu dentro de casa (64,3%), morta por companheiros ou ex-companheiros (79,8%), um retrato cruel de como o ambiente doméstico, que deveria ser de proteção, segue sendo palco de violência e morte.</p>



<p>O estudo também mostra o aumento da violência psicológica (+6,3%), do stalking (+18,2%) e da demanda por medidas protetivas de urgência, que cresceram 6,6% em 2024. Ao todo, a Polícia Militar foi acionada 1.067.556 vezes por violência doméstica, o que equivale a dois chamados por minuto.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img decoding="async" width="1024" height="1024" data-attachment-id="209847" data-permalink="https://noticiapreta.com.br/mulheres-negras-seguem-na-linha-de-frente-da-violencia-no-brasil/mulheres-negras-foto-freepik/" data-orig-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Mulheres-negras-Foto-Freepik.jpg" data-orig-size="1200,1080" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="Mulheres negras  Foto Freepik" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Mulheres-negras-Foto-Freepik-300x300.jpg" data-large-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Mulheres-negras-Foto-Freepik-1024x1024.jpg" src="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Mulheres-negras-Foto-Freepik-1024x1024.jpg" alt="" class="wp-image-209847" style="width:537px;height:auto" srcset="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Mulheres-negras-Foto-Freepik-1024x1024.jpg 1024w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Mulheres-negras-Foto-Freepik-300x300.jpg 300w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Mulheres-negras-Foto-Freepik-150x150.jpg 150w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Mulheres-negras-Foto-Freepik-1536x1536.jpg 1536w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Mulheres-negras-Foto-Freepik-2048x2048.jpg 2048w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Mulheres-negras-Foto-Freepik-65x65.jpg 65w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Mulheres negras / Foto: Freepik</em></figcaption></figure></div>


<p>A violência sexual também atinge de forma desproporcional meninas e mulheres negras. O país registrou o maior número de estupros e estupros de vulnerável da história, com 87.545 vítimas, sendo 76,8% do sexo feminino e 67,5% menores de 13 anos. Entre as vítimas LGBTQIAP+, 78% das pessoas trans estupradas eram negras.</p>



<p>Os dados escancaram como o racismo estrutura a violência de gênero no Brasil. As agressões e mortes de mulheres negras não podem ser vistas apenas como crimes individuais, mas como reflexos de um sistema que naturaliza a desigualdade racial e o controle sobre os corpos femininos. Essa realidade é reforçada pelo crescimento dos casos de injúria racial (+26,3%) e racismo (+41,4%), revelando que a violência simbólica e estrutural também segue em alta.</p>



<p>Especialistas apontam que, enquanto mulheres negras estiverem à margem do acesso à justiça, à renda e à segurança pública, o país continuará reproduzindo ciclos de exclusão e violência. A luta de 10 de outubro, portanto, é por todas, mas principalmente por aquelas que enfrentam, todos os dias, o peso de ser mulher e negra no Brasil.</p>



<p>Essa desigualdade não é recente. Segundo dados consolidados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, desde 2015 as mulheres negras representam, em média, mais de 60% das vítimas de feminicídio no país, um índice que se mantém praticamente estável há uma década, apesar da criação da Lei do Feminicídio e do avanço de políticas públicas de proteção. No mesmo período, o número de mulheres brancas mortas por violência doméstica caiu, enquanto o de mulheres negras cresceu quase 30%.</p>



<p>Esses dados revelam que a violência contra mulheres negras é também reflexo de <strong>um racismo estrutural que atravessa o gênero e a classe social</strong>, perpetuando desigualdades históricas. Romper com esse ciclo exige mais do que indignação: demanda políticas públicas contínuas, investimento em prevenção e uma sociedade disposta a escutar e proteger quem mais sofre com a violência.</p>



<p><strong>Leia também: </strong><a href="https://noticiapreta.com.br/mulheres-negras-e-nordestinas-tem-mais-retrocessos-na-vida/">Mulheres negras e nordestinas têm mais retrocessos na vida, aponta pesquisa</a></p>
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		<title>USP anula posse de professora negra aprovada em primeiro lugar após recurso de candidatos brancos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rafael Rabello]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Oct 2025 17:21:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[concurso]]></category>
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		<category><![CDATA[mulheres negras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Universidade de São Paulo (USP) anulou o concurso público que havia aprovado a doutora em literatura Érica Bispo, 45 anos, para o cargo de professora na área de literaturas africanas de língua portuguesa. A decisão ocorreu após recurso apresentado por seis candidatos brancos, que questionaram a qualificação da docente e pediram a anulação da [&#8230;]</p>
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<p>A Universidade de São Paulo (USP) anulou o concurso público que havia aprovado a doutora em literatura Érica Bispo, 45 anos, para o cargo de professora na área de literaturas africanas de língua portuguesa. A decisão ocorreu após recurso apresentado por seis candidatos brancos, que questionaram a qualificação da docente e pediram a anulação da banca avaliadora.<br><br>O concurso, regido pelo edital FFLCH/FLC n° 024/2024, ocorreu entre 17 e 21 de junho de 2024. Érica era a única candidata negra a participar. Segundo ela, seis participantes brancos apresentaram recurso coletivo alegando falta de capacidade técnica de Érica Cristina Bispo e suspeição da banca. “<em>Eles alegaram que eu tive favorecimento, mas fui aprovada por mérito, em primeiro lugar</em>”, afirmou em vídeo nas redes sociais.</p>


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<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="1024" data-attachment-id="211163" data-permalink="https://noticiapreta.com.br/usp-anula-posse-professora-negra-erica-bispo/professora-erica-cristina-bispo-1760528178355_v2_900x506-png-960x540/" data-orig-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/10/professora-erica-cristina-bispo-1760528178355_v2_900x506.png-960x540-1.webp" data-orig-size="960,540" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="professora-erica-cristina-bispo-1760528178355_v2_900x506.png-960&#215;540" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/10/professora-erica-cristina-bispo-1760528178355_v2_900x506.png-960x540-1-300x300.webp" data-large-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/10/professora-erica-cristina-bispo-1760528178355_v2_900x506.png-960x540-1-1024x1024.webp" src="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/10/professora-erica-cristina-bispo-1760528178355_v2_900x506.png-960x540-1-1024x1024.webp" alt="" class="wp-image-211163" srcset="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/10/professora-erica-cristina-bispo-1760528178355_v2_900x506.png-960x540-1-1024x1024.webp 1024w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/10/professora-erica-cristina-bispo-1760528178355_v2_900x506.png-960x540-1-300x300.webp 300w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/10/professora-erica-cristina-bispo-1760528178355_v2_900x506.png-960x540-1-150x150.webp 150w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/10/professora-erica-cristina-bispo-1760528178355_v2_900x506.png-960x540-1-1536x1536.webp 1536w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/10/professora-erica-cristina-bispo-1760528178355_v2_900x506.png-960x540-1-2048x2048.webp 2048w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/10/professora-erica-cristina-bispo-1760528178355_v2_900x506.png-960x540-1-65x65.webp 65w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Reprodução: Redes Sociais</figcaption></figure></div>


<p>Em julho do ano passado, a candidata foi notificada por e-mail de que havia um processo administrativo aberto em relação à vaga conquistada. No texto, os concorrentes contestam o “volume da produção científica”, assim como a pontuação atribuída a ela pela banca.<br><br>Érica respondeu oficialmente dentro do prazo estabelecido, ainda em dezembro, inclusive por meio de manifestação técnica elaborada por advogados. No entanto, de acordo com ela, o documento não foi incluído no processo.</p>



<p>&#8220;<em>O resultado preliminar é um ato inválido. Há clara violação dos princípios da impessoalidade (relação de amizade entre a comissão avaliadora e a candidata), falta de parâmetros para atribuição das notas nas provas didática e de memoriais e alteração posterior de elementos do edital</em>&#8220;, Trecho da argumentação do recurso.</p>



<p>A congregação da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) havia homologado o resultado e rejeitado o recurso dos candidatos, mas a decisão foi revertida após parecer da Procuradoria e votação do Conselho Universitário. Segundo Érica, o conselho deliberou sem considerar a defesa. “Esse recurso tem caráter discriminatório. Quando uma mulher negra chega ao topo, as regras mudam”, afirmou.</p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://noticiapreta.com.br/datafolha-criancas-racismo-primeira-infancia/">Uma em cada seis crianças de até 6 anos já sofreu racismo no Brasil, aponta Datafolha</a><br><br>Para Érica, uma narrativa foi construída na intenção de culminar na anulação do concurso. A invalidação, segundo a aprovada, é baseada na ideia de uma relação íntima entre ela e duas professoras da banca. no recurso, os outros concorrentes teriam anexado fotos postadas em redes sociais em que Érica Bispo aparece ao lado das avaliadoras.<br><br>“São fotos em grupo e que definitivamente não provam uma amizade&#8221;, garante Bispo. “A banca foi composta por cinco professores e todos me deram notas consistentes e altas o tempo inteiro”, acrescenta.<br><br>Em vídeo mais recente nas redes sociais, onde a candidata atualiza apoiadores sobre os desdobramentos do caso, ela fala sobre uma atitude da UPS que de acordo com ela “pode tornar essa injustiça irreversível”, por conta de um novo edital que foi aberto pela USP para a mesma vaga que ela concorreu no ano passado. “Esse novo concurso consolida a injustiça e passa por cima do meu direito”, completou.<br><br>A USP foi procurada para responder sobre o caso, mas não obtivemos resposta até o fechamento desta reportagem.<br></p>
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		<title>Mulheres negras e nordestinas têm mais retrocessos na vida, aponta pesquisa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jaice Balduino]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Oct 2025 20:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[desigualdade]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres negras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As mulheres negras e nordestinas continuam sendo as mais impactadas pelas desigualdades no Brasil, segundo a 3ª edição da pesquisa Mulheres Brasileiras e Gênero nos Espaços Público e Privado, realizada pela Fundação Perseu Abramo, em parceria com o Sesc-SP. O levantamento, divulgado na última terça-feira (1), aponta retrocessos nos direitos e condições de vida das [&#8230;]</p>
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<p>As mulheres negras e nordestinas continuam sendo as mais impactadas pelas desigualdades no Brasil, segundo a 3ª edição da pesquisa <em><a href="https://www.sescsp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/Versao-final_Apres-_Resumo.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Mulheres Brasileiras e Gênero nos Espaços Público e Privado</a></em>, realizada pela Fundação Perseu Abramo, em parceria com o Sesc-SP. O levantamento, divulgado na última terça-feira (1), aponta retrocessos nos direitos e condições de vida das brasileiras: metade já sofreu algum tipo de violência, mas 71% não denunciaram.</p>



<p>A desigualdade salarial continua expressiva: as mulheres recebem, em média, 40% menos que os homens. O peso recai principalmente sobre as mulheres negras e nordestinas: 59% das negras vivem com até dois salários mínimos, número que alcança 64% no Nordeste. Além disso, quase metade das entrevistadas (49%) são as principais provedoras de suas famílias — maioria jovem, negra e de baixa renda.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img decoding="async" width="1200" height="1080" data-attachment-id="208521" data-permalink="https://noticiapreta.com.br/mulheres-negras-e-nordestinas-tem-mais-retrocessos-na-vida/desigualdade-foto-freepik-1/" data-orig-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Desigualdade-Foto-Freepik-1.jpg" data-orig-size="1200,1080" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="Desigualdade  Foto Freepik (1)" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Desigualdade-Foto-Freepik-1-300x300.jpg" data-large-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Desigualdade-Foto-Freepik-1-1024x1024.jpg" src="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Desigualdade-Foto-Freepik-1.jpg" alt="" class="wp-image-208521" style="width:478px;height:auto" srcset="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Desigualdade-Foto-Freepik-1.jpg 1200w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Desigualdade-Foto-Freepik-1-768x691.jpg 768w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Desigualdade/Foto: Freepik</em></figcaption></figure></div>


<p>Esse retrato dialoga com dados de outras pesquisas recentes. A PNAD Contínua (IBGE, 2024) já havia mostrado que mulheres negras recebem em média 43% menos do que homens brancos, além de serem maioria nos empregos informais e nos setores de menor remuneração. O Atlas da Violência (IPEA e Fórum Brasileiro de Segurança Pública, 2023) também revelou que 66% das mulheres assassinadas no Brasil em 2021 eram negras, evidenciando a combinação entre racismo estrutural e violência de gênero.</p>



<p>No campo político, a pesquisa mostra queda no interesse das mulheres pelo tema (de 80% em 2010 para 71% em 2025). Ainda assim, há maior disposição em apoiar candidaturas femininas, especialmente de mulheres negras e indígenas. No entanto, a violência política de gênero permanece como barreira. Segundo dados do TSE de 2022, mais de 50% das candidatas negras relataram ter sofrido ataques virtuais racistas e misóginos durante as eleições.</p>



<p>Historicamente, mulheres negras e nordestinas estão entre as mais impactadas por desigualdades estruturais no Brasil. São elas que acumulam a tripla jornada — trabalho formal ou informal, tarefas domésticas e cuidados familiares — e enfrentam maior sobrecarga. Pesquisas da Rede de Mulheres Negras e da ONU Mulheres já apontaram que essa realidade limita o acesso a direitos básicos, como saúde, educação e segurança, perpetuando ciclos de exclusão.</p>



<p>Para a pesquisadora Sofia Toledo, da Fundação Perseu Abramo, os dados reforçam que “os retrocessos na vida das mulheres brasileiras são atravessados por classe, raça e território, atingindo de forma mais intensa quem já está na base da pirâmide social”.</p>



<p><strong>Leia também: </strong><a href="https://noticiapreta.com.br/cartilha-aponta-como-desigualdades-habitacionais-afetam-mulheres-negras/">Cartilha aponta como desigualdades habitacionais afetam mulheres negras</a></p>
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		<title>Orçamento de 2026 prevê salário mínimo de R$ 1.631,00 reais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Bruno]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 Aug 2025 22:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres negras]]></category>
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		<category><![CDATA[salário mínimo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O orçamento de 2026, enviado pelo governo federal ao Congresso Nacional, prevê um valor de R$ 1.631,00 reais para o salário mínimo do próximo ano. O valor foi estimado com base em uma projeção de crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) e inflação. Essa estimativa, publicada pelo Ministério da Economia, está inclusa no projeto da [&#8230;]</p>
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<p>O orçamento de 2026, enviado pelo governo federal ao Congresso Nacional, prevê um valor de R$ 1.631,00 reais para o salário mínimo do próximo ano. O valor foi estimado com base em uma projeção de crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) e inflação. Essa estimativa, publicada pelo Ministério da Economia, está inclusa no projeto da Lei Orçamentária Anual (LOA) e deverá ser discutida pelos parlamentares nos próximos meses.</p>



<p>O valor de R$ 1.631,00 representa um aumento real, mas modesto, em relação ao salário mínimo de 2025, que está fixado em R$ 1.302,00. Embora o aumento seja significativo para milhões de brasileiros, o montante projetado ainda não cobre completamente a atual perda do poder de compra da população mais pobre, que enfrenta altos índices de inflação, especialmente nos preços de alimentos e combustíveis.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img decoding="async" width="1170" height="700" data-attachment-id="204285" data-permalink="https://noticiapreta.com.br/orcamento-de-2026-preve-salario-minimo-de-r-1-63100-reais/image-351/" data-orig-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/08/image-119.png" data-orig-size="1170,700" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="image" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/08/image-119-300x300.png" data-large-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/08/image-119-1024x1024.png" src="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/08/image-119.png" alt="" class="wp-image-204285" style="width:700px;height:auto" srcset="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/08/image-119.png 1170w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/08/image-119-768x459.png 768w" sizes="(max-width: 1170px) 100vw, 1170px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>O salário mínimo atual é de R$ 1.302,00. / Foto: Marcello Casal Jr &#8211; Agência Brasil</em></figcaption></figure></div>


<p>O salário mínimo de 2026 será ajustado com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) acumulado até novembro de 2025, que deve ser de 4,78%, e no crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2024, estimado em 3,4%. Esse cálculo resultaria em um aumento total de 8,18%. No entanto, existe um limite para o reajuste acima da inflação, fixado em 2,5%. Com isso, o aumento real do salário mínimo será de 7,44%.</p>



<p><strong>Desigualdade econômica e o impacto do salário mínimo na população negra</strong></p>



<p>Dados mais recentes da Relação Anual de Informações Sociais (<a href="https://www.rais.gov.br/sitio/index.jsf">RAIS</a>), divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego, referente ao segundo trimestre de 2024, indicam que as mulheres negras enfrentam as maiores dificuldades no mercado de trabalho. Elas apresentam uma taxa de desemprego duas vezes superior à dos homens não negros. Conforme a RAIS, o total de pessoas desempregadas no período foi de 7,5 milhões, com uma taxa média de desemprego de 6,9%. Para os homens não negros, essa taxa é de 4,6%, enquanto para as mulheres negras chega a 10,1%.</p>



<p>Além da questão econômica, a taxa de fecundidade também reflete o impacto dessa condição. Dados do IBGE apontam que a taxa de fecundidade das mulheres negras no Brasil é superior à de mulheres brancas, com uma média de 2 a 3 filhos por mulher entre aquelas que vivem com um salário mínimo. Esse número é maior do que a média nacional, que está em 1,55 filhos por mulher, segundo o Censo 2022 do IBGE. </p>



<p><strong>LEIA TAMBÉM:</strong> <a href="https://noticiapreta.com.br/homem-negro-e-baleado-e-morto-ao-tentar-entrar-em-supermercado-de-sp/">Homem negro é baleado e morto ao tentar entrar em supermercado de SP</a></p>
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		<title>Marcha das Mulheres Negras de SP critica bloqueio de verbas pela prefeitura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thayan Mina]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Aug 2025 23:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[marchadasmulheresnegras]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres negras]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia Preta]]></category>
		<category><![CDATA[SP]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Marcha das Mulheres Negras de São Paulo divulgou uma nota de repúdio contra a decisão do prefeito Ricardo Nunes (MDB) de suspender a liberação de emendas parlamentares destinadas ao evento. A medida afetou a 10ª edição da marcha, realizada em julho. O comunicado, publicado nas redes sociais do movimento, classifica a decisão como um [&#8230;]</p>
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<p>A Marcha das Mulheres Negras de São Paulo divulgou uma nota de repúdio contra a decisão do prefeito Ricardo Nunes (MDB) de suspender a liberação de emendas parlamentares destinadas ao evento. A medida afetou a 10ª edição da marcha, realizada em julho.</p>



<p>O comunicado, publicado nas redes sociais do movimento, classifica a decisão como um <em>“ataque direto à construção coletiva que, há anos, garante voz, visibilidade e espaço político para mulheres negras”</em>. Para a organização,<em> “não se trata apenas de um corte orçamentário, mas de uma tentativa de silenciar quem denuncia o racismo, o machismo, a LGBTQfobia e todas as formas de opressão”</em>.</p>



<p>A nota também critica o que considera ser o uso político das verbas públicas. <em>“Não deveria haver critério político para liberar emendas de cunho cultural e antirracista”</em>, destaca o texto. A percepção do grupo é que a decisão atinge principalmente emendas apresentadas por parlamentares da oposição, como a Bancada Feminista e a vereadora Luana Alves (Psol), reforçando um padrão de perseguição da atual gestão a iniciativas culturais e antirracistas na capital.</p>


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<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img decoding="async" width="768" height="576" data-attachment-id="201927" data-permalink="https://noticiapreta.com.br/marcha-das-mulheres-negras-de-sp-critica-bloqueio-de-verbas-pela-prefeitura/snapinsta-to_524362398_18390239014188830_2840717053794841883_n/" data-orig-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/08/SnapInsta.to_524362398_18390239014188830_2840717053794841883_n.jpg" data-orig-size="768,576" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="SnapInsta.to_524362398_18390239014188830_2840717053794841883_n" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/08/SnapInsta.to_524362398_18390239014188830_2840717053794841883_n-300x300.jpg" data-large-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/08/SnapInsta.to_524362398_18390239014188830_2840717053794841883_n-1024x1024.jpg" src="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/08/SnapInsta.to_524362398_18390239014188830_2840717053794841883_n.jpg" alt="" class="wp-image-201927" style="width:461px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption"><em>A Marcha das Mulheres Negras de SP repudiou decisão do prefeito Nunes de suspender a liberação de emendas parlamentares destinadas ao evento &#8211; Foto: reprodução redes sociais.</em></figcaption></figure></div>


<p>Todos os anos, parlamentares de esquerda destinam recursos para cobrir custos básicos da marcha, como palco, tendas e som, já que a prefeitura não oferece editais ou formas diretas de financiamento para o evento. No entanto, essas emendas não foram liberadas a tempo da realização da marcha neste ano. A administração municipal não apresentou justificativa oficial, mas o movimento considera a decisão política.</p>



<p><em>“A Marcha das Mulheres Negras de SP não é um evento isolado: é fruto da luta de gerações, das nossas ancestrais e da mobilização popular que resiste frente às estruturas de exclusão. Cortar recursos é retirar direitos, é negar o papel fundamental da participação social e popular na construção de uma sociedade justa”</em>, diz outro trecho da nota.</p>



<p>Apesar do bloqueio, o movimento reforça que a mobilização continuará: <em>“Vamos às ruas com o que temos, porque nossa luta não cabe no orçamento de nenhum governo. Mas deixamos claro: isso não é gestão, é censura”</em>.</p>



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