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	<title>Arquivos INFÂNCIA - Noticia Preta - NP</title>
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	<title>Arquivos INFÂNCIA - Noticia Preta - NP</title>
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		<title>Psicóloga alerta: autocobrança na vida adulta pode estar ligada a feridas da infância</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Notícia Preta]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Oct 2025 13:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A dificuldade em lidar com emoções e a sensação de que é preciso “dar conta de tudo” podem ter raízes profundas na infância. Segundo a psicóloga Bianca Reis, muitos adultos que vivem sob intensa autocobrança carregam feridas emocionais da criança que foram um dia, uma criança que não foi acolhida, não pôde expressar sentimentos e [&#8230;]</p>
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<p>A dificuldade em lidar com emoções e a sensação de que é preciso “dar conta de tudo” podem ter raízes profundas na infância. Segundo a psicóloga Bianca Reis, muitos adultos que vivem sob intensa autocobrança carregam feridas emocionais da criança que foram um dia, uma criança que não foi acolhida, não pôde expressar sentimentos e aprendeu a suprimir suas próprias dores.</p>



<p>“<em>Quando a sua criança interior está ferida, é comum o adulto entrar num processo de autocobrança muito desafiador, adoecedor e sem conseguir impor limites a si mesmo</em>”, explica Bianca.</p>


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<figure class="aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1920" height="1277" data-attachment-id="10435" data-permalink="https://noticiapreta.com.br/mulher-triste-desempregada/" data-orig-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2020/05/mulher-triste-desempregada.jpg" data-orig-size="1920,1277" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="mulher triste, desempregada" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2020/05/mulher-triste-desempregada-300x200.jpg" data-large-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2020/05/mulher-triste-desempregada-1024x681.jpg" src="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2020/05/mulher-triste-desempregada.jpg" alt="" class="wp-image-10435" srcset="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2020/05/mulher-triste-desempregada.jpg 1920w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2020/05/mulher-triste-desempregada-300x200.jpg 300w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2020/05/mulher-triste-desempregada-1024x681.jpg 1024w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2020/05/mulher-triste-desempregada-768x511.jpg 768w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2020/05/mulher-triste-desempregada-1536x1022.jpg 1536w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /><figcaption class="wp-element-caption">A criança interior nada mais é, que uma parte do nosso inconsciente, onde estão algumas experiências e comportamentos da nossa infância, além das emoções que foram reprimidas. Foto: Pexels</figcaption></figure></div>


<p>A especialista destaca que a chamada <em>criança interior</em> representa a parte inconsciente que guarda experiências, comportamentos e emoções da infância, muitas vezes reprimidas. Quando essas vivências não são elaboradas, o adulto tende a repetir padrões de negação, buscando compensar o que não recebeu com atitudes de controle e perfeccionismo.</p>



<p>Na cultura brasileira, é comum ver adultos que cresceram ouvindo frases como “engole o choro” ou “isso não é motivo para chorar”. Para Bianca, esse tipo de discurso invalida as emoções da criança e a ensina a se calar diante da dor, o que mais tarde se transforma em um ciclo de isolamento e autossuficiência forçada.</p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://noticiapreta.com.br/esses-aplicativos-estao-treinados-para-oferecer-respostas-que-agradam-psicologa-alerta-para-limites-do-uso-do-chatgpt-como-terapeuta/">“Esses aplicativos estão treinados para oferecer respostas que agradam”: psicóloga alerta para limites do uso do ChatGPT como terapeuta</a></p>



<p>“<em>O adulto que vive nesse processo não se permite errar, chorar ou ser acolhido. Ele assume a postura de quem precisa ser forte o tempo todo e acredita que fraquejar é sinônimo de fracasso</em>”, afirma a psicóloga.</p>



<p>Bianca reforça que a porta de entrada para a autocobrança exacerbada costuma se abrir na infância. “<em>Quando a criança não é acolhida e suas dores são minimizadas, ela cresce sem aprender a lidar com emoções, nem as suas, nem as dos outros. Isso gera adultos que vivem em alerta constante, tentando controlar tudo para não reviver a instabilidade que sentiram na infância”</em>, conclui.</p>
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		<title>Práticas antirracistas na infância começam no berço</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Jul 2025 11:30:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O racismo atravessa todas as fases da vida, inclusive os primeiros anos. Embora muitas vezes subestimado, esse impacto atinge bebês e crianças pequenas, afetando a formação de sua identidade, autoestima e vivência social. Promover a equidade racial desde a primeira infância é, portanto, uma urgência coletiva. Essa é a proposta da educadora e doutora em [&#8230;]</p>
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<p>O racismo atravessa todas as fases da vida, inclusive os primeiros anos. Embora muitas vezes subestimado, esse impacto atinge bebês e crianças pequenas, afetando a formação de sua identidade, autoestima e vivência social. Promover a equidade racial desde a primeira infância é, portanto, uma urgência coletiva.</p>



<p>Essa é a proposta da educadora e doutora em Educação Jussara Santos, autora do livro <em>Democratização do colo: Educação antirracista para e com bebês e crianças pequenas</em>, publicado pela Papirus Editora. A obra reúne relatos e reflexões sobre como o racismo estrutura relações desde os primeiros anos de vida, e propõe caminhos concretos para uma educação que promova o respeito e a justiça desde o berço.</p>



<p>“<em>Considerar a existência do racismo nos espaços é o pontapé inicial para o fomento do antirracismo. A partir disso, formação continuada, empatia e compromisso tornam-se formas práticas de vivê-lo na educação infantil</em>”, afirma a autora.</p>


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<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="684" data-attachment-id="20959" data-permalink="https://noticiapreta.com.br/crianca-lendo/" data-orig-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2021/04/crianca-lendo.jpg" data-orig-size="1357,906" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="crianca-lendo" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2021/04/crianca-lendo-300x200.jpg" data-large-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2021/04/crianca-lendo-1024x684.jpg" src="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2021/04/crianca-lendo-1024x684.jpg" alt="" class="wp-image-20959" srcset="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2021/04/crianca-lendo-1024x684.jpg 1024w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2021/04/crianca-lendo-300x200.jpg 300w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2021/04/crianca-lendo-768x513.jpg 768w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2021/04/crianca-lendo.jpg 1357w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: pexels</figcaption></figure></div>


<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://noticiapreta.com.br/o-pequeno-heroi-preto-ganha-versao-em-livro-e-amplia-acesso-a-representatividade-na-infancia/">O Pequeno Herói Preto ganha versão em livro e amplia acesso à representatividade na infância</a></p>



<p>Segundo Jussara, acolhimento, afeto, escuta atenta e cuidado com a linguagem são aspectos fundamentais para o desenvolvimento saudável de todas as crianças, especialmente as negras. Silenciar diante de atitudes racistas ou reproduzir estigmas, mesmo sem intenção, é também uma forma de perpetuar a exclusão.</p>



<p>Veja a seguir quatro práticas educativas recomendadas por especialistas que desejam transformar a infância em um território de inclusão e respeito:</p>



<p><strong>1. Representatividade nos ambientes</strong><br>Os espaços que acolhem crianças devem refletir a diversidade étnico-racial do Brasil. Isso inclui brinquedos, livros, cartazes e ilustrações que retratem crianças negras, indígenas e de diferentes origens. A presença de bonecas negras, personagens afro-brasileiros ou indígenas e histórias de outros povos amplia o sentimento de pertencimento.</p>



<p><strong>2. Cuidado com a linguagem</strong><br>Evitar eufemismos como “moreninho” e utilizar termos corretos como preto, pardo, indígena ou negro, quando se refere ao conjunto de pretos e pardos, é parte da construção de uma linguagem respeitosa. Brincadeiras com viés racista, ainda que sutis ou naturalizadas, devem ser desconstruídas.</p>



<p><strong>3. Afeto e acolhimento sem estigmas</strong><br>Todas as crianças devem receber o mesmo cuidado e atenção. Isso significa intervir quando há exclusão, escutar com paciência e jamais desumanizar comportamentos. Expressões como “essa criança é um bichinho” ou “já nasceu com gênio forte” são muitas vezes direcionadas com maior frequência a crianças negras e reforçam estereótipos negativos.</p>



<p><strong>4. Diversidade de tons e histórias</strong><br>Ensinar que “cor de pele” vai além do bege é essencial. Ter materiais escolares com múltiplas tonalidades de lápis, por exemplo, permite que as crianças se vejam representadas nas atividades. Histórias que valorizam a pluralidade de vivências e culturas também são ferramentas potentes de construção de identidade.</p>



<p>Promover uma educação antirracista na primeira infância é construir desde cedo uma geração mais empática, consciente e comprometida com a igualdade racial. Essa transformação começa nas pequenas atitudes diárias — nas palavras, nos olhares e no colo oferecido.</p>
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