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	<title>Arquivos IBGE - Noticia Preta - NP</title>
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	<title>Arquivos IBGE - Noticia Preta - NP</title>
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		<title>Brasil tem 1,6 milhão de casos de trabalho infantil; fiscalização não chega a 1%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Layla Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Feb 2026 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[adolescentes]]></category>
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		<category><![CDATA[Trabalho Infantil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Trabalho infantil atinge principalmente adolescentes mais velhos, cerca de 55,7% dos casos envolvem jovens de 16 e 17 anos aponta pesquisa feita pelo IBGE O trabalho infantil segue sendo uma realidade para milhões de crianças e adolescentes no Brasil, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) cerca de 1,6 milhão de pessoas [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center"><em>Trabalho infantil atinge principalmente adolescentes mais velhos, cerca de 55,7% dos casos envolvem jovens de 16 e 17 anos aponta pesquisa feita pelo IBGE</em></p>



<p>O trabalho infantil segue sendo uma realidade para milhões de crianças e adolescentes no Brasil, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) cerca de 1,6 milhão de pessoas entre 5 e 17 anos estavam em situação de trabalho infantil, o equivalente a aproximadamente 4,2% dessa faixa etária. O levantamento também mostra que menos de 1% dos casos que envolve crianças e adolescentes trabalhando de forma ilegal foram alcançados por ações de fiscalização. </p>



<p>Embora seja o menor patamar da série histórica, o número de casos ainda revela um problema estrutural persistente e a falta de fiscalização evidencia a fragilidade das políticas de combate ao problema. O principal grupo atingido pelo trabalho infantil são os adolescentes mais velhos, cerca de 55,7% dos casos envolvem jovens de 16 e 17 anos, enquanto 22,8% têm entre 14 e 15 anos e 21,6% estão na faixa de 5 a 13 anos. A incidência cresce com a idade, chegando a mais de 14% entre adolescentes de 16 e 17 anos. </p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="850" height="495" data-attachment-id="18302" data-permalink="https://noticiapreta.com.br/trabalho-infantil-02/" data-orig-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Trabalho-infantil-02.jpg" data-orig-size="850,495" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="Trabalho-infantil-02" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Trabalho-infantil-02-300x175.jpg" data-large-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Trabalho-infantil-02.jpg" src="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Trabalho-infantil-02.jpg" alt="" class="wp-image-18302" style="width:541px;height:auto" srcset="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Trabalho-infantil-02.jpg 850w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Trabalho-infantil-02-300x175.jpg 300w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Trabalho-infantil-02-768x447.jpg 768w" sizes="(max-width: 850px) 100vw, 850px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Adolescente entre 16 e 17 são a maioria atingida pelo trabalho infantil no Brasil, cerca de 55,7% dos casos </em></figcaption></figure></div>


<p>Regionalmente, o Nordeste concentra o maior número absoluto de crianças trabalhando, seguido pelo Sudeste e Norte. Já o Norte apresenta a maior proporção relativa, refletindo desigualdades socioeconômicas profundas.</p>



<p><strong>Leia também: </strong><a href="https://noticiapreta.com.br/criancas-negras-sao-maioria-no-trabalho-infantil-que-voltou-a-subir-no-brasil/">Crianças negras são maioria no trabalho infantil que voltou a subir no Brasil</a></p>



<p>De acordo com a Organização Internacional do Trabalho (<a href="https://www.ilo.org/pt-pt/regions-and-countries/latin-america-and-caribbean/brasil/conheca-oit">OIT</a>), o trabalho infantil inclui atividades que prejudicam a saúde, o desenvolvimento físico e mental ou interferem na escolarização. Especialistas apontam que pobreza, informalidade, desigualdade regional e baixa escolaridade dos responsáveis estão entre os principais fatores que mantêm crianças e adolescentes trabalhando.</p>
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		<title>19% dos moradores de favelas vivem em vias que só se entra a pé, de bicicleta ou de moto, segundo IBGE </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Maria Eugênia Melo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Dec 2025 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dados são da publicação Censo 2022: Favelas e Comunidades Urbanas &#8211; Características urbanísticas do entorno dos domicílios. Aproximadamente 2 em cada 10 moradores de favelas no Brasil vivem em vias onde só é possível se locomover a pé, de moto ou bicicleta. Fora das favelas 1,4% vivem essa realidade. Esses dados foram divulgados na última semana [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center"><em>Dados são da publicação Censo 2022: Favelas e Comunidades Urbanas &#8211; Características urbanísticas do entorno dos domicílios.</em></p>



<p>Aproximadamente 2 em cada 10 moradores de favelas no Brasil vivem em vias onde só é possível se locomover a pé, de moto ou bicicleta. Fora das favelas 1,4% vivem essa realidade. Esses dados foram divulgados na última semana pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O levantamento, feito com base no Censo de 2022.</p>



<p>Segundo o <a href="https://www.ibge.gov.br/pt/inicio.html">censo</a>, o Brasil tinha 12.348 favelas ou comunidades urbanas em 2022, somando mais de 16 milhões da população, essas localidades estão presentes em 656 municípios do Brasil. Os dados apontam ainda que 60,8% dos moradores das favelas vivem em vias com capacidade de acesso de veículos de grande porte. Fora delas, esse número é de 93,29%.&nbsp;</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img decoding="async" width="875" height="485" data-attachment-id="217106" data-permalink="https://noticiapreta.com.br/19-dos-moradores-de-favelas-vivem-em-vias-que-so-se-entra-a-pe-de-bicicleta-ou-de-moto-segundo-ibge/favela-s/" data-orig-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/12/favela-s.jpg" data-orig-size="875,485" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="favela s" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/12/favela-s-300x300.jpg" data-large-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/12/favela-s-1024x1024.jpg" src="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/12/favela-s.jpg" alt="" class="wp-image-217106" style="width:602px;height:auto" srcset="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/12/favela-s.jpg 875w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/12/favela-s-768x425.jpg 768w" sizes="(max-width: 875px) 100vw, 875px" /><figcaption class="wp-element-caption">Segundo o censo, o Brasil tinha 12.348 favelas ou comunidades urbanas em 2022, somando mais de 16 milhões da população. Fonte: Tânia Rego/Agência Brasil </figcaption></figure></div>


<p>Para a gerente de Favelas e Comunidades Urbanas do IBGE, Letícia Giannella, a limitação de acesso dessas vias afeta os direitos básicos da população. <em>&#8220;O impedimento de passagem de caminhões impede a coleta de direito no domicílio. Como é que faz quando a gente tem pessoas que precisam desse transporte urgente, deste atendimento médico urgente?”</em>&nbsp; questiona Giannella. </p>



<p><strong>Transporte, arborização e acessibilidade </strong></p>



<p>Os dados mostram ainda que apenas 5,26% dos domicílios dentro das favelas tem um ponto de ônibus ou van no entorno. Fora delas o percentual é de 12,71%.&nbsp;Em se tratando de arborização, o IBGE aponta que 64,59% dos domicílios não possuem árvores nos entornos. Fora das favelas esse número é de 30,48%.&nbsp;</p>



<p><em>“Em relação à presença de árvores, o IBGE classificou a informação em três categorias: ‘1 ou 2 árvores’, ‘3 ou 4 árvores’ e ‘5 ou mais árvores’. Em todas elas, o percentual foi ligeiramente mais baixo para a população preta, indicando possível desigualdade em relação a esse quesito no conjunto desses territórios”</em> destacou Larissa Catalá, chefe do setor de suporte a Favelas e Comunidades Urbanas.&nbsp;Mais de 95% dos moradores de favela vivem em vias sem rampa de acesso para cadeirantes, representando cerca de 15,7 milhões de moradores. Nas áreas fora das favelas, 80% viviam sem acesso.&nbsp;</p>



<p>Gianella acrescenta que esta publicação considera o número de moradores cobertos efetivamente pela pesquisa e não o total de pessoas residentes nestas áreas. “<em>É residual, porém nem todas as faces de quadra tiveram registradas informações no questionário, devido a questões operacionais. Assim, é esperado encontrar diferenças no número de moradores de cada favela e comunidade urbana no ranking das 20 maiores desta divulgação, em relação ao ranking da população total dessas áreas&#8221; </em>conclui a gerente.</p>



<p>Leia também: <a href="https://noticiapreta.com.br/escola-civico-militar-canto-bope-violencia/">Alunos de escola cívico-militar no Paraná cantam música do Bope que incentiva violência em favelas</a><br><br><br><br><br></p>



<p></p>
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		<title>Favelas brasileiras têm o dobro de ruas sem árvores em relação ao restante do país, aponta IBGE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joana Angélica]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Dec 2025 22:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Favelas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Novos dados do Censo 2022 divulgados na última sexta-feira (05) pelo IBGE escancaram a desigualdade socioambiental entre as grandes favelas brasileiras e o restante das cidades. O levantamento mostra que 64% dos moradores de favelas e comunidades vivem em vias totalmente desprovidas de árvores, um percentual mais que o dobro do registrado fora desses territórios, [&#8230;]</p>
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<p>Novos dados do Censo 2022 divulgados na última sexta-feira (05) pelo IBGE escancaram a desigualdade socioambiental entre as grandes favelas brasileiras e o restante das cidades. O levantamento mostra que 64% dos moradores de favelas e comunidades vivem em vias totalmente desprovidas de árvores, um percentual mais que o dobro do registrado fora desses territórios, onde 31% da população vive em trechos sem arborização. O dado afeta diretamente questões como conforto térmico, saúde, bem-estar e qualidade de vida, especialmente em regiões historicamente negligenciadas pelo poder público.</p>



<p>O Brasil tem mais de 12,4 mil favelas, que concentram cerca de 16 milhões de pessoas. Entre as 20 maiores do país, a Rocinha (72.021 moradores), no Rio de Janeiro, lidera em população. Na sequência aparecem Sol Nascente (70.908), em Brasília, Paraisópolis (58.527), em São Paulo, e Cidade de Deus/Alfredo Nascimento (55.821), em Manaus. Outras grandes comunidades como Rio das Pedras, Heliópolis, São Lucas, Coroadinho, Beiru/Tancredo Neves, Pernambués e Jacarezinho compõem o ranking, evidenciando a dimensão urbana e social desses territórios.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="1024" data-attachment-id="209307" data-permalink="https://noticiapreta.com.br/70-moradores-favelas-dificuldade-realizar-exames-cancer/favelas-cancer-brasil/" data-orig-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/10/favelas-cancer-brasil.webp" data-orig-size="1170,700" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="favelas câncer brasil" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/10/favelas-cancer-brasil-300x300.webp" data-large-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/10/favelas-cancer-brasil-1024x1024.webp" src="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/10/favelas-cancer-brasil-1024x1024.webp" alt="favelas câncer Brasil" class="wp-image-209307" srcset="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/10/favelas-cancer-brasil-1024x1024.webp 1024w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/10/favelas-cancer-brasil-300x300.webp 300w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/10/favelas-cancer-brasil-150x150.webp 150w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/10/favelas-cancer-brasil-1536x1536.webp 1536w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/10/favelas-cancer-brasil-2048x2048.webp 2048w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/10/favelas-cancer-brasil-65x65.webp 65w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Censo 2022: 64% dos moradores em favelas e comunidades vivem em vias sem a presença de árvores</figcaption></figure></div>


<p>Apesar dessa relevância, a presença de árvores nas vias é mínima em muitas dessas áreas. Em Rio das Pedras, apenas 3,5% dos moradores vivem em trechos com ao menos uma árvore na rua. Fora das favelas do Rio, essa proporção é de 26%. Entre as maiores comunidades, as melhores situações aparecem em Sol Nascente (71%), Zumbi dos Palmares/Nova Luz (58%) e Grande Vitória (46%), todas com índices muito acima da média nacional para favelas.</p>



<p>A desigualdade se repete quando o tema é infraestrutura básica. Só 2,4% dos moradores das 20 maiores favelas vivem em trechos de calçadas sem obstáculos. Em locais como Rocinha e Grande Vitória, menos de 0,5% contam com esse tipo de acessibilidade. Já em Vila São Pedro (São Bernardo do Campo), Baixadas da Estrada Nova Juruna e Baixada da Condor (Belém), os índices superam 5%, ainda assim muito abaixo dos 22% registrados nas áreas urbanas fora de comunidades.</p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://noticiapreta.com.br/favelas-sao-paulo-desigualdade-calor-estudo/">Favelas de SP registram até 15 ºC a mais que bairros vizinhos, mostra estudo</a></p>



<p>Para a gerente de Favelas e Comunidades Urbanas do IBGE, Leticia Giannella, os novos dados permitem dimensionar, pela primeira vez, um retrato comparativo entre dentro e fora das favelas usando o mesmo questionário. &#8220;Isso evidencia a desigualdade socioespacial do país&#8221;, afirma.</p>



<p>A capacidade viária também revela disparidades. Enquanto 62% dos moradores de favelas vivem em áreas onde ônibus e caminhões conseguem circular, esse índice chega a 93% fora desses territórios, impactando serviços como ambulâncias e coleta de lixo.</p>
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		<title>Apesar de melhora, mulheres ganham menos de 80% do salário dos homens, aponta IBGE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thayan Mina]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Dec 2025 17:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Embora 2024 tenha registrado recorde de pessoas ocupadas (101,3 milhões), as mulheres representavam apenas 49,1% da população feminina empregada, ante 68,8% dos homens, estes são dados da Síntese de Indicadores Sociais (SIS) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada nesta quarta-feira (3), a desigualdade de gênero persiste no mercado de trabalho. . Segundo [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://noticiapreta.com.br/apesar-de-melhora-mulheres-ganham-menos-de-80-do-salario-dos-homens-aponta-ibge/">Apesar de melhora, mulheres ganham menos de 80% do salário dos homens, aponta IBGE</a> apareceu primeiro em <a href="https://noticiapreta.com.br">Noticia Preta - NP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Embora 2024 tenha registrado recorde de pessoas ocupadas (101,3 milhões), as mulheres representavam apenas 49,1% da população feminina empregada, ante 68,8% dos homens, estes são dados da Síntese de Indicadores Sociais (SIS) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada nesta quarta-feira (3), a desigualdade de gênero persiste no mercado de trabalho. .</p>



<p>Segundo a pesquisa, a diferença na taxa de ocupação entre os gêneros permanece praticamente inalterada desde 2012. O estudo atribui essa disparidade principalmente à divisão desigual de cuidados e afazeres domésticos, que limita o tempo e as oportunidades profissionais das mulheres.</p>



<p>Quando empregadas, elas receberam, em média, 78,6% do rendimento dos homens no ano passado. Em setores como comércio e serviços, essa proporção cai para 63,8%. A única exceção, de baixa representatividade econômica, são as Forças Armadas e policiais, onde as mulheres ganham mais.</p>



<p>A situação é ainda mais crítica para mulheres pretas e pardas, que apresentam os maiores índices de subutilização da força de trabalho e de pobreza. No geral, 20,4% das mulheres estavam subutilizadas em 2024 (queriam trabalhar mais, mas não conseguiam), contra 12,8% dos homens.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img decoding="async" width="1024" height="613" data-attachment-id="216703" data-permalink="https://noticiapreta.com.br/apesar-de-melhora-mulheres-ganham-menos-de-80-do-salario-dos-homens-aponta-ibge/09_07_2020_teletrabalho-3-2/" data-orig-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/12/09_07_2020_teletrabalho-3.webp" data-orig-size="1170,700" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="09_07_2020_teletrabalho-3" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/12/09_07_2020_teletrabalho-3-300x179.webp" data-large-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/12/09_07_2020_teletrabalho-3-1024x613.webp" src="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/12/09_07_2020_teletrabalho-3-1024x613.webp" alt="" class="wp-image-216703" style="width:345px;height:auto" srcset="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/12/09_07_2020_teletrabalho-3-1024x613.webp 1024w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/12/09_07_2020_teletrabalho-3-300x179.webp 300w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/12/09_07_2020_teletrabalho-3-768x459.webp 768w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/12/09_07_2020_teletrabalho-3.webp 1170w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Embora 2024 tenha registrado recorde de pessoas ocupadas (101,3 milhões), as mulheres representavam apenas 49,1% da população feminina empregada &#8211; Foto:  Marcelo Camargo/Agência Brasil.</em></figcaption></figure></div>


<p>Em contrapartida, o grupo com 60 anos ou mais vem aumentando sua participação. O nível de ocupação dessa faixa etária atingiu 24,4% em 2024, o maior da série histórica, impulsionado pelo aumento da expectativa de vida, que chegou a 76,6 anos. O desemprego entre idosos é de apenas 2,9%.</p>



<p>Contudo, esse cenário é marcado por informalidade e disparidades. Cerca de 55,7% dos idosos trabalham sem formalidade, percentual que sobe para 61,2% entre pretos e pardos. A diferença salarial também é acentuada: mulheres idosas ganham cerca de R$ 2,7 mil, enquanto os homens recebem mais de R$ 4 mil. Idosos brancos têm rendimento quase o dobro dos pretos ou pardos.</p>



<p><strong>Mercado em recuperação, mas com traços estruturais</strong></p>



<p>O IBGE destacou que 2024 consolidou a mais intensa recuperação do mercado de trabalho desde 2012, com a taxa de desocupação caindo para 6,6% e a de subutilização para 16,2%. No entanto, a informalidade segue como um traço estrutural, atingindo 46,5% dos ocupados. O setor de Serviços continua sendo o principal gerador de vagas, com destaque para altas em transportes (+7,7%), outros serviços (+5,6%), construção (+5,3%) e comércio (+4%).</p>



<p>Leia mais notícias por aqui: <a href="https://noticiapreta.com.br/morte-de-gari-perfil-rene-nogueira-reativado-no-instagram-soma-281-mil-seguidores/">Morte de gari: perfil de Renê Nogueira é reativado no Instagram e soma 28,1 mil seguidores</a><br></p>
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		<title>Diretores e gerentes negros ganham 34% menos que brancos, revela IBGE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Dec 2025 16:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[diretores]]></category>
		<category><![CDATA[gerentes]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pessoas pretas ou pardas que trabalham como diretores e gerentes recebem, em média, 34% menos que branco nesses mesmos cargos. Enquanto os diretores e gerentes brancos ganham R$ 9.831, os negros têm rendimento mensal de R$ 6.446. A diferença é R$ 3.385. A constatação faz parte do levantamento Síntese de Indicadores Sociais, divulgado nesta quarta-feira [&#8230;]</p>
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<p>Pessoas pretas ou pardas que trabalham como diretores e gerentes recebem, em média, 34% menos que branco nesses mesmos cargos. Enquanto os diretores e gerentes brancos ganham R$ 9.831, os negros têm rendimento mensal de R$ 6.446. A diferença é R$ 3.385.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1670524&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1670524&amp;o=node"></p>



<p>A constatação faz parte do levantamento Síntese de Indicadores Sociais, divulgado nesta quarta-feira (3) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os dados são referentes a 2024 e levam em conta trabalhadores com 14 anos ou mais de idade.</p>



<p>Em 2012, quando começou a série do IBGE, os negros recebiam 39% menos. Já em 2023, o percentual diminuiu para 33%.</p>



<p>O estudo traz, também, informações sobre o rendimento de trabalhadores de dez grandes grupos ocupacionais, conforme definição do IBGE.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="683" data-attachment-id="216698" data-permalink="https://noticiapreta.com.br/diretores-e-gerentes-negros-ganham-34-menos-que-brancos-revela-ibge/pexels-emmy-e-1252107-2381069/" data-orig-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/12/pexels-emmy-e-1252107-2381069-scaled.jpg" data-orig-size="2048,1365" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="pexels-emmy-e-1252107-2381069" data-image-description="" data-image-caption="&lt;p&gt;Foto: Pexels&lt;/p&gt;
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<p>O instituto não utiliza o termo negro. Mas o&nbsp;<a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2010/lei/l12288.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Estatuto da Igualdade Racial</a>&nbsp;considera população negra o conjunto de pessoas que se autodeclaram pretas e pardas.&nbsp;</p>



<p>De acordo com o&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2023-12/maior-presenca-de-negros-no-pais-reflete-reconhecimento-racial" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Censo 2022</a>, pretos e pardos representam mais da metade (55,5%) da população brasileira.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Negros sempre em desvantagem</h2>



<p>Em todos os grupos pesquisados, os brancos ganham mais. A maior diferença é nos cargos de diretores e gerentes.</p>



<p>A segunda maior disparidade é entre os profissionais das ciências e intelectuais. Nesse segmento, os brancos recebem R$ 7.412, e os negros, R$ 5.192. São R$ 2.220 a mais no bolso dos brancos.</p>



<p>A menor diferença é na categoria Forças Armadas, policiais e bombeiros militares. Nesse grupo, os brancos recebem R$ 7.265, e os pretos ou pardos, R$ 6.331. Uma diferença de R$ 934.</p>



<p>Dos dez grandes grupos pesquisados, o com maior rendimento mensal médio é o dos diretores e gerentes, que receberam mensalmente R$ 8.721, em média, em 2024.</p>



<p><strong>Confira quanto os brancos recebem a mais que negros:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Diretores e gerentes: R$ 3.385</li>



<li>Profissionais das ciências e intelectuais: R$ 2.220</li>



<li>Trabalhadores qualificados da agropecuária, florestais, da caça e da pesca: R$ 1.627</li>



<li>Técnicos e profissionais de nível médio: R$ 1.238</li>



<li>Membros das forças armadas, policiais e bombeiros militares: R$ 934</li>



<li>Trabalhadores dos serviços, vendedores dos comércios e mercados: R$ 765</li>



<li>Operadores de instalações e máquinas e montadores: R$ 503</li>



<li>Trabalhadores qualificados, operários e artesãos da construção, das artes mecânicas e outros ofícios: R$ 477</li>



<li>Trabalhadores de apoio administrativo: R$ 451</li>



<li>Ocupações elementares: R$ 262</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Mais sinais de desigualdade</h2>



<p>Outra forma de perceber em números a desigualdade racial no mercado de trabalho é que 17,7% das pessoas brancas são ocupadas como diretores e gerentes. Entre os pretos e pardos são apenas 8,6%.</p>



<p>Na outra ponta, o grande grupo ocupações elementares tem o menor rendimento médio (R$ 1.454). Enquanto 10,9% dos brancos estão nessa ocupação, os negros têm 20,3% de seus trabalhadores atuando nessa área.</p>



<p>Na média dos dez grandes grupos ocupacionais, a pessoa branca recebe R$ 4.119, contra R$ 2.484 da preta ou parda, ou seja, 65,9% a mais.</p>



<p>Ao analisar o rendimento dos trabalhadores por hora, o IBGE constata que, em média, os brancos ganhavam R$ 24,60, valor 64% a mais que a hora trabalhada do preto ou pardo (R$ 15).</p>



<p>A pesquisa revela ainda que para a população preta ou parda, a obtenção de diploma de ensino superior não representa diminuição de desigualdade salarial em comparação à branca com mesmo grau de ensino.</p>



<p>Entre os brancos que concluíram a faculdade, o rendimento por hora chegava a R$ 43,20. Já para os negros, R$ 29,90. Ou seja, a hora trabalhada do branco com diploma vale 44,6% a mais que a do preto e pardo. É a maior diferença entre todos os segmentos de escolaridade.</p>



<p>O pesquisador responsável pelo estudo, João Hallak Neto, avalia que além da escolaridade, questões como área de atuação explicam a disparidade.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Não importa a graduação, importa mais como a pessoa se inseriu no mercado de trabalho, se está exercendo ocupação compatível com o nível de instrução”, diz Hallak Neto.</p>
</blockquote>



<p><strong>“Tem também diferenças em relação à progressão da carreira, tem diferenças entre cursos, a gente sabe, notadamente, que profissionais médicos recebem mais que enfermeiros”, cita.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">Informalidade</h2>



<p>Os trabalhadores pretos ou pardos vivenciam mais a informalidade no trabalho, ou seja, condições como empregados sem carteira assinada, e trabalhadores por conta própria e empregadores que não contribuem para a previdência social.</p>



<p>Enquanto a taxa de informalidade no país é de 40,6%, a dos negros marca 45,6%. Já a dos brancos, 34%.</p>



<p><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2014-09/fies-83-dos-estudantes-tem-renda-ate-15-salario-minimo"></a></p>
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		<title>Expectativa de vida do brasileiro sobe para 76,6 anos em 2024, diz IBGE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joana Angélica]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Nov 2025 18:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[expectativa de vida]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A expectativa de vida da população brasileira chegou a 76,6 anos em 2024, de acordo com novas estimativas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O avanço representa um ganho médio de 2,5 meses em relação ao ano anterior e confirma a tendência de aumento gradual da longevidade no país. Os dados mostram que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A expectativa de vida da população brasileira chegou a 76,6 anos em 2024, de acordo com novas estimativas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O avanço representa um ganho médio de 2,5 meses em relação ao ano anterior e confirma a tendência de aumento gradual da longevidade no país.</p>



<p>Os dados mostram que as mulheres continuam vivendo mais do que os homens. Para elas, a expectativa passou para 79,9 anos; para eles, chegou a 73,3 anos. Essa diferença, histórica no Brasil, não é casual: reflete os impactos das mortes violentas que atingem sobretudo homens jovens e, dentro desse grupo, de forma ainda mais acentuada, homens negros.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="678" data-attachment-id="109354" data-permalink="https://noticiapreta.com.br/idosos-negros-vivem-com-menor-qualidade-de-vida/pexels-rene-sibulangcal-1623536/" data-orig-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2023/10/pexels-rene-sibulangcal-1623536-scaled.jpg" data-orig-size="2048,1356" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="pexels-rene-sibulangcal-1623536" data-image-description="" data-image-caption="&lt;p&gt;Racismo e envelhecimento: pesquisa revela desigualdades entre idosos Foto: Pexels&lt;/p&gt;
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<p>O IBGE aponta que a taxa de risco de morte entre homens de 15 a 29 anos permanece muito superior à das mulheres da mesma faixa etária. Aos 19 anos, por exemplo, um homem tem 3,4 vezes mais chance de não completar 20 anos do que uma mulher. Entre 20 e 24 anos, essa relação sobe para 4,1 vezes. O órgão atribui esses números à predominância de mortes por causas externas, como homicídios e acidentes, fenômeno profundamente marcado por desigualdades raciais, territoriais e sociais.</p>



<p>Mesmo com os desafios, indicadores importantes seguem melhorando. A mortalidade infantil caiu para 12,3 mortes por mil nascidos vivos, resultado influenciado por campanhas de vacinação, ampliação do pré-natal, fortalecimento do SUS e políticas públicas voltadas ao saneamento e à nutrição, ações que beneficiam principalmente regiões mais pobres e populações vulnerabilizadas.</p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://noticiapreta.com.br/no-brasil-4-em-10-mulheres-nao-percebem-agressoes-vividas-como-violencia-revela-pesquisa/">No Brasil, 4 em 10 mulheres não percebem agressões vividas como violência, revela pesquisa</a></p>



<p>A longevidade também cresceu entre pessoas idosas. Um brasileiro que completa 60 anos pode esperar viver, em média, 22,6 anos adicionais, maior nível registrado desde o início da série histórica. Aos 80 anos, a expectativa chega a 9,5 anos para mulheres e 8,3 anos para homens.</p>



<p>O levantamento reforça que, apesar dos avanços da saúde pública, o impacto da violência sobre os jovens, especialmente jovens negros, continua sendo um dos principais fatores que limitam o aumento da expectativa de vida masculina no Brasil. As desigualdades persistem e seguem determinando quem alcança a velhice e quem é interrompido pelo ciclo da violência.</p>
<p>O post <a href="https://noticiapreta.com.br/brasil-76-6-anos-expectativa-vida-ibge/">Expectativa de vida do brasileiro sobe para 76,6 anos em 2024, diz IBGE</a> apareceu primeiro em <a href="https://noticiapreta.com.br">Noticia Preta - NP</a>.</p>
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		<title>Evangélicos são os que mais casam, enquanto união estável ultrapassa casamento no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rafael Rabello]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Nov 2025 11:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[casamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Censo]]></category>
		<category><![CDATA[Evangélicos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Enquanto o número de uniões estáveis ultrapassa o número de casamentos no Brasil, os evangélicos são os que mais se casam. De acordo com dados do Censo 2022 divulgados pelo IBGE na semana passada, a taxa de casamentos tradicionais (civil e religioso) entre os brasileiros nunca foi tão baixa. Em 2000, o percentual de casamentos [&#8230;]</p>
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<p>Enquanto o número de uniões estáveis ultrapassa o número de casamentos no Brasil, os evangélicos são os que mais se casam. De acordo com dados do Censo 2022 divulgados pelo IBGE na semana passada, a taxa de casamentos tradicionais (civil e religioso) entre os brasileiros nunca foi tão baixa.<br><br>Em 2000, o percentual de casamentos era de 49,4%. Em 20222, diminuiu para 37,9%. No Censo de 1970, eram 64,5%. Hoje, o maior percentual pertence às uniões consensuais (que podem ser registradas em cartório ou não), com 38,9%<br><br>Casamentos apenas no civil representam 20,5% e casamentos com cerimônias religiosas são somente 2,6% no país. O número de casais que moram juntos sem se casar ultrapassa o número de pessoas casadas formalmente. São 35,1 milhões de pessoas vivendo em união estável.<br><br>Contrariando a tendência da maioria dos brasileiros, os evangélicos são os que mais se casam de forma tradicional. Segundo o IBGE, 40,9% dos evangélicos são casados no religioso e no civil, representando o maior percentual entre todos os grupos religiosos. Os evangélicos também lideram os casamentos somente no civil, com 20,1%. Em relação a morar junto sem se casar, a comunidade evangélica é a menos adepta do modelo (28,7%).<br><br>Entre a população brasileira, 51,3% das pessoas vivam em uma união conjugal em 2022, revelando um pequeno aumento em relação a 2010 (50,1%).<br><br>A maior parte dos que vivem em uma união conjugal estava na faixa etária de 40 a 49 anos entre os homens e 30 a 39 anos entre as mulheres. A idade média em que os brasileiros estão se unindo aumentou para 25 anos &#8211; sendo 26,3 anos para os homens e 23,6 para as mulheres.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img decoding="async" width="1200" height="800" data-attachment-id="214700" data-permalink="https://noticiapreta.com.br/evangelicos-sao-os-que-mais-casam-enquanto-uniao-estavel-ultrapassa-casamento-no-brasil/pessoas-com-angulo-baixo-celebrando-casamento-na-natureza-1/" data-orig-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/11/pessoas-com-angulo-baixo-celebrando-casamento-na-natureza-1.jpg" data-orig-size="1200,800" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;4&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;NIKON D850&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;1686775391&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;35&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;640&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0.00125&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="pessoas-com-angulo-baixo-celebrando-casamento-na-natureza (1)" data-image-description="" data-image-caption="&lt;p&gt;Os evangélicos são os que mais se casam de forma tradicional. Foto: Freepik&lt;/p&gt;
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<p>O estado com mais casamentos tradicionais é Minas Gerais. Mais da metade da população mineira (51,3%) estava casada, no religioso e no civil, em 2022.<br><br>O censo de 2022 ainda descobriu uma relação entre renda domiciliar e o modelo de união adotado. A maioria dos casais que possuíam renda domiciliar per capita até meio salário mínimo optaram por morar juntos sem casar (52,1%). Nessa faixa de renda, apenas 24,2% realizaram o casamento civil e religioso. <br><br>Entre aqueles com até um salário mínimo de renda domiciliar, 40,1% estavam em união estável e 35,8% casados. Nas faixas de renda seguintes, a tendência se inverte; quanto maior a renda, maior o número de casamentos tradicionais. Por exemplo, entre as pessoas que ganham mais de cinco salários mínimos, 54,3% decidiram pelo casamento formal.</p>



<p>Leia mais notícias por aqui: <a href="https://noticiapreta.com.br/chavoso-da-usp-tem-conta-com-mais-de-1-milhao-de-seguidores-desativada-mais-uma-conta-excluida-do-nada/">Chavoso da USP tem conta com mais de 1 milhão de seguidores desativada: “mais uma conta excluída do nada”</a><br><br><br></p>
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		<title>Mais de 34 mil brasileiros de até 14 anos se declararam em união conjugal, diz IBGE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thayan Mina]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Nov 2025 20:18:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo dados divulgados nesta quarta-feira (5) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o questionário da amostra do Censo 2022 identificou a existência de mais de 34 mil pessoas com idades entre 10 e 14 anos vivendo em algum tipo de união conjugal no Brasil. A maior parte desse grupo é formada por meninas, que [&#8230;]</p>
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<p>Segundo dados divulgados nesta quarta-feira (5) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o questionário da amostra do Censo 2022 identificou a existência de mais de 34 mil pessoas com idades entre 10 e 14 anos vivendo em algum tipo de união conjugal no Brasil. A maior parte desse grupo é formada por meninas, que representam 77% do total.</p>



<p>O IBGE pontua que o levantamento é respondido pelos próprios moradores, sem exigência de apresentar documentação ou certidões. Por isso, o número reflete percepções individuais sobre o que cada família considera união. </p>



<p>Entre crianças e adolescentes nessa faixa etária que se consideram em união, 7% informaram casamento civil e religioso, 4,9% somente civil, 1,5% apenas religioso e 87% relataram algum outro tipo de relação consensual. Mesmo com o casamento civil proibido para menores de 16 anos, salvo exceções autorizadas pela Justiça, o instituto não verifica legalidade das situações declaradas.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img decoding="async" width="1170" height="700" data-attachment-id="213665" data-permalink="https://noticiapreta.com.br/mais-de-34-mil-brasileiros-de-ate-14-anos-se-declararam-em-uniao-conjugal-diz-ibge/abusoinfantil/" data-orig-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/11/abusoinfantil.webp" data-orig-size="1170,700" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="abusoinfantil" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/11/abusoinfantil-300x300.webp" data-large-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/11/abusoinfantil-1024x1024.webp" src="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/11/abusoinfantil.webp" alt="" class="wp-image-213665" style="width:390px;height:auto" srcset="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/11/abusoinfantil.webp 1170w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/11/abusoinfantil-768x459.webp 768w" sizes="(max-width: 1170px) 100vw, 1170px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Censo 2022 identificou a existência de mais de 34 mil pessoas com idades entre 10 e 14 anos vivendo em algum tipo de união conjugal no Brasil &#8211; Foto: Marcello Casal Jr/ Agência Brasil.<br></em></figcaption></figure></div>


<p>O levantamento também detalhou recorte racial e por estados. Pessoas pardas somam 20.414 casos, seguidas por brancas (10.009), pretas (3.246), indígenas (483) e amarelas (51). São Paulo é o estado com maior número absoluto (4.722), já proporcionalmente o Amazonas aparece no topo, com 0,11% das uniões formadas por crianças e adolescentes dessa idade.</p>



<p>Na mesma divulgação, o IBGE apresentou dados sobre estrutura familiar. O número de pessoas morando sozinhas triplicou desde 2000, chegando a 13,6 milhões em 2022. Também houve aumento de brasileiros vivendo em união, passando de 49,5% em 2000 para 51,3% em 2022, enquanto o percentual de quem nunca viveu com parceiro caiu para 30,1%.</p>



<p>Leia mais notícias por aqui: <a href="https://noticiapreta.com.br/policias-mataram-mais-de-4-mil-pessoas-em-2024-mostra-estudo/">Polícias mataram mais de 4 mil pessoas em 2024 e 75% eram negras, aponta relatório</a><br></p>
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		<title>Mesmo mais escolarizadas, mulheres ganham quase 20% a menos que homens, aponta IBGE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joana Angélica]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Oct 2025 17:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mesmo com maior nível de escolaridade, as mulheres brasileiras continuam ganhando menos que os homens. Dados preliminares do Censo 2022, divulgados nesta quinta-feira (9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revelam que o rendimento médio nominal mensal das mulheres é 19,6% menor em relação ao dos homens. Enquanto os homens recebem, em média, [&#8230;]</p>
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<p>Mesmo com maior nível de escolaridade, as mulheres brasileiras continuam ganhando menos que os homens. Dados preliminares do Censo 2022, divulgados nesta quinta-feira (9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revelam que o rendimento médio nominal mensal das mulheres é 19,6% menor em relação ao dos homens.</p>



<p>Enquanto os homens recebem, em média, R$ 3.115 por mês, as mulheres ganham R$ 2.506. A diferença é ainda maior entre trabalhadores com ensino superior completo: os homens alcançam média salarial de R$ 7.347, e as mulheres, R$ 4.591, o que representa uma disparidade de 37,5%.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="683" data-attachment-id="202535" data-permalink="https://noticiapreta.com.br/senac-rj-noticia-preta-curso-assistente-administrativo/pexels-edmond-dantes-8547396/" data-orig-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/08/pexels-edmond-dantes-8547396-scaled.jpg" data-orig-size="2048,1365" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="pexels-edmond-dantes-8547396" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/08/pexels-edmond-dantes-8547396-300x200.jpg" data-large-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/08/pexels-edmond-dantes-8547396-1024x683.jpg" src="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/08/pexels-edmond-dantes-8547396-1024x683.jpg" alt="escola antirracista" class="wp-image-202535" srcset="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/08/pexels-edmond-dantes-8547396-1024x683.jpg 1024w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/08/pexels-edmond-dantes-8547396-300x200.jpg 300w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/08/pexels-edmond-dantes-8547396-768x512.jpg 768w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/08/pexels-edmond-dantes-8547396-1536x1024.jpg 1536w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/08/pexels-edmond-dantes-8547396-scaled.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Pexels</figcaption></figure></div>


<p>Segundo o IBGE, a desigualdade salarial entre os gêneros se mantém em todos os níveis de instrução e faixas etárias. Mesmo com o avanço da escolarização feminina, o acesso a cargos de liderança e melhores salários ainda é desigual.</p>



<p>Os dados mostram que 28,9% das mulheres ocupadas têm ensino superior completo, contra 17,3% dos homens. Já entre os trabalhadores sem ensino médio completo, a diferença se inverte: 43,8% dos homens não concluíram essa etapa, ante 29,7% das mulheres.</p>



<p>O levantamento considerou informações sobre rendimento do trabalho coletadas entre 25 e 31 de julho de 2022, período em que o salário mínimo era de R$ 1.212. Foram incluídas na pesquisa pessoas com 14 anos ou mais que estavam ocupadas ou temporariamente afastadas de atividades remuneradas.</p>



<p>LEIA TAMBÉM: <strong><a href="https://noticiapreta.com.br/afastamentos-de-trabalho-por-doencas-mentais-crescem-200-na-bahia-bancarios-sao-os-mais-afetados/">Afastamentos de trabalho por doenças mentais crescem 200% na Bahia; bancários são os mais afetados</a></strong></p>



<p>Além das desigualdades de gênero, o Censo também apontou alta concentração de renda no país. O Índice de Gini, que mede a desigualdade econômica, foi de 0,542 em 2022. Quanto mais próximo de 1, maior a desigualdade; quanto mais próximo de 0, maior a igualdade.</p>



<p>As regiões Norte (0,545) e Nordeste (0,541) apresentaram os maiores índices, justamente onde estão os menores rendimentos médios domiciliares per capita.</p>



<p>Os dados reforçam que, mesmo com avanços na educação e na participação feminina no mercado de trabalho, as mulheres seguem enfrentando barreiras estruturais que limitam seu acesso a oportunidades e remunerações iguais às dos homens.</p>
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		<title>Desigualdade racial afeta condições de deslocamento de trabalhadores, aponta IBGE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jaice Balduino]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Oct 2025 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia Preta]]></category>
		<category><![CDATA[Transporte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No novo relatório do censo do IBGE &#8211; Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, divulgado nesta quinta-feira (9), mostra que a desigualdade racial no transporte reflete as disparidades sociais e econômicas do país. Os dados demonstram que não é apenas onde se mora ou onde se trabalha que o Brasil se mostra desigual — é [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>No novo relatório do censo do<a href="https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-de-noticias/noticias/44713-automovel-e-o-meio-de-transporte-mais-utilizado-no-deslocamento-para-o-trabalho"> IBGE &#8211; Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística</a>, divulgado nesta quinta-feira (9), mostra que a desigualdade racial no transporte reflete as disparidades sociais e econômicas do país. Os dados demonstram que não é apenas onde se mora ou onde se trabalha que o Brasil se mostra desigual — é também <strong>quem</strong> se desloca e <strong>como</strong> se desloca.</p>



<p>Segundo o censo, há disparidades claras no tempo de deslocamento até o local de trabalho quando se observam os recortes de cor ou raça. Pessoas negras (pretas e pardas) tendem a percorrer trajetórias mais longas ou a depender de meios de transporte menos eficientes, comparadas às de pele branca, que se concentram mais em áreas com infraestrutura de mobilidade mais robusta.</p>



<p>Além disso, as taxas de utilização de transporte público, de caminhada ou de modalidades alternativas variam significativamente entre os grupos raciais, reflexo direto de como a segregação espacial, a precariedade de redes de transporte e a falta de planejamento urbano impactam sobretudo as populações historicamente marginalizadas.</p>



<p><a href="https://noticiapreta.com.br/do-jeito-que-caps-gosta-servicos-impactam-moradores-de-periferia/">Serviços impactam diretamente moradores na periferia</a></p>


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<h2 class="wp-block-heading">A geografia do racismo urbano</h2>



<p>Essas distorções no deslocamento não são acidentais. Em muitas cidades brasileiras, os moradores negros estão concentrados em periferias ou áreas mais afastadas dos núcleos econômicos, onde a oferta de transporte público é escassa ou ineficiente. Esse padrão urbano segregado tem raízes históricas — resultado das desigualdades fundiárias e das políticas de urbanização que relegaram populações negras a regiões distantes, com acesso precário aos centros de trabalho.</p>



<p>Essa configuração urbana impõe um custo social e econômico maior às pessoas negras: mais tempo gasto no trânsito, menos segurança nos deslocamentos, maior exposição a riscos e menor disponibilidade de tempo para lazer, estudos ou vida familiar.</p>



<p>A interseção entre mobilidade e desigualdade racial se estende também ao mercado de trabalho. Indivíduos que enfrentam trajetos mais longos ou menos seguros acabam sendo limitados na escolha de oportunidades laborais. Um emprego formal em local distante pode se tornar inviável diante do custo (financeiro, de tempo e de desgaste) associado ao deslocamento.</p>



<p>Ainda assim, os dados revelam que a participação no mercado formal é menor em proporção entre negros do que entre brancos — o que agrava o ciclo da desigualdade. Onde há menos opção de trabalho formal próximo, resta uma maior dependência de empregos informais ou em locais pouco acessíveis.</p>



<p>Os resultados do Censo indicam que as desigualdades raciais também se refletem na mobilidade urbana. O acesso ao transporte e o tempo gasto nos deslocamentos variam de acordo com a cor ou raça dos trabalhadores, evidenciando que grupos populacionais enfrentam condições distintas para chegar ao trabalho.</p>



<p>Embora as políticas públicas de mobilidade sejam formuladas de forma geral, os dados mostram que seus efeitos não são uniformes: pessoas negras são, proporcionalmente, as mais afetadas por trajetos longos, custos elevados e menor oferta de transporte nas regiões onde vivem.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Caminhos para agir</h2>



<p>Para reverterem esse quadro, gestores e planejadores urbanos precisam incorporar o recorte racial nos diagnósticos de mobilidade. Algumas medidas urgentes:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Priorizar corredores de transporte público que conectem periferias com polos de emprego.</li>



<li>Garantir tarifas subsidiadas ou diferenciadas para populações vulneráveis racialmente.</li>



<li>Estimular a descentralização de atividades econômicas e empregos, reduzindo a necessidade de deslocamentos longos.</li>



<li>Ampliar a fiscalização e a qualidade dos serviços de transporte nas áreas mais carentes, muitas vezes ocupadas por população negra.</li>



<li>Fomentar participação das comunidades negras nos processos de planejamento urbano, para que suas demandas sejam efetivamente ouvidas.</li>
</ul>



<p>Especialistas apontam que a diferença no tempo e no modo de deslocamento está diretamente relacionada à desigualdade de acesso à moradia e à concentração de oportunidades de emprego nas regiões centrais das cidades. O resultado reforça dados já observados em outros levantamentos, como os da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), que indicam maior vulnerabilidade social e econômica da população negra.</p>



<p>O IBGE também destacou que a proporção de pessoas negras que caminham até o trabalho é superior à de brancos, especialmente em municípios de menor porte. Em áreas urbanas, esse deslocamento a pé costuma estar associado à informalidade e à ausência de transporte público eficiente.</p>



<p>Os dados do Censo 2025 revelam, portanto, que a desigualdade racial no Brasil se expressa não apenas nas oportunidades de emprego e renda, mas também nas condições de mobilidade e acesso ao trabalho. A diferença no tempo e nos meios de transporte utilizados pelos grupos raciais reflete fatores estruturais históricos, como a segregação urbana e a concentração de renda e infraestrutura em determinadas regiões.</p>
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