<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Educação antirracista - Noticia Preta - NP</title>
	<atom:link href="https://noticiapreta.com.br/tag/educacao-antirracista/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://noticiapreta.com.br/tag/educacao-antirracista/</link>
	<description>Jornalismo Antirracista</description>
	<lastBuildDate>Mon, 29 Sep 2025 15:52:41 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.8.3</generator>

<image>
	<url>https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2022/06/cropped-LOGO-NOTICIA-PRETA-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Educação antirracista - Noticia Preta - NP</title>
	<link>https://noticiapreta.com.br/tag/educacao-antirracista/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">210498743</site>
<!-- This file should primarily consist of HTML with a little bit of PHP. -->
<div class="wc_public_wrapper wc_tool_text">
			<p id="wc_tooltip"><a href="https://api.whatsapp.com/send?phone=5521982110989&#038;text=Converse%20com%20o%20Notícia%20Preta" class="wc_icon_display wc_small wc_bottom_left" tooltip="Como podemos te ajudar!
Basta nos enviar uma mensagem" target="_blank" style="background-color:#189d0e;border-color:#ffffff;display:inline-block !important;"><i class="fa fa-whatsapp" aria-hidden="true"></i></a>
		<input type="hidden" id="wc_main_hvr_color" value="#000000">
			<input type="hidden" id="wc_main_bdr_color" value="#ffffff">
		</p>
		</div>  	<item>
		<title>Escola Antirracista lança curso de Letramento Racial e Comunicação Antirracista; pré-inscrições abertas</title>
		<link>https://noticiapreta.com.br/escola-antirracista-lanca-curso-letramento-racial/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=escola-antirracista-lanca-curso-letramento-racial</link>
					<comments>https://noticiapreta.com.br/escola-antirracista-lanca-curso-letramento-racial/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Angélica]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Sep 2025 15:52:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação Antirracista]]></category>
		<category><![CDATA[Educação antirracista]]></category>
		<category><![CDATA[letramento racial]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiapreta.com.br/?p=208183</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Escola de Comunicação Antirracista acaba de lançar o curso Letramento Racial e Comunicação Antirracista, ministrado pela jornalista Thais Bernardes, fundadora do portal Notícia Preta. As pré-inscrições já estão abertas e as vagas são limitadas. O curso é 100% online. A formação, inédita dentro da Escola, é direcionada a todas as pessoas que desejam compreender [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://noticiapreta.com.br/escola-antirracista-lanca-curso-letramento-racial/">Escola Antirracista lança curso de Letramento Racial e Comunicação Antirracista; pré-inscrições abertas</a> apareceu primeiro em <a href="https://noticiapreta.com.br">Noticia Preta - NP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Escola de Comunicação Antirracista acaba de lançar o curso Letramento Racial e Comunicação Antirracista, ministrado pela jornalista Thais Bernardes, fundadora do portal Notícia Preta. As pré-inscrições já estão abertas e as vagas são limitadas. O curso é 100% online.</p>



<p>A formação, inédita dentro da Escola, é direcionada a todas as pessoas que desejam compreender a fundo os conceitos de letramento racial, refletir sobre práticas cotidianas e aprender a comunicar com ética, responsabilidade e equidade, seja no trabalho, nas redes sociais ou na vida pessoal.</p>



<p>“<em>Ser antirracista não é uma hashtag, é um compromisso real. Esse curso foi criado para oferecer repertório e prática a quem quer transformar discurso em ação, com coerência e coragem</em>”, afirma Thais Bernardes.</p>



<p class="has-text-align-center">As <strong>pré-inscrições estão disponíveis neste link</strong>: <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeG47X6vQ0iBoo3tWMMOyh_zo5Z-W14W8sFwd3XeEAAklXqGA/viewform">clique aqui para garantir sua vaga</a>.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="682" data-attachment-id="208185" data-permalink="https://noticiapreta.com.br/escola-antirracista-lanca-curso-letramento-racial/whatsapp-image-2025-09-25-at-23-59-15/" data-orig-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/09/WhatsApp-Image-2025-09-25-at-23.59.15.jpeg" data-orig-size="1600,1066" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="WhatsApp Image 2025-09-25 at 23.59.15" data-image-description="" data-image-caption="&lt;p&gt;Thais Bernardes, fundadora do Notícia Preta e da Escola de Comunicação Antirracista &#8211; Foto: André Gomes de Melo&lt;/p&gt;
" data-medium-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/09/WhatsApp-Image-2025-09-25-at-23.59.15-300x200.jpeg" data-large-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/09/WhatsApp-Image-2025-09-25-at-23.59.15-1024x682.jpeg" src="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/09/WhatsApp-Image-2025-09-25-at-23.59.15-1024x682.jpeg" alt="" class="wp-image-208185" srcset="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/09/WhatsApp-Image-2025-09-25-at-23.59.15-1024x682.jpeg 1024w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/09/WhatsApp-Image-2025-09-25-at-23.59.15-300x200.jpeg 300w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/09/WhatsApp-Image-2025-09-25-at-23.59.15-768x512.jpeg 768w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/09/WhatsApp-Image-2025-09-25-at-23.59.15-1536x1023.jpeg 1536w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/09/WhatsApp-Image-2025-09-25-at-23.59.15.jpeg 1600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Thais Bernardes, fundadora do Notícia Preta e da Escola de Comunicação Antirracista &#8211; Foto: André Gomes de Melo</figcaption></figure></div>


<p>O curso será composto por quatro aulas ao vivo, todas gravadas e disponibilizadas na plataforma da Escola. Entre os temas, estão: fundamentos do letramento racial; racismo estrutural, institucional e cotidiano; linguagem e postura na comunicação antirracista; posicionamento seguro em ambientes profissionais e digitais; além de estudos de caso e exercícios práticos.</p>



<p>“<em>Muitas pessoas querem ser antirracistas, mas não sabem por onde começar. Outras já iniciaram essa caminhada, mas se sentem inseguras ao falar sobre o tema. Esse curso é justamente para quem deseja aprender com profundidade, sem medo de errar, em um espaço seguro e acolhedor</em>”, explica a jornalista.</p>



<p>Mais do que um investimento individual, a iniciativa também tem impacto coletivo: 50% do valor do curso será destinado ao Instituto Orire, responsável por manter a Escola de Comunicação Antirracista e o Notícia Preta, um dos maiores portais de jornalismo antirracista do Brasil.</p>



<p>As <strong>pré-inscrições estão disponíveis neste link</strong>: <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeG47X6vQ0iBoo3tWMMOyh_zo5Z-W14W8sFwd3XeEAAklXqGA/viewform">clique aqui para garantir sua vaga</a>.</p>



<p>Criada em 2023, a Escola de Comunicação Antirracista já formou mais de 6 mil pessoas em cursos gratuitos e pagos. Seu objetivo é democratizar o acesso ao conhecimento crítico sobre raça, mídia e equidade, formando comunicadores mais conscientes e cidadãos mais engajados.</p>



<p>Essa missão é fortalecida por parcerias estratégicas. Há três anos, o <strong>Grupo Carrefour Brasil</strong> colabora com a Escola, apoiando a viabilização de bolsas e vagas gratuitas em suas formações. A iniciativa é um exemplo de como empresas podem contribuir de forma efetiva para a diversidade, a inclusão e a transformação social.</p>



<p>“<em>Estamos construindo um movimento coletivo. Quem se inscreve neste curso não está apenas adquirindo conhecimento, está ajudando a escrever uma nova história junto conosco</em>”, conclui Thais Bernardes.</p>
<p>O post <a href="https://noticiapreta.com.br/escola-antirracista-lanca-curso-letramento-racial/">Escola Antirracista lança curso de Letramento Racial e Comunicação Antirracista; pré-inscrições abertas</a> apareceu primeiro em <a href="https://noticiapreta.com.br">Noticia Preta - NP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://noticiapreta.com.br/escola-antirracista-lanca-curso-letramento-racial/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">208183</post-id>	</item>
		<item>
		<title>RJ: Encontro vai refletir práticas de educação antirracista nas escolas</title>
		<link>https://noticiapreta.com.br/rj-encontro-vai-refletir-praticas-de-educacao-antirracista-nas-escolas/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=rj-encontro-vai-refletir-praticas-de-educacao-antirracista-nas-escolas</link>
					<comments>https://noticiapreta.com.br/rj-encontro-vai-refletir-praticas-de-educacao-antirracista-nas-escolas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Notícia Preta]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 May 2025 21:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[Educação antirracista]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia Preta]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiapreta.com.br/?p=182076</guid>

					<description><![CDATA[<p>Evento tem por objetivo compartilhar experiências de professores da educação básica com a universidade Compartilhar e refletir experiências de práticas antirracista dentro das escolas é um dos pontos centrais do Primeiro Encontro Itinerante da Rede de Etnoeducadoras (RECEN) Rio x Bahia, que acontece neste sábado (24), na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://noticiapreta.com.br/rj-encontro-vai-refletir-praticas-de-educacao-antirracista-nas-escolas/">RJ: Encontro vai refletir práticas de educação antirracista nas escolas</a> apareceu primeiro em <a href="https://noticiapreta.com.br">Noticia Preta - NP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center"><em>Evento tem por objetivo compartilhar experiências de professores da educação básica com a universidade</em></p>



<p>Compartilhar e refletir experiências de práticas antirracista dentro das escolas é um dos pontos centrais do Primeiro Encontro Itinerante da Rede de Etnoeducadoras (RECEN) Rio x Bahia, que acontece neste sábado (24), na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), na Urca, Zona Sul da cidade. O evento também celebra os 10 anos do coletivo através de rodas de conversa, oficinas e a força das etnoeducadoras que constroem uma educação antirracista, ancestral e transformadora.</p>



<p>&#8220;<em>Tornar-se urgente pensarmos em proposições e etnometodologias antirracista dentro das escolas e na universidade. É fundamental pensarmos sobretudo nos espaços educativos que tenham como pacto o direito inegociável  de  garantir que nossos bebês, meninas  e meninos, jovens, adolescentes, homens e mulheres tenham o direito garantido de viverem plenamente suas afroexistências e  experiências de felicidade</em>&#8220;, explica Fatima Santana, integrante da rede de professores e doutoranda do Programa de Educação da Unirio (foto).</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img decoding="async" width="977" height="729" data-attachment-id="182078" data-permalink="https://noticiapreta.com.br/rj-encontro-vai-refletir-praticas-de-educacao-antirracista-nas-escolas/image-12-14/" data-orig-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/05/image-12.png" data-orig-size="977,729" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="image-12" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/05/image-12-300x300.png" data-large-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/05/image-12-1024x1024.png" src="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/05/image-12.png" alt="" class="wp-image-182078" style="width:492px;height:auto" srcset="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/05/image-12.png 977w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/05/image-12-768x573.png 768w" sizes="(max-width: 977px) 100vw, 977px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Fatima Santana, integrante da rede de professores /Foto &#8211; Divulgação</em></figcaption></figure></div>


<p>Vale reforçar que o encontro será um momento para o compartilhamento das experiências Etnometodologias construídas por professoras da educação básica em diálogo com a Universidade Federal &#8211; Unirio. Nesse sentido, a perspectiva é que essa itinerância formativa seja realizada em todo país, integrando conhecimento e saberes tradicionais dos territórios e comunidades. Para outras informações, basta acessar a página do instagram <a href="https://www.instagram.com/etno.educadoras/">@etno.educadoras</a>Leia também:</p>



<p><strong>Sobre a RECEN – Rede de Etnoeducadoras Negras </strong></p>



<p>É uma articulação de mulheres negras que atuam na educação em todo o Brasil, com foco na promoção de práticas pedagógicas antirracistas, afrocentradas e comprometidas com os saberes das comunidades negras, quilombolas e afrodescendentes. A rede surge como espaço de fortalecimento, troca de saberes, construção coletiva e resistência dentro dos contextos educacionais formais e informais. Além disso, atua na produção e circulação de saberes vinculados às epistemologias negras, às pedagogias decoloniais e à valorização das culturas afro-brasileiras e está alinhada às diretrizes da Lei 10.639/03, que torna obrigatório o ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana nas escolas.</p>



<p><strong>Serviço: </strong></p>



<p>Primeiro Encontro Itinerante da Rede de Etnoeducadoras (RECEN) Rio x Bahia e o 10° Encontro da ReCEN </p>



<p>Data e horário: 24 de maio de 2025, de 9h às 17hs</p>



<p>Local: Auditório Tércio Pacitti, localizado na Unirio- Avenida Pauster, 458- Campus Urca.Entrada: Gratuita</p>



<p>Leia também: <a href="https://noticiapreta.com.br/enem-2025-exame-voltara-a-valer-como-certificado-de-conclusao-do-ensino-medio-diz-ministro/">Enem 2025: exame voltará a valer como certificado de conclusão do ensino médio, diz ministro</a></p>
<p>O post <a href="https://noticiapreta.com.br/rj-encontro-vai-refletir-praticas-de-educacao-antirracista-nas-escolas/">RJ: Encontro vai refletir práticas de educação antirracista nas escolas</a> apareceu primeiro em <a href="https://noticiapreta.com.br">Noticia Preta - NP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://noticiapreta.com.br/rj-encontro-vai-refletir-praticas-de-educacao-antirracista-nas-escolas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">182076</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Djamila Ribeiro é a 1ª brasileira a lecionar no programa Martin Luther King Jr. do MIT</title>
		<link>https://noticiapreta.com.br/djamila-ribeiro-e-a-1a-brasileira-a-lecionar-no-programa-martin-luther-king-jr-do-mit/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=djamila-ribeiro-e-a-1a-brasileira-a-lecionar-no-programa-martin-luther-king-jr-do-mit</link>
					<comments>https://noticiapreta.com.br/djamila-ribeiro-e-a-1a-brasileira-a-lecionar-no-programa-martin-luther-king-jr-do-mit/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rafael Rabello]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Apr 2025 19:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Djamila Ribeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Educação antirracista]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres negras]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia Preta]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiapreta.com.br/?p=178806</guid>

					<description><![CDATA[<p>A escritora brasileira Djamila Ribeiro foi convidada pela Massachusetts Institute of Technology (MIT) para lecionar em programa que homenageia o ativista Martin Luther King Jr. Djamila é a primeira brasileira a receber o convite para ser professora convidada no programa. </p>
<p>O post <a href="https://noticiapreta.com.br/djamila-ribeiro-e-a-1a-brasileira-a-lecionar-no-programa-martin-luther-king-jr-do-mit/">Djamila Ribeiro é a 1ª brasileira a lecionar no programa Martin Luther King Jr. do MIT</a> apareceu primeiro em <a href="https://noticiapreta.com.br">Noticia Preta - NP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A escritora brasileira Djamila Ribeiro foi convidada pela Massachusetts Institute of Technology (MIT) para lecionar em um programa que homenageia o ativista Martin Luther King Jr. Com isso, Djamila se tornou a primeira brasileira a receber o convite e lecionar no programa. <br><br>Através de publicação nas redes sociais no dia (27), Djamila falou sobre essa nova conquista, por meio do convite feito pelo professor e agora colega Joaquin Terrones para o programa de professores e acadêmicos visitantes Dr. Martin Luther King Jr. O convite é para lecionar por um ano podendo se estender para dois. A escritora pontua ainda que um semestre de cada ano é sabático.<br></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img decoding="async" width="703" height="720" data-attachment-id="178809" data-permalink="https://noticiapreta.com.br/djamila-ribeiro-e-a-1a-brasileira-a-lecionar-no-programa-martin-luther-king-jr-do-mit/djamila-ribeiro-4/" data-orig-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/04/djamila-ribeiro.jpg" data-orig-size="703,720" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="djamila-ribeiro" data-image-description="" data-image-caption="&lt;p&gt;Djamila é ativista, escritora e coordenadora da iniciativa Feminismos Plurais. Foto: Reprodução redes sociais.&lt;/p&gt;
" data-medium-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/04/djamila-ribeiro-300x300.jpg" data-large-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/04/djamila-ribeiro-1024x1024.jpg" src="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/04/djamila-ribeiro.jpg" alt="" class="wp-image-178809" style="width:411px;height:auto" srcset="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/04/djamila-ribeiro.jpg 703w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/04/djamila-ribeiro-768x786.jpg 768w" sizes="(max-width: 703px) 100vw, 703px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Djamila é ativista, escritora e coordenadora da iniciativa Feminismos Plurais. Foto: Reprodução redes sociais.</em></figcaption></figure></div>


<p>Criado em 1991, o Programa de Professores e Acadêmicos Visitantes Dr. Martin Luther King Jr. busca &#8220;pioneiros na liberdade humana, acadêmica, científica e religiosa&#8221;. Ao longo das décadas, a equipe já contou com cerca de 160 pesquisadores de diferentes áreas do <a href="https://www.mit.edu/">MIT</a>. <br><br>Graduada em filosofia e mestra em filosofia pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Djamila é ativista, escritora e coordenadora da iniciativa Feminismos Plurais. É autora de Lugar de Fala (2017), Quem Tem Medo do Feminismo Negro? (2018), Pequeno Manual Antirracista (2019) e Cartas para minha avó (2021), que já venderam mais de 1 milhão de exemplares. <br><br>“<em>Ser convidada para lecionar no MIT (Massachusetts Institute of Technology) já foi algo encantador para mim. Mas quando soube que seria pelo Programa Dr. Martin Luther King Jr. de Professora Convidada, um dos mais prestigiosos da universidade, fiquei ainda mais feliz. Sou a primeira brasileira convidada a participar do programa que existe desde a década de 90, nessa instituição de excelência, cujo nome carrega muita história e significado</em>”, declarou Djamila em suas redes sociais e em entrevista concedida ao jornal Estadão pela Fhits.</p>



<p>Leia também: <a href="https://noticiapreta.com.br/universidade-zimbi-palmares-djamila-ribeiro/">Universidade Zumbi dos Palmares recebe Djamila Ribeiro em Semana Acadêmica</a></p>
<p>O post <a href="https://noticiapreta.com.br/djamila-ribeiro-e-a-1a-brasileira-a-lecionar-no-programa-martin-luther-king-jr-do-mit/">Djamila Ribeiro é a 1ª brasileira a lecionar no programa Martin Luther King Jr. do MIT</a> apareceu primeiro em <a href="https://noticiapreta.com.br">Noticia Preta - NP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://noticiapreta.com.br/djamila-ribeiro-e-a-1a-brasileira-a-lecionar-no-programa-martin-luther-king-jr-do-mit/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">178806</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Nove em cada dez estudantes LGBTI+ sofreram agressão verbal na escola, aponta pesquisa</title>
		<link>https://noticiapreta.com.br/nove-em-cada-dez-estudantes-lgbti-sofreram-agressao-verbal-na-escola-aponta-pesquisa/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=nove-em-cada-dez-estudantes-lgbti-sofreram-agressao-verbal-na-escola-aponta-pesquisa</link>
					<comments>https://noticiapreta.com.br/nove-em-cada-dez-estudantes-lgbti-sofreram-agressao-verbal-na-escola-aponta-pesquisa/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Apr 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[Educação antirracista]]></category>
		<category><![CDATA[lgbt]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia Preta]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiapreta.com.br/?p=177610</guid>

					<description><![CDATA[<p>Nove em cada dez estudantes adolescentes e jovens LGBTI+ [lésbicas, gays, bissexuais, transexuais e travestis, intersexuais e outras orientações sexuais e identidades de gênero] afirmaram ter sido vítimas de algum tipo de agressão verbal em 2024. O dado é da&#160;Pesquisa Nacional sobre o Bullying no Ambiente Educacional Brasileiro,&#160;apresentada nesta quarta-feira (16), na sede do Conselho Nacional [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://noticiapreta.com.br/nove-em-cada-dez-estudantes-lgbti-sofreram-agressao-verbal-na-escola-aponta-pesquisa/">Nove em cada dez estudantes LGBTI+ sofreram agressão verbal na escola, aponta pesquisa</a> apareceu primeiro em <a href="https://noticiapreta.com.br">Noticia Preta - NP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Nove em cada dez estudantes adolescentes e jovens LGBTI+ [lésbicas, gays, bissexuais, transexuais e travestis, intersexuais e outras orientações sexuais e identidades de gênero] afirmaram ter sido vítimas de algum tipo de agressão verbal em 2024.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1639244&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1639244&amp;o=node"></p>



<p>O dado é da&nbsp;<a href="https://aliancalgbti.org.br/relatorio-pesquisa-nacional-sobre-o-bullying/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Pesquisa Nacional sobre o Bullying no Ambiente Educacional Brasileiro</a>,&nbsp;apresentada nesta quarta-feira (16), na sede do Conselho Nacional de Educação (CNE), em Brasília.</p>



<p>O levantamento foi realizado pela organização da sociedade civil Aliança Nacional LGBTI+ em parceria com o Instituto Unibanco e com o apoio técnico do Plano CDE, a Aliança, ao longo de 2024.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img decoding="async" width="1170" height="700" data-attachment-id="177614" data-permalink="https://noticiapreta.com.br/nove-em-cada-dez-estudantes-lgbti-sofreram-agressao-verbal-na-escola-aponta-pesquisa/agenciabrasil0302121800vc3562_0-3/" data-orig-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/04/agenciabrasil0302121800vc3562_0.webp" data-orig-size="1170,700" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="agenciabrasil0302121800vc3562_0" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/04/agenciabrasil0302121800vc3562_0-300x300.webp" data-large-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/04/agenciabrasil0302121800vc3562_0-1024x1024.webp" src="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/04/agenciabrasil0302121800vc3562_0.webp" alt="" class="wp-image-177614" style="width:522px;height:auto" srcset="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/04/agenciabrasil0302121800vc3562_0.webp 1170w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/04/agenciabrasil0302121800vc3562_0-768x459.webp 768w" sizes="(max-width: 1170px) 100vw, 1170px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Foto: Agência Brasil</em></figcaption></figure></div>


<p>O diretor presidente da Aliança Nacional LGBTI+, Toni Reis, citou a definição de bullying homofóbico como intimidação sistemática por meio de violência física ou simbólica, com atos de <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2024-05/escolas-sao-importantes-no-combate-lgbtfobia-defendem-especialistas" target="_blank" rel="noreferrer noopener">humilhação ou discriminação</a> e apontou que tem muito bullying nas escolas.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“O bullying no nosso país é estrutural e a gente vai ter que se reestruturar quando se trata dos outros. Nós precisamos trabalhar isso com uma política pública estrutural, não algo de doutrinação, mas algo de convivência harmoniosa e democrática.”</p>
</blockquote>



<p>Ativista LGBTI+ há mais de 40 anos, Tony Reis defendeu uma relação saudável, de respeito e com empatia entre crianças, adolescentes e professores.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Nós estamos dando elementos e evidências para serem trabalhados nas escolas. Vamos ter uma escola protegida, uma escola democrática, uma escola em que todo mundo possa conviver harmonicamente”,&nbsp;declarou Toni Reis.</p>
</blockquote>



<p><strong>Pesquisa nacional</strong></p>



<p>O questionário da pesquisa foi respondido por 1.349 estudantes da educação básica (acima de 16 anos) do ensino regular e da Educação de Jovens e Adultos (EJA)&nbsp;entre agosto de 2024 e janeiro de 2025. O relatório considerou exclusivamente as respostas dos 1.170 participantes que se identificam como LGBTI+, com diversas identidades de gênero e orientações sexuais.</p>



<p>Participaram matriculados em escolas públicas e privadas de todas as 27 unidades da federação.</p>



<p>A coordenadora de projetos da Coordenação Geral de Políticas Educacionais em Direitos Humanos da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) do Ministério da Educação (MEC), Maraisa Bezerra Lessa, admite que faltava pesquisa baseada em evidências e dados mais atualizada sobre este tema. “Experiências e vivências que a gente ouve vários relatos no cotidiano da Secadi e que faltavam &nbsp;trazer para esse debate.”</p>



<p><strong>Insegurança e violências</strong></p>



<p>De acordo com os dados sobre as formas de violência, 86% dos estudantes entrevistados se sentem inseguros na escola por alguma característica pessoal, como a própria aparência. Entre pessoas trans/travestis, esse número sobe para 93%.</p>



<p>O levantamento revelou, por exemplo, que a escola é um ambiente pouco ou nada seguro para estudantes trans (67%); para meninos que não se encaixam nos padrões de masculinidade (59%); estudantes gays, lésbicas, bissexuais ou assexuais (49%); meninas que não se encaixam nos padrões de feminilidade (40%); além de pessoas que tenham o corpo considero como “fora do padrão” (40%).</p>



<p>Além da violência verbal, 34% dos entrevistados foram vítimas de violência física, em 2024, nas instituições de ensino ao longo de 2024, sendo que expressão de gênero (20%), orientação sexual (20%) e aparência (19%) foram fatores mais mencionados como supostos gatilhos para a violência sofrida.</p>



<p>O percentual de violência física contra LGBTI+ aumenta para 38% quando se trata de estudantes trans/travestis e de pessoas negras. Sete pontos percentuais a mais em relação aos seus pares cisgênero (cis) (31%), pessoas cuja identidade de gênero corresponde ao sexo biológico que lhes foi atribuído ao nascer.</p>



<p>Quando se trata de assédio sexual no ambiente educacional, 4% dos estudantes LGBTI+ já sofreram este tipo de violência, sendo que 5% sofreram de forma recorrente.</p>



<p><strong>Agressores</strong></p>



<p>As vítimas de comentários ofensivos, bullying ou LGBTIfobia apontaram que as agressões são praticadas, em sua maior parte, por estudantes (97%). Como os alunos LGBTI+ podem ter sido agredidos mais de uma vez e por mais uma pessoa, eles ainda reconheceram que 34% dos agressores são docentes e educadores; 16% são membros da gestão ou da diretoria da escola; e outros 10% são outros profissionais da unidade de ensino.</p>



<p>A integrante da organização não-governamental&nbsp;<a href="https://maespeladiversidade.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Mães pela Diversidade</a>&nbsp;no Distrito Federal, Elis Gonçalves, conhece de perto essa realidade praticada por quem deveria educar. Ela é mãe de um menino trans de 13 anos identificado pelo nome social Ayo, que significa alegria, na língua africana iorubá. “Quando o profissional escolhe chamar o meu filho pelo nome morto, sabendo o nome social, ele está expondo o meu filho para a sala, para a escola inteira”, relatou a mãe.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Quando o professor ou o diretor é o agressor da sua criança é pior. Porque é alguém em uma relação de poder, intimidando e expulsando seu filho todos os dias daquele ambiente. E por este profissional ser considerado um exemplo, ele está dizendo para os outros: está liberado o bullying, está liberado o desrespeito, porque eu sou o primeiro [a fazê-lo]”,&nbsp;constata Elis.</p>
</blockquote>



<p><strong>Apoio</strong></p>



<p>Os estudantes LGBTI+ responderam que, após sofrerem as agressões nas dependências da instituição de ensino, 31% procuraram a escola, porém, destes 69% relatam que nenhuma providência foi tomada pela instituição.</p>



<p>Entre aqueles que relataram alguma ação por parte da instituição de ensino, 86% avaliaram as medidas como pouco ou nada eficazes.</p>



<p>Outros 39% dos estudantes que já sofreram bullying alegaram nunca terem conversado com alguém sobre a situação ocorrida; 44% buscaram conversar com amigos(as), enquanto (10%) uma parcela pequena buscou familiares.</p>



<p><strong>Saúde mental</strong></p>



<p>Diante do cenário percebido pela pesquisa de escolas como lugares hostis, os dados&nbsp;sugerem que esses estudantes enfrentam um quadro negativo de saúde mental: 94% dos entrevistados LGBTI+ se sentiram deprimidos&nbsp;no mês anterior ao levantamento. Dos estudantes impactados, 88% afirmaram ter vivenciado esse sentimento duas vezes ou mais no período. O que agravaria o sofrimento das pessoas LGBTI+.</p>



<p>Os estudantes trans apresentam indicadores de saúde mental piores do que seus pares cis, em quase todos os aspectos avaliados.</p>



<p>Os responsáveis pela pesquisa sugerem que as escolas promovam espaços de diálogo e sensibilização, como palestras e&nbsp;rodas de conversa,&nbsp;para os problemas encontrados.</p>



<p>Outra proposta é o fortalecimento de vínculos do estudante com a escola com o objetivo de garantir e promover ambientes mais seguros e acolhedores para reduzir impactos do isolamento e da falta de redes de apoio aos estudantes.</p>



<p><strong>Evasão escolar</strong></p>



<p>A pesquisa sobre <em>bullying</em> apresenta dados que indicam riscos elevados de evasão escolar dos estudantes LGBTI+ em razão da insegurança no ambiente educacional. “Os riscos se mostram altos para a comunidade LGBTI+ e particularmente, elevados para estudantes que se identificam como transgênero”, resume a nota sobre a pesquisa.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>47% dos(as) estudantes LGBTI+ faltaram pelo menos um dia à instituição de ensino, no mês anterior à pesquisa, por se sentirem inseguros na escola ou no caminho até a instituição</li>



<li>Entre estudantes trans, 57% perderam pelo menos um dia letivo no mês anterior à pesquisa, 15% mais em relação aos seus pares cis (42%);</li>



<li>Pessoas trans também relataram ter perdido mais dias letivos: 18% dos jovens trans perderam seis dias ou mais; essa proporção cai para 12% entre estudantes cis.</li>
</ul>



<p>Durante o lançamento da pesquisa nacional, a professora Jaqueline Gomes de Jesus, a&nbsp;primeira transexual a entrar para o doutorado na Universidade de Brasília (UnB), contou que se deparou com uma realidade similar desde muito nova, em escolas da Ceilândia e de Taguatinga, no Distrito Federal.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Não foram meus professores que me salvaram. Não foi a escola, porque eu não existia na escola. Eu sofri bullying, discriminação, perseguição, assédio de cunho sexual todos os dias. E professoras, coordenadoras, diretoras, as freiras não faziam nada, porque era uma criança transviada e diziam: ‘não quero me meter nisso’.</p>
</blockquote>



<p><strong>Políticas públicas</strong></p>



<p>Para mudar essas realidades e enfrentar os desafios no combate à&nbsp;discriminação sofrida pelos estudantes LGBTI+ das redes de ensino brasileiras, a coordenadora do MEC, Maraisa Bezerra Lessa, explicou que as políticas públicas adotadas pelo MEC estão baseadas na Constituição Federal de 1988; nas diretrizes da Base Nacional Comum Curricular (BNCC); nos princípios do Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos, além do parecer do Conselho Nacional de Educação, que obriga a adoção do nome social dos estudantes.</p>



<p>Segundo Maraisa, os objetivos são promover a democracia, cidadania, justiça social e respeito às diversidades nos sistemas de ensino.</p>



<p>A coordenadora detalhou que as ações do governo federal estão focadas na formação de pessoas para ter capacidade de entender quais são seus direitos e, ainda, na formação continuada de educação&nbsp; em&nbsp;direitos&nbsp;humanos dos profissionais da educação.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“A gente parte do pressuposto que a educação é um direito fundamental e que possibilita o acesso a todos os demais direitos. A educação de direitos humanos, no momento em que ela tenta contribuir para conscientizar sobre esses direitos, possibilita aos educandos e às educandas que tenham condições de luta para isso.”</p>
</blockquote>



<p><strong>Sugestões</strong></p>



<p>A Pesquisa Nacional sobre o Bullying no Ambiente Educacional Brasileiro 2024 propõe a criação de políticas públicas que incluam no currículo escolar os temas: formas de violência, respeito, convivência democrática, conforme a Ação Direta de Inconstitucionalidade 5.668 [que determina que as instituições de ensino combatam o&nbsp;<em>bullying</em>&nbsp;homofóbico em suas unidades]; a&nbsp;<a href="http://%20https//www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2015/lei/l13185.htm%C2%A0" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Lei 13.185/2015</a>, de combate ao bullying, e a&nbsp;<a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2024/lei/l14811.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Lei&nbsp;14.811/2024</a>, que institui medidas de proteção à criança e ao adolescente contra a violência nos estabelecimentos educacionais.</p>



<p>Outras sugestões do levantamento nacional são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>a proteção ao educador que tratam da temática;</li>



<li>medidas legais para garantir segurança de estudantes que sofrem violência na família;</li>



<li>sensibilização e capacitação da rede de proteção de crianças e adolescentes.</li>
</ul>



<p>O secretário-executivo do Conselho Nacional de Educação (CNE), Christy Ganzert Pato, defende que os desafios a serem enfrentados na educação brasileira são mais amplos e vão além da reformulação da educação básica e dos investimentos na formação dos docentes brasileiros.</p>



<p>“A mudança estrutural não é só da escola, não é só na formação [de professores], a mudança deve ser da estrutura da sociedade. Isso envolve um esforço muito além de só pensar na atuação do gestor, em leis de punição, leis de educação, leis de formação. Este é um processo muito mais de conhecimento nacional. Como é que você muda o espírito de nação?”, questionou o secretário-executivo do CNE.</p>



<p>Leia também: <a href="https://noticiapreta.com.br/casos-de-violencia-em-ambiente-escolar-triplicam-em-dez-anos-segundo-levantamento-da-fapesp/">Casos de violência em ambiente escolar triplicam em dez anos, segundo levantamento</a></p>
<p>O post <a href="https://noticiapreta.com.br/nove-em-cada-dez-estudantes-lgbti-sofreram-agressao-verbal-na-escola-aponta-pesquisa/">Nove em cada dez estudantes LGBTI+ sofreram agressão verbal na escola, aponta pesquisa</a> apareceu primeiro em <a href="https://noticiapreta.com.br">Noticia Preta - NP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://noticiapreta.com.br/nove-em-cada-dez-estudantes-lgbti-sofreram-agressao-verbal-na-escola-aponta-pesquisa/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">177610</post-id>	</item>
		<item>
		<title>UFMG cancela prova de concurso para professor negro que aprovou só candidatos brancos</title>
		<link>https://noticiapreta.com.br/ufmg-cancela-prova-de-concurso-para-professor-negro-que-aprovou-so-candidatos-brancos/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=ufmg-cancela-prova-de-concurso-para-professor-negro-que-aprovou-so-candidatos-brancos</link>
					<comments>https://noticiapreta.com.br/ufmg-cancela-prova-de-concurso-para-professor-negro-que-aprovou-so-candidatos-brancos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Matheus Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jul 2024 17:10:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[concurso]]></category>
		<category><![CDATA[Educação antirracista]]></category>
		<category><![CDATA[universidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiapreta.com.br/?p=140259</guid>

					<description><![CDATA[<p>Após aprovar apenas candidatos brancos em um concurso cujo edital mencionava &#8220;vaga reservada&#8221; para negros, a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) decidiu anular a segunda etapa do concurso do Departamento de Fisiologia e Biofísica direcionado para professores negros. O concurso foi dividido em duas fases: prova escrita na primeira e julgamento de títulos e [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://noticiapreta.com.br/ufmg-cancela-prova-de-concurso-para-professor-negro-que-aprovou-so-candidatos-brancos/">UFMG cancela prova de concurso para professor negro que aprovou só candidatos brancos</a> apareceu primeiro em <a href="https://noticiapreta.com.br">Noticia Preta - NP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Após aprovar apenas candidatos brancos em um concurso cujo edital mencionava &#8220;vaga reservada&#8221; para negros, a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) decidiu anular a segunda etapa do concurso do Departamento de Fisiologia e Biofísica direcionado para professores negros.</p>



<p>O concurso foi dividido em duas fases: prova escrita na primeira e julgamento de títulos e apresentação de seminário na segunda. Conforme a UFMG, 11 candidatos participaram da primeira etapa, sendo que sete avançaram para a segunda, quando ocorreu a desclassificação dos candidatos negros.</p>



<p>Em comunicado enviado aos participantes do concurso, o diretor do Instituto de Ciências Biológicas (ICB) da UFMG, professor Ricardo Gonçalves, afirmou que a Câmara do Departamento de Fisiologia e Biofísica anulou a prova de apresentação de seminários porque determinados itens do edital, relacionados à realização da etapa por videoconferência, &#8220;<em>não foram observados em conjunto&#8221;.</em></p>



<p><em>&#8220;Com o compromisso de que o processo seja conduzido dentro das normas estabelecidas pelo edital, vamos realizar a prova de seminários em uma nova data. Os candidatos, que realizaram a prova de apresentação de seminários, serão convocados com até 30 dias de antecedência para o comparecimento no local estabelecido para a realização da prova&#8221;, </em>diz um trecho do documento.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="600" height="149" data-attachment-id="140278" data-permalink="https://noticiapreta.com.br/ufmg-cancela-prova-de-concurso-para-professor-negro-que-aprovou-so-candidatos-brancos/img_0952/" data-orig-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2024/07/IMG_0952.jpeg" data-orig-size="600,149" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;Jordania Andrade&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="IMG_0952" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2024/07/IMG_0952-300x75.jpeg" data-large-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2024/07/IMG_0952.jpeg" src="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2024/07/IMG_0952.jpeg" alt="" class="wp-image-140278" srcset="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2024/07/IMG_0952.jpeg 600w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2024/07/IMG_0952-300x75.jpeg 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Edital do concurso da UFMG &#8211; Foto: Reprodução</em>.</figcaption></figure></div>


<p>O edital, publicado em 20 de setembro do ano passado, estipulava que a vaga seria destinada, preferencialmente, por candidatos concorrentes às vagas reservadas para pessoas negras. No entanto, nenhum dos candidatos foi aprovado pela banca examinadora.</p>



<p>Segundo a <a href="https://ufg.br/">universidade</a>, 22 pessoas tiveram suas inscrições deferidas para o concurso, das quais sete se autodeclararam pretas ou pardas. Onze candidatos compareceram à primeira etapa, que consistia em uma prova escrita, e sete foram classificados para a fase seguinte, que incluía provas de seminário e de títulos. Cinco foram aprovados, mas nenhum deles era negro.</p>



<p>Foto da capa: Lucas Braga/ UFMG</p>



<p>Leia também: <a href="https://noticiapreta.com.br/ufmg-aprova-apenas-brancos-em-concurso-para-negros-e-vai-refazer-processo/">UFMG aprova apenas brancos em concurso com uma vaga para negros e vai refazer processo</a></p>
<p>O post <a href="https://noticiapreta.com.br/ufmg-cancela-prova-de-concurso-para-professor-negro-que-aprovou-so-candidatos-brancos/">UFMG cancela prova de concurso para professor negro que aprovou só candidatos brancos</a> apareceu primeiro em <a href="https://noticiapreta.com.br">Noticia Preta - NP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://noticiapreta.com.br/ufmg-cancela-prova-de-concurso-para-professor-negro-que-aprovou-so-candidatos-brancos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">140259</post-id>	</item>
		<item>
		<title>O Brasil está muito aquém na implementação de uma educação antirracista</title>
		<link>https://noticiapreta.com.br/o-brasil-esta-muito-aquem-na-implementacao-de-uma-educacao-antirracista/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=o-brasil-esta-muito-aquem-na-implementacao-de-uma-educacao-antirracista</link>
					<comments>https://noticiapreta.com.br/o-brasil-esta-muito-aquem-na-implementacao-de-uma-educacao-antirracista/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Vanessa Monteiro Cardoso]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Jun 2021 09:59:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[África]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[cultura afro-brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[Educação antirracista]]></category>
		<category><![CDATA[escola]]></category>
		<category><![CDATA[racismo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://desenvolvimento.noticiapreta.com.br/?p=24017</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Lei Federal 10.639 promulgada em 2003 como consequência das lutas do movimento negro, tornou obrigatório o ensino sobre história e cultura afro-brasileira e de África, nos estabelecimentos de ensino fundamental e médio, nas escolas públicas e particulares. Assim sendo, o conteúdo programático inclui o estudo da história da África e dos africanos, a luta [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://noticiapreta.com.br/o-brasil-esta-muito-aquem-na-implementacao-de-uma-educacao-antirracista/">O Brasil está muito aquém na implementação de uma educação antirracista</a> apareceu primeiro em <a href="https://noticiapreta.com.br">Noticia Preta - NP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Lei Federal 10.639 promulgada em 2003 como consequência das lutas do movimento negro, tornou obrigatório o ensino sobre história e cultura afro-brasileira e de África, nos estabelecimentos de ensino fundamental e médio, nas escolas públicas e particulares. Assim sendo, o conteúdo programático inclui o estudo da história da África e dos africanos, a luta dos negros no Brasil, a cultura negra brasileira e o negro na formação da sociedade nacional, resgatando a contribuição do povo negro na área social, econômica e política pertinentes à história do Brasil.</p>



<p>Desde então, a cada ano, profissionais da área da educação enumeram, através de estudos e pesquisas em todo o pais, as dificuldades na implementação da lei que passam, por exemplo, pela desinformação e desconhecimento da mesma, a falta de educação continuada e preparação para docentes, o desconhecimento das culturas, línguas, histórias e costumes africanos e afro-brasileiros e a falta de recursos financeiros e didáticos. </p>



<p>O historiador e escritor malinês Amadou Hampâté-Bá, diz que <em>“cada anciano que morre é uma biblioteca que se queima”</em>. Em entrevista ao Notícia Preta, o doutor em história social, com pesquisas em história de Cabo Verde, história da África e culturas africanas, Elias Alfama Vaz Moniz, afirmou que <em>“recuperar um passado de glória de nossos ancestrais evidenciando a verdadeira história de África, pode ser fundamental para recuperar a nossa confiança, a nossa autoestima, fazer acreditar a essas gerações mais novas que é possível construir um mundo mais justo, onde as pessoas, independentemente de suas origens, credo, raça ou cor possam coabitar em paz”</em>.</p>



<p>A professora Petronilha Gonçalves, relatora da comissão que fez um parecer para a aplicação prática da lei, por ocasião da comemoração de seus 14 anos, acrescentou a seguinte questão que ressalta outra dimensão desta dificuldade. Ela perguntava: “(&#8230;) <em>que tipo de projeto de sociedade cada professor está construindo? Os professores que lutam por uma sociedade democrática e igualitária evidentemente estão empenhados em trabalhar a educação das relações étnico-raciais por meio da cultura e história dos afro-brasileiros e africanos, bem como dos povos indígenas durante todo o ano</em>”.<br><br>Waldete Tristão, professora e consultora do Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades (CEERT), afirma que a discussão sobre estas temáticas devem ser cotidianas, elas devem acontecer o ano todo e não somente em 20 de novembro encerradas em atividades escolares e sempre propagadas pelos mesmos profissionais, em geral, professores ativistas do movimento negro e outros grupos sociais.</p>



<p>A história afro-brasileira precisa estar em todos os lugares, em livros &#8211; inclusive infantis e infanto-juvenis &#8211; e jogos que contemplem a diversidade étnico-racial e valorize grupos que foram submetidos a injustiças históricas de modo a fazer frente ao racismo estrutural que organiza a sociedade brasileira. Nesta perspectiva, vale ainda lembrar que o ensino de cultura afro-brasileira e África, não deve estar somente focado nas aulas de história, mas atravessado em outras disciplinas trazendo autores e autoras negras de modo a combater sua invisibilidade, sua morte epistemológica no campo da educação. </p>



<p>A Lei 10.930 descoloniza olhares e currículos quando apresenta a história da sociedade brasileira numa abordagem não-eurocêntrica, promovendo o conhecimento das histórias de luta, resistência e afirmação da população negra ao longo dos séculos.</p>



<p></p>
<p>O post <a href="https://noticiapreta.com.br/o-brasil-esta-muito-aquem-na-implementacao-de-uma-educacao-antirracista/">O Brasil está muito aquém na implementação de uma educação antirracista</a> apareceu primeiro em <a href="https://noticiapreta.com.br">Noticia Preta - NP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://noticiapreta.com.br/o-brasil-esta-muito-aquem-na-implementacao-de-uma-educacao-antirracista/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">24017</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
