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	<title>Arquivos #Educação Antirracista - Noticia Preta - NP</title>
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	<description>Jornalismo Antirracista</description>
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		<title>“Aquilombamento é reunião de forças entre professores, alunos e responsáveis&#8221;, diz a professora Joana Oscar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bárbara Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Dec 2022 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[#Educação Antirracista]]></category>
		<category><![CDATA[racismo estrutural]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Promover uma educação antirracista consiste em inserir o esforço contra a descriminação racial nos processos educacionais. Tornar a luta antirracista parte estruturante dos ensinamentos que são passados, independente da área. Mas, a partir de quando ela pode ser inserida? Como e em qual ambiente ela pode ser transmitida?  São muitas perguntas, e para responder algumas [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://noticiapreta.com.br/educacao-antirracista-aquilombamento-professores/">“Aquilombamento é reunião de forças entre professores, alunos e responsáveis&#8221;, diz a professora Joana Oscar</a> apareceu primeiro em <a href="https://noticiapreta.com.br">Noticia Preta - NP</a>.</p>
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<p>Promover uma educação antirracista consiste em inserir o esforço contra a descriminação racial nos processos educacionais. Tornar a luta antirracista parte estruturante dos ensinamentos que são passados, independente da área. Mas, a partir de quando ela pode ser inserida? Como e em qual ambiente ela pode ser transmitida? </p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" data-attachment-id="48141" data-permalink="https://noticiapreta.com.br/educacao-antirracista-aquilombamento-professores/2022-12-01/" data-orig-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2022/12/2022-12-01.png" data-orig-size="908,906" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="2022-12-01" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2022/12/2022-12-01-300x300.png" data-large-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2022/12/2022-12-01-1024x1024.png" src="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2022/12/2022-12-01.png" alt="" class="wp-image-48141" width="475" height="474" srcset="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2022/12/2022-12-01.png 908w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2022/12/2022-12-01-300x300.png 300w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2022/12/2022-12-01-1024x1024.png 1024w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2022/12/2022-12-01-150x150.png 150w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2022/12/2022-12-01-768x766.png 768w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2022/12/2022-12-01-1536x1536.png 1536w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2022/12/2022-12-01-2048x2048.png 2048w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2022/12/2022-12-01-65x65.png 65w" sizes="(max-width: 475px) 100vw, 475px" /><figcaption><em>A professora Joana Oscar leciona na rede pública do Rio de Janeiro &#8211; Foto: Arquivo Pessoal</em></figcaption></figure></div>


<p>São muitas perguntas, e para responder algumas delas o <strong>Notícia Preta</strong> conversou com a professora da rede pública municipal de ensino do Rio de Janeiro, especialista em educação das relações étnico-raciais pelo CEFET, mestre e doutoranda em educação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Joana Oscar.</p>



<p>Mulher negra lecionando há 21 anos, Joana acredita, a partir do relato de mães negras, que antes mesmo do bebê nascer, a construção de um ambiente racializado é mais complicado, citando, por exemplo, a ausência de bonecas negras ou decorações com personagens negros. Por esse motivo, a professora considera de extrema importância começar a educar de forma antirracista o mais cedo possível.</p>



<p><em>“O antirracismo deve ser trabalhado desde a tenra idade, porque os referenciais positivos ou negativos a partir de uma perspectiva de racialização estão presentes na sociedade”</em>, explica a especialista, que garante que essa responsabilidade não se limita à família.</p>



<p><em>“Ela [educação antirracista] precisa estar dentro das escolas, até como uma política reparatória, haja vista que a há leis e normativas que comprovam a existência de políticas públicas que impediram e negaram educação pública aos indivíduos negros no período pós-abolição”</em>, relata Joana, que diz que a escola é a chave para construir narrativas que não são ensinadas, mesmo com as leis 10.639/03 e 11.645/08, que falam sobre a obrigatoriedade de ensinar a temática &#8220;História e Cultura Afro-Brasileira&#8221; nas escolas.</p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://noticiapreta.com.br/organizacoes-da-sociedade-civil-lancam-projeto-seta-para-educacao-antirracista/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Organizações da sociedade civil lançam Projeto SETA para educação antirracista</a></p>



<p>Para a professora, as leis em questão, assim como a Lei de Cotas, são um marco na história de políticas públicas reparatórias e representam uma grande conquista do <a href="https://mnu.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Movimento Negro Unificado </a>(MNU) e, por isso, Joana acredita que a ideia de que a iniciativa que completa 20 anos em 2023 <strong>“não pegou”</strong>, precisa ser combatida para não invalidar a luta. <em>“É cair na armadilha do racismo estrutural para invalidar todas as ações empreendidas a partir da sua promulgação”</em>. </p>



<p><em>&#8220;É nosso dever defendê-las. Para defendê-las é preciso conhecê-las, humanizá-las. Humanizá-las significa compreender contexto histórico, social, político em que foram criadas e, principalmente, que atores estiveram envolvidos nesse movimento</em>&#8220;, completa.</p>



<p>&#8220;<em>É fundamental demarcar a importância da Professora Petronilha Beatriz como relatora do parecer do Conselho Nacional de Educação 3/2004 que institui as Diretrizes Curriculares para a implementação da Lei 10.639/03 e antes ainda, entender o contexto de atuação do Movimento Negro em torno da agenda de educação”</em>, pontua. </p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img decoding="async" data-attachment-id="48142" data-permalink="https://noticiapreta.com.br/educacao-antirracista-aquilombamento-professores/985032-rjrj-2177/" data-orig-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2022/12/985032-rjrj-2177.jpg" data-orig-size="1024,768" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;3.5&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;T\u00e2nia R\u00eago&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;NIKON D3&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;Rio de Janeiro - Escola municipal Levy Miranda na ilha de Marambaia, baia de Sepetiba, sul do estado (T\u00e2nia R\u00eago\/Ag\u00eancia Brasil)&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;1446027069&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;T\u00e2nia R\u00eago\/Ag\u00eancia Brasil&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;22&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;1250&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0.008&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="985032-rjrj-2177" data-image-description="" data-image-caption="&lt;p&gt;Rio de Janeiro &#8211; Escola municipal Levy Miranda na ilha de Marambaia, baia de Sepetiba, sul do estado (Tânia Rêgo/Agência Brasil)&lt;/p&gt;
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<p>A mestre em educação concorda que quanto à aplicabilidade, ainda existem desafios a serem superados, mas exatamente por isso é importante a união entre pessoas negras. <em>“Assim como a branquitude tem seu pacto, precisamos também criar nossas redes de fortalecimento e apoio”</em>.</p>



<p>E dentro da ideia de consolidação coletiva, a especialista em educação das relações étnico-raciais cita o trabalho feito pela <a href="https://sites.google.com/view/gerer-sme/in%C3%ADcio?authuser=0" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Gerência de Relações Étnico &#8211; Raciais</a>, no âmbito da Secretaria Municipal de Educação da Cidade do Rio de Janeiro, da qual ela faz parte. </p>



<p><em>“Há 1 ano e 10 meses estamos trabalhando para fazer ecoar essas vozes nas discussões de reforma curricular, na ampliação de referências teóricas, históricas e metodológicas por intermédio dos materiais pedagógicos, das videoaulas e formações para os profissionais da Rede”</em>, conta a professora.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Agentes da transformação</strong></h3>



<p>De acordo com a professora Joana Oscar, a maior parte dos agentes comprometidos em propagar a causa antirracista por meio da educação são os professores negros, mas ela garante que essa tarefa não deve ser condicionada apenas a eles. Porém, a forma com que esses profissionais abordam essa temática é particular.</p>



<p><em>“São os professores que, uma vez em sala de aula, são atravessados pelas memórias e mazelas que o racismo lhes imputou durante o seu percurso escolar e, inicialmente, de forma intuitiva e sensível, passa a agir com uma postura questionadora, combatente frente às vivências do cotidiano</em>”, coloca a professora, que também faz um alerta sobre a atuação dos profissionais da educação. </p>



<p>Leia Também: <a href="https://noticiapreta.com.br/o-brasil-esta-muito-aquem-na-implementacao-de-uma-educacao-antirracista/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">O Brasil está muito aquém na implementação de uma educação antirracista</a></p>



<p>Joana explica que o professor pode ser acusado de <em>“legislar em causa própria, ser chato, militante, mimimi&#8221;</em>, que, de acordo com Joana, é mais um dos recursos do sistema racista de neutralizar as ações tocadas pelos profissionais, a partir da formação.</p>



<p><em>“O professor que vai se instrumentalizar sobre como desenvolver um projeto para a educação das relações étnico-raciais fura a bolha dos conhecimentos limitados ao currículo hegemônico e passa questionar esse currículo a partir de epistemes negras. Descobrir que se pode falar de qualquer área de conhecimento a partir de experiências e conhecimentos afro-indígenas é libertador”</em>, afirma a professora.</p>



<p>Joana também destaca que apesar do papel fundamental do professor no ensino antirracista, esta é uma missão para ser cumprida em conjunto. <em>“O aquilombamento é reunião de forças entre professores, alunos e responsáveis. E isso nem sempre vai se dar dentro da unidade escolar, mas saber que você não está sozinho é um grande diferencial”</em>.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Como transformar e os impactos da educação antirracista</strong></h3>



<p>Mestre e doutoranda em educação, Joana conta que a forma com que os profissionais da educação podem se preparar para desenvolver uma educação antirracista é combinar o letramento racial a partir das vivências pessoais com a formação sobre o tema, que pela complexidade, pode ser difícil de ser transmitida.</p>



<p><em>“Os conteúdos antirracistas não são paralelos ao currículo, eles são uma espinha dorsal, porque eles se referem às identidades dos sujeitos. O simples fato de realizar um censo escolar e analisar esses dados é um grande passo antirracista, justamente porque muitas políticas educacionais vêm sendo desenhadas para contemplarem um &#8216;ideal&#8217; de aluno. Descobrir quem é nosso aluno &#8216;à vera&#8217;, seu nome, sua idade, sua cor, seu gênero, seu território e a história que ele traz consigo para dentro de sala é muito potente”</em>.</p>



<p>Ainda de acordo com ela, o ensino antirracista não é simplesmente passado para os alunos. Para a professora, que cita Paulo Freire &#8211; patrono da educação brasileira &#8211; como referência, o ensino é construído junto com os estudantes. Dessa forma, promover a educação antirracista passa por viabilizar o acesso às informações sobre o tema. </p>



<p><em>“Educar é uma tarefa coletiva e política. Precisamos ter consciência do nosso papel como educadores para mediação da construção de conhecimento dos alunos, ofertando-lhes um vasto repertório que permita que todos se desenvolvam de forma plena, além de garantir que tenham iguais oportunidades de aprendizagem”</em>. </p>



<p>Leia Também: <a href="https://noticiapreta.com.br/projeto-lanca-e-book-de-educacao-antirracistas-para-criancas-e-educadores/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Projeto lança E-book de educação antirracistas  para crianças e educadores</a></p>



<p>E para isso, Joana indica uma maneira de coletivizar o ensino e a aprendizagem sobre o antirracismo, que segundo ela, <em>“envolve essa condição de ser um eterno aprendiz. Um ótimo caminho é pesquisar as curiosidades dos alunos sobre os temas, envolvendo-os na pesquisa, no debate, na contraposição de ideias, desde a educação infantil”</em>, explica a professora.</p>



<p>Olhando para sua própria experiência enquanto aluna, Joana explica a importância de levar o antirracismo para sala de aula e para o cotidiano de crianças e jovens.</p>



<p><em>“Como mulher negra, lembrar da Joana pequena, aluna negra,  ainda me dói. A escola tem um demarcador fortíssimo na exclusão dos nossos corpos, da nossa beleza, da nossa inteligência&#8230;Então, hoje, poder contribuir para que as crianças negras e não negras recebam um material diverso em que todas as crianças tenham condições de existência, tem sido meu propósito de vida”</em>.</p>



<p>A professora destaca as ações promovidas pela rede municipal de ensino do Rio de Janeiro, que vão desde a diversidade do repertório das salas de leitura até cursos de formação de professores, e os impactos que elas geram.</p>



<p><em>“Os ganhos reais é que não vamos acabar com o racismo, mas estamos instrumentalizando nossas crianças para que reajam, reconhecendo seus próprios valores, belezas e histórias. Também reeducamos não brancos, no sentido de que reconheçam seus privilégios e se coloquem como aliados na luta contra as violências e discriminações de cunho racial”</em>, conclui. </p>
<p>O post <a href="https://noticiapreta.com.br/educacao-antirracista-aquilombamento-professores/">“Aquilombamento é reunião de forças entre professores, alunos e responsáveis&#8221;, diz a professora Joana Oscar</a> apareceu primeiro em <a href="https://noticiapreta.com.br">Noticia Preta - NP</a>.</p>
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