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	<title>Arquivos desigualdades - Noticia Preta - NP</title>
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	<description>Jornalismo Antirracista</description>
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	<title>Arquivos desigualdades - Noticia Preta - NP</title>
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		<title>Estudo inédito revela persistência das desigualdades raciais de renda, trabalho e educação em Santa Catarina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thayan Mina]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Apr 2026 16:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[cota]]></category>
		<category><![CDATA[desigualdades]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia Preta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p> Lei Estadual nº 19.722/2026, que restringe ações afirmativas no ensino superior, vai na contramão das evidências e tende a aprofundar as disparidades históricas no estado O CEDRA – Centro de Estudos e Dados sobre Desigualdades Raciais acaba de lançar um&#160;estudo inédito&#160;que analisa as desigualdades raciais de renda, trabalho e educação no estado de Santa Catarina. A publicação [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center"><em> Lei Estadual nº 19.722/2026, que restringe ações afirmativas no ensino superior, </em><strong><em>vai na contramão das evidências </em></strong><em>e tende a aprofundar as disparidades históricas no estado</em></p>



<p>O CEDRA – Centro de Estudos e Dados sobre Desigualdades Raciais acaba de lançar um&nbsp;<a href="https://drive.google.com/file/d/1PMUvxkbSP8Zq46-7BCYNfnCTU7QoHiP5/view?usp=sharing" rel="noreferrer noopener" target="_blank">estudo inédito</a>&nbsp;que analisa as desigualdades raciais de renda, trabalho e educação no estado de Santa Catarina. A publicação surge em um contexto marcado pela aprovação da Lei Estadual nº 19.722/2026 –que restringe o uso de ações afirmativas de recorte racial no ensino superior– e busca contribuir com evidências para o debate público.</p>



<p>A partir de dados do IBGE e do INEP, o estudo demonstra que as desigualdades entre pessoas negras e brancas permanecem profundas, persistentes e estruturais, atravessando tanto o sistema educacional quanto o mercado de trabalho. As conclusões indicam que essas desigualdades se acumulam ao longo da trajetória de vida, limitando o acesso a oportunidades e reproduzindo padrões históricos de exclusão.</p>



<p>“Os dados mostram que a desigualdade racial em Santa Catarina não é pontual, mas estrutural e persistente”, sintetiza Marcelo Henrique Romano Tragtenberg,&nbsp; com pós-doutorado pela Universidade de Oxford, membro do Conselho Deliberativo do CEDRA e coordenador do estudo. “Mesmo quando há avanço educacional, a população negra acumula um conjunto de barreiras&nbsp; de acesso à educação em todos os níveis, e por conseguinte à renda e às oportunidades de trabalho. Reduzir ou eliminar políticas de ação afirmativa de recorte racial é aumentar a desigualdade entre a população branca e negra e aprofundar um problema que está longe de ser superado”, complementa.&nbsp;</p>



<p>No campo educacional, o estudo evidencia que o abandono e a reprovação são barreiras centrais à progressão escolar de estudantes negros, tanto no ensino fundamental quanto, de forma ainda mais acentuada, no ensino médio. Esses obstáculos comprometem a continuidade dos estudos, aumentam a distorção idade-série e reduzem significativamente as chances de acesso ao ensino superior. E, ainda, provocam acesso mais tardio ao ensino superior e menor qualificação no mundo do trabalho por mais tempo para a população negra mais escolarizada.</p>



<p>Apesar de avanços recentes, como o aumento da presença de estudantes negros na graduação — passaram de 8,8% em 2016 para 20,2% em 2023 —, o estudo ressalta que esse crescimento não ocorreu de forma espontânea. Ele está diretamente associado à implementação de políticas de ações afirmativas no ensino superior, especialmente o sistema de cotas raciais no setor público e o PROUNI e FIES no setor privado. Ainda assim, a participação da população negra no ensino superior permanece inferior à sua proporção na população do estado.</p>



<p>Outro aspecto central identificado é o ingresso tardio da população negra no ensino superior. A maior presença de estudantes negros com 25 anos ou mais indica que esse grupo enfrenta mais obstáculos ao longo da trajetória educacional, o que retarda sua entrada em ocupações mais qualificadas e impacta diretamente sua renda ao longo da vida.</p>



<p>No mercado de trabalho, as desigualdades se mantêm mesmo entre pessoas com níveis educacionais semelhantes. O estudo demonstra que, em todos os níveis de instrução, pessoas negras apresentam rendimentos médios inferiores aos de pessoas brancas, evidenciando que a educação, embora essencial, não é suficiente, por si só, para eliminar as desigualdades raciais.</p>



<p>Diante desse cenário, o CEDRA alerta que a restrição de políticas de equidade racial tende a aprofundar essas disparidades, dificultando ainda mais o acesso da população negra à educação superior e a posições mais qualificadas no mercado de trabalho.</p>



<p>“Os dados mostram que as ações afirmativas para negros tiveram papel decisivo na ampliação do acesso da população negra ao ensino superior. Ao restringir essas políticas, a lei estadual 19.722/2026 vai na contramão das evidências e tende a reduzir ainda mais as oportunidades para um grupo que já enfrenta desvantagens históricas. Isso compromete não apenas a equidade educacional, mas também a redução das desigualdades de renda e trabalho no longo prazo”, defende Marcelo Tragtenberg.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1170" height="700" data-attachment-id="121671" data-permalink="https://noticiapreta.com.br/estudantes-aprovados-no-sisu-2024-devem-se-matricular-nas-instituicoes-ate-esta-quarta-07/unb_cotas_2-3/" data-orig-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2024/02/unb_cotas_2.webp" data-orig-size="1170,700" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="unb_cotas_2" data-image-description="" data-image-caption="&lt;p&gt;Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil&lt;/p&gt;
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<p><strong>Principais dados</strong></p>



<p>Desigualdades raciais de renda</p>



<p>&#8211; Entre 2012 e 2023, a taxa de desocupação de pessoas negras foi quase o dobro da registrada entre pessoas brancas;</p>



<p>&#8211; Pessoas negras ocupam apenas 10,8% dos cargos gerenciais, apesar de representarem mais de 23% da população;</p>



<p>&#8211; A renda média da população negra corresponde a menos de dois terços da renda da população branca;</p>



<p>&#8211; Em 2023, 42,2% das pessoas negras estavam nas faixas de renda domiciliar de até 1 salário mínimo, contra 28,5% das pessoas brancas;</p>



<p>&#8211; Em todos os níveis de escolaridade, pessoas negras apresentam rendimentos inferiores aos de pessoas brancas.</p>



<p>Desigualdades raciais de educação</p>



<p>&#8211; O abandono e a reprovação escolar são barreiras estruturais que afetam desproporcionalmente estudantes negros e comprometem sua trajetória educacional;</p>



<p>&#8211; No ensino médio, a taxa de abandono entre estudantes negros (8,1%) é maior que entre estudantes brancos (4,6%), e a reprovação chega a cerca de 19%;</p>



<p>&#8211; A distorção idade-série atinge cerca de um terço dos estudantes negros no ensino médio;</p>



<p>&#8211; A participação de estudantes negros no ensino superior cresceu de 8,8% (2016) para 20,2% (2023), impulsionada por políticas de ação afirmativa;</p>



<p>&#8211; Apesar do avanço, estudantes negros ainda estão sub-representados em relação à sua proporção na população;</p>



<p>&#8211; A maior presença de estudantes negros acima da idade ideal indica ingresso tardio no ensino superior, associado a desigualdades acumuladas ao longo da educação básica.</p>



<p>O estudo conclui que as desigualdades raciais em Santa Catarina formam um ciclo interligado entre educação e renda, no qual desvantagens iniciais se acumulam e se reproduzem ao longo do tempo. A superação desse cenário depende da continuidade e do fortalecimento de políticas públicas voltadas à equidade racial.</p>



<p>Clique&nbsp;<a href="https://drive.google.com/file/d/1PMUvxkbSP8Zq46-7BCYNfnCTU7QoHiP5/view?usp=sharing" rel="noreferrer noopener" target="_blank">aqui</a>&nbsp;para ter acesso à íntegra do relatório com o estudo completo.&nbsp;</p>



<p><strong>Sobre o CEDRA</strong></p>



<p>O CEDRA &#8211; Centro de Estudos e Dados sobre Desigualdades Raciais- que agrega pensadores da questão racial, especialistas em ciência de dados, estatísticos, economistas e cientistas sociais reunidos para destacar, das estatísticas oficiais, dados que possibilitem o aprofundamento das análises sobre as desigualdades raciais no Brasil.&nbsp;</p>



<p>Entre as iniciativas do CEDRA, está a&nbsp;<a href="https://cedra.org.br/" rel="noreferrer noopener" target="_blank">plataforma</a>&nbsp;aberta de dados raciais, que é voltada para ativistas e organizações do movimento negro, organizações da sociedade civil, jornalistas (no auxílio de pautas), pesquisadores, lideranças políticas e empresariais, gestores públicos, estudantes e o público em geral. O objetivo é contribuir para a elaboração de estudos e políticas relacionados às questões raciais.</p>



<p>Atualmente, os apoiadores do CEDRA são Instituto Çarê, Instituto Ibirapitanga, B3 Social e Bem-Te-Vi Diversidade, além das parcerias com Amazon Web Services (AWS), Bain &amp; Company, Daniel Advogados e Observatório da Branquitude.&nbsp;</p>



<p>Leia mais notícias por aqui: <a href="https://noticiapreta.com.br/projeto-define-minimo-de-r-850-por-entrega-ou-r-1474-por-hora-para-entregadores-de-apps/">Projeto define mínimo de R$ 8,50 por entrega ou R$ 14,74 por hora para entregadores de apps</a></p>
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		<title>Mulheres negras lideram índices de violências nos transportes públicos e nas ruas </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Maria Eugênia Melo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Dec 2025 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[assedio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dados da Casa Fluminense e ONG Criola revelam o ciclo da violência contra as mulheres negras&#160; Seja em casa, no trabalho, no transporte público ou na rua, a mulher negra enfrenta um ciclo contínuo de insegurança. De acordo com o relatório De Olho no Transporte, da Casa Fluminense, e os dados da ONG Criola, fica [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center"><em>Dados da Casa Fluminense e ONG Criola revelam o ciclo da violência contra as mulheres negras&nbsp;</em></p>



<p>Seja em casa, no trabalho, no transporte público ou na rua, a mulher negra enfrenta um ciclo contínuo de insegurança. De acordo com o relatório <a href="https://casafluminense.org.br/atuacao/de-olho-no-transporte/">De Olho no Transporte</a>, da Casa Fluminense, e os dados da <a href="https://criola.org.br/?s=viol%C3%AAncia&amp;catmulti&amp;search-type=multiversidade&amp;post_type=post&amp;doing_wp_cron=1764187145.6871159076690673828125">ONG Criola</a>, fica evidente que, na violência sexual e de gênero a mulher negra sempre aparece no topo das estatisticas.</p>



<p>Enquanto o relatório <strong>“De Olho no Transporte”</strong> revela que as mulheres enfrentam diariamente importunação sexual no transporte público, somada à precaridade do sistema com tarifas altas, longos percursos para chegar ao destino final, calor extremo e engarrafamento. A ONG Criola complementa esses dados revelando que 31% dos homicídios de mulheres negras acontecem na via pública. </p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img decoding="async" width="1170" height="780" data-attachment-id="216279" data-permalink="https://noticiapreta.com.br/mulheres-negras-lideram-indices-violencias-nos-transportes-publicos-e-nas-ruas/photo-1695112956255-8878a4443236/" data-orig-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/11/photo-1695112956255-8878a4443236.jpg" data-orig-size="1170,780" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="photo-1695112956255-8878a4443236" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/11/photo-1695112956255-8878a4443236-300x300.jpg" data-large-file="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/11/photo-1695112956255-8878a4443236-1024x1024.jpg" src="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/11/photo-1695112956255-8878a4443236.jpg" alt="" class="wp-image-216279" style="width:564px;height:auto" srcset="https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/11/photo-1695112956255-8878a4443236.jpg 1170w, https://noticiapreta.com.br/wp-content/uploads/2025/11/photo-1695112956255-8878a4443236-768x512.jpg 768w" sizes="(max-width: 1170px) 100vw, 1170px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>No Brasil são as mulheres que mais utilizam o transporte público representando cerca de 74,6%. Fonte: Unsplash</em></figcaption></figure></div>


<p>O transporte público é, para a maioria das pessoas, a única opção possível de locomoção e dependem dele para praticamente todo tipo de deslocamento. Sendo este mesmo transporte a porta de entrada para a garantia de outros direitos essenciais. </p>



<p><strong>Ambiente host</strong>il</p>



<p>As mulheres, grupo majoritário do Brasil segundo o Censo do IBGE 2022, são as principais vítimas desses tipos de situações dentro do transporte público, cerca de 94% dos casos, de acordo com o relatório da Casa Fluminense, sendo que a maioria são mulheres negras (55,9%). </p>



<p>Entre o ano de 2023 até maio deste ano, cerca de 23% dos casos de importunação sexual no transporte público na região metropolitana do Rio de Janeiro aconteceram com menores de idade, junto com as estudantes, que representam 29,3%. </p>



<p>Ainda de acordo com o estudo, superlotação, anonimato, ausência de fiscalização contribuem para formar um ambiente hostil para as mulheres. 51% dos casos de importunação acontecem em horário de pico, 69,5% no interior do ônibus. </p>



<p>Leia também: <a href="https://noticiapreta.com.br/numero-de-brasileiras-vitimas-de-violencia-no-exterior-aumenta/">Número de brasileiras vítimas de violência no exterior aumenta, aponta pesquisa</a><br></p>
<p>O post <a href="https://noticiapreta.com.br/mulheres-negras-lideram-indices-violencias-nos-transportes-publicos-e-nas-ruas/">Mulheres negras lideram índices de violências nos transportes públicos e nas ruas </a> apareceu primeiro em <a href="https://noticiapreta.com.br">Noticia Preta - NP</a>.</p>
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